
Thom Yorke canta à frente do Radiohead, em Sampa ontem: 30 mil fãs em delírio (foto: Marcos Hermes/produção Just A Fest)
Yeeeeeesssss! Hoje só dá Radiohead e o showzaço que a nave espacial do Et Thom Yorke fez ontem, em Sampalândia. O blogon ta na correria (como sempre) e volta já já com notas de bastidores sobre o show e muuuuuito mais.
Por enquanto, aí embaixo, você lê a resenha do Just A Fest inteiro (que também teve Los Hermanos e Kraftwerk) escrita pelo blogger zapper para a página de shows aqui do portal, mais fotos, vídeos, o escambau. Então colaê novamente daqui a pouco, que o bicho vai continuar pegando por aqui. Até já!
JUST A FEST: SOM BAIXO E RADIOHEAD CONSAGRADOR
Apesar do nome um tanto sem criatividade (“Apenas um festival”) e dos paradoxos envolvendo o evento (grandes shows com som baixo, além de um público em boa parte desatento e que gastou R$ 200,00 em ingressos para ficar mais desfilando e tagarelando do que prestando atenção ao que acontecia no palco), o Just A Fest, em sua etapa paulistana realizada ontem à noite, na Chácara do Jockey (região oeste da capital paulista), conseguiu cumprir as expectativas das 30 mil pessoas (lotação máxima, com todos os ingressos vendidos) que estavam presentes no local. A grande atração da noite, o quinteto inglês Radiohead, fez uma apresentação impecável. Kraftwerk, os “pais” de todo o pop e rock eletrônico como o conhecemos hoje, também realizaram um ótimo (porém condensado) set, com suas músicas mais conhecidas mas que, mesmo assim, passaram despercebidas por muitos adolescentes que não conhecem o repertório e a trajetória do quarteto alemão. E Los Hermanos entraram em campo com o jogo ganho: a gritaria dos fãs acompanhou o grupo carioca durante toda a sua permanência no palco.
Quando os Hermanos entraram no palco, por volta das seis e meia da tarde, já era grande a quantidade de pessoas na Chácara. Foi aí, quando começou a apresentação de Marcelo Camelo e cia. que já se notou o talvez único grande problema estrutural do festival: o som que vinha do P.A. estava baixo, muito baixo. Quem ainda estava próximo ao palco, conseguia ouvir o que os músicos estavam tocando e cantando. Da metade do gramado para trás, se tornava impossível ouvir algo, já que os fãs histéricos e xiitas do grupo cantavam todas as letras de todas as músicas a plenos pulmões. Talvez isso tenha contribuído para que a banda fizesse uma performance mais animada do que aquela que apresentaram na versão carioca do Just A Fest. Mesmo estando sem tocar juntos há quase dois anos Camelo, Rodrigo Amarante, Bruno Medina e Rodrigo Barba mostraram bom entrosamento e deram aos fãs o que eles queriam, um desfile de hits cults, centrando fogo principalmente no repertório de “Bloco do Eu Sozinho”, “Ventura” e “4” – não, não tocaram “Anna Júlia”, felizmente.
Os “tiozinhos” alemães do Kraftwerk subiram ao palco por volta das oito da noite e já começaram o set com “Man Machine”, clássico absoluto de sua trajetória. No fundo do palco e nas laterais dele telões faziam projeções de palavras em tipografia futurista e minimalista, para acompanhar a música que saía do sistema de som. Para quem está familiarizado com o repertório do Kraft, o show foi um delírio: os “robôs” humanos foram despejando no público “Computer World” (uma música composta há trinta anos e que vaticinou, com precisão visionária, o mundo totalmente dominado pela cibernética e pela informática, tal ele é hoje), “Autobhan”, “Radioactivity” e “Musique Non Stop”, que encerrou de maneira brilhante a apresentação. Pena que o som, que continuava baixo, prejudicou ainda mais o Kraftwerk, que ainda teve seu set ignorado por parte do público, uma garotada muito jovem e que desconhece a história do grupo alemão. Afinal, a maioria do público estava ali mesmo para assistir ao Radiohead.
E a estranha nave especial capitaneada pelo ainda mais estranho vocalista Thom Yorke, entrou pontualmente em cena às dez da noite. Não dá pra descrever, em palavras, o êxtase visual e sonoro (apesar do som, que insistia em permanecer baixo) e a comoção provocados pela performance do Radiohead. Desde a primeira música, “15 Step” (que abre o último disco de estúdio da banda, “In Rainbows”), passando pelos mega clássicos que foram entoados em coro pela multidão, como “Karma Police”, o quinteto de Oxford fez valer cada um dos quinze anos que os brasileiros aguardaram para conseguir assistir a banda ao vivo aqui. O visual futurista do palco (com cilindros luminosos que desciam do teto até quase chegar ao chão), a ótima performance musical do conjunto e, principalmente, o carisma pessoal do vocalista Thom Yorke (com seus vocais agônicos e repletos de emoção, aliados à sua estranhíssima feição ao cantar) hipnotizaram por completo os fãs, aqueles que estavam ali para curtir todo o show, independente de ele ser composto em boa parte por canções mais introspectivas e climáticas e onde se privilegiou muito o repertório de “In Rainbows” – disco que foi executado no palco em quase sua totalidade –, mas também com abertura de espaço para a execução de canções de todas as fases do quinteto. Incômodo foi notar que, nas músicas menos conhecidas do grande público e que exigiam maior atenção para suas nuances mais melancólicas e reflexivas, muita gente desatava a falar alto e dar gargalhadas – atrás deste repórter, duas “peruas” sem noção falaram alto durante praticamente todo o show. As mesmas figurinhas desagradáveis e mal educadas (e que, pelo visto, torraram 400 pratas em dois ingressos para ir peruar e sem saber sequer o que estavam vendo no palco) que, ao ouvirem os primeiros acordes de “Fake Plastic Trees” (yep, a “música do Carlinhos”, que se tornou notória no Brasil por ter invadido as fms do país há alguns anos, por ter sido incluída como trilha sonora de uma campanha televisiva sobre a Síndrome de Down), exclamaram surpresas: “ah, essa música é deles?”. Tsc, tsc...
Aliás, “Fake Plastic...” foi a surpresa no set list paulistano. Ela entrou no lugar de “No Surprises”, que foi tocada no Rio mas não em Sampa. Fora ela, houve momentos sublimes em “There There” (com sua percussão algo tribal, logo no começo do show), em “Idioteque” (com Yorke fazendo uma dança maluca, como se estivesse possuído/abduzido por alguma entidade alienígena), em “Videotape”, em “House Of Cards”, em “Jigsaw Falling Into Place”. E houve três bis – sim, eles foram generosos aqui, pois no Rio e no México, semana passada, foram apenas dois. No segundo deles veio “Paranoid Android”, e o coro da multidão acompanhando a música foi impressionante. E quando tudo parecia terminado a banda voltou derradeiramente ao palco, para tocar exclusivamente “Creep”, o hino que muitos já achavam que não seria executado em São Paulo. Era pouco mais de meia-noite de hoje e a apresentação, enfim (e infelizmente), tinha acabado.
Foi isso. Houve momentos de falha nos telões laterais, o som baixo prejudicava as músicas mais calmas (o som do grupo só ganhava força máxima e corpo nos momentos mais intensos das canções, já que o Radiohead é uma banda especialista em alternar, numa mesma música, climas bucólicos e intensos) mas, mesmo assim, foi uma experiência sensorial avassaladora. Thom Yorke e seu Radiohead mostraram porque são um corpo estranho no mundo de dinheiro, cinismo, aparências, falta de criatividade e pop insosso que domina boa parte do rock mundial. E mesmo sendo este “corpo estranho”, eles são grandes e essenciais. E têm o respeito de milhões de fãs. E fizeram um show em São Paulo que já entrou para a história dos grandes concertos de rock internacional realizados no Brasil. Se não voltarem nunca mais aqui, irão deixar saudades eternas e a lembrança, impressa tal qual uma tatuagem em nosso cérebro, de um momento único, inesquecível.
RADIOHEAD ONTEM EM SÃO PAULO
Karma Police
Jigsaw Falling Into Place
Creep
RADIOHEAD - O SET LIST DE ONTEM EM SP
15 Step
There There
The National Anthem
All I Need
Pyramid Song
Karma Police
Nude
Weird Fishes/Arpeggi
The Gloaming
Talk Show Host
Optimistic
Faust Arp
Jigsaw Falling Into Place
Idioteque
Climbing Up The Walls
Exit Music (For A Film)
Bodysnatchers
Videotape
Paranoid Android
Fake Plastic Trees
Lucky
Reckoner
House of Cards
You and Whose Army
Everything In Its Right Place
Creep
SAIDEIRA RADIOHEAD
Okays, okays, o blogger se enrolou por aqui e já está partindo pra post novo, certis? Mas, só pra encerrar este, nem é preciso entrar muito em detalhes sobre o caos organizacional que foi o Just A Fest em Sampa – e isso não tem absolutamente nada a ver com o Radiohead em si e seu show desde já inesquecível.
A Plan Music, produtora do evento, deveria tratar minimamente melhor quem se dispôs a pagar duzentos mangos (e que só valeram cada centavo gasto graças às performances que os três grupos participantes do festival mostraram no palco) pra ir até lá. Infelizmente, não foi isso o que rolou: filas enoooormes pra entrar, pra sair, banheiros químicos porcos, lama por todo lado no gramado da Chácara do Jockey etc. Comer, então, era uma aventura digna de uma guerra civil entre flagelados e esfomeados africanos: além de pagar inacreditáveis e extorsivos R$ 8,00 por um pedaço de pizza na filial do Piola montada por lá, a clientela tinha que se estapear até conseguir por as mãos no tal pedaço de pizza (fora que as atendentes do Piola pareciam estar fazendo caridade em atender as pessoas). Segundo relatos de Dom Pablito Miyazawa, dileto amigo deste blog e editor da Rolling Stone, a situação não era melhor pra se conseguir um hamburger ou um cachorro quente. Falar então do sufoco para conseguir condução ao final do show (o autor deste blog e sua namorada, acompanhados de uma amiga, conseguiram entrar num táxi às duas da manhã!), após uma loooonga e penosa caminhada até onde houvesse algum tipo de condução disponível, é desnecessário: blogs como o Ilustrada no Pop já ilustraram bem o drama de quem foi até lá, através de relatos de vários leitores e fãs do Radiohead indignados com a situação.
Enfim, é assim a parada aqui: o Brasil recebe cada vez mais grandes shows de grandes e ótimos grupos gringos. Mas os produtores destes shows, gananciosos e mesquinhos ao extremo que são, cobram preços surreais pelos tickets e ainda por cima não estão nem aí para quem sustenta seu negócio: o fã que se mata pra conseguir a grana pra ir ver sua banda do coração. Quando essa falta de respeito para com o público vai acabar no Brasil? Um dia, quem sabe...
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Este post pára por aqui, então. Nesta quarta-feira tem maaaaais, com o lançamento do dvd e cd ao vivo dos amados Vanguart, com direito a especial no canal Multishow e tudo com a grife da major Universal Music (que chique!), fora outros assuntos quentes, e que irão se estender até o post do finde, sextona no ar.
É, os Vangs merecem. É a tomada, enfim, do poder no mainstream (ou no que resta dele, ainda) pela nova cena independente nacional. Mas essa história contamos melhor daqui a pouco, okays?
Até já!
(finalizado por Finatti em 25/03/09, à 0:10hs.)

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23 Mar, 2009 às 6:05 PM finatti, na boa, durante fake plastic trees vc estava enchendo o rabo de bolacha de água e sal na sala de imprensa. tu não viu foi porra nenhuma, seu cascateiro do caralho. só queria comida grátis.
23 Mar, 2009 às 6:11 PM vc devia praticar atletismo. tá sempre na correria...
deve ser muito trabalho, né? deve ser difícil dar conta de "tantos" pedidos.
23 Mar, 2009 às 6:18 PM Não vi nada? Enchi o rabo de bolacha?
Uia!!! Yutaka ou amigo dele na área? Hihi.
(e olha que só entrei naquela sala de imprensa duas vezes nas quase cinco horas em que estive na Chácara do Jockey. Como esse povo sem noção adoooraaa seguir meus passos, kkk)
23 Mar, 2009 às 6:27 PM Beto, vc estava bem na minha frente na fila pra entrar (reconheci pelo "narizinho" -hihihih) no show. Chegamos bem na hora que o Kraft tava começando. Então como você escreveu sobre Los Hermanos? Virou vidente (hihihih)?
Bjks!!!!
Thayná
23 Mar, 2009 às 6:36 PM Finatti, só responde uma coisa: onde vc estava durante Fake Plastic Trees?
23 Mar, 2009 às 6:51 PM Na boa Los Hermanos eh chato pra garay...os fãs deles são todos ai ai ui ui...pedi orgasmatron e naum fui atendido, dpois pedi cowboys from hell e idem
Quando gritei ana julia, perderam a cebeça d vez.
Rdiohead sem palavras, valeu a pena, deixar o carro num morro, sair d lá, naquela confusão e esperar 1hr e poko pra tirar o carro do morro.
Valew a pena mesmo!!!
ps: Kraftwork, jamais vou querer entender, musica pra se ouvir bem loco e ontem não foi o caso.
23 Mar, 2009 às 9:25 PM Hmmmmm... Sinto que descobriu finalmente quem é o verdadeiro "japa do mal". Bru Chatô revelado.
23 Mar, 2009 às 9:35 PM Finas,
Apesar da gula em cima da bolacha de água e sal (rsrsrsrs, eu sei q vc vai censaurar isto...), vc mandou muito bem na resenha do show de domingo: tanto em relação ao set list maravilhoso do Radiohead, assim como quanto às pessoas blasés e posudas q nem sabiam o q estavam fazendo lá e só atrapalhavam os q queriam ver os shows...
Abraços!
24 Mar, 2009 às 1:02 AM Thaynazinha malinha e no notion, por que você não falou comigo então? Eu teria o maior prazer em papear contigo, como tive ao ser abordado pelo Luis Cláudio de Souza, lá de Londrina, que já colaborou com a Zap, veio me cumprimentar (eu não o conhecia pessoalmente) e elogiou meu trabalho, dizendo que é fã da coluna/blog há séculos. Isso sim é legal e me deixa muito feliz, embora eu também aceite críticas construtivas na boa.
Mas como você e o Brian só querem mesmo é sacanaear o autor do blog (fácil perceber isso, pelos comentários que vocês mandam pra cá), vou esclarecer a dúvida de ambos: eu sou um sujeito ubíquo, não sabiam? Consigo estar em trocentos lugares ao mesmo tempo, hihi. Pura dinvidade blogueira, eu diria. Fora que eu também tenho uma ótima rede de "informantes" quando estou num festival desses.
E querido Jacoto, não houve gula alguma de minha parte, mesmo porque eu já tinha comido um belo pedaço de pizza (caríssimo, diga-se) lá na área de alimentação. Tinha sujeito comendo bem mais bolachas na sala de imprensa do que eu, pode ter certeza disso (mas o café expresso estava ótimo).
Ah, sim, antes que eu me esqueça: o Amauri Gonzo também estava na sala do mal (kkkk) quando eu entrei lá. Será que ele também...? Rsrs.
24 Mar, 2009 às 10:48 AM Falaa Finas!
E vc acabaou escrevendo sobre as 2 peruas que "atrapalharam" o show do Radiohead (como vc mesmo me contou no final). Rapaz, mas foi transcendental o show. Eu esperei por uns 8 anos ... e digo, valeu cada dia e e centavo (foram 240 reais só no ingresso) gastos. Me espenatei (e deliciei) com as músicas do Amnesiac (isso sim é introspecção!). Mas ó ... dia 11 apareço por aí ... e outra, continua nessa pegada de escrever sinceramente e um pouco (hehe) escrachadamente! Pelo menos difere desse monte de blog de playboyzinho pau no cú, que sempre aparecem por aqui pra invejar!
Abração cara ..
24 Mar, 2009 às 12:07 PM Parabéns Finnas! Melhor resenha que eu li do show de todas! Incrível como quase ninguém percebeu que o som estava abaixo do ideal. Show inesquecível. Será falta de referencial comparativo?
Fui para o RJ também. Lá estava muito melhor. Mais organizado, cerva gelada, som alto e nítido e para mim, Set List mais empolgante.
Abs
24 Mar, 2009 às 6:43 PM Caro finnas, mais uma vez, beleza de resenha...cara, vou falar que sempre tive birra com o radiohead...não com o som, que pra mim tinha um monte de música chata e presunçosa e outras tantas ótimas (Karma police, idioteque,gloaming,paranoid e outras) mas porque pra mim eles personificam um grupo de pessoas que sempre odiei, uma bando de indieboy nerd que fica tirando onda de maluco e na verdade é um bando de consumistas moralistas que não sabem o que é o rock, que só querem desfilar suas roupinhas da moda e dar uns beijinhos na noite ouvindo djs tocarem suas músicas felizes, dançantes e inofensivas...e nos meus 34 anos já não tenho mais paciência pra isso.Pra mim é um bando de poser fdp com seus iphones, seus disquinhos do franz ferdinand e toda essa viadagem.E (adoro SP) isso é bem visível em São Paulo.Neguim vai em show porque lá é o lugar da "pegação", do ver e ser visto, de desfilarem seus modelitos fashions,de fofocarem, de destilarem seu veneno ultraconservador em torno dos outros(em você inclusive), de se acharem o foda porque são uns malditos designers que no final das contas vai é vender propaganda ou fazer grana em campanha política.Eles querem o "sucesso",família,grana,"vencer na vida custe o que custar",roupas,carros,mp3s descartáveis. E,o som que eu aprendi a gostar e a viver,manda todos eles pra putaquipariu.Igual a um retardado que ficou tirando onda contigo porque vc tava no brasil e o lúcio no texas.Tipo isso...bela bosta...pra mim é muito mais real,mais atitude, mais hardcore, ver o que rola nos cafundós daqui do que pagar pau pra festival gringo que está há léguas da nossa realidade.Enfim, um bando de playboy.Neguim tá inalando merda do tietê e tá achando que tá em N.Y (vide blogs anexos)..nó,vai virar um diário sentimental...hehehehe...mas eu fico puto com isso...rock pra mim é iggy pop...aquele cara pra mim é o que o rock deve ser, com todas as suas
(in)consequências, suas contradições...mas é real.Search and destroy.Enfim,voltando ao radiohead...bem, comprei o in rainbows,baratinho...e achei fodaço. Dei mais uma chance pros caras.E fui ao show, pra ver o Kraftwerk e, tb, o radiohead, no Rio, onde os shows são sempre melhores do que em sampa.Cara, eu horrorizei, paguei pau pros caras, show sensacional, luz sensacional,som perfeito, alto e nítido, emoção(da banda) no talo, novos arranjos fenomenais, os caras tocam demais, e o Yorke é FODA. Mudei totalmente meu conceito quanto aos caras.E acho que eles não merecem ter os fãs bundões que tem.
24 Mar, 2009 às 7:58 PM fala..finas...
sua resenha foi a melhor que eu li.!
retratou bem o show visual e musicalmente.
*ah...eles tocaram as 10 músicas do "In Rainbows".
também fiquei surpreso com "Fake Plastic Trees".
mas acho que você poderia ter dado uma atenção maior a grande "mancada" da organização na infra-estrutura de um evento deste porte...tudo errado.
abraxx.
24 Mar, 2009 às 11:35 PM Oxe, fico muito feliz com os elogios pessoal, sinal de que o texto ficou de fato bacana. E eu procuro fazer sempre o melhor que posso, embora nem sempre eu consiga, né? Com humildade e de coração: valeu pelos elogios!
Pro Resilander: sim, a organização foi lamentável em todos os sentidos e falo sobre isso melhor agora, na finalização do post, ok?
Abraços!
24 Mar, 2009 às 11:54 PM tentei resenhar o show e não consegui. não dá pra juntar o tanto de emoção de que foi assistir um show do radiohead. acho que pra galerinha que nasceu no fim da década de oitenta, radiohead virou a grande banda de rock de todos os tempos e ver um show dos caras assim, é foda! fiquei há uns cinco metros da grade, foi foda demais! paranoid android é o tipo de coisa que eu vou contar pros meus filhos!
abraço, cara! boa resenha! e pau no cú da plan music!
25 Mar, 2009 às 12:10 AM finas: se você tem essa "rede de informantes" para disfarçar os shows que não vê, pelo menos dê crédito para eles. não ver o show do los hermanos e pagar de quem assistiu é vergonhoso.
beijos.
assinado: uma amiga sua que já te contou sobre um show do los porongas e não recebeu crédito.
25 Mar, 2009 às 12:25 AM Amiga minha, vc Mirna? Imagine se fosse inimiga então, rsrs.
E sobre essa história dos Porongas, vc está dando uma de Pinóquio aqui. Sério...
25 Mar, 2009 às 12:35 AM quando vc me chama de amiga e me agradece por passar informações do show é pra acreditar? ou seu estado alcoolico te transforma em mentiroso?
puxa pela memória, humberto.
ou beba menos da próxima vez.
quer saber... deixa pra lá.
a gente se vê em algum show e te falo pessoalmente.
bjs
25 Mar, 2009 às 12:39 AM Juniuor mandou bem hein...sei lá essa historia do rio e são paulo qual foi melhor.
O fato é que um processinho cairia bem nessa plan music, e se os los hermanos é a maior banda do Brasil Tamu Fudido!!!!!
E essa história de indie é um puta pé nos bagos!!!!
25 Mar, 2009 às 2:58 AM Finatti gostei do comentario do Junior mandou bem. So quero acrescentar um coisa: vc deve saber que Hitler tb era artista! Sua maior ambição, alem de esbranquiçar o mundo era ser artista! Ele colecionava grande obras de artes plasticas. Não conseguiu se realizar como artista e matou pessoas que poderiam estar fazendo coisas maravilhosas para o mundo! No livro que conta a biografia de Charles Chaplin, nascido em 16 de abril, mostra que Chaplin fez muito mais pela humanidade, pela arte e pela musica que muitos drogados carentes de atenção. E os shows de rock começaram a ser organizado por gente que acreditava que o rock tinha força pra mudar toda a insanidade humana de destruir o proximo. Os shows de rock no começo da febre dos megas shows foram usados, nao como negocio, mas como arma contra a insanidade de Hitler, que era um exibicionista, um opressor e egocentrico, e ate esperneava na hora da mamadeira por que nao tinha o MP3. Esse post nao e discurso a favor ou contra as drogas, mas sim critica a propria midia que faz um marketing em cima de gente desequilibrada.
Esses "artistas" , tão cultuados pela midia pq da audiencia mancham a imagem de quem trabalha serio em prol da arte como Chaplin e tantos outros artistas que se destacam por fazer a verdadeira arte em prol da humanidade! Conheço milhares de pessoas que fazem seu trabalho maravilhoso ou até nem tao maravilhoso assim, com ou sem droga, mas nunca a custa da vida dos outros.
Abrax,
G.
25 Mar, 2009 às 1:07 PM Mirna, eu sustento o que eu disse mais acima: quem está dando uma de Pinóquio (ou, no mínimo, se equivocando feio) é VC. Eu JAMAIS perguntei algo pra alguém sobre algum show dos Porongas que eu não tenha visto (de outros shows, até talvez tenha perguntado, e não me recordo se foi exatamente pra alguma garota chamada Mirna), mesmo porque apesar de ser muito amigo do pessoal da banda, eu nunca fiz uma resenha grande de shows deles no blog, simples assim.
E eu me lembro muito bem sim de tudo o que faço e falo quando estou breaco. Me lembro perfeitamente das pessoas com as quais eu converso, desde que sejam pessoas do meu convívio permanente porque, de fato, muita gente me conhece e fica difícil eu lembrar de todas as pessoas com as quais eu falo.
Agora, com licença que preciso fazer o post novo. Abrax!
25 Mar, 2009 às 1:55 PM G. Esse foi o dirscurso cheio mais vázio que eu já vi! Pra virar um clássico non-sense só faltar citar Gandhi, o Rafael do Polegar e alguma passagem do Grande Lebowsky....
26 Mar, 2009 às 1:44 PM Opa, quem é essa g.....il..opsza....nossa, mas que moralismo besta e desinformação plena. Os primeiros shows de rock foram organizados para mudar o mundo? Que bobagem, eles faziam parte de um contexto do flower power, dos hippies, Timoty Leary, etc e não existiam sózinhos. Afirmar que artistas que usam drogas mancham a imagem de quem trabalha em prol da arte é desconhecer que Van Gogh comia bolor do pão de centeio, que tem um efeito semelhante ao LSD. Uma coisa não tem nada a ver com outra já que jornalistas, advogados, médicos, lixeiros, dentistas, professores, enfim, todos os profissionais que usam drogas não desonram nada. Difícil ler essa G zetta dizer tanta ignorância com essa filosofia vira lata.