Fogo no Cerrado, Peter Murphy, sexo & rock'n'roll (atualização final em 18/12/08)
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O "trans-estadual" Revoltz, um dos destaques do Fogo no Cerrado
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* Yep, agora finalmente o post decolou. E com título trocado na cara larga, pra chamar a atenção do nosso dileto leitorado, né? Jornalismo marqueteiro e truqueiro é isso aê, uia, hihi.
* E o ano termina com Bush levando sapatada mais do que merecida no Iraque. Aeeeê! Zap’n’roll também adere à campanha "libertem o jornalista que mandou o sapato voador na cara do presidente pateta". Ele – o tal jornalista – merece uma estátua em praça pública em Bagdá, e não a prisão. E temos dito!
* E o ano termina (II) com os melhores de 2008 escolhidos pelo blogão zapper. Eles estarão aqui na semana que vem, tipo terça-feira, na última postagem deste ano. Portanto, fiquem atentos!
* E 2009 vai começar quente. Quer ver? Em Londres, no dia 26 de fevereiro, na 02 Arena (o mesmo local onde o Led Zeppelin se apresentou há um ano, após passar quase duas décadas sem tocar com seus integrantes originais), acontece a NME Awards Big Gig 2009, promovida pela New Musical Express, claaaro. No palco, encabeçando a lista de atrações, estará a lenda goth The Cure que – dizem – desta vez e finalmente irá dar o ar da graça em terras brasleiras. Logo depois, em março e aqui mesmo, temos a desesperadamente aguardada por séculos aparição do Radiohead. Depois, já anunciou a produtora TopLink, os velhos góticos do Sisters Of Mercy retornam mais uma vez ao Brasil. E antes disso tudo, já no mês que vem, daqui a três semanas...
* PETER MURPHY CHEGANDO! – O ano novo vai começar daaaaark. Peter Murphy, que um dia foi vocalista do quarteto inglês Bauhaus, tem dois shows marcados no Brasil em janeiro, nos dias 14 (em Porto Alegre, no teatro Bourbon) e 15 (em São Paulo, na Via Funchal). A página de shows da Via Funchal ainda não anuncia a apresentação, mas tanto ela quanto a de Poa estão lá, oficialmente confirmadas no site do cantor (dá uma olhada: http://www.petermurphy.info/index_b.html). Antes de chegar à taba, Peter irá tocar em Buenos Aires no dia 13, e depois das duas gigs brasileiras, seguirá para o Chile e México. A tour sul-americana promete uma retrospectiva da carreira dele, solo e com os Bauhaus, já que Murphy não lança nenhum trabalho inédito desde 2004 – um novo disco dele está programado para 2009. Bien, o sorumbático Bauhaus sempre foi um dos grupos preferidos de Zap’n’roll na época em que o então jovem e daaaaark futuro jornalista amava andar todo de preto (na verdade, ama até hoje) e se entupir de álcool no porão escuro do Madame Satã. A banda, que começou em 1978 e terminou em 1983, teve uma carreira curta mas intensa, lançando pelo menos uma obra-prima (o álbum "Mask", de 1981, e que chegou a ser lançado no Brasil), além de vários singles memoráveis (quem não se lembra de "Bela Lugosi’s Dead", "The Passion Of Lovers", "Kick In The Eye", "Spirit", "She’s In Parties" e tantos outros?). A sonoridade do quarteto (que além de Peter Murphy, era formado pelo guitarrista Daniel Ash, pelo baixista David J. e pelo baterista Kevin Askins) era algo realmente sufocante e sombria: guitarras ora agônicas e esparsas, ora psicóticas, glam e estridentes; baixo sempre pontiagudo e bateria gélida e distante. E por cima de tudo isso o vocal sinistro e "vampírico" de Murphy, que na época do auge da banda era uma das bichas loucas mais sedutoras e lindas do rock inglês, com seu corpo magérrimo, a pele translúcida (como diria o velho Lex Antunes) e o olhar de morto-vivo que hipnotizava o público nas apresentações ao vivo da banda – não dá pra esquecer da cena do Bauhaus cantando dentro de uma jaula, na abertura do filme "Fome de viver" (aquele clássico do cinema pós-moderno dos anos 80’, com David Bowie e Catherine Deneuve fazendo um casal de vampiros fodásticamente classudo), a sua ensadecida cover para "Ziggy Stardust", de Bowie. Com o fim dos Bauhaus (sim, o nome da banda veio da célebre escola de arquietura que existiu na Alemanha pré-nazista), Peter Murphy saiu em carreira solo (enquanto o trio restante montou o Love & Rockets) e lanpou bons discos, como "Love Hysteria", editado em 1988 e que chegou a emplacar no Brasil o hit "All Night Long". E quase duas décadas depois, o Bauhaus voltou a se reunir para uma estrepitosa aparição no festival americano de Coachella. O show foi tão avassalador e comentado (Murphy entrou no palco cantando de ponta-cabeça, sustentado por cabos elásticos) que o grupo pensou em fazer uma nova turnê, inclusive com shows programados para a América do Sul. No final das contas, a banda entrou em estúdio e saiu de lá com mais um disco inédito, o bem legal "Go Away White" (editado no início de 2008) e decidiu que não iria excursionar. Enfim, pras viúvas da banda e do gothic rock em geral deverá ser um show bacana e o sujeito aqui, ex-gótico mas que até hoje curte o estilo, estará por lá também. Peter Murphy, que está com 51 anos de idade, com certeza ainda está em boa forma ao vivo e deverá dar uma bela revisitada em sua carreira solo e também nos inesquecíveis clássicos do Bauhaus.
* Dá pra ver o Bauhaus em ação aqui:
"Bela Lugosi’s Dead" – Bauhaus ao vivo em Berlim, em 2006
* Ah, sim: pros fãs de blues, latinidad e hip hop cubano, tem também a volta do ótimo Orishas, também na Via Funchal em Sampa, dia 27 de janeiro. E neste, Zap’n’roll já sabe quem vai levar ao show.
* E lá em Campo Grande...
E O CERRADO PEGOU FOGO!!!
Yep, o blog estava devendo aqui um texto sobre o festival Fogo no Cerrado, que Zap’n’roll acompanhou de perto no último finde em Campo Grande, lá em Mato Grosso do Sul. Correria de final de ano, problemas daqui, pepinos dali e o texto está entrando hoje, quarta-feira à tarde (17/12). Mas estas linhas rockers online jamais deixariam de registrar, ainda que de maneira resumida, o que foi um festival bacaníssimo, feito com garra e tesão não só pelas bandas mas pela turma que trabalhou com empenho para que ele se tornasse realidade. E o Fogo no Cerrado concentrou uma ótima amostra de rock’n’roll em suas variadas vertentes e foi tudo, menos bunda-mole.
O festival, na verdade, deveria ter acontecido no início de 2008. Mas a produtora Bigorna, responsável por ele, sofreu com falta de patrocínios (e olha que a turma correu muito atrás deles) e teve que adiar a realização da maratona de shows. Até que a dupla Jean Gabriel e Letícia Spíndola resolveu dar um "foda-se", arregaçou as mangas e decidiu que o FC sairia de qualquer forma ainda este ano, com ou sem patrocínio. Contando com apoio de amigos e fazendo parcerias aqui e ali, Jean e Letz (dois dos agitadores mais conhecidos da cena rocker de Campo Grander, sendo que ambos tocaram na lendária banda Astronauta Elvis e Jean segue trampando como músico, tocando bateria na Revoltz e no Dimitri Pellz) mandaram ver e o festival saiu no último finde. Realizado no Barfly (um dos bares rockers mais conhecidos de Campão, com um salão de sinuca no andar de cima e espaço bacana para shows ao vivo no porão), o FC começou modesto sim, na estrutura (palco pequeno, jogo de luzes razoável, boa potência no PA) mas já grande em termos da qualidade de alguns shows apresentados e também na entusiástica participação do público (onde se viam dezenas de garotos e garotas gostoooosaaas trajando t-shirts rockers, botas e tênis AllStar).
Foi um prazer ver que em Campo Grande a cena de bandas locais fervilha e mostra surpresas mega agradáveis como o rock com mix de regionalismo e mpb do Mandioca Loca, ou ainda o potente e engajadíssimo hip hop da Falange De Rima, que concentrou grande público durante seu set e mostrou que o rap é hoje uma das linguagens mais fortes na música alternativa brasileira (sendo que este blog já tinha observado isso no festival Varadouro, no Acre, durante o show do grupo Linha Dura). Aliados a estes novos nomes da cena de Campão, uma banda histórica como o Bando do Velho Jack (que já está há anos na estrada rocker da cidade) e seu hard blues rock à la Lynard Skynard só reforçou o que todos ali estavam sacando: Campo Grande não fica devendo nada a outras grandes cidades brasileiras, quando o assunto é rock.
E teve muuuito mais, claaaaro. Teve Facas Voadoras, com seu som veloz e algo inclassificável (surf music? Grunge?) e que já caiu nas graças do produtor Fernando Rosa. Teve o Noradrenalina e seus eflúvios de pós-punk e goth rock com letras em português (atenção para a música "Dezembro é vermelho"), instrumental denso e um vocalista que, por vezes, incorporava um Ian Curtis rápido. Teve o metal industrial brutal do paulsitano Orange Disaster, um dos melhores momentos de todo o festival (o grupo é formado por integrantes do Ecos Falsos, Capim Maluco e Jazzblaster e provavelmente nunca irá sair do underground porque seu som é porrada demais, e com qualidade diga-se, pra ser palatável a um grande público), teve a "multi-estadual" Revoltz mostrando que seu rock pós-new wave já deveria ter tido o mesmo destino do Vanguart (ou seja: um contrato com uma major ou um selo mais estruturado em termos de distribuição e divulgação). Teve o trio instrumental Macaco Bong, cada vez mais fodaço ao vivo e que deu uma lição de talento e humildade ao se dispor a tocar em um festival ainda pequeno e em início de trajetória, após passar por shows no Canadá e no Sesc Vila Mariana, em São Paulo. E, por fim, teve o esporro do Dimitri Pellz, a nova banda do baterista Jean Gabriel, um dos organizadores do FC. Um esporro também bastante inclassificável e que conta com uma vocalista mega estilosa e tesuda, a ótima Maíra (calma marmanjos! A garota é namorada do Jean), o que contribuiu em muito para elevar a temperatura do show às alturas.
O saldo final foi mais do que positivo, enfim. E com ótima repercussão tanto na mídia impressa local (que deu destaque para o festival nas páginas dos cadernos culturais dos dois diários de Campo Grande) como em blogs e sites dedicados ao rock alternativo (como o Overmundo), o Fogo no Cerrado veio para ficar e a edição de 2009 deverá crescer esponencialmente em número de bandas, estrutura, local etc. Ou seja: mais uma vitória do rock independente brasileiro e de quem trabalha com ele com força de vontade, empenho e paixão pela cena undergournd deste país.
ENQUANTO ISSO, NOS BASTIDORES DE CAMPÃO...
* Zap’n’roll, como já foi dit aqui, resolveu ir a Campo Grande aos 45 minutos do segundo tempo. Com verba apertada, o pessoal do festival conseguiu descolar passagens pro blogger maloqui mas de... busão. O autor destas linhas rockers, que gosta de viajar por terra e sempre detestou viajar de avião, pesou os prós e contras, a distância (doze horas de viagem, nem tanto assim pra quem já enfrentou vinte e cinco até Cuiabá) e resolveu ir. Viagem tranquila até chegar a Mato Grosso do Sul onde as estradas, sinceramente, estão totalmente esburacadas.
* Mas o hotel em que o zapper e as bandas ficaram hospedadas era tudo de bom: piscina, net por conta da diária e, além de tudo, tratava-se de uma das unidades do Albergue da Juventude Internacional. Ou seja: muitos gringos circulando por lá e xoxotas loiras deliciosas desfilando na piscina, uia!
* Na primeira noite do FC, já deu pra perceber que o povo (principalmente as garotas) de Campão é mesmo do rock. Cerveja sendo consumida aos litros, destilados também e... sendo que a qualidade do "produto" local foi amplamente aprovada por alguns músicos que tocaram no festival.
* No sábado, todo mundo foi almoçar num restaurante especializado em... costela assada! Wow, estava realmente uma delícia. Foi quando chegou o povo do paulistano Orange Disaster. Um dos músicos, com sua já conhecida cara de "Charles Manson" da cena indie, foi logo disparando: "viajei catorze horas de busão e quero ficar louco aqui. Quero ver estrelas! O ex da Suzana Vieira vai ser pouco perto do estado que eu vou ficar!". Uuuuuuuuuiiiiiiiiaaaaaaa!!!
* As garotas de Campão são rockers, gostosas, bonitas e enfiam o pé na lama com tudo que tem direito. O blogger doidão aqui é testemunha ocular disso: não se via no festival quem não estive sempre com um copo e uma garrafa de breja nas mãos. Pois é...
* E no sabadon, final de festival, o autor destas linhas online e eterno apaixonado de plantão, conheceu ela! Linda, altíssima, fã de rock, blues, dos beats (Bukowski e Kerouac, sempre!), ótimo papo, louca, mega culta e tão insegura quanto Zap’n’roll. Não deu outra: paixão fulminante, rsrs. Pena que mil quilômetros separam ambos. Mas isso, com o tempo, se resolve, não? Daqui, fica o maior beijo do mundo pra garota e a certeza de que há muito o autor deste blog não conhecia uma mulher tão interessante.
* Agora, figuraça mesmo era mr. Rodolfo. Japonês, formado em direito, cara de bom moço e um dos organizadores do festival. Bom moço? O cazzo: o sujeito é viciado em jornalismo gonzo, ama Hunter Thompson, leu "Medo e delírio em Las Vegas" trocentas vezes e já aprontou todas em seus ainda "tenros" vinte e nove anos de vida. Não à toa, Zap’n’roll disparou, após conhecer o sujeito: "então você é o advogado samoano do doutor Gonzo, kkkk". A única diferença é que Rodolfo não tem 150 quilos.
* Este blogon doidon agradece de coração a calorosa acolhida que teve em Campão, por parte de todos que estavam na organização do Fogo no Cerrado. E deixa muitos beijos e abraços na Leticia, na Manoela, na Fernanda, Bia, Lorena, no Jean, na Maíra e no Rodolfo. Se em 2009 vocês chamarem novamente, podem ter certeza que estaremos por aí novamente.
PICS DO FINDE ROCKER EM CAMPÃO

Falange de Rima: yep, o hip hop também mostrou seu poder no FC

Dimitri Pellz: esporro inclassificável e uma vocalista tesuda e estilosa

Orange Disaster: som brutal num dos melhores shows do festival
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SAIDEIRAS
* Entonces, cobertura mezzo gonzo e lesada é isso aê: o zapper maloqui não tem o hábito de ir a festivais munido de gravador ou bloco de notas (embora um desses esteja sempre na mochila do sujeito aqui), prefere ir registrando tudo no seu cérebro, já algo "corroído" (uia!) por anos de excessos de todos os tipos. Aí, o que rola? No texto sobre o Fogo no Cerrado, o blogueiro rocker simplesmente se esqueceu de comentar algumas bandas, sendo que gostou delas inclusive. A última omissão, apontada nos comentários dos leitores pela querida Letz (organizadora do FC) foi a do sensacional Nevilton e então, o autor destas linhas online prefere dizer aqui mesmo que o show do trio paranaense foi meeesmooo um dos melhores do festival. Nevilton é ao mesmo tempo pop, rock de guitarras rápidas e melódicas, indo do rock indie a referências regionais da música do Paraná (algo como um Charme Chulo mais rocker e menos caipira). Fora que a dupla que acompanha o guitarrista e vocalista (o baixista Lobão e o batera Fernando) também são fodões e as letras são um caso à parte, em termos de sacação textual ("E o mundo se pôs a girar/no ballet da ironia/Da vida que passa devagar/Por cima da alegria...", diz a letra de "Ballet da vida irônica"). Enfim, Nevilton é dez e foi mais um dos grandes momentos do Fogo no Cerrado. E você pode saber mais sobre ele em www.nevilton.com.br
* E pro finde? Tem aniversário do querido Daniel Belleza no Inferno (rua Augusta, 501, centrão de Sampa) nesta sextona, que vai contar com show do próprio Belleza e seus Corações em Fúria, além da lenda Thunderbird e seus Devotos de Nsa. Aparecida e Zap’n’roll, claaaro, vai estar lá, pra dar um abraço no careca mais rocker da indie scene paulistana.///Já no sabadon em si vai ter o natal indie na União Fraterna (rua Gaicurús, na Lapa), com showzaços do Grenade, da Stephanie Toth e da nova sensação paulistana, o Holger, e Zap’n’roll também pretende estar lá.
* Sim, sim, o site da MTV informa: Little Joy (aka Fabrizio Moretti, Rodrigo Amarante e Bink Shapiro), toca dia 28 de janeiro em Sampalândia, lá no Clash Club, sendo que irão rolar gigs também no Rio, em Belzonte e em Porto Alegre. Legaaaaal!
* Sim, sim, II: o blog está devendo a desova de uns prêmios aê (livros e cds) e o nome de quem ganhou o quê vem no último post deste ano, que entra aqui entre sexta-feira à noite e o começo da próxima semana, okays? Vai ser post pequeno, com os melhores de 2008 na opinião do blogon, mais os nomes de quem ganhou os prêmios e só porque o sujeito aqui precisa de férias urgentes, hihi.
* Sim, sim, III: e a partir de janeiro (leia-se mês que vem), Zap’n’roll estréia sua residência mensal como dj do bombado clube paulistano Outs. E aê, vai perder?
* Mas os dois ingressos pro Radiohead (um pro show de Sampa, outro pro do Rio) continuam lá, à espera de quem arriscar a sorte no finatti@dynamite.com.br
* Agora, chega! Daqui a pouco voltaê, pro último post deste ano do blog campeão. Até já!
(enviado e finalizado por Finatti em 18/12/2008, às 15:40hs.)

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16 Dec, 2008 às 3:52 PM Finatti parece que o FILOSOFO que sabe muito da sua vida particular nao tem o que fazer né!!! Ele tentou me encher o saco tambem onde escrevo, mas caiu do cavalo...
Nao somo obrigados a bancar os devaneios burgueses que vivem a realidade a custas da boa vontade dos outros, dizia Jacques Lacan. Manda ver, faz sucesso mesmo, voce merece!!!! MONIKA!!!!
16 Dec, 2008 às 4:04 PM Festival muito bom, equilibrado, e incrivelmente nenhuma banda ruim.
Por pouco, se destacaram as incríveis, barulhentas e "farrentas" Orange Disaster e Dimitri Pellz, e a qualidade indiscutível do Macaco Bong que hipnotizou o público (talvez por ser, junto de Revoltz e Bando, a única banda que eu conhecia, não me surpreendeu tanto)
Apesar do bom show dos saltadores Neviltonianos e da Revoltz, além do Falange da Rima e Bando Do Velho Jack representando muito bem as bandas locais, acabou ficando visível, num festival bem selecionado, a diferença entre os dois dias de festival.
Apesar de tudo isso, valeu ter voltado mais cedo pra Campo Grande para ver o festival e saber que minha cidade natal tem muito rock bom pra me oferecer nessas férias.
Espero a sua resenha,
Abraço Finatti!
16 Dec, 2008 às 5:42 PM Ela já está chegando, Fábio. Mais um pouquinho só de paciência, rsrs.
17 Dec, 2008 às 8:35 AM Seu puto não vai falar nada do festival, os caras te levaram pra lá pra você comenta e não porque você é bunitinhu
17 Dec, 2008 às 11:38 AM posta só quando tudo estiver pronto amigo, post pingado fode quem le por RSS.
17 Dec, 2008 às 2:46 PM tu é lerdo, hein?
17 Dec, 2008 às 4:01 PM Que tal Finatti?!? Sei que a curtição foi tanta e acredito que misturou algumas coisas. Facas Voadoras grunge? Não juntou com o Noradrenalina? Não valeu nem uma vírgula o show do Nora?
Flow!
17 Dec, 2008 às 4:10 PM E em mais. Vendemos mais de 30 cópias da demo no BarFly depois do show. No mínimo um recorde!!!
17 Dec, 2008 às 4:23 PM Falha minha Higor, foi maus, rsrs. O show do Nora foi bacana tb, e como! Me lembrei agora e já vou corrigir no texto do blog, okays?
É que é muita coisa pra lembrar e citar a às vezes o cérebro lesado dá branco, hehe.
Abrax!
17 Dec, 2008 às 4:56 PM levar um gravador ou anotar também ajudam um cérebro lesado
17 Dec, 2008 às 5:00 PM Se em 2009 vocês chamarem novamente, podem ter certeza que estaremos por aí novamente. É claaaarooooooo
17 Dec, 2008 às 6:05 PM É isso aí!
só faltou citar o ótimo, agitado e quase profissional show do Nevilton, promessa da cena independente do próximo ano! E dos Tonighters, banda estreiante que tem tudo pra quebrar tudo nos próximos anos também.
Valeu!
18 Dec, 2008 às 8:00 AM pelo jeito faltou citar tudo né!!!!
18 Dec, 2008 às 8:12 AM hehe, a lezera foi geral. Eu mesmo acordei as 20 de domingo em casa sem saber muito como as coisas tinham terminado. Mas tá lindo, valeu a força!
18 Dec, 2008 às 9:50 AM Nevilton e Dimitri Pellz no mesmo festival não tem como não ser bom, pena que o finazzi falou pouco das bandas e preferiu contar seus causos mas força ai pro jean e todo dimitri e também pra letz que a iniciativa é massa.
18 Dec, 2008 às 3:47 PM Eu falei POUCO das bandas? Com fotos, adendo sobre o Nevilton, comentário sobre a estrutura do festival etc? Porra, imagina se eu tivesse falado muito então, rsrs.
Eita povo que só reclama, afe, kkkk.
E antes que eu me esqueça: finazzi é seu passado, mano. Eu sou palmeirense, se liga!
18 Dec, 2008 às 4:06 PM Agora você colocou, não tem como eu prever o que você vai escrever e quando fiz o comentário você não tinha escrito.
18 Dec, 2008 às 6:49 PM A boa e velha polêmica. Bem, fechando pra mim por aqui. Das bandas que eu não conhecia e consegui assistir, pirei no Nevilton. Gostei dos outros shows no geral. Das de CG que ja conheço e das de fora que tb já tinha visto. Vi mais o Orange Disaster passar o som do que na hora do show, e passando o som gostei pácas.
Finatti, os papos em CG foram breves mais legais. Acho que as info tão legais, babar ovo tb fica chato, a medida é o jornalismo e o bom senso.
Fica o apoio a Letz, o Jean, Mayra, Rodolfo, galera da imprensa, Helton e sua Vaca Azul, bandas locais e de fora e mais alguém que eu possa ter esquecido.
Bola fora foi a Fátima no sábado que não deixou a Letz levar pro palco as aguás que a Bigorna comprou para os músicos, nem deixar o Noradrenalina fazer a promo das dozes de conhaque pros primeiros 100 entrantes. Quer meter o pau? Se informa!
Aos que perderam um ótimo festival em todos os sentidos, não vacilem no ano que vem.
Abraço aos amigos.
19 Dec, 2008 às 7:41 AM Nossssssa, a galera mó rabinho preso... no mínimo o Higor Ganâncinha deve ter levado um come pelo tom agressivo que usou no comentário mais acima... e afinou nesse debaixo uahuahuahuahuahau
as galere tudo di conversinha, e no final das contas o "maloqui zapper" foi pra lá, comeu, dormiu, "enlouquecidamente fodeu bocetaças quentes e aditivadas, rockers, tesudas e inteligentes" e nem se quer lembrou de citar todas as bandas do festival uahuahuahuahua ééé gonzo mesmo.
Ele faz um post gigantesco pra falar do romance da "musa indie folk retardada" ou pra falar da treta duz porongão, e reserva 3 linhas para resumidamente (como ele mesmo disse no post) resenhar um festival independente com bandas que ele nem lembra o nome!
Parabéns.
ps.: compre um gravador, você está véio!
19 Dec, 2008 às 3:55 PM finatti, me dá o ingresso pro radiohead?
19 Dec, 2008 às 4:46 PM o festival foi foda de bom. farra na medida, disposição, barulho e velocidade.
finas, aqui de campão, te deixo um beijo!
19 Dec, 2008 às 5:23 PM Respondendo ao "xêracocapêlukill" (a criatividade desse povo pra inventar assinatura fake não tem limite, rsrs):
a) vc deve estar cego. Dizer que um texto (no caso, a cobertura do FC) que possui, no total, mais de 6 mil caracteres, tem três linhas, é bizarro demais, rsrs. Vc já parou por acaso pra ler o tamanho dos textos de shows que saem, por exemplo, na Rolling Stone (que, de resto, é uma ótima revista?)? Pois é...
b) Uma boa cobertura de um festival não exige, e nunca exigiu, que vc cite nominalmente todas as bandas que participaram dele (sim, todas têm sua importância, algumas são ruins e por aí vai). A idéia é passar uma visão geral do que rolou, destacando os grupos mais legais.
c) o "enlouquecidamente fodeu bocetaças quentes e aditivadas, rockers, tesudas e inteligentes" é por sua conta. Eu disse que fodi alguém lá? Não, né? E se tivesse fodido, eu não tornaria isso público no blog. Mas que as garotas de Campão são tesudas, rockers e inteligentíssimas, nisso eu concordo com vc.
d) por último: confio mais no meu senso de observação do que num gravador, sorry.
20 Dec, 2008 às 11:57 AM Respondendo ao "xêracocapêlukill" (a criatividade desse povo pra inventar assinatura fake não tem limite, rsrs): [2]
Não que fake mereça resposta, mas vamos nos divertir.
Não levei um come. Quem sabe tenha sido ríspido mesmo um pouco acima, assustado por cosias que eu sei, pois, EU estava lá. O Finatti respondeu na boa e vc pode ler isso aqui nos comentários.
Somos pessoas reais desempenhando papéis reais na sociedade. Internet para nós é só um meio de comunicação e interação, mas para punheteiros fake, é a própria vida.
Sorry 4 u looooooooosssser! Next time, suck me better. Kiss.
20 Dec, 2008 às 2:41 PM po finas, aquele ingresso do rio é meu, né? hehehe. espero que sim!
grande abraço (:
21 Dec, 2008 às 12:29 AM O colunista pegou a mina mais louca de Campão. Louca de pedra, pó, fumo... Chave de cadeia total.
Par perfeito.
22 Dec, 2008 às 1:26 PM Finnati.
Estou esperando anciosa esse melhores de 2008!!!
Onde o maloki vai passar as festas de fim de ano?
Viaja? Fica aí em Sampa?
Não vai passar uns dias em Minas?
Beijinhos da Tayná (Sete Lagoas)
31 Dec, 2008 às 6:24 PM Bela coluna fechando o ano.
Descola um ingresso ae Finnati!
1 Jan, 2009 às 4:14 PM O zapper maloqui tá em São Thomé Das Letras, como faz todo ano nesta época há muuuuitos anos, Tayná, rsrs.
E pessoal, mais uma vez: pedidos pra concorrer ao ingresso pro Radiohead, só pelo finatti@dynamite.com.br, pooor favor. Afinal, nosso espaço pros comentários dos leitores NÃO precisa ser inflado artificialmente com pedidos de prêmios enviados por vcs, hihi.