Dynamite

Regina, a bela que canta muito. E... Bruuuuunooooo!!! (atualização final: 15/07/2009)

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Ela é lindaça. E canta de forma arrebatadora. E acaba de lançar seu novo disco

* Sentiram falta do blogon zapper no finde? Nós também, hehe. Mas cá estamos de volta às nossas transmissões normais, uia!

* O mundo anda pop e rocker esses dias, aqui e lá fora. Vai vendo: nos trens do metrô paulistano, uma faculdade particular vende seu peixe através dos painéis publicitários que existem nos vagões. Nestes painéis, ao lado do texto que descreve as vantagens e "maravilhas" de ser fazer um curso superior ali, aparece uma morenaça de sorriso escancarado, sentada de pernas cruzadas e vestindo uma t-shirt com um logo enorme do... Portishead! Wow!

* E, sim, ontem foi o famigerado Dia Mundial do Rock. Que Zap’n’roll sempre achou uma idiotice sem tamanho, pois considera que todo dia é dia de rock.

* Lá fora: os velhos palhaços (ops...) do Kiss anunciam que lançam seu primeiro álbum de inéditas em uma década, ainda neste segundo semestre de 2009. Segundo o linguarudo baixista Gene Simmons, vai ser um álbum de "puro rock’n’roll". Vem cá: o Kiss já deu uma valiosa contribuição à história do rock, mas não seria melhor os velhinhos continuarem curtindo sua aposentadoria? Vejam a vergonha alheia que o Deep Purple, por exemplo, passa hoje em dia.

* Lá fora também: o Dead Weather, a outra banda de Jack White (fora o White Stripes e fora o Raconteurs), já está com seu primeiro disco "vazado" na web. Marco Canônico, nosso prezado colega da Ilustrada no Pop, ouviu e não gostou. Hum... daqui a pouco o zapper rocker dá sua opinião aqui sobre o mesmo.

* Aqui mesmo: a querida Pitty (dileta amiga pessoal destas linhas rockers online) lança seu novo disco no mês que vem. "Chiaroscuro" chega às lojas brasileiras dia 11 de agosto e "Me adora", o primeiro single, já roda nas rádios, MTV e Youtube.

* E quando todo mundo achava que a saga do herói Indiana Jones iria mesmo terminar com "O reino da caveira de cristal", lançado no ano passado, eis que o gênio Steven Spielberg anuncia que já trabalha, junto com Harrison Ford, no esboço de um quinto filme da série, que deve ser lançado em breve. Como o último filme é legal mas nem de longe se compara aos dois primeiros, fica a dúvida: será que vale a pena fazer mais um?

* O mundo pop/rock/indie vai ficar mega agitadão por aqui mesmo também, em Sampalândia, no próximo finde. No sabadón, a Outs/SP vai tremer com showzaço dos cariocas do Moptop (que sempre mandam muito bem no palco), mais discotecagem arrasa-quarteirão do blogger maloker. Como estamos em mês de férias escolares, como o Moptop sempre arrasta uma multidão de bocetinhas indies, tesudinhas, descoladas e estilosas pros shows do grupo, e como a discotecagem do sujeito aqui sempre é maluca ao cubo e onde tudo pode acontecer (show de air guitar com guitarra de verdade na cabine, mais excessos de vodka com energético, o dj se jogando na parede etc.), você imagina como estará a Outs no próximo sábado. E olha que o Inferno nem é lá (é em bem em frente, do outro lado da rua Augusta, hihi).

* E não só: clima pra lá de hot também nos bastidores do jornalismo de cultura pop descolado brazuca/americano. A badalada revista Vice, que mal chegou ao país, já ameaça ir pras picas por aqui – se isso de fato acontecer, terá sido a revista de cultura pop com existência mais curta e rápida do oeste, ops, do Brasil. Com apenas o número zero lançado (e promovido através de diversas e badaladas festas), a editora local responsável por ela se desentendeu com o publisher da dita cuja e resolveu abandonar o projeto de tocar a edição brasileira da Vice. O editor-chefe Ademir Corrêa, a editora Adriana Alves e toda a equipe local da publicação caíram fora da mesma, mas continuam trampando na editora que cuidava da Vice Brasil. Que, segundo este blog apurou, está com a edição número um pronta e na gráfica pra ser rodada só que... não se sabe quem irá cuidar de sua distribuição aqui. Bastidores quentes do jornalismo cultural pop é aqui mesmo, hihi. Zap’n’roll vai apurar melhor essa parada (que você está lendo em primeira mão aqui) e depois volta com mais novidades a respeito, certis?

* Buenas, abram alas para a deusa Regina Spektor!

LINDA, TESUDA... E CANTA PRA CACETE! 

 

Peitões divinos, como sua voz

Regina Spektor tem a força, com certeza! E seu novo disco, "Far" (que inclusive já foi milagrosamente lançado no Brasil), mostra isso mais uma vez. Pensa bem: no pop bundaço dos dias atuais, onde sobram hypes meteóricos e vazios de conteúdo, onde bocetões carnudos e sem conteúdo algum como Lady Gaga galgam os playlists movidos a jabá (pra desaperecer logo em seguida, sem deixar rastro algum de sua passagem), quantas cantoras e compositores do naipe de La Spektor você conhece? Cantoras, o blog que dizer, com a mesma categoria que ela possui: uma puta voz, com extensão absurda e modulações incríveis, uma destreza fodaça ao piano (afinal, ela se dedicou durante anos em conservatórios ao aprendizado do instrumento), um feeling mortal pra compor belíssimas melodias e canções e... fora que a russa naturalizada americana é um xoxotão – mas com cérebro.

Regina nasceu na antiga União Soviética, em 1980, filha de um fotógrafo que também tocava violino, e de mãe que era professora de música na Universidade de Moscou. Quando a família se mudou para os Estados Unidos, em 1989, a pequena Spektor foi estudar piano em conservatórios. Deu no que deu: na adolescência descobriu Beatles, folk e psicodelia e pirou. Começou a compor suas próprias músicas e foi fazer o roteiro básico de quem almeja um lugar ao sol no mundo da música: shows em bares enfumaçados, gravação de demos pra mostrar para produtores e selos, e muita ralação enfim. Foi quando, morando em Nova York, a gatíssima de voz insinuante e marcante conheceu a turma dos Strokes. A essa altura Regina já tinha lançado os elogiados discos "11:11" (em 2001) e "Songs" (no ano seguinte) e a turma de Julian Casablancas caiu de amores pelas músicas da garota. Não deu outra: o quinteto convidou Regina pra abrir a turnê da banda de 2003 e Regina Spketor se tornou, enfim, conhecida do grande público. Um conhecimento que só aumentou desde então, com ela tocando também ao lado do Kings Of Leon e do Keane, além de lançar jóias raras como "Begin The Hope", de 2006 e seu primeiro disco editado no Brasil.

 

La belle Spektor (acima) e seu ótimo novo álbum (abaixo)

"Far" não traz nenhuma grande inovação ao estilo musical da cantora e compositora, mas aprimora ao máximo o que já era ótimo nos álbuns anteriores. Esqueça a bonitinha canção "Fidelity" que tornou Regina conhecida no Brasil (por ter sido incluída na trilha da novela global "A favorita", sendo que por isso muita gente considera a música algo "ordinária", mas Zap’n’roll gosta dela, e daí?), e mergulhe de cabeça no novo disco. Regina Spektor entrega uma belíssima coleção de pop songs construídas a partir do piano (que ela toca como ninguém), onde a melancolia reina em algumas melodias de forma arrebatadora e magistral (vide o primeiro single do cd, "Laughing With", que é de partir os corações mais sensiveis, como o do blogger sentimental aqui). Não só: ela continua fazendo vocalizes lúdicos, como em "Dance Anthern Of The 80’s" (a faixa mais dançante do trabalho, e onde ela brinca com a sonoridade das primeiras vogais da letra da música), na bonita "The Calculation" (que abre o álbum) ou em "Machine", onde ela expõe toda a sua brilhante técnica à serviço de uma assombrosa extensão vocal.

Mas o que mais causa comoção mesmo em um cd impactante (pela força do material contido nele) do começo ao fim, é a beleza algo sofrida e tristonha de músicas como "Blue Lips" (de acento mais rock e menos folk, com guitarra discreta, percussão mais incisiva mas sem tirar a importância do piano na construção melódica; é a música preferida do autor destas linhas rockers online em todo o cd), "Genius Next Door" ou "One More Time With Feeling". Em todas elas Regina Spektor se mostra madura, sedutora, instigante e completa como cantora, compositora e pianista. Linda que é, gostosona e com tal envergadura artística, ela não está mesmo pra brincadeira em um negócio – a música pop – que se tornou uma grande palhaçada.

Alguém poderia pensar em trazer Regina Spketor pra tocar no Brasil. Enquanto isso não acontece, a solução é delirarmos ao som de uma maravilha como é esse "Far".

REGINA SPEKTOR AÍ EMBAIXO

No clipe da linda e triste "Laughing With", o primeiro single do álbum "Far"

Regina Spektor - "Laughing With"

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BRUUUUUNOOOOO É FOOOOODAAAAA!!!!!

Sacha Baron Cohen é gênio, ponto. Entenda isso da forma que melhor lhe apetece, claro. Mas esse ator e comediante inglês de 37 anos de idade, que nasceu em Londres e começou sua carreira há menos de uma década e meia, já está com seu nome gravado na galeria dos mestres do humor anárquico da cultura pop do novo século. Há três anos, Sacha era "Borat", o repórter mais famoso do Cazaquistão e que ia pros EUA "fazer a América". Deu no que deu: "Borat" se tornou mega hit cinematográfico da cultura pop e enloqueceu de rir platéias dos quatro cantos do planeta.

Agora Sacha é... Bruuuuunooooo!!! Hã???

Se você assistiu "Borat" e achou o filme "pesado" demais em certos momentos, na questão de extrapolar os limites toleráveis do chamado "politicamente incorreto", então nem é bom pensar em ir ver a nova saga de Cohen, que desta vez encarna o repórter de tv fashion e gay Bruno. Ele é austríaco e é uma celebridade em seu país, cobre a vida mundana e hedonista dos desfiles de moda da alta costura mundial, badala entre celebridades e se veste sempre com os últimos modelões criados pelos estilistas mais famosos. Yep, esqueça o bigodinho careta do "Borat". Em "Bruno", Sacha surge de cabelon loiro, franja indie/emo, magérrimo, e vestindo macacões de vinil prateado. Chique no "úrtimo", uia! Mas Bruno cai em desgraça quando vai cobrir a semana de Moda em Milão e apronta durante os desfiles. Perde seu emprego na tv austríaca. Então, decide ir pros EUA (claaaaro!), para se tornar uma celebridade mundial. Aí você imagina o que Sacha Baron apronta no filme a partir de sua chegada no país mais rico do mundo – e também o mais conservador, careta, reacionário e intolerante com questões como diversidade sexual, por exemplo.

 

Não, não é a versão fashion e bichona de Borat. É ele mesmo! Bruuuuunooooo!!!!!

Há cenas absurdas e memoráveis durante toda a pelicula, como quando Bruno produz um piloto de um programa seu para uma rede de tv, onde ele exibe, entre outras "maravilhas", seu glorioso... pau! Ou, ainda, quando tenta entrevistas Harrison Ford e recebe um "vai se foder" do astro hollywoodiano. Ou ainda quando decide "adotar" uma criança africana (seu raciocínio é: "se é bom para Madonna, será pra mim também") e a troca por um i-Pod carregado com o último disco do U2, e "despacha" a "encomenda" em uma caixa de papelão, que vai no bagageiro do avião. Quando percebe que não há lugar no mundo das celebridades para um gay (!), Bruno resolve "tentar" se "converter" e se tornar um heterossexual. Para isso, vai se consultar com pastores protestantes, ex-gays convertidos e especialistas em fazer bichonas como nosso (anti)herói se tornarem héteros novamente. Ah, sim: antes Bruninho vai se consultar com um médium, em busca de um contato imediato com o falecido... Milli Vannily! Quando o contato é "estabelecido", Bruno chupa o pinto de Milli, bate punheta pra ele e recebe um abençoado jato de porra na cara. E sai da "sessão" convencido de que viu a luz para seus problemas, hihi.

No final das contas, tudo é uma mega, master gozação e tiração de sarro sem dó, que Sacha promove contra a intolerância sexual e racial (ele tentando promover a paz entre árabes e judeus é de chorar de rir), contra a futilidade extrema que permeia o vazio e inútil mundo das celebridades e da moda e contra um mundo que vive muito mais de aparências do que de realidade, um mundo onde as pessoas em sua grande maioria só valorizam mesmo a forma e não o conteúdo, um mundo que, em pleno século XXI – a era da evolução tecnológica extrema – está mais moralista e careta do que nunca.

 

Bruno literalmente "montado", em cena do filme homônimo

O filme é absurdamente politicamente incorreto, e por isso mesmo ótimo. Em alguns momentos, chega a ultrapassar o limite do tolerável no sentido de ser "ofensivo", rsrs. E se você levar a sério mais esta grande piada de Sacha Baron Cohen, vai sair chocado de verdade do cinema – felizmente, não foi o caso de ninguém que estava na sesão de imprensa da fita, na última segunda-feira à noite, em Sampa, num dos shopping centers mais, hã, luxuosos da cidade. Zap’n’roll estava lá, a sala estava lotada e literalmente foi abaixo em gargalhadas durante toda a exibição da película.

E, no final, Bruno consegue se tornar um popstar. Grava até uma música em favor da paz, ao lado de Bono, Elton John (a biba véia suprema, uia!), Chris Martin, Sting, Slash, Snoop Dogg e outros menos "votados". Pois é: Bruno é foda! E sua saga chega aos cinemas brasileiros no próximo dia 14 de agosto.

Se preparem!

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ENTÃO É ISSO

Este post vai ficando por aqui. Ainda íamos falar de mais algumas coisinhas (como o futuro disco solo do Julian Casablancas e tal), mas fica pra sexta porque a correria aqui tá grande. Mas fiquem tranquilos que na sextona vem o postão master do finde. Falando do vôo solo do vocalista dos Strokes, do Dead Weather (hã? What Jack White?), e também desovando uns premiozinhos aê que estamos devendo pro nosso amado leitorado. Premiozinhos que serão engordados agora com esta modesta supresa do blogon campeão de surpresas: corre lá no finatti@dynamite.com.br que está rolando, em caráter de emergência

UM INGRESSO pro showzaço da Cat Power neste sábado, na Via Funchal, em São Paulo, que acaba de cair de bandeja no colo zapper, hihi.

Então corra porque o blog irá receber os pedidos desesperados neste sentido apenas até o meio-dia desta sexta-feira. O nome de quem ganhar o passaporte divino estará aqui, no post que irá ao ar no final da tarde da mesma sexta-feira, okays?

Deixando beijos apaixonados na mega amada Rudja Catrine, o blog vai nessa. Logo menos tem mais aqui, certis? Abrax!

(finalizado por Finatti em 15/07/2009, às 16:45hs.)

14 respostas para “Regina, a bela que canta muito. E... Bruuuuunooooo!!! (atualização final: 15/07/2009)”

  1. pedro Disse:
    putz, alem de chulo, rola "bocetinhas indie"??
    que porra eh essa??? rola de escrever melhor isso nao?
    pq fica feio fingindo de indie e ainda falando "bucetinha indie". vamo combinar ai neh.
  2. Aninha Disse:
    Aproveita o conselho que vc deu pro Kiss e se aposenta também.
  3. Fábio B. Cardelli Disse:
    VAI FINATÃO!
  4. Opinion Disse:
    Interessante essa nota sobre o possível fechamento da Vice Phinnas. Aliás, acho muito melhor esse texto com notas curtas, concisas, ao invés daqueles parágrafos de 30 linhas.

    No mais, pelo menos você ainda é um jornalista cultural brasileiro que gosta de mulher, ao contrário de vários outros que estão por aí rebolando nas redações de revistas e jornais Brasil afora e insistindo numa cobertura afetada e parcial do cenário pop.
  5. Pittyalina Disse:
    Finatti,
    vamos fazer direito a l~ição de casa. O novo trabalho da Pitty se chama "Chiaroscuro". veja mais em http://musica.uol.com.br/ultnot/2009/07/10/pitty-divulga-capa-e-titulo-definitivo-do-novo-disco.jhtm
  6. Humberto Finatti Disse:
    Correção feita, dona Pittyalina
  7. Dum Disse:
    Finatti nessa vou discordar de você. Com certeza não viu nenhum show do Deep Purple. Eles tocam muito ao vivo e não passam vergonha, pelo contrário, são ovacionados por fãs de todas as idades. Pergunta pro Khall, encontrei ele no show no ano passado. Respeito muito sua opinião e concordo em relação ao Kiss porque o Gene Simmons só quer grana mesmo, mas o Purple ainda faz um verdadeiro concerto de rock. Cá entre nós, muito melhor dos BPs da vida.

    abração
  8. Humberto Finatti Disse:
    Opa, salve Dum, seja sempre bem-vindo aqui! E pode discordar, o espaço aqui está aberto pra isso mesmo: pro debate e troca de opiniões, hehe.
    Bom, eu assisti o velho Deep Purple há quase vinte anos, em 1991 se não me engano, no Ginásio do Ibirapuera (em uma noite que tb tinha Bob Dylan em Sampa, lá no antigo Palace, hoje Citibank Hall, e eu perdi, vê só...). E achei, hã, legalzin... hoje, sinceramente, eu não assistiria novamente. E amigos meus que viram esse show do ano passado, me disseram que o Gillan tossia feito um velho asmático e tuberculoso a cada música, hihi.
    Enfim, é isso. Abração e apareça sempre!
  9. Dum Disse:
    Lembro desse show de 91, na coletiva estava nossa querida Miriam, então na BMG. O Gillan não estava na banda naquela ocasião. Olha, amigo, essa coisa do Gillan tossindo é mentira, rss, mesmo, ele canta bem mandou very well. Claro que são veteranos e respeitáveis senhores, mas ainda prefiro um show do Purple ao chato Coldplay. Já que o Racounteurs não vem....

    abração
  10. Bruno! Disse:
    "em pleno século XIX – a era da evolução tecnológica extrema – está mais moralista e careta do que nunca."
    ... vc estava sendo irônico aqui?

    Ae nem curti borat,vou ver se baixo esse novo filme dele, pra ver se é isso td, até aquela gordinha mamãe noel dos mendigos, ops leitores dele, anda falando muito desse filme...boa coisa não é né, vai saber.

    No mais é isso ae "phinarus, phinarus, phinaaaaruuussss'.

    Ps: A pitty é gostosa viu e só!
  11. Humberto Finatti Disse:
    Século XIX??? Falha da digitação Bruninha, ops, Bruninho. Desencana que já tá em ordem.
  12. Aninha Disse:
    Bruno!
    O Finnas não errou não... Debate sobre Deep Purple deve ser coisa do século XIX mesmo.
  13. Deborah Disse:
    Finas, Aninha é mais um nick da gordinha? rsss...século XXI menina, 21!!

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