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Os indies brazucas estão em guerra??? - parte II

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A banda acreana Los Porongas: o batera Anzol é o que está de chapéu 

Pois entonces, feriado no sabadon, problemas no teclado do compu (já resolvido), bateu aqueeeela preguiça e o blog desistiu de concluir no post anterior a entrevista com o baterista Jorge Anzol, da banda Los Porongas, sobre a fogueira das vaidades que está começando a queimar na indie scene.

O repórter zapper decidiu então atualizar tudo, abrindo este novo post, com a continuação do bate-papo, que segue logo abaixo em versão completa.

Mas caaaalmaaa que daqui a pouco, em novo e bombástico post, tem sempre muuuito mais. Vai ter o novo disco do Belle & Sebastian, o primeirão da Mallu Magalhães, a desova de prêmios e mais tudo aquilo que nosso amado leitorado só encontra aqui mesmo, na Zap’n’roll, o blogão que dá um olé atrás do outro na concorrência, hihi.

JORGE ANZOL – A ENTREVISTA CONTINUA

Zap – Em Rio Branco, inclusive, foi montado o festival paralelo Chico Pop, com bandas que não entraram na escalação do Varadouro...

Anzol – Eu não sei se isso seria um sinal de desavença. Eu acho muito natural que bandas que ficaram fora do Varadouro, entre elas a Camundogs, se reunirem e terem feito o festival paralelo, aproveitando a estadia de toda a mídia que estava lá cobrindo o Varadouro, para mostrar seu trabalho também. Eu acho totalmente válido e perfeitamente normal, não vejo isso como um "racha" na cena musical de Rio Branco.

Zap – E o mega tratamento dado ao Cordel do Fogo Encantado no Varadouro? Parece que isso incomodou você.

Anzol – Isso é uma crítica particular minha, Jorge Anzol. E não é em relação ao Varadouro, mas em relação a alguns festivais que fazem parte da Abrafin (Associação Brasileira de Festivais Idependentes, presidida pelo músico e produtor Fabrício Nobre, um dos sócios do selo goiano Monstro Discos e vocalista do grupo MQN). Vamos aos fatos: eu acho que esses festivais que hoje fazem parte da Abrafin, eles conseguiram se notabilizar na mídia justamente por ter essa postura de mesclar bandas independentes com bandas grandes. E festivais como Jambolada e Varadouro conseguiram se notabilizar junto à grande mídia por conta das bandas que ao longo desses anos tocaram nesses festivais sem receber cachê, muitas dessas bandas tiraram grana do seu próprio bolso pra tocar nesses festivais. E toda essa movimentação começou a despertar o interesse do Poder Público, a ponto de uma empresa como a Petrobrás criar um edital para o financiamento de festivais independentes. E no meu modo de ver, neste exato momento onde os festivais independentes tiveram acesso a essa verba da Petrobrás [nota do blog: Anzol se refere ao edital de música criado pela Petrobrás no final de 2007, e que contemplou vinte festivais brasileiros de música alternativa, em todos os segmentos, com verbas de R$ 2,5 milhões de reais; sete destes festivais foram realizados por produtoras coligadas à Abrafin], no meu modo de ver seria o momento para que as bandas independentes, que ajudaram a fortalecer esses festivais, pudessem ter acesso a uma estrutura que elas nunca tiveram em anos anteriores. E aí, para a minha surpresa, o que aconteceu? Os festivais, ao invés de priorizar essas bandas independentes... eles perderam uma oportunidade muito grande de ser fortalecer. Aliás, os festivais estão se fortalecendo. E as bandas que participam deles não se fortalecem, porque elas continuam tendo a mesma precariedade de produção que se tinha há dois, três anos. Eu amo Cordel do Fogo Encantado, acho uma banda maravilhosa, acho Tom Zé um artista fantástico, adoro Nação Zumbi. Só que eu acho que esses artistas não estão preocupados com a cena independente. Um festival independente pra eles é mais uma data no meio de tantas outras em que eles tocam durante o ano pelo Brasil. E para uma banda realmente independente um festival desse é uma oportunidade única de ela mostrar seu trabalho. Então eu discordo da política que vem sendo utilizada por esses festivais, quando priorizam artistas que já têm toda uma estrutura, como o Cordel que teve à sua disposição no Varadouro dois técnicos de som, um iluminador, um cenógrafo, dois roadies, um produtor e empresário. As outras bandas que tocaram não tiveram a oportunidade de levar sequer um técnico de som. Por essa política dos festivais, quem é grande continua grande, e quem é pequeno continua pequeno. E o que é pior: parece que as bandas pequenas estão proibidas de ascender na cena. Parece que o fato de você querer ter um técnico de som à disposição no show, é motivo para você ser chamado de traidor, estrela etc.

Zap – Mas a produtora cuiabana Cubo, comandada por Pablo Capilé, defende justamente isso: que o artista seja igual a pedreiro, ou seja, que todos tenham tratamento igual e que ninguém seja privilegiado entre eles. Não é isso o que ocorre?

Anzol – O que eu acho estranho é você querer um técnico de som, um iluminador, coisas essenciais para você poder apresentar um bom trabalho para o público, é visto por alguns produtores da atual cena como ataque de estrelismo. Mas o fato é que esses mesmos produtores, que organizam esses festivais, eles levam bandas que fazem parte do mainstream. E a relação que a produção desses festivais têm com esses empresários dessas bandas, eles concedem a essas bandas os benefícios que eles negam às outras bandas. No ano passado nós participamos do Jambolada, um festival muito legal que acontece em Uberlândia, uma cidade onde os Los Porongas têm um público muito legal. E aí, o que aconteceu? O festival levou Tom Zé e Nação Zumbi para serem os headliners [atrações principais] do evento. Os Porongas foram no mesmo avião da banda do Tom Zé. Aí o guitarrista dele perguntou pro Diogo [vocalista dos Porongas] quanto era a premiação do festival. Ou seja: o cara achou que o festival era uma bosta, em que as bandas menores estavam disputando algum prêmio em dinheiro. Eu não quero questionar a importância do Tom Zé para a música brasileira, mas ele está cagando e andando para a cena independente brasileira. O Jambolada foi prejudicado por conta da produção e da postura do sr. Tom Zé, que ficou num hotel e o festival parou esperando o sr. Tom Zé e sua banda, que estavam no hotel. O festival ficou parado, sem nenhuma banda tocando, esperando o Tom Zé chegar pra fazer seu show. Isso acarretou três horas de atraso no festival. A banda Daniel Belleza & Os Corações em Fúria, que era a banda que fecharia aquela noite e cujo show estava marcado para as duas horas da manhã, subiu ao palco às cinco horas, com o dia clareando. E quando estavam na sua terceira música, foram impedidos de continuar porque a equipe de sonorização do festival já tinha extrapolado o tempo de trabalho. Aí eu te pergunto: essa relação da produção do festival com Tom Zé, que benefício ela traz para a cena independente brasileira?

Zap – Quando os Porongas assinaram contrato com a produtora paulistana BarraVento (do empresário Glauber Amaral, que também cuida das carreiras do Vanguart, do Garotas Suecas e do guitarrista gênio da Tropicália, Lanny Gordin), a banda foi muito criticada pelo jornalista Fernando Rosa (dileto amigo destas linhas zappers, vale frisar), proprietário do selo Senhor F. (que editou o primeiro disco do grupo acreano), e também pela produtora Cubo. Ambos alegaram que os Porongas estavam cedendo a um "modelo de gerenciamento de carreiras musicais que não funciona mais". Você concorda?

Anzol – Em relação ao Senhor F., ele nunca fez um trabalho de gerenciamento da carreira dos Porongas. O que nós tínhamos era um acordo verbal, onde nós fizemos a gravação do disco através do selo, que também lançou o cd. E onde os custos da produção foram divididos meio a meio entre o selo e a banda. Em nenhum momento o Senhor F. atuou como produtora, mesmo porque o selo fica em Brasília e hoje a gente mora em São Paulo. Então, desde que estamos em São Paulo, há um ano e meio, nós nunca tocamos em algum evento patrocinado pelo Senhor F. Eu acho inclusive uma falta de grandeza de algumas pessoas da cena independente, que não sobrevivem dela mas de outros empregos, como o Senhor F., que tem emprego de assessor parlamentar em Brasília, exigir que uma banda que faça parte de seu selo sustente essa situação de banda independente, sabendo das dificuldades que um artista independente sofre para sobreviver de música. Nós ficamos muito tristes com a nossa saída do Senhor F., através de uma nota publicada pelo selo na internet. E nós nunca cogitamos com o Fernando Rosa de sair do selo, isso foi uma decisão unilateral dele. O grande problema dos selos independentes brasileiros é que eles se vêem como um fim, não como um meio. Eu vou dar um exemplo, o Nirvana: eu não lembro de quando eles saíram da SubPop e foram para a major Geffen, de ter lido algo em algum lugar que os donos da SubPop ficaram putos com a banda porque ela foi para a Geffen. E também não tenho conhecimento de que os donos da IRS tenham ficado putos com o REM quando a banda saiu de lá e assinou com a Warner, onde o grupo lançou discos maravilhosos. Na verdade, a SubPop até hoje ganha dinheiro por conta do sucesso do Nirvana. E quem for fazer alguma matéria sobre as grandes bandas surgidas no rock mundial nos últimos tempos, como Nirvana, Oasis etc, vai obrigatoriamente ter que falar dos selos que as originaram, como a SubPop, a Creation, a Factory etc. Porque esses selos nunca se viram como um fim mas como um meio de as bandas atingirem um objetivo maior. É preciso desmistificar essa história de que o artista que sai de um selo independente e vai para uma major, está vendendo sua alma ao diabo. Nirvana, Sonic Youth, Jesus & Mary Chain, REM, Oasis, todos saíram de selos pequenos para majors e continuaram lançando discos maravilhosos.

Zap – Você concorda com o modelo com o qual a Abrafin e os coletivos ligados a ela vem administrando os festivais indies brasileiros?

Anzol – Eu acho que existem pessoas sérias em Uberlândia, em Cuiabá, se reunindo e trabalhando em prol da música independente. Agora, existem situações com as quais eu discordo. Por exemplo: a contratação de artistas mainstream que nada tem a ver com a cena independente. Ou então colocar catorze bandas se apresentando numa única noite pois, com todo o respeito a essas bandas, metade delas naquele momento não tinham condições de se apresesentar num festival daquela envergadura. Isso é inclusive prejudicial a uma banda que ainda não está pronta, pois queimam uma banda que ainda não está pronta em nome de legitimar uma cena pela quantidade de grupos que existem nela.

Zap – Encerrando, na sua opinião, o que deveria mudar hoje na forma de a Abrafin e coletivos ligados a ela gerenciarem a cena independente nacional?

Anzol – As posturas deveriam mudar. De maneira nenhuma vou dizer que as plataformas utilizadas pela Cubo, pela Abrafin e outros coletivos, estão equivocadas. Mas o fato é que essas plataformas e essa cena independente ainda não são suficientes para que um artista viva única e exclusivamente da sua música hoje, no Brasil.

PARA CONHECER O SOM DOS PORONGAS

Aí embaixo, em dois vídeos do YouTube:

Los Porongas – clipe de "Enquanto uns dormem"

Los Porongas – tocando ao vivo no festival Varadouro de 2007 a música "SOS", do grupo acreano Capu

Para saber mais sobre o grupo, vai lá: http://porongas.blogspot.com/

(enviado por Finatti às 2:10hs.)

58 respostas para “Os indies brazucas estão em guerra??? - parte II”

  1. Tom of Filand Disse:
    O que parece nítido é que se o Finatti não tivesse sido proibido de cobrir a maioria dos Festivais (supostamente os melhores) nada disso ele teria escrito, nem uma polêmica teria sido criada com um viés tão parcial e claramente ressentido, capcioso e vingativo contra Capilé, Cubo e Abrafin. É óbvio, em todo o lugar do planeta, que as melhores bandas ganham mais. E comparar os Los Porongas, que é bom para quem ouviu pouca musica na vida, com o Cordel do Fogo Encantado, é quase um insulto para o Cordel. O que vale para o Tom Zé também. Pega mal o Anzol, Anzol quem cara pálida??, criticar um cara genial e que é respeitadíssimo pelo mundo, como o TZ. Isso soa como time que perde e põe a culpa no juiz. Anzol, ainda demanda muito tempo e principalmente qualidade ao LP, então...A pobreza da cena se confirma quando produtores acham que ter um técnico de som e iluminador é estrelismo, ora cada banda normalmente leva o seu e pronto, sempre foi e será assim. Pilotar a mesa do festival é outra coisa. Anzol, ainda está longe o tempo, infelizmente, em que as bandas independentes de rock sobrevivam de rock no Brasil. Falta tudo: qualidade, transparência, estrutura. E os Festivais precisam sim de bandas mainstreain, porque elas chamam público, você concorde ou não. Aqui é bem diferente da Alemanha, só dando UM exemplo, que tem uma canal de TV só para bandas punks! Perceba, respeitando sua condição de músico e batalhador, você foi manipulado pelo blog para interesses pessoais dele, e não os seus. Aqui não se busca a melhora da cena como é confusamente propagado aqui como "missão jornalística". Mas sim criar confusão, briga e simplesmente audiência, como o Datena.
  2. Bel Disse:
    Finatti edita melhor a entrevista, até que enfim fazendo uma coisa que valha a pena ler nesses blogs. Adorei a materia sobre o Duran Duran na Gazeta.
  3. Fabiana Disse:
    Entrevista super mal editada, feita nas coxas e com desleixo..............ruim
  4. Humberto Finatti Disse:
    Eu nem deveria perder meu tempo respondendo a algumas das bobagens escritas pelo torn of filand no seu comentário (que, de resto, possui até alguns argumentos e afirmações com as quais eu concordo), mas vou salientar maaaais uma vez: Zap’n’roll cobre festivais pelo Brasil há mais de cinco anos, já foi a dezenas deles e NÃO vai morrer se não for mais convidada a ir em nenhum, porque minha vida não se resume a ficar indo a eventos deste tipo. Aliás, já fui convidado a ir em pelo menos quatro festivais em 2009 e estou pensando se irei, pois tenho outros planos e viagens para fazer no ano que vem.
    O objetivo destas entrevistas publicadas aqui no blog é muito claro: investigar algo que foi detectado por mim quando estive em Rio Branco, no festival Varadouro, ou seja, uma possível cisão na cena indie nacional, logo ela que sempre foi tão unida e coesa. Não há ressentimento algum aqui, nenhum objetivo de vingança ou de foder alguém. Não quero destuir nem foder a Cubo, Pablo Capilé ou quem quer que seja. Se eu quisesse isso, não teria entrevistado o sr. Capilé aqui (lembrando que o produtor cuiabano já foi muito amigo deste blog, e se não é mais é por opção dele), onde ele, inclusive, tentou desqualificar meu trabalho jornalístico e nem por isso vetei suas respostas.
    Agora, vem cá: será que quando a repórter Adriana Alves escreveu sobre o mesmo tema na revista Rolling Stone, ela estava ressentida com alguém? Ou então, será que o Thiago Ney, quando tocou no mesmo assunto em sua coluna na Folha Ilustrada, ele queria foder alguém ligado à Cubo ou a Abrafin? Ah, tá: Adriana e Thiago escrevem para veículos de mega mídia, então podem tocar nesse assunto sem serem acusados de ser “rancorosos” e “vingativos”, estão acima do bem e do mal. Como é a Zap, um blog alternativo, que está tocando no assunto, não pode! Trata-se de ressentimento do blogueiro. Que raciocínio mais imbecil e paga-pau para a grande mídia (onde, de resto, EU TB ATUO, escrevendo para a mesma Rolling Stone e para o caderno de variedades do jornal Gazeta Mercantil. E nem por isso eu deixo de emitir minhas opiniões aqui).
    Falando em opiniões, eu mesmo discordo de várias declarações dadas pelo Anzol em sua entrevista. Mas eu estava ali para ouvi-lo como repórter, e não para emitir minha opinião sobre as opiniões que ele estava dando na sua entrevista. É isso.
    Agora, esse torn of filand... qual será o cargo que ele ocupa na Abrafin? Hein???
  5. Filosofo Disse:
    Na situação, no momento, do bom e do ruim, temos um termômetro que nos permite entender o passado. Este estágio deve ser analisado de forma isenta para podermos efetivamente saber o que criei para mim mesmo.
    Plantou... Colheu. E tu plantou muito mal...
  6. Tom of Filand Disse:
    Não sou da Abrafin e nem conheço ninguém de lá, só um leitor atento que sabe diferenciar as coisas, diferente de alguns dos seus seguidores, como a Bel, simplesmente sem noção ao criticar a edição da matéria, quee stá mal feita mesmo, e depois dizer a bobagem seguinte, se contradizendo. Seu argumento afirmendo que esse ou aquele jornalista também teceu críticas a respeito dos festivais não cola, não se sustenta, é tosco e ralo. Se o Sr. ainda estivesse cobrindo os "tais" Festivais seguramente teria outra postura, a que lhe fosse conveniente. Isso é fato e o universo sabe. Mentir é feio, Humberto.
  7. Miguel Disse:
    O universo sabe qual é o intuito do Finatti com essa pólémica xinfrim. Ele está batendo de frente com a Abrafim porque sabe que suas portas estão fechadas nos eventos que importam. Ficou os últimos meses implorando para ir no GO Noise e diz que não vai morrer se nunca mais viajar. Mentiraaaaa.
    Mas o Finatti é 100% nacional. Não sai do país por ser patriotra.
    Mas enquanto ele fica aqui publicando essas chatisses, o Twitters dele esta demais. Agora Phinas não usa mais cuecas! hahahahahahaba.
    Velhaco!
    Conta quais convites você teve para 2009! Só se for festival da Conchinchina. Pinóquio!
  8. Giácomo Disse:
    Tio Finas,
    Por que vc não comenta essa guerra indie no seu twitter?
    Assim, nós leitores, poderíamos acompanhar num esquema minuto a minuto. O que acha?
    Parabéns pela Zap e pelo Twitter!
    abraço.
    Gia
  9. Humberto Finatti Disse:
    Apenas esclarecendo: apesar de eu acompanhar eventualmente o twitter dedicado a mim (e dar boas risadas com ele), NÃO sou EU o responsável por ele.
    Trata-se de um twitter fake, claro. E como tem gente desocupada e com tempo de sobra pra tudo nesse mundo...
    E esse Miguel é tão anarfa (chatiSSe com dois "s" foi de doer os cornos, céus...), que nem merece resposta. Otário e burrão ao mesmo tempo, imperdoável.
  10. Mrlips Disse:
    Acho engraçado essa estoria toda. Se essa guerra de nervos,ego e por grana fosse "levantada" por algum jornalista/articulista de um grande jornal/tv/blog, a maioria que tece críticas ao pseudoportunismo do Finnas estaria com o rabinho entre as pernas reclamando com o Bispo.
    Desmerescer o fato jornalístico por causa de quem o relatou, mesmo com o histórico de porralouquices do cara, é ter poucos ou nenhum argumento para desmenti-lo.
    Esta claro que existem falhas e apadrinhamentos em todo esquema de festivais, sejam eles mainstream ou botucudos, ops, Indies. Sempre vai haver alguém que se sinta prejudicado. Alguns reclamam com razão ou não, mas reclamam. Outros preferem continuar no esquema somente para poder mostrar seu trabalho ate serem "descobertos".
    Mas no fundo ninguem é santo! Querem a mesma coisa: ganhar dinheiro com seu trabalho. E quando esse "dinheiro" tem de ser repartido o velho slogan " Sexo,drogas,RocKnroll" vai pra casa do chapéu.
  11. lucia Disse:
    MrLips é um pouco prolixo, né nao ?! Finas eu nao te aguento, voce e o cara mais engraçado da cena rock roll em SP, vc chega a ser mais engraçado e instigante que o ROKO LOKO !!! como ja escreveram aqui e no meu orkut Rock roll nao e coisa para limpos e perfumados! To criando personagem inspirado em voce! VC e a pessoa mais enigmatica que conheço! Beijos Furta Cor! Lucinha
  12. Tom of Finland Disse:
    Eu sou o verdadeiro Tom of Finland, e esse aí , é apenas um filante.
  13. foca Disse:
    os festivais são mais uma plataforma para o artista alvancar sua carreira e tentar crescer e se bancar nesse meio, mas não são responsáveis diretos nem pelo fracasso e nem pela ascenção de banda nenhuma. Isso é balela.

    Quanto a viver de música (autoral e somente tocando) é uma escolha complicada. No Brasil quem vive de música é quem ou tem muito sorte (competência) e consegue fazer o que gosta e sobreviver (menos de 0.1% dos grupos que conheço) ou quem faz concessão comercial para se adequar ao mercado e tentar entrar em algum filão.

    Então estatistiticamente quem escolhe uma carreira dessa sabe das conseuqências e das possibilidades. Simples assim.

    boa sorte aos grandes porongas..

    foca
    dosol
  14. Tom of Finland Disse:
    Eu sou o verdadeiro Tom of Finland...
  15. Spartacus Disse:
    ... e eu sou SPARTACUS...
  16. Mrlips Disse:
    So tem humorista nos comentarios.
  17. Brutus Disse:
    Até tu Spartacus?
  18. coelho Disse:
    se tem dinheiro público abastecendo a parada, e se as pessoas q detêm o poder sobre os festivais abastecidos investem-se da pretensão de direcionar, moldar, influenciar o modo de funcionamento de nossa cena cultural... temos mais q 50 motivos para realizar toda essa discussão. Jorge Anzol, que pra quem não sabe está entre os grandes bateristas do brasil (não sou amigo dele nem nada: apenas vi alguns shous dos porongas e me deslumbrei com sua música), foi mais que sensato. e seu discurso (corajoso às pampas) deve ser pensado com seriedade. houve quem tenha visto afronta, por parte do anzol, ao tomzé, e ao cordel. esse leu mal. quantos mais leram mal? para ler, tem q ter atenção e coração abertos. esperamos q os nossos diretores sejam capazes de ler. mas o q o anzol falou foi outra coisa. o cara criticou uma certa postura dos produtores dos festivais em que a participação desses artistas irremediavelmente deixou claras as incoerências do discurso dos diretores. só isso. crescem os festivais, não crescem as bandas? correto. crescem, mais q todos, os produtores? correto. há preconceito contra bandas q pretendem levar um tecnicozinho de som: há. há uma política consciente de se tentar manter as bandas presas a um certo curral ideológico, a fim de q essas bandas possam constituir a massa de manobra para q se instale com mais sucesso uma certa política cultural? sim. e isso se dá da seguinte maneira. os caras dos festivais pensam assim: banda está na fissura de tocar, banda está na fissura de aparecer, então quem vai pagar o pato? as bandas. donde o odioso jargão: artista igual a pedreiro. esse jargão é a coisa mais nociva q já existiu, porque, a exemplo de um "brazil, ame-o ou deixe-o", ele serve para a catequese, serve como berrante, serve para a capitulação das bandas no espaço interno do curral. esse negócio de deixar o cara fanático dizendo artista igual a pedreiro artista igual a pedreiro artista igual a pedreiro, para qdo surgir a hora de pagar o pato, o manuel dizer: claro, claro, artista igual a pedreiro... não. acho q tudo tem q ser revisto, enqto é tempo. hora de colorir mais as coisas, pq esse papo dos diretores está muito cinzento. hora de revisão, e de preferência com o coração aberto. porque muita coisa aconteceu desde q essa discussão se iniciou. ainda não tivemos, por parte dos Diretores, um posicionamento convincente, à altura das tantas vozes problematizantes que surgiram. o pessoal do cubo se escondeu, não ofereceu nenhuma réplica, e isso tb me parece mau. ou aceitaram as críticas, e estão revisando o processo (o q seria nobilíssimo), ou ainda não formataram um discurso, ou preferem evitar a discussão, com o intuito de enfraquecê-la (o que seria maus). show must go on.
  19. Rudja Disse:
    que os festivais independentes estao virando uma farsa isso ja estava bem claro, soh nao viu quem nao tem noção..
    Mas eh assim mesmo, isso era uma questao de tempo.
    claro que ainda tem alguns que se salvam, nao vou citar nomes.. mas enfim.. o importante eh que existem bandas afim de crescer e o mais legal eh que as bandas independentes ainda se ajudam, e quanto mais bandas boas aparecerem por ae, melhor pra nós.
  20. bel Disse:
    E gostoso sero mais lido?
  21. Black Rain Disse:
    Alguns sous dos porongas, anzol um dos melhores bateristas do Brasil, humm, massa de manobra (esse é papo trotskista e bem ultrapassado). What is this rabbit? O que rola é que impera a mediocrização da cultura, o nivelamento por baixo. Esses festivais mal elaborados, errôneamente dirigidos, toscamente divulgados, e com 90% de bandas muito ruins e pautadas por baixo, são mais do que nunca, com pesar, uma prova disso. O maestro Júlio Medaglia, que estudou com Frank Zappa (esse sim um músico rock de verdade), Stokenhausen, e Pierre Boulez em Frieburg, na década de 60 tem toda razão quando diz. É tudo igual, a criatividade hoje praticamente não existe e a música vive numa espiral sem rumo e se repetindo. Música é música, tem que ser boa por princípio. Essa coisa de dizer que tem que respeitar quem começa é bom até a página dois. Talento e criatividade demandam de estudar e se aperfeiçoar. De forma geral, a cena hoje no Brasil, apesar de ter muito mais estrutura em relação há 20 anos, é pior em termos de qualidade. Essa discussão sobre os festivais é válida, independente de parecer, aqui, uma vingança pessoal e não a busca profissional para um debate sério. O blog perde o rumo da coisa quando se deixa infectar por essa mediocrização toda, inclusive de si mesmo.
  22. Tem cada piada Disse:
    Jorge Anzol como grande baterista do rock brasileiro?

    Taí, essa é uma grande piada.
  23. Enjôo Soares Disse:
    Ao invés de perder tempo com fofocas, nos brinde com mais cenas como essa:
    http://www.youtube.com/watch?v=Ar9a-F4BBXQ&feature=related
    A massa jornalística agradeceria se você virasse uma privada de merda no Jotalhón Jr.
    Um beijo do gordo.
  24. thiago Disse:
    O problema do Espaço Cubo e dos "Fora do Eixo" é o radicalismo. É 8 ou 80. Ou você está com eles ou está contra. Ou você segue passo a passo o ensinamento deles ou a "parceria" acaba.

    Com essa postura, deixam de ter à frente deste movimento as bandas mais promissoras da cena. Criam opositores que poderiam ser aliados. E perdem força, claro. Perdem a oportunidade de ter bandas populares propagandeando o modelo dessa nova cena independente que tentam implantar. Basta ver quantas boas bandas sequer se aproximaram e quantas pularam fora dessa barca furada.

    O Espaço Cubo caminha para ser o "exército do Macaco Bong só", que é a única banda com um pouquinho (muito pouco mesmo, é uma banda respeitada pela crítica, mas com público minguado) de visibilidade nacional que segue religiosamente a linha de pensamento de Capilé e cia. E ela só não basta, porque esse pouquinho não vai sair disso, banda de rock instrumental no Brasil não chega mesmo muito longe - questão de público desse estilo musical, que é restrito. Se Capilé fosse tão esperto quanto alguns acreditam que ele seja, certamente se preocuparia com isso e talvez percebesse que é de grande importância pros objetivos dele, também, ter amigos. Já que ele acaba "parcerias" por motivos fúteis como pequenas discussões, outros sentem-se à vontade para fazer o mesmo: usufruir da estrutura de divulgação que sua organização oferece às bandas novas e depois darem um pé na bunda dele assim que atingem o limite do que esse circuito pode propiciar. Ou alguém acha que uma banda como a Vanguart ainda precisa do Espaço Cubo? Sem dúvida foi impulsionada por ele, mas agora os músicos buscam algo que este circuito fora do eixo ainda não oferece, que é a possibilidade do trabalho da banda ter um alcance mais amplo e de músicos poderem viver unicamente exercendo esta profissão. E pra isso, uma grande gravadora, uma rede Globo e uma MTV ainda são quase indispensáveis.
  25. lpzusi Disse:
    Pelo contador da Dynamite, o Finatti já vetou oito comentários nessa postagem. Deve estar recebendo uma enxurrada de críticas e escondendo debaixo do tapete, como é do feitio dele, mas não há de ser nada, a cena já sabe que Finas é um câncer a ser extirpado a qualquer custo. Medroso. Vê se o Lúcio faz isso.
  26. Jacob Disse:
    Bom, eu acho totalmente anti-ética essa atitude dos festivais de botarem bandas pra tocar sem cachê. E acho o Capilé particularmente desagradável; sem dúvida é um cara inteligente, mas é aquela inteligência estilo Fernando Collor ou Luiz Estêvão. O cara descobre o caminho das pedras pra conseguir um poder que até ontem ele não tinha, esse poder sobe à cabeça e aí ele começa a achar que pode passar como um rolo compressor em cima das pessoas impunemente. E é nisso que ele arma a situação que vai derrubá-lo no futuro - o que demonstra que essa inteligência racional não dura muito, se não for acompanhada de uma boa dose de inteligência emocional.

    Mas é o seguinte: ninguém tá colocando uma arma na cabeça das bandas e obrigando-as a tocar de graça. Ninguém tá obrigando ninguém a compactuar com nada. Os músicos se sujeitam a isso porque querem. Diante disso, não tem o que fazer nem dá pra reclamar muito, não.
  27. abnuceals Disse:
    O atual circuito de festivais (ditos)independentes surgiram como resposta ao circuito de festivais mainstream, ja que existia um sentimento entre a comunidade musical que uma serie de bandas ficavam de fora destes festivais. Se este sentimento de exclusão passou a existir no circuito dito alternativo, esta na hora de se fazer novos festivais, para gerar novas panelinhas e novos sentimentos de exclusão. É assim que a banda toca...
  28. Rica Marcatto Disse:
    Parece que descobriram quem é o responsável pelo Twitter fake do Finatti.
  29. junim Disse:
    Eu, como público que vai a festivais e não conheço absolutamente nenhum organizador, não tenho banda e já tô velho, queria dizer que toda essa discussão nada mais é que a velha natureza humana dando as caras...egos inflados,egoísmo,inveja, ciúmes, neguim que come merda e tá achando que tá comendo caviar e uma bobagem de pessoas que deviam se unir mas só pensam nelas mesmas...e é engraçado que todas essas bandas (algumas muito boas por sinal) não são absolutamente nada no cenário musical e se acham... E é comédia as pessoas falarem de "cena" indie...que cena?? indie é o caralho, neguim quer mesmo é ir no Jô e comer a mallu magalhães, fazer sucesso pra meia dúzia de pessoas e achar que são os beatles...cena era o junta tribo, o BHRIF e o início da década de 90...hoje é muita pose, muitos blogs, muito blá blá blá e pouca música...neguim faz um disco aí e já se acha o foda...fodam-se os "diretores", temos é que torcer para que bandas como walverdes e macaco bong (as melhores do Brasil) não desistam e sigam seus caminhos com dignidade...tá ái a nação zumbi que para mim é "o" exemplo de banda independente, que produz muito, que é fodaça e que não precisa de favores e de "ter amigos", mas só precisa da sua música...e é o que realmente importa, boa música e independência...e só pra constar, pau no cú do vanguart e do Tom Zé...
  30. Humberto Finatti Disse:
    Apenas esclarecendo ao lpzusi (que ou é fake tb ou não teve coragem de se identificar com seu nome real e completo; logo, quem é o medroso aqui, cara-pálida?): pode estrilar (ou latir) à vontade, amigão. Os comentários que foram vetados até o momento neste post, o foram não por medo meu de alguma coisa (se tenho um grande defeito, já que para muitos é qualidade, mas às vezes pode se tornar um defeito na vida da pessoa, é NÃO ter medo de nada), mas pelo seu caráter extremamente ofensivo contido no texto enviado. E a política do blog é clara: grosseria, ofensa pessoal grave e pesada aqui, a quem quer que seja, não entra meeeesmooo.
    Então, não vou liberar comentários de amiguinhos seus, covardes e sem noção como vc, que chamam os outros de bosta (não importa quem está sendo chamado, se é o dono do blog ou mesmo um dos envolvidos na discussão da guerra na cena indie nacional) ou acusam alguém sem provas e sob o manto covarde do anonimato de ladrão. Simples assim.
    Quando esse pessoal tiver bons argumentos (como o Tiago, o Junin e o Jacob tiveram, por exemplo) e postar aqui, fique tranquilo que todos os comentários serão bem-vindos e liberados. Como o seu foi, apesar de me classificar como um “câncer” (que piada, kkkk).
    Abraços!
  31. junim Disse:
    "vê se o lúcio faz isso" foi foda...não conheço o finatti ( vi de longe chapado no terra, assim como eu - mas acho que eram origens de chapação diferentes - heheheheh), mas a principal diferença dos dois é: o lúcio é inofensivo...e reflete bem esse sonzinho que rola hoje: cool,rockinho pra dançar,arrumadinho e antes de tudo, inofensivo...não é a minha...rock é contestação, porralouquice, bucetas e música boa, assim como essa coluna...(me deve uma salva hein finnas? heheheh)
  32. ana praga Disse:
    Finatti bonito vc nao é. Mas é bem-afeiçoado, e é tao nem as com as desenterias mentaies de alguns despeitados que so de ficar perto de voce vale umas boas horas de risadas. Ja ouvi um enconsto dizer que vc e cheio de Exú, tem gente que confunde Encruzilhada com o Vaticano e oencosto ainda acha que e gente !!!!!!!!
    Ana Maria Praga
  33. Larissa Maia Disse:
    Putz, acho que o Anzol se queimou com toda essa galera aí da Abrafin, com todo mundo geral! Anzol tua banda é legal mas ainda falta muito pra tu exigir mesário em festival, sabe pq? Por que a gente tá no Brasil e as coisas são assim mesmo, se adapte a elas! E esse negocio aí do Nirvana e não sei o que, ACORDA! Que história é essa de gravadora? Já era Anzol. Acho que o Finatti jogou o Anzol e vc caiu que nem peixinho. Menos raiva no coração, vai tocar rapaz, imagina se tu ainda tivesse no Acre? Tenta fazer o melhor com o que vc tem filho. Tu se queimou MUITO!
  34. Não à inveja doentia!!! Disse:
    Será que o Pomba não está vendo isso? Isso aqui virou o maior antro de fofocas e leva-e-trás da cena, uma coisa vergonhosa e pavorosa. O Finatti deveria ver um psiquiatra. O complexo de baixo estima dele está chegando a níveis realmente doentios. Ele vê as pessoas alcançanmdo vitórias, como Pablo Capilé, e vê que ele proóprio ainda está na..., e desconta tentando diminuir o esquema de cuiabá. Aí vem esses invejosos que não conseguem tocar no Calango nem no Grito e bombam o tópico. É trágico.
  35. Humberto Finatti Disse:
    Apenas pra constar novamente: se há algum invejoso doente por aqui é o sujeito (anônimo e covarde, claaaaro) aí de cima, cujo comentário só foi liberado porque eu intervi nele, retirando uma palavra grosseira à minha pessoa e a substitui por reticências.
    Mano, se toca de sua ignorância, rancor, ressentimento e inveja doentia. Aqui está se fazendo reportagem, e o espaço dos leitores está aberto para o debate. Quem não aguenta o tranco, que se cale ou se retire.
    O blog não está querendo foder ninguém, as pessoas é que se fodem por elas próprias, simples assim.
    Agora, eu com inveja do sucesso da Cubo? Com inveja de um pseudo-sucesso (até que ponto é sucesso, afinal?) que EU MESMO ajudei e muito a construir, através de apoio jornalístico e divulgação? Fala sério... desejo toda a sorte do mundo à Cubo e que os festivais por elas produzidos (Grito Rock e Calango) continuem cada vez melhores.
    E, sorry amigo, mas um sujeito como eu, que em menos de um mês acompanhou pessoalmente Tim Festival, Planeta Terra, REM e Duran Duran, não tem motivos pra ter inveja de algum festival independente, por mais bacana que ele seja e mereça o apoio deste blog.
  36. gino soccio Disse:
    puta assunto chato.
  37. SFroid Disse:
    lpzusi, nota dez pra vc e para junin. A cena é fraca, tudo uma grande farsa poser. O Finatti é um jornalista sem culhões e medroso. Porque será que as pessoas te ofendem tanto? Já pensou nisso..essa você vai vetar? Finatti, vc é um perdedor? Responda a si mesmo por que esse blog virou uma casa de fofocas!!
  38. yune Disse:
    Finatti, de uma vez por todas, pare de tentar dizer que isso é uma reportagem de teor jornalístico, por que todo mundo já percebeu que não é...tu és um invejoso mesmo vendo todos tendo conquistas pessoais e você NÃO. Usas esse espaço para pôr pra fora sua doente e megalomania prepotente. O espaço serviu bem para os chorões de bandas porcarias, a maioria diga-se. Tu vives num mundo nivelado pela baixa qualidade. Suas justificativas já estão boçais.
  39. guitar Disse:
    "mas um sujeito como eu, que em menos de um mês acompanhou pessoalmente Tim Festival, Planeta Terra, REM e Duran Duran, não tem motivos pra ter inveja de algum festival independente, por mais bacana que ele seja e mereça o apoio deste blog." Que isso cara.......só você fez isso??!! Que patético, concordo como cara, é trágico...que baixa estima....
  40. Humberto Finatti Disse:
    Respondendo ao SFroid (mais um fake covardão, esse povo me dá sono...): se o blog é isso e eu sou o que vc acha, não perca seu tempo vindo aqui, simples meu caro.
    E pro guitar (oooouuuutroooo anônimo, esse pessoal não cansa?): DE GRAÇA só eu e mais uns poucos (no caso do REM principalmente, muito poucos) fomos nessa renca de shows. Não deve ter sido o seu caso, claro. Que pena... pra vc.
  41. guitar Disse:
    Mas você é tosco mesmo: tá bom, vou explicar direitinho: você por acaso foi o único jornalista que foi a todos esses shows de graça? Pensansdo bem, se não fosse assim (de graça) você não iria em nenhum, mas eu sim, por exemplo.
  42. SFroid Disse:
    Não sou eu que acho. Quem precisa saber é você, não eu, porque não sou eu que ganhei várias homenagens no orkut e um twitter muito engraçado. Você é que tem que saber porque esse blog se transformou em uma baixaria longe, mas bem longe, do que se chama jornalismo. Você finatti, você é que tem que saber de si, do seu espaço e do que construiu, ou não? Ou não pensa nisso lá no escuro do seu canto? Tenho direito de resposta?
  43. gabriel Disse:
    Seu problema é você é uma caricatura d esi mesmo, um personagem engraçado que não admite sua realidade.
  44. Humberto Finatti Disse:
    E eu respondo aos cavalheiros aí de cima, mais uma vez:
    se o blog é tão ruim e incomoda tanto, simples: não leiam. Não farão falta alguma aqui, com certeza.
    No mais: zzzzzzzzzzz (que sono...)
  45. Ana Disse:
    FINATTI A ISTOÉ QUE LAMENTE O JORNALISTA QUE ELA PERDEU! AINDA LEMBRO DE VOCE MOLECOTE DANDO VARIOS FUROS DE REPORTAGEM NA AREA CULTURAL. VOCE ESTA SEMPRE EM CIMA DA NOTÍCIA. MATOU A PAU ESSA BOMBA COM OS INDIES. SABE ARTICULAR E ENTRAR BEM NOS MAIS VARIADOS MEIOS ARTÍSTICOS. E NAO E PORQUE TE ADORO QUE ESTOU FALANDO ISSO, PQ QUANDO TENHO QUE TE CRITICAR, CRITICO. MAS ESSA FOI DEZ!!! PARABÉNS! COMO DISSE O EDITOR DA ROLLINGSTONE VOCE E MALDITO MESMO!!!!MANDA ESSES INVEJOSOS E INVEJOSAS TOMAR PASSE LA NOS TERREIROS DA BAHIA!!! MEU ANJO VOCE NEM PRECISA DOS TERREIROS OU DO VATICANO. É UM LIVRE PENSADOR!!! VAI COM FÉ, QUERIDO!!!! ANA MARIA PRAGA
  46. ana Disse:
    IH Finatti tem uns enconstos continuam confundindo encruzilhada com vaticano?! eu ja me livrei de 2!!!!! Beijinho sabor petit geateau
  47. André Disse:
    Na realidade, aqui não nos preocupamos em quantos comentários são deletados ou não, o que importa é o teor deles. Se foram excessivamente agressivos ou não tiverem a ver com o teor da postagem ou entrarem em aspectos particulares serão deletados ou editados, que foi o que eu fiz acima com alguns comentários e farei mais vezes sempre que achar que algo passou dos limites.
  48. Durango kid Disse:
    é petit gateau sua ignora
  49. anônimo Disse:
    Para o Coelho, de 19 Nov, 2008 às 1:11 PM: nunca ví artista "pagar pato" ou pagar conta de festival. produtor é quem se fode quando a vaca vai pro bejo, ´são inúmeros os exemplos de produtor de festival independente que teve até de vender apartamento para pagar conta de festival. essa de banda pagar pato é o cúmulo do desconhecimento da cena independente...

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