Brian Molko e o Placebo: "velhos" demais pro indie hype, mas ainda em forma no novo disco
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EXTRA DA SEXTONA – POPLOAD GIG!
Entonces, enquanto o blogon doidon se recupera do pandemônio de ontem à noite, quando rolou a festa d Chili Beans no Inferno, e vai escrevendo suas impressões sobre o novo álbum do Placebo, você fica sabendo aí embaixo quem vai na faixa neste finde, na Popload Gig, lá na Clash, com shows do The View, Holger, Mickey Gang, No Age e Matt & Kim:
* Daniel Meirelles: ganhou o par de convites pro sábado;
* Fábio Primantti: vai curtir a balada no domingão.
Ambos já foram avisados por e-mail como devem proceder pra retirar seus convites. E a premiação aqui não pára! Enquanto não chega a resenha do Placebo, corre no finatti@dynamite.com.br, que continuam em sorteio por lá:
* Dois ingressos para o show dos Kooks, dia 19 de junho na Via Funchal;
* Duas camisetas (uma masculina e outra feminina) da style grife Banca de Camisetas;
Mais dois exemplares de "Tragam os cavalos dançantes", o livro que conta a história da domingueira Grind, da Loca, a festa rocker mais bombada da capital paulista.
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Buenas, o mondo pop/indie rock segue calmo no finde, a não ser pelo fato de o deus Iggy Pop ter esculachado o Smashing Pumpkins e o Limpa Biscoito (ops, Limp Bizkit) numa entrevista ao The Sun. Na boa, Billy Corgan foi um dos maiores gênios do rock nos anos 90’, mas ele perdeu a mão. O fato de querer insistir com os Pumpkins só mancha o glorioso passado da banda.
E aqui, o finde vai ser fervido com a Popload Gig, mais o Zumbis do Espaço na Outs (no sábado, na rua Augusta, 486), mais Ecos Falsos, Banzé e Seychelles no Inferno (também no sábado, na rua Augusta, 501) e o gringo Black Mekon lá no Berlin (rua Cônego Vicente Miguel Marino, 85, Barra Funda, zona oeste de Sampa), também no sábado (mais conhecido como amanhã).
O blogão vai nessa porque está trabalhando em cima da audição do Placebo. Se a resenha não entrar aqui até amanhã, fica pro comecinho da semana, okays?
Você já ouviu falar do The Pains of Being Pure at Heart? Nop? Entonces, o chapa Cris Viteck ouviu, adorou e deu a dica. Logo menos o blog fala melhor deles, certis?
Inté!
(atualizado por Finatti em 5/6/2009, às 17:35hs.)
* Brrrrr... muito frio na cinza mega metrópole brazuca. E o blog adora! E adora escrever na madrugada, no silêncio que permeia a kit do velho jornalista indie rocker, enquanto ele vai batucando palavras e textos na tela do micro. Zap’n’roll sempre amou frio e sempre detestou calor. E agora ama mais ainda, quando está embalado por uma nova e avassaladora paixão – sim, a vida é feita de paixões perenes, por que não? Um brinde a elas, as paixões! Ainda que a nova deusa destas linhas rockers online esteja muuuuuito distante de Sampa rock city. Mas logo logo o blogger andarilho vai atrás dela, sem problema... assim que seu pavor por aviões se acalmar novamente, após passar o trauma do último finde com o acidente da Air France. Yep, viajar de avião é foda. E Zap’n’roll também detesta aviões. E sempre tem a certeza que vai sumir desta vida um dia, a bordo de uma geringonça aérea. Mas antes que isso aconteça, ele ainda vai conseguir ir atrás de sua deusa distante.
* Lançamento da Vice, na The Week? O blog ia, mas acabou desistindo por causa do friozão reinante nas ruas paulistanas. E também por se dar conta de que iria topar, por lá, com um bando de tipinho mala, arrogante, prepotente e sem noção, sendo que não é preciso ficar citando nomes aqui. Na real, talvez o autor destas linhas rockers virtuais esteja ficando mesmo velho pra certas coisas, pois ele se sente cada vez menos dentro do mundo de frivolidades fugazes, de fogueiras de vaidades, do querer aparecer e ser notado a qualquer custo e dos hypes passageiros e cretinos que movem boa parte da cultura pop (cultura pop que, de resto, continua sendo amada por este blogeiro). Neste ponto, o blogger zapper se parece muito com mr. Alderaba Cavalcanti (o dileto PC pros mais chegados), o homem que edita a seção Guia, da Rolling Stone. Paulinho é low profile total. E está certíssimo em ser assim.
* Claro que a Vice merece todas as festas do mundo, e deverá dar uma ótima animada no mercado de publicações nacionais voltadas para a cultura pop e indie. Fora que ela tem o boa praça Ademir Corrêa à frente de sua edição. Ademir, que também já foi editr da RS, sabe o que faz. E a revista deverá ser beeeeem bacana, como a RS é.
* Anyway, tanto pra escrever aqui. E tanta preguiça também... mas vamos lá: a nossa, a sua rocker e atriz crazy Juliette Lewis, deixa o grupo The Licks de lado e parte para lançar seu primeiro disco solo. Que vai se chamar "Terra Incognita" e chegará às lojas em setembro. Zap’n’roll gosta muito dela e o segundo disco dos Licks é realmente fodão. Pena que o show da banda no Tim Festival de 2007 tenha sido tão... meia-boca.
* O "VELHO" PLACEBO ESTÁ DE VOLTA – Você, jovem e dileto leitor destas linhas virtuais rockers, já deve considerar o Placebo uma banda velha, que não rende mais assunto em blogs descolados e que vivem atrás do último hype da cultura pop e rock alternativa. Pois então, o "velho" trio liderado por um hoje quase quarentão Brian Molko (ele está com trinta e seis anos de idade), está aí novamente na área, como seu novo disco, que sai hoje na Inglaterra. O álbum se chama "Battle For The Sun" e é o primeiro trabalho inédito do trio (que ainda conta com os mesmos Stefan Olsdal e Steve Forrest, no baixo e bateria) desde 2006. O Placebo já existe há uma década e meia e tocou por duas vezes no Brasil, ambas vistas pelo autor deste blog, que considerou a segunda passagem do trio por aqui melhor do que a primeira. Foi aliás por causa de uma promo de ingressos no blog (então, ainda coluna) que Zap’n’roll conheceu aquele monumento chamada Flávia Stawski. Linda, curitibana, a pele total branca, Flavinha amava piercings (tinha colocado um em um dos seus mamilos) e Placebo. E foi uma ótima amiga e cia. de baladas do blog durante algum tempo. Flavinha está sumida... onde andará ela? Sobre o disco em si, já estamos dando uma "orelhada" nele e se o dito cujo merecer, voltamos a falar a respeito no próximo post.
* Enquanto isso, já há dois vídeos circulando na net do novo disco. São dos dois primeiros singles do álbum, a faixa-título mais "For What It’s Worth". Dá uma olhada nos dois aí embaixo:
Placebo – "Battle For The Sun"
Placebo – "For What It’s Worth"
* Agora, o que não está dando pra ageuntar meeeeesmo é a falta de noção que tomou conta de boa parte das bandas do indie rock brazuca. Talvez por isso mesmo o blog, que sempre apoiou e acompanhou esta cena muito de perto, agora ande meio com "bode" de falar de bandas novas e lançamentos idem. Afinal, o sujeito aqui, ranzinza e cada vez mais exigente que está, pegou uma batelada de cds esta semana na redação da Dynamite, pra resenhar – por ordem do nosso amado "editador" Pomba, é bom frisar ("você anda muito preguiçoso!", disparou mr. Cagni para o autor do blogon enroladon. "Tem um monte de cd aí que você podia pegar, dar uma ouvida e comentar no blog".). Bom, Zap’n’roll fez isso. E ficou pasmo em ver como as bandas, nestes tempos de internet, ainda insistem em mostrar seus trabalhos em cds muitas vezes toscos, com capinhas péssimas e tals. Isso sem contar a – má – qualidade musical do trabalho em questão. No meio da cacetada de cds que o blog levou pra sua casa, pouca coisa se salva realmente. Bom, falamos melhor a respeito disso logo mais aí embaixo, peraê.
* Despedidas e mini-festivais indies bacanas, non? O finde vai ser agitadão em Sampa: vai ter show de despedida dos Borderlinerz na sexta, no Inferno Club (quando vai tocar também o sempre ótimo Daniel Belleza & Os Corações em Fúria). E no sábado, no mesmo Inferno (que fica na rua Augusta, 501, centrão rocker de São Paulo), o trio Banzé também faz sua gig de adeus, sendo que a banda lançou um disco muito bacana ano passado mas que infelizmente teve repercussão quase nula. Na noite do show do Banzé também tocam Ecos Falsos e Seychelles e é uma ótima balada pra você curtir depois de ir na Clash Club (lá na rua Barra Funda, 969), assistir a primeira noite da Popload Gig, do nosso mui amado Luscious Ribeiro e seu blog sempre agitadão, a Popload. Na primeira noite da Popload Gig tocam a sensação paulistana Holger mais os gringos No Age e Matt & Kim. No domingão é a vez do Mickey Gang mais os porradões escoceses do The View. Bão, dear Luscious foi bacana com o blogon zapper e descolou um par de convites por noite, pra ser sorteado entre nosso dileto leitorado. Então, enquanto o blog vai dar uma cochilada (já é madrugada alta aqui), você corre lá no finatti@dynamite.com.br e tenta a sorte. Quem ganhar os passaportes free pra Popload Gig, terá seu nome publicado aqui no post da sextona, que antecipa o barulho indie pop do finde, okays?
* Opa! Blogon de volta! Dá uma olhada aí embaixo, hihi.
A NADA MOLE VIDA DE UM BLOG DE ROCK ALTERNATIVO
Trecho de "press release" que chegou às mãos do autor deste blog, junto com o cd-promo da banda Inverno: "...A banda Inverno consegue misturar todos os sentimentos conflitantes que existem dentro de um ser humano na sua música, mostrando como romper barreiras entre o comercial e o underground (...) Em dois anos de existência e tendo como total influência o rock dos anos 90’, as maiores características da banda são: a criatividade em suas composições e a presença de palco contagiante, que quebra tudo por onde passa...". Wow!!! Com tamanha falta de modéstia para descrever o próprio trabalho, é de se supor que o som dos caras seja realmente algo fantástico.
Negativo. Oriundo de Goiânia (a chamada "Seattle brasileira", onde pululam dezenas de bandas bacanas como MQN, Johnny Suxxx, Bang Bang Babies, Mechanics etc, além de que em Goiânia fica a sede da Monstro Discos, um dos grandes selos indies do país e que promove anualmente os já consagrados festivais Bananada e Goiânia Noise), o quinteto Inverno (formado pelo vocalista Jr. Pereira, pelos guitarristas Wendel Macedo e Thiago Leopoldino, pelo baixista Gustavo Bandeira e pelo baterista Luiz Henrique) faz rock pesado mezzo grunge/mezzo heavy, com guitarras estridentes e letras em português que são puro clichê disparando em todas as direções possíveis (há a letra "romântica", a de "protesto político" e por aí vai). Quem aguenta ouvir versos deste calibre: "Estão a te enganar/Pra te controlar/Enquanto você sonha em frente a uma tv/Sonhos já não me salvam mais..." (trecho da faixa "O peso", a última das quatro que compõem o EP que o grupo enviou à redação do portal Dynamite). Uma "poesia" pueril que envergonharia um estudante do ensino fundamental. O som do conjunto é até bem gravado, bem tocado e tal. Mas o rock é esquemático, não mostra nenhuma novidade nas melodias e as letras... bem, é o que já foi dito acima.
O Inverno abre este tópico apenas como exemplo para que quem lê estas linhas rockers online se dê conta de como anda mal das pernas boa parte da indie scene nacional. Sim, hoje existem zilhões de bandas no país (como, de resto, no mundo todo) tentando um lugar ao sol. E com todas as facilidades tecnológicas existentes nos dias atuais para se gravar e divulgar seu trabalho (mp3, mp4, troca de arquivos musicais, MySpace, Youtube, Orkut etc, etc, etc.), as bandas muitas vezes acham que é só gravar algo tosco no computador, mixar, masterizar, por na rede, tirar algumas cópias em cd-r pra distribuir entre jornalistas de jornais, revistas, sites e blogs especializados (como este) e pronto. A banda já existe, vai fazer milhares de shows, vai conquistar um público imenso e fiel e vai ficar rica e famosa da noite pro dia.
Nada disso. Se por um lado a evolução tecnológica ajudou os grupos na forma como eles gravam e distribuem sua música, por outro permitiu que qualquer bandeca sem a mínima condição de mostrar seu trabalho em público esteja aí, azucrinando os ouvidos da humanidade. Não é mole: dos discos que Zap’n’roll pegou esta semana na Dynamite pra dar uma escutada e resenhá-los na página de lançamentos do site, pouco ou nada se salva. Tem o quarteto Meiofree, de João Pessoa (capital da Paraíba) que, apesar do nome meia-boca, manda bem num mix de guitarras psicodélicas, melodias idem, grooves meio funkeados, letras razoáveis e bons vocais (por conta de Pedro Faissal), sendo que você pode saber mais sobre eles em www.meiofree.com. Tem também o terceiro disco de inéditas do lendário grupo paulistano Smack, um ícone do pós-punk da capital paulista nos anos 80’, e que voltou com um SMD bacanudo de cinco faixas, com aquele climão dark que sempre permeou a musicalidade do conjunto, fora as letras estupendas escritas pelo guitarrista e vocalista Pamps. E fora que o grupo ainda conta – como sempre – com o gênio Edgard Scandurra também nas guitarras, mais Sandra Coutinho (das Mercenárias no baixo) e mais Thomas Pappon (que ficou célebre no Fellini) na bateria. Ou seja, aqui o patamar é outro e estamos falando de profissionais, não de amadores que não sabem o que escrever ou só vomitam porqueiras na hora de por a mão num instrumento.
O resto do "pacote" pêgo pelo blog é algo entre o horrível e o lamentável. Tem o pop bem feito mas indigesto e sem sal do Gurus (no disco "Evolução", que tem participação, vejam só, de Herbert Vianna, dos Paralamas do Sucesso), o rock "revoltadinho" e embalado para fms jabazeiras do Vivendo do Ócio (uns moleques cariocas que emulam o MopTop na cara larga, mas sem o talento do primeiro, e o pior é que essa bobagem saiu pela DeckDisc, pode?) e o metal "épico" do duo Lucia Lie, que pelo menos conta com bons arranjos e bons vocais da dupla Robert Connolly Jr. e Lorena Ruiz.
É tudo realmente muito desanimador e assim, desta forma, o blogon que sempre apoiou a indie scene brazuca, vai meeeeesmo continuar preferindo falar de novidades gringas, como o disco novo do Placebo. Certo?
* Bão, pelo menos na semana que vem o Orgânica, daqui de Sampa, vai lançar seu primeiro álbum na Outs, em noitão rocker que também terá discotecagem de Zap’n’roll na pista, dando início às comemorações dos seis anos de existência virtual do blog. O Orgânica promete: tem uma vocalista descolada e bacana (a Candy) e feras em sua formação, como o Bacalhau (que ainda continua tocando no Ultraje A Rigor) e o Ortega (que já tocou em trocentas ótimas bandas paulistanas, como o Pavilhão 9, por exemplo). Zap’n’roll ainda não ouviu o disco da turma, mas irá fazer isso neste finde, se a correria permitir. E em algum post da próxima semana, iremos comentar o trabalho aqui, junto com uma mini-entrevista com a banda, certis?
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É isso? É Isso. Por hora é só. Mas como já foi dito no começo do post, o finde vai ser fervido em Sampalândia (e já começa amanhã, quinta, com festa de lançamento de nova noite rocker no Belfiori, lá na Barra Funda, com show dos já lendários Mickey Junkies). Tem Borderz e Belleza sexta no Inferno, Ecos Falsos, Seychelles e Banzé no sábado no mesmo Inferno, Popload Gig na Clash (atenção: quem está a fim de ir na faixa na baladaça indie rocker promovida pelo nosso querido vizinho de blogagem, a Popload, corra no finatti@dynamite.com.br e faça seu pedido pra ganhar um par de convites pra cada noite do mini-festival) etc. E tem Volver hoje, quarta-feira, de grátis, no StudioSP, em balada que começa cedo, às nove da noite.
Logo menos, até sexta, aparecemos por aqui novamente. Até lá, com beijos quentes na Rudja e beijos carinhosos na Nát beuda, na Karin e na Ana Laura.
(finalizado por Finatti às 16:30hs.)

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3 Jun, 2009 às 8:28 AM qnta prepotencia dizer que.. 'e se o dito cujo merecer'.. é placebo, rapaz.
:D
3 Jun, 2009 às 8:31 AM esqueceu do volver hj e semana que vem no studio.. cedo e sentado e tal, as 21.
xD
3 Jun, 2009 às 12:38 PM E ae finatti, nenhum parágrafo pro sisters of mercy sábado agora em sampa?
Poxa espero ler alguma coisa deles antes de ir no show
abraços
PS: Fui na OUTS sábado achando que vc ia discotecar e me dei mau
Saudades
3 Jun, 2009 às 1:32 PM Por partes, galere!
A querida Aninha Laura (que não é mais a gilrfriend do autor deste blog, mas continua sendo uma mega e mais do que querida amiga e leitora) tem razão: hoje à noite, quarta-feira (e também na próxima semana), os pernambucanos do Volver se apresentam no StudioSP, em Sampa, no projeto Cedo & Sentado. Power trio com pegada indie e garageira, o Volver é um dos melhores nomes do indie rock nacional e vale a pena ir até o Studio (que fica na rua Augusta, 579), ainda mais que a balada é na faixa, eba!
Quanto ao Placebo, trata-se de uma brincadeira do blog, claro. O novo álbum de Brian Molko e cia. será sim comentado aqui, embora as primeiras notícias sobre ele não sejam muito animadoras.
E caaaaalma Renaton querido: o show do Sisters é sábado na Via Funchal e no próximo post falamos algo a respeito. Se bem que as “Irmãs do Perdão” já estão pra lá de caidaças, não?
E cola na Outs no próximo dia 13 (sábado da semana que vem): discotecagem zapper, iniciando as comemorações dos seis anos do blogão.
Abraços em ambos!
3 Jun, 2009 às 2:21 PM quarteto!
proxima semana acho q vai ta um inferno. feriado. ieca.
xD
3 Jun, 2009 às 4:40 PM post tá combinando com a temperatura de junho: gelado e claaaaaro uma merda.
3 Jun, 2009 às 5:59 PM Finatti desanima não. As novas bandas são produto do que ja tinha comentado: decadencia da cultura.
É puro reflexo do que acontece na Sociedade nos tempos atuais. Mas isso tudo são ossos do ofício, vc escolheu escrever sobre isso, agora guenta !!!!! To adorando fazer o blog, me divirto muito, recebo varios emails das pessoas achando que as historias la são reais. Que cousa! Real era so o maluco que e descrito nas cronicas. Aquele personagem existe mesmo, nem eu acredito em tanta imaginação fertil de um homem. Ta vendo das pedras a gente faz ate sopa. Nossa vc esta solteiro de novo?
Toma vergonha nessa cara. Essa mulherada nao toma Todinho, não? Vc escapa de todas. Ninguem consegue te enquadrar hein ?! Você tá querendo o quê da vida? Eu até imagino mas so vou dizer la no blog.
Manda brasa que to divulgando teu trabalho pra um monte de gente.
Beijo carinhoso pra você!
3 Jun, 2009 às 6:42 PM Humberto Finatti! ><
Esqueceu do meu beijo ahauhauahauaha
Caramba acho que nunca comentei aqui, mas sempre leio.
Ia no Volver hoje, mas o frio me fez ficar aqui embaixo de cobertas =)
Talvez eu vá semana que vem..
Mas sábado vou no inferno, te deixei scrap sobre..
beijos
3 Jun, 2009 às 10:42 PM Lembro muito bem do show do Placebo no Credicard Hall......
Desculpe-me, já que não consigo te encontrar, resta-me dizer por aqui: saudades 100000000000. TE AMO!!!!!!!
Boa sorte com a sua nova paixão.
Este frio me faz lembrar daquelas noite de Retrô, Madame Satã, Urbânia...
Kisses.
3 Jun, 2009 às 11:07 PM Humberto Finatti! ><
Esqueceu do meu beijo ahauhauahauaha[2]
Meu querido Finas , dei uma lida no Twitter, nossa quanta coisa heim, rsrsrsrsr, eu sei que não é verdade...
Baccios meu querido e amado amigo Finas, sou sua fã man...ó e parabêns , para a mais nova "paixão" úiaaa..
Beeeijoooooooooooo :)
; Ana WoodStock *
3 Jun, 2009 às 11:15 PM Como sempre, te lendo!
E de vez em quando te contando isso, por mais que eu espero que você saiba que (sempre) estou por aqui!
P.S.: abrindo um parênteses para a "polêmica", o que você achou do mais recente álbum do Wilco?! Achei a faixa Everlasting mais-que-perfeita, mas por mais que eu adore Wilco, não consegui reconhecer em algumas faixas os motivos que me faz apaixonada por eles!
4 Jun, 2009 às 2:37 AM Finnas,
volver, de novo e trazendo o calor de PE pras frias noites paulistanas, dia 10 no studio no cedo e sentado e no dia 12 no inferno.
Mas dia 12 tbm tem poronguinhas (L)!
E mal ouvi o novo do Placebo, mas achei bem gay. \o/
bjos
4 Jun, 2009 às 3:14 AM O álbum se chama "Battle For The Sun" e é o primeiro trabalho inédito do trio (que ainda conta com os mesmos Stefan Olsdal e Steve Forrest, no baixo e bateria) desde 2006.
Finatti. Steve Forrest tem 22 anos e acabou de entrar no Placebo. Toda coluna tem um erro grostesco.
4 Jun, 2009 às 9:23 AM O baterista atual do Placebo é novo, portanto não se manteve o trio...
4 Jun, 2009 às 1:26 PM Finatti, não é tanto que o Placebo envelheceu, é que a música indie e a postura indie envelhecem muito rápido.
O Strokes de um disco p/ outro envelheceu mais do que os Mutantes em toda a carreira porque os Strokes são um fenônemo midiático c/ data de validade, o som é datado e os críticos que tanto puxam o saco num disco decretam a irrelevância da banda no outro.
Ao contrário de você que sempre acompanha bandas novas e antigas, primadonnas tipo Luscious, Thiaguito e Massari só se referem a bandas mais antigas quando tem alguma turnê etc.
O conceito indie não tem mais muito a ver c/ música, e sim c/ uma comichão efeminada por novidades, remixes, edits etc . É preciso separar a "cena", que é um universo artificial, da música em si.
O excesso de bandas se deve tb ao entusiasmo amadorístico e afetado por tudo que seja novidade, as bandas não recebem uma sinalização crítica e acabam acreditando no hype.
4 Jun, 2009 às 2:07 PM O pessoal ten razão: o Placebo tá com batera novo mesmo, foi maus o erro do blog. E o disco, ao contrário do que muitos estão dizendo, parece ser bacana. Pelo menos o primeiro single, "For What It’s Worth", é fodão, como vocês podem conferir no vídeo que está na Zap. Pesada, glam e dançante, já será tocada no meu set sábado da semana que vem na Outs.
Bom, mais sobre o disco até a tarde/noite deste sábado porque a coisa vai ficar punk pro meu lado a partir de hoje, quinta: tenho festa pra ir no Belfiori hoje, com show do Mickey Junkies, depois emendo no Inferno na convenção da Chili Beans (festa só pra convidados). Amanhã, Inferno novamente na despedida dos Borderlinerz, e no finde a Popload Gig na Clash.
Espero soberviver e aguentar tudo isso pra poder falar do Placebo, hehe.
E Jéssicaaaaaaaaaaaaa! Ti amuuuuu, kkkk. Beijão pra vc, nos vemos sim no sábado, no Ecos Falsos.
Beuda: pára de ser pé-de-cana e vai com o zapper hoje pra "naite", uia!]
Ah, e fiquem de olho neste mesmo post que daqui a pouco (até o final da tarde), entram os nomes de quem vai na faixa na Popload Gig, cortesia de dear Luuuuuuuuusssssssciiiiiiiiiooooouuuuuusssss Ribeiro e do pessoal sempre atencioso lá da Clash Club. Até já!
4 Jun, 2009 às 2:37 PM Rotina
4 Jun, 2009 às 4:55 PM Finatti,
Vai me desculpar, mas acho injustas suas palavras sobre a cena nacional. Concordo que tem muuuita merda rolando por aí, mas tem coisas boas também e você não fala delas há algum tempo.
Do ano passado pra cá, dezenas de artistas decentes lançaram discos sem que você escrevesse uma só palavra sobre eles. Quer ver? Vai uma listinha rápida, de cabeça mesmo, de artistas que mereciam ser comentados:
Volver, Nervoso & os Calmantes, Moptop, Beto só, Renato Godá, Poléxia, OAEOZ, Nancy, Plástico Lunar, Móveis Coloniais de Acaju, Rômulo Fróes, Pullovers, Disco Alto, Pélico, Curumin, Luisa Mandou um Beijo, Frank Jorge, Julio Reny, Momo, Tor, La Carne, Wonkavision, Zeca Viana, Cabeza de Panda, entre outros.
Não que todos esses artistas sejam maravilhosos e tenham lançado obras-primas, uns aí eu nem gosto. Mas o fato é que são relevantes para os acanhados padrões nacionais e devem ser pelo menos citados por quem pretenda ser levado a sério como crítico de rock/pop brasileiro.
Sugiro, com a melhor das intenções, que você não fique esperando as coisas caírem no seu colo. Dê uma olhada por aí, veja o que sai no Senhor F, no Scream & Yell, no Bacana, no Trama Virtual.
Verá que o rock brasileiro atual pode até ser um brejo imundo, mas que nele ainda nascem algumas belas flores.
Abraço!
5 Jun, 2009 às 11:55 AM a mentira de um produto fake te levou pro tédio da rotina e da infelicidade
5 Jun, 2009 às 5:03 PM Placebo é um lixo, parece um Rush (aaaarrrrrrgh!!!) tocando em festa de indieboiolas. Medonho.
6 Jun, 2009 às 2:37 AM Muito bem parabéns ao Fabio Said.
Soube argumentar muito bem sem te ofender pessoalmente como fazem ou faziam seu correlegionários de site.
6 Jun, 2009 às 10:48 AM Finatti, a cena indie nacional sempre foi mediana, salvo algumas excessões falta qualidade musical, aquilo que conversamos algumas vezes.
abs
6 Jun, 2009 às 4:09 PM De fato, vejo que o comentário sobre a má qualidade que se abate sobre boa parte (não toda) da indie scene nacional atual, está rendendo uma boa discussão aqui, e se isso está acontecendo fico contente pois um dos objetivos do que é publicado no blog é justamente esse: suscitar boas discussões aqui.
E o comentário do Fábio foi realmente elegante e muito correto. Só discordo quando ele lista os artistas que deveriam ser citados aqui pois boa parte dos nomes por ele mencionados já foram citados inúmeras vezes na Zap (como Moptop, Moveis Coloniais, Beto Só, Volver, Luísa Mandou Um Beijo etc.). E outros ali citados eu não sou exatamente fã do trabalho deles.
O blog está atento sim a esta cena. Mas na boa, eu sinto falta do surgimento de grupos com qualidade acima da média, como foi o caso do Vanguart, do Los Porongas, do Garotas Suecas e do Macaco Bong, só pra ficar em quatro exemplos clássicos. O MB, inclusive, é um dos destaques de matéria escrita por mim, de uma página, sobre o novo rock instrumental brasileiro, e que estará finalmente na nova edição da revista Rolling Stone, nas bancas na próxima semana.
Por enquanto é isso. Agora, estou com os ouvidos grudados no The Pains Being of Pure At Heart, sobre o qual falo melhor (junto com o novo álbum do Placebo) no próximo post.
Até já!
6 Jun, 2009 às 6:35 PM Finatti, essa é a expressão-chave: grupos ACIMA DA MÉDIA. Tem muita mediocridade por aí querendo tratamento de gênio.
7 Jun, 2009 às 11:12 AM Voltando. Acho que um dos pontos relevantes da reflexão são as referências musicais dos músicos e do público. Se o cara tem um repertório vasto e ouve (ouviu durante a vida) uma maior gama de estilos e bandas, até jazz e fusion, com certeza o cérebro vai compreender melhor a música, ele cria com mais diferenciais e soluções, a coisa fica mais dinâmica. Naturalmente a exigência sobe e o sujeito será mais crítico em relação a qualidade do que produz e ouve. Talvez, talvez, esse seja um dos fatores que limitem a qualidade das bandas e que, as acima da média, quase não existam mais. E isso, pra mim, também vale no terreno internacional. Ou seja, o rock está muito igual e nivelado por baixo. Uma prova disso é que os melhores discos desse anos são de grupos com vários anos de estrada. Tem gente ouvindo coisa mediana e achando boa, e até ótima, porque não tem referências melhores, não conhece rock afundo. Aquilo, pra ele é o melhor, quando na verdade esse melhor se diluiu em um mercado que aceita qq coisa. Por isso, na minha opinião, é importante ouvir rock desde as coisas dos anos 50 até hoje. Sem preconceitos de estilo, e também blues, soul e R&B, a raiz de tudo.
abrz
8 Jun, 2009 às 1:45 AM O que aconteceu com os ingressos para o Popload Gig???Pensei em concorrer mas imaginei que daria treta(vc e o Lucio, sei nao).Sabado foi demais --Clash lotada, showzasso do Matt+Kim e shows bons do Holger e do NOAGE. Toda a cena estava lá.Faltaram só os indies do Outs, aquela raça suja e maloqueira insuportável.Ainda bem que nao foram.Domingo teve o melhor show: The View.Amei.E ainda conheci o Lucio, que acho que estava fazendo piada sobre voce com um japones magrinho.AAAAcho...
8 Jun, 2009 às 1:35 PM Pois é Aninha, se vc prestasse mais atenção ao blog e não viesse aqui apenas pra postar comentário destilando apenas veneno, teria visto que neste mesmo post, no alto dele, estão os nomes de quem foi sorteado para a Popload Gig, os leitores Fábio Primantti e Daniel Meirelles.
E o festival, pelo jeito, foi legal mesmo. Eu acabei não indo, apesar de estar credenciado pela Clash (afinal, dear Luscious sempre foi um lord comigo e a Elaine, assessora da casa, tb). Eu tava cansadão, sou preguiçoso pra ir em shows que começam cedo (prefiro quando eles começam depois da meia-noite) e acabei desistindo. E com todo o respeito ao evento, eu não vou morrer por ter perdido No Age, Matt & Kim, Mickey Gang etc. Lamentei ter perdido o Holger e o View, que eu realmente curto. Mas como ainda tem Kooks, Cat Power, Depeche e mais uma batelada de coisas este ano, sem problema.
Abraços, minha cara leitora venenoa e causadora de intrigas.
8 Jun, 2009 às 1:41 PM Detalhe: o Outs, que vc acha tão "sujo" e "maloqueiro", vai abrigar o único show paulistano da nova tour do CJ Ramone pelo Brasil.
Mas isso eu conto melhor no novo post, que está vindo aí.
8 Jun, 2009 às 2:54 PM legal que vc é amigo da "acessora" da Clash...
8 Jun, 2009 às 3:39 PM Pois é, Aninha. Mas o "acessora", com c, fica por sua conta. A minha falha de digitação já foi corrigida.
8 Jun, 2009 às 3:53 PM Se bem que nada mais sujo e maloqueiro que CJ Ramone...
8 Jun, 2009 às 6:12 PM Tóim!! Boa finnas!! Mas TODA A "CENA" ESTAVA LÁ!!!! que cooooooooisa sensacional!!!!!!!!!! Na boa, comentários como esse me dão vontade de vomitar na cara dessa Aninha pseudo-qualquer-coisa...e ela deve ser tão limpinha não?? Com suas roupinhas de brechó, com seu all star estilizado, seus óculozinhos,desfilando pela augusta, ouvindo seu sonzinho da última moda, cursando designer/publicidade, achando que tá arrebentando...ia ficar sujinha com o meu vômito na sua cara...sabe o que vc chama de "cena"? É um bando de playboy fazendo tipo de roqueiro,ouvindo músiquinhas inofensivas e felizes, se vestindo como um desfile de moda e na verdade, querendo ver e ser visto...como você, que estava lá e viu toda a "cena" de São Paulo, cidade-favela no cú do mundo e que se acha NY, com sua "grande cena" que não faz a menor diferença pra ninguém, só pra você...um bando de mauricinho metido a doidão, dançando dois pra lá e dois pra cá e conversando sobre o quem é quem da cena...tipo uma Caras "indie" (aliás termo tão mal usado ultimamente que cada vez que escuto me dá vontade de vomitar - de novo)...na boa,sou mais as maloqueiras sujinhas que as "indies" vendidas,acéfalas,descartáveis e limpinhas.
9 Jun, 2009 às 12:46 AM bom, não esperava, mas acabei ganhando os ingressos da zap'n'roll para sábado, para a popload gig. os shows em si foram bem legais, matt e kim são muito fofos, mas stereo total já fez isso antes... as bandas não justificam o hype de sempre em torno deles... quanto à cena que lotou o lugar, se patricinhas, playboyzinhos e moderninhos que acham que estão em um desfile de moda for a cena de são paulo, esse é o preço que se paga por morar em um país desigual e sem cultura mesmo...
já a outs... bem, é um dos poucos locais em que se tocam rock n roll mesmo, sem modernidades e hypes, aqui em sp... nunca vi maloqueiros por lá... enfim...
9 Jun, 2009 às 1:49 AM fui na clash no domingo e entrei de boa com mais um acompanhante graças a zap...tenho dó de pessoas que atiram por atirar sem parar...uma hora a bala ricocheteia....