Dynamite

O sujeito aqui, um, hã... blogueiro???

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Como é a vida, não é mesmo? Dia desses o APJr., lá no Folhateen, da FolhaSP, fulminou blogueiros em geral dizendo que "blogueiro é aquele sujeito que não faz nada na vida de manhã e, à tarde, escreve sobre o que fez de manhã".

E este colunista, quer dizer, agora blogueiro, jamais se esquece do tempo em que seu amado melhor amigo e publisher do portal Dynamite, o fofo André Pomba, vivia dizendo, enquanto batia no peito: "não vou entrar na onda do blog, do fotolog, não tenho Orkut e NUNCA vou ter etc". Hoje "tio" Pomba tem Orkut, fotolog e... os blogs do portal Dynamite, que agora estão aí para a sua leitura.

São os "tempos modernos", como diria o velho e grande Bob Dylan em seu último disco.

Zap'n'roll, que detesta Orkut (mas está nele), odeia msn (mas também possui o seu) e não suporta telefone celular (felizmente, está sem essa praga já há alguns meses e está muito feliz em NÃO possuir o dito cujo) entra, também

ela, na era e no formato dos blogs, pra dinamizar ainda mais aquele bacana papo sobre rock alternativo e cultura pop que já mantínhamos com os leitores semanalmente por aqui, há cinco anos. Só que agora o papo é diário e atualizado a qualquer instante, pra deixar tudo cada vez mais atraente, saboroso e atualizado pro nosso fiel leitorado.

Então é isso. Mantendo o espírito e a filosofia que sempre norteou a coluna, sejam bem-vindos à Zap'n'roll - O BLOG! A gente continua firme e forte por aqui, cada vez mais rápido e perto de vocês, amados leitores!

* E só pra manter um pouco ainda o clima da velha coluna aqui no novo blog, avisamos ao nosso dileto leitorado: assuntos, hã, mais "importantes" e extensos, entrarão por aqui como de hábito sempre às quintas ou sextas-feiras. O restante vai sendo postado durante os dias da semana, a qualquer instante. E, claaaaaro, se alguma "bomba" pop estourar pelo caminho, entra também no ar imediatamente, né não?

* Óbvio que o roteiro de baladas e aqueles prêmios supimpas continuam por aqui, como sempre estiveram, oras.

* Tempos modernos I: o novo governador do estado de Nova York (nos EUA né, mané), David Paterson, que assumiu o lugar de Eliot Spitzer (que teve que renunciar ao cargo após a imprensa americana descobrir que ele se divertia nas horas vagas com aquelas maravilhosas garotas "de vida fácil", só que pagando os encontros com as moçoilas com... dinheiro público), já se antecipou a possíveis devassas em sua vida particular e, na cerimônia de posse ontem, quarta-feira, já foi disparando: "eu já traí minha mulher! E ela também me traiu! Mas eu NUNCA gastei dinheiro público com isso. Portanto, ninguém tem nada a ver com isso!". Ou seja: um casal liberal e feliz, bem de acordo com os dias atuais. E que se foda quem achar ruim, uia!

* Tempos modernos II: E não é que os deputados estaduais de Mato Grosso agora terão direito a poltronas "especiais" que irão "massagear" as costas e o lombo dos parlamentares, para que os pobres coitados não se cansem durante as looongas sessões de trabalho na Assembléia Legislativa daquele estado? E no fiofó deles, não vai nada não?

* Fãs brasileiros de Lenny Kravitz, podem arrancar os cabelos: a nova gig pelo país do cantor que já foi legal pacas (mas hoje em dia...), acaba de ser cancelada. Lenny viria para promover seu novo álbum, "It Is Time For a Love Revolution", e faria shows em Porto Alegre, Curitiba, São Paulo e Belo Horizonte, agora em abril. Os motivos que levaram ao cancelamento da tour não foram divulgados.

* E a xoxotosa loira Thatiana Bione dançou ontem no BBB8 que, felizmente, está chegando ao fim. Agora, com apenas quatro integrantes disputando o prêmio de R$ 1 milhão, fica a palpitante questão: quem irá ganhar a bolada? O voto do blog é para aquela dilícia cremosa do Piauí, a Gyselle.

* RIP Arthur C. Clarke, o homem que um dia previu o futuro muito antes dele chegar. Se você não sabe de quem se trata, vá ler o romance "A sentinela" ou, então, assista a obra-prima do cinema "2001 – Uma odisséia no espaço", inspirada no romance e dirigida pelo também gênio imortal que foi e é Stanley Kubrick. Só isso.

* E falando em futuro, eles continuam sendo o futuro da música pop, sempre. Mesmo passando dez anos sem gravar. Quem? O Portishead, claro.

O TRIP HOP SOMBRIO RESISTE

Há quem considere que o trip hop, sub-divisão mais plácida, etérea e sombria da música eletrônica, surgida nos anos 90’, está um tanto fora de moda e "aprisionado" na década em que foi criado. Pode ser. Afinal, o que sobrou de relevante no estilo na última década e meia? De quem você se lembra, de sopetão, ao falar em trip hop? Massive Attack? Portishead? Quem mais??? Não se recorda? Pois é. Pior ainda se, dentro de um gênero considerado por muitos como "datado", determinado artista resolve ficar uma década sem lançar nada inédito. Em uma época onde tudo é hiper veloz, onde a cultura pop globalizada via internet cospe bandas em série e onde grupos têm carreira que muitas vezes não duram mais do que um ou dois discos, ficar dez anos sem lançar um álbum pode, mesmo, ser a sentença de morte para o tal artista, hã, "preguiçoso".

Mas se o nome em questão for o Portishead, aí tudo muda nessa história. Nome fundamental da geração trip hop inglesa que surgiu no início dos 90’ (a banda surgiu em Bristol, em 1991) e que está finalmente prestes a lançar seu novo álbum de estúdio (intitulado "Third", e cujo lançamento mundial está previsto para o próximo dia 28 de abril; mas claaaaaaaro que o disco já vazou à vontade pela net), o trio formado pelo tecladista e multiinstrumentista Geoff Barrow, pela vocalista Beth Gibbons e pelo guitarrista Adrian Utley, literalmente assombrou e apavorou o público e a crítica inglesa quando lançou, em 1994, o fodástico "Dummy". Sim, aquele mesmo, de capa azul e que trazia uma sonoridade pra lá de bizarra, combinando nuances eletrônicas com ambiências sinistras, sorumbáticas e de apelo extremamente sedutor e hipnótico. E por cima de tudo isso vinha aquela voz divina, angustiante, cortesia da deusa loira Beth Gibbons. O mundo caiu de joelhos, "Glory Box", "Roads" e "Sour Times" varreram as rádios e pistas mais descoladas do planeta e o trio se tornou o nome hot do então nascente trip hop. Três anos depois o grupo lançou seu segundo disco, homônimo – e tão espetacular quanto o primeiro – e, um ano depois, editou um álbum ao vivo, o igualmente chapante "Live in Roseland NYC".

E aí o Portishead sumiu. Por uma década.

Como foi dito logo no começo deste tópico, tempo demais de ausência pra qualquer artista numa época em que bandas são lançadas, digeridas e esquecidas pelo público em questão de semanas.

Só que estamos falando do Portishead. E aí, felizmente, o nome do grupo faz toda a diferença. Pois mesmo tendo se ausentado por um período tão longo e mesmo tendo corrido o risco de ser "atropelado" por zilhões de novas tendências do pop meteórico dos dias atuais, ainda assim o trio de Bristol voltou com um disco descomunalmente atual e fodão. "Third", o terceiro trabalho de estúdio do grupo, poderá não causar o mesmo impacto que "Dummy" causou há quase quinze anos. Mas, mesmo assim, mostra uma banda anos luz à frente de muito que é lançado todos os dias nos MySpace da vida. Tudo continua sendo processado através de paisagens eletrônicas estranhas, soturnas e etéreas. Mas, ora ora, surpresa! Há guitarras psicóticas e rockers em "We Carry On", há uma bizarra vinheta folk (!), com direito a viola, em "Deep Water" e há psicodelia agônica em "Small". E, como de hábito, há o trip hop classudo e dark de sempre – e aí você pode escolher ouvir "Threads", que fecha o cd, ou ainda a belíssima e sufocante "Hunter" (sim, você vai achar que está diante de alguma cena aterradora de um filme de David Lynch), ou mesmo "Nylon Smile". Como se não bastasse tudo isso, o álbum ainda é aberto com uma voz masculina dizendo a seguinte frase: "Esteja alerta para a regra dos três. O que você dá, retornará para você. Essa missão, você tem que aprender: você só ganha o que você merece".

Bizarro? Apavorante? Genial? Fodam-se as definições, conceitos e impressões. "Third" já toca sem parar no sound system deste agora "blogueiro" (cazzo, que adjetivo horrível, afe), e vai entrar tranquilo lá na frente na lista dos melhores discos de 2008. E detalhe: Beth Gibbons, aos 43 anos de idade, continua cantando de forma divina. Precisa algo mais?

* Se "Third" vai sair no Brasil? Bien, o selo é Island, aqui representado pela Universal. Então, só ela pode responder.

* O primeiro single de trabalho do disco é para a mortífera "Machine Gun", que já tem clip disponível no site oficial da banda (www.portishead.co.uk). Mas no bom e velho Youtube, há esta versão ao vivo da mesma música:

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ACELERANDO COM O NOVO DO REM

Yeeeeeeesssssss!!! "Accelerate", o novo e desesperadamente aguardado novo álbum do REM, também já rola bonito pela internet. O lançamento oficial de sua versão, hã, "física" (quer dizer, o velho cd), está marcado para o próximo dia 1 de abril. E nosso querido chapa Cristiano Viteck, sujeito que manja horrores de rock’n’roll, ouviu e amou. Aliás, na nova fase do portal Dynamite, vai fazer falta um blog assinado por mr. Viteck.

Bão, Zap’n’roll fala logo mais sobre o disco, okays? Por enquanto, você fica com a capa e a contra-capa de "Accelerate", que são essas aí:

 

 

 

 

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ADAM GREEN – CONHECE?

Nestes tempos de culto renovado ao mestre Bob Dylan e de redescoberta de uma certa linhagem folk no indie rock americano, nada como dar uma voltinha por aí e trazer para nosso amado leitorado, algumas linhas sobre um sujeito que é um dos destaques deste movimento "neo" (ou seria anti?) folk. A coluna está falando de Adam Green, 26 anos de idade e que lança agora seu novo álbum, "Sixes & Sevens" (pelo graaaande selo inglês Rough Trade, o eterno lar dos saudosos Smiths). O disco, que possui nada menos do que vinte músicas (!), mas sendo a maioria de duração bem curta, estava dando sopa em lançamento exclusivo no MySpace até anteontem. E foi lá que o blog o ouviu integralmente e gostou do que ouviu – um material variado que vai de plácidas, bucólicas e melancólicas canções tramadas apenas com voz e violão, a outras mais rockers, barulhentas e salpicadas de ruídos e efeitos estranhos. Porém, se alguém aí quiser ir até a página do cantor no MySpace pra também ouvir o lançamento, esqueça: o disco desapareceu de lá sem maiores explicações – alô querido "sobrinho" Luigi Cezar Pimentela, onde está o álbum do Adam Green?

Mas... quem é essa figura, afinal? Bom, não dá pra falar de Adam Green sem falar do grupo Moldy Peaches e do filmaço "Juno", que está encantando platéias mundo afora desde que foi lançado nos cinemas no início deste ano. O Moldy Peaches foi um grupelho neo folk que surgiu por volta de 2000, formado por Green e pela cantora e compositora Kimya Dawson e que, sem ser nenhuma maravilha (mas também não era ruim), acabou ganhando uma certa aura "cult" na indie scene americana, especialmente entre os fãs de grupos low fi (aquelas bandas que professam que "menos é mais" na hora de compor e gravar músicas). O duo lançou apenas um cd, homônimo, em 2001, fez algumas gigs pelos EUA e ficou por isso mesmo. Green e Kimya foram, então, cada um cuidar da sua vida. Ele se lançou em carreira solo modesta, também de aura "cult" e lançou quatro álbuns entre 2002 e 2006. A história dele e do Moldy Peaches talvez tivesse terminado aí, se não entrasse o fator "Juno" em seu caminho.

E que fator! Tremendo sucesso pop cinematográfico nos Estados Unidos e até no Brasil, "Juno", a história fofíssima da teenager de dezesseis anos de idade que engravida do colega de colégio e que é apaixonada por rock’n’roll e folk music, ressuscitou a carreira do Moldy Peaches e, por extensão, do próprio Adam Green. Afinal, ambos tiveram a sorte de ter várias canções suas incluídas na trilha do filme (que vendeu, somente no mercado americano, mais de 500 mil cópias, isso numa época em que ninguém mais compra cds) pois tanto a atriz Ellen Page (que interpreta Juno) quanto a maluca e estilosa roteirista do longa, Diablo Cody, são fãs de carteirinha do... Moldy Peaches, oras. Inclusive "Anyone Else But You", a belíssima música que encerra a fita, cantada em dueto por Juno e seu namorado, é uma das faixas da trilha que foi originalmente composta pelo MP.

Bão, e o novo álbum de Adam, representa a contento? Como já foi dito laaaaá em cima, é um disco com vinte músicas e é bacana se você curte essa parada de folk music – um tipo de som pelo qual Zap’n’roll, na verdade, sempre teve um certo apreço. Em várias delas o cantor e compositor realmente dá vazão à pretensão que possuía na época do MP em criar um pseudo "anti folk", que seria algo como subverter a ambiência natural da música folk (com seus violões sempre em tonalidade baixa e as letras tristonhas desvelando versos de cunho sentimental ou político), insuflando-a com um pouco de noise, alguns pianos e ruídos realmente estranhos. Em outras, como no primeiro single de trabalho e que se chama "Morning After Midnight", Green vai de fato às suas raízes acústicas e aí mostra que possui a manha pra compor delicadas e doces melodias.

Enfim, em tempos de Bob Dylan, Cat Power, Vanguart, Bad Folks e da genial Mallu Magalhães, fica a dica humirde do blog: procure conhecer o trabalho do rapaz (procure na net porque é claaaro que nenhum disco dele JAMAIS irá ser lançado no Brasil). Adam Green está aí para garantir a continuidade de um gênero do pop que já deu ao mundo um mestre como mr. Robert Zimmerman.

* Pra saber mais sobre Adam Green, é simples, vai lá: www.adamgreen.net.

* Vídeos do sujeito? No Youtube tem vários e a coluna selecionou este aí embaixo, da bonita e intensa "Baby’s Gonna Die Tonight", que ele compôs no início de sua carreira solo:

ELA É A MULHER DIABO!

 

E já que falamos em Adam Green, Juno e tals: o nome verdadeiro dela pouca gente sabe. Mas pode chamá-la de Diablo Cody. Sim, ela mesma, a estilosa, maluca, tesuda e descoladíssima roteirista daquela fofura chamada "Juno". Pois Cody foi a responsável pelo único Oscar ganho pelo filme – o de roteiro original – que já virou o hit cinematográfico indie da temporada. E a garota de 29 anos causou furor na entrega do prêmio, ao surgir com seu vestido de pele de oncinha e suas tatuagens em meio à caretice visual reinante entre as celebridades que estavam no auditório onde era entregue o velho Oscar. Diablo Cody, além de tudo, é muuuito sagaz, inteligente e escreve sobre sua vida em dois blogs (um deles pode ser acessado em www.diablocody.blogspot.com, fora que ela também está com página no MySpace, www.myspace.com/diablocody), e já foi objeto de matéria em vários cadernos culturais e teens da imprensa pop brazuca nas últimas semanas. Por isso, Zap’n’roll nem vai ficar babando muito pela bela mas diz com satisfação que já virou sua fã. E se alguém aí ainda NÃO assistiu "Juno", está marcando feio.

 

POUCAS & BOAS

* Saiu a programação do Abril Pro Rock 2008. Ele rola dias 11, 12 e 27 de abril em Recife e além dos nomes do pop e do rock nacional que foram escalados, a produção do já veterano evento (um dos principais do calendário rocker brasileiro) também confirmou as presenças dos New York Dolls, dos Bad Brains, dos neo-zelandeses do Datsuns, além dos metálicos Helloween e Gamma Ray. É, tá bom, tá bom. Mas o APR já foi melhor e mais vanguarda do que isso.

* Tá legal, Stephen Malkmus vai reunir o Pavement novamente em 2009. Um dos grandes nomes do indie low fi americano do início dos anos 90’, o Pavement era deus pra garotada junkie e maluca que frequentava o Espaço Retrô da rua Fortunato, em Sta, Cecília, centrão cracker de Sampa naquela época (e como, Zap’n’roll nunca se esquece do que passou ali, entre trepadas antológicas com bocetas quentes e lesadas por álcool e "padê" nos banheiros do club, e algumas "pipadas" pela região quando saía do bar, já de manhã, na fase em que o doidaralhaço trintão jornalista estava meio "pêgo" pelo cachimbo, kkkk). Mas a banda, na real, gravou dois álbuns sensacionais ("Slanted & Enchanted", de 1992, e "Crooked Rain Crooked Rain", de 1994, e que chegou a produzir o mega hit indie "Cut Your Hair") e depois se tornou algo repetitivo nos discos seguintes, nunca mais conseguindo atingir a excelência composicional dos dois primeiros trabalhos. O grupo acabou em 1999 e Malkmus se lançou em uma carreira solo ainda mais pentelha, chegando inclusive a tocar no Brasil, em show assistido e detestado por este colunista na chopperia do Sesc Pompéia, em São Paulo. Resumo da ópera: este comeback do Pavement, para comemorar os vinte anos de fundação do conjunto, não causa a menor comoção nestas linhas zappers, sorry. Há coisas mais importantes para serem vistas e ouvidas no atual rock alternativo planetário.

* Ah, sim: anda-se falando muito em folk music e tals. Pois é bom lembrarmos ao nosso ilustre leitorado que nesta quinta-feira, 20/3, o grupo curitibano Bad Folks faz aparição relâmpago em Sampalândia, tocando na festa da loja virtual Peligro, no Milo Garage. Cult band das mais geniais deste país, os Bad Folks são sensacionais e talvez sejam o Vanguart mais afolkalhado e que não deu tão certo, afinal. Show imperdível, sendo que o blog estará por lá, claaaaaro.

* Aliás, a quinta-feira está imperdível em Sampalândia, como você vai ver já já no roteiro de baladas para o feriadon da Páscoa. Vai dar gosto não viajar e ficar por aqui mesmo.

RECUERDOS – UMA FOTO E UM VÍDEO

Os anos 80’ continuam gritando na orelha de todo mundo que curte rock e música pop. E não dá pra falar de anos 80’ sem falar do pós-punk inglês de Cure e Jesus & Mary Chain.

Pois entonces: abaixo, mais uma pic tirada do show realizado por Bob Smith e cia., no último dia 25 de fevereiro, em Munique, na Alemanha. A foto foi tirada pela lindaaaaaa Sabrina Kaltner, correspondente deste blog zapper em terras alemãs, e que acompanhou o show, tendo feito uma ótima crítica do mesmo na nossa já veeeelha coluna Zap’n’roll.


 

E como o gonzo blogger aqui está em fase, hã, sentimental, mais um vídeo, o que mostra a cena final do sensacional "Lost In Translation", tendo como trilha a igualmente sensacional "Just Like Honey", do JMC. "Encontros & Desencontros", todo mundo tá careca de saber, é mais um dos filmes geniais que foram dirigidos por Sofia Coppola nos últimos anos. E a cena em questão invadiu a memória destas linhas zappers no último finde, quando o velho blogueiro ficou sabendo que sua dileta amiga de anos, a gostosíssima e louca Patrícia Cortez... casou. Pois é, a Pat louca, peituda e loira, que se formou em letras e era apaixonada por poesia, álcool e todos aqueles sons inesquecíveis do pós-punk britânico.

Felicidades na nova vida de casada, Pat, é o desejo sincero deste espaço rocker online.

FERIADON NA BALADA: FOLK E ANOS 80’

Pois é, outono chegou, calor chato voltou e pelo menos tem feriadon de Páscoa pro povo viajar ou ficar por aqui mesmo, na Sampalândia. Assim, vai vendo como a quinta-feira tá animada no circuito rocker alternativo da cidade: no Milo Garage (rua Minas Gerais, 203, Higienópolis, região central de São Paulo), na festa da loja virtual Peligro, vai Ter showzaço dos curitibanos do Bad Folks. Já no sempre legal projeto "Subversões", lá no Astronete Bar (rua Matias Aires, 183, Consolação, centrão rocker de Sampa), os grandes clássicos do pós-punk inglês serão revisitados pelo grupo X-Devotion, que tem a delíciosa e linda Rosana nos vocais. O clima anos 80’ prossegue na festa Control, no Inferno Club (rua Augusta, 501, centro de Sampa), com show do grupo Strange Mode, que faz covers de responsa do Depeche Mode. E do outro lado da rua, no sempre bombado club Outs, tem noitada punkster com Cólera e Rock Rocket, que estarão mandando bala no palco fazendo tributos imperdíveis pro Clash e pros Ramones. Legal, né?

Mais baladas no finde? Logo mais, aqui no nosso blogão zapper.

PRÊMIOS: CALMA QUE AINDA DÁ TEMPO!

Com a versão blog da Zapinha entrando aos poucos no ar, vamos fazer assim: continua mandando seu pedido amigo lá no finatti@dynamite.com.br que seremos generosos e iremos segurar por mais alguns dias os 10 cds do Vanguart, cada um acompanhado de um exemplar da revista Outracoisa, com matéria com os cuiabanos, que inclusivem agitam o palco do Inferno amanhã, sexta-feira. Então, mão no mouse e booooa sorte!

E POR ENQUANTO...

Ficamos por aqui. Até daqui a pouco, ou a qualquer momento em edição extraordinária, rsrs.

 

3 respostas para “O sujeito aqui, um, hã... blogueiro???”

  1. André Pomba Disse:
    Faltou vc lembrar que eu tive que insistir muito pra vc fazer uma coluna semanal no site. Vc relutava, depois achava que deveria ser quinzenal, mensal... Pois é, e agora está aí com um blog de atualização diária ou mesmo a cada hora se vc quiser. Todos mudam e se adaptam, só acho que vc precisa fazer posts mais curtos e divididos por assunto, assim aumenta o interesse do leitor e gera mais visitas e repercussão. De qualquer forma, parabéns pelo Zap'n'blog e longa vida a ela na Dynamite.
  2. L.Chehebe Rocha (Second Time) Disse:
    Boa sorte. Que o blog possa inspirar uma penca de gente e tornar a vida um pouco mais interessante e bacana.
    Continuo batendo bola contigo; agora mais, através dos blogs.

    Gde abraço

    L. Rocha
  3. Avogadrus Disse:
    A caminho do Flogão, onde todos vão se encontrar e Longa Vida!!!

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