A vida é dura.
E doce, ao mesmo tempo. E os dois lados podem conviver diariamente, o tempo todo, em sua existência. Por exemplo: esta semana teve aumento de condução em Sampalândia (metrô e trens urbanos, sendo que o aumento do busão também agora é questão de tempo), mais uma pilantragem que o tucanato joga em cima do povaréu miserável e tenta justificar como sendo necessário para manter a qualidade dos serviços metroviários. Por outro lado, e no meio da correria de sempre, Zap’n’roll teve uma das mais agradáveis tardes de sua vida nos últimos meses, ao ir almoçar na terça-feira com seu chapa de anos, Celsinho Fonseca, sendo que ambos se conheceram lá pelos idos de 1988 na redação do Jornal Da Tarde, depois tramparam por algum tempo juntos na revista Istoé e a amizade, sólida, permanece até hoje. Fonsa, além de ótimo profissional (hoje, está no jornalismo da Record), também é do rock’n’roll e seu papo sempre é agradável. E como se não bastasse a ótima cia. no repasto do início da tarde, o blogger zapper ainda foi fazer uma visita aos seus diletos amigos na redação da Rolling Stone, no final do dia. Clima animado e descontraído por lá, com o querido José Júlio também visitando a redação, Mr. Alderaba (ou Paulo Cavalcanti, a lenda em pessoa do jornalismo que cobre preciosidades históricas da música pop) fazendo as honras da casa e a trinca de editores Quinho, Pablo (o super monge japa zen!) e Ademir sempre simpáticos, atenciosos e de ótimo humor. É esse lado dolce da vida (perceber por exemplo que não há, aparentemente, guerra de egos, disputas veladas e fogueira das vaidades crepitando em uma redação unida de uma mega revista, como é a Rolling Stone) que faz com que consigamos suportar melhor o hard side dessa parada toda. Um lado doce que também faz com que grandes discos do rock brazuca já comecem a circular desde já em 2009, como os cds do Pública e do paulistano Dest_lado. Enfim, a vida segue em frente, entre a metade prazerosa e a face mais amarga. Mas, se não fosse assim, que graça teria tudo isso?
* Reclamação pública e de ordem econômica: dona Telefonica, vai tomar no cu! O serviço da empresa é horrendo desde sempre, as tarifas são caríssimas e nos últimos dias, com os dilúvios quase diários que estão se abatendo sobre Sampa, a conexão de intenet fornecida pelo péssimo Speedy está pior do que nunca, com oscilações grotescas o tempo todo – nem uma pré-histórica conexão discada cai tanto, a todo instante. Esse é um dos motivos (não o único, é verdade, mas um dos principais) pelos quais o blog está tendo número reduzido de posts esta semana. Agora, reclamar pra quem? Pro Procon? Pro Papa? Pra própria Telefonica, que não está nem aí com os seus clientes otários? Por que esses espanhóis de uma figa não se mandam daqui, e deixam o lugar pra quem quer de fato prestar um bom serviço na área de acesso à internet?
* Quem diria... FHC finalmente abriu o bico tucano, e se pronunciou publicamente favorável à descriminalização da maconha. Pena que ele não teve esta atitude enquanto era presidente da república...
* Fina’s addiction. Ou, o novo vício implacável de Zap’n’toll (tirem as crianças da frente do micro!): Ovomaltine! Yeeesss!!! Por que essa bodega é tão boa, alguém aê pode explicar?
* Falando em vícios (hihi): Pete Doherty, nosso herói junky, está de volta. O moçoilo está na capa da NME desta semana e lança a qualquer momento seu primeiro disco solo – sim, solo, fora os trabalhos que ele já lançou com os finados Libertines e com os Babyshambles. A conferir, pra ver se vale à pena.
* E NA WIKIPEDIA... – Pois não é que Zap’n’roll, alertado pela querida amiga espanhola Karin, está citada na mundialmente famosa enciclopédia virtual? Está lá, no verbete (em português) "Jornalismo gonzo": "...LIVROS E FILMES - As matérias de Thompson viraram livros, que se tornaram best-sellers na categoria; e até filmes: "Where the Buffalo Roam", dirigido por Art Linson em 1980, com Bill Murray no papel de Thompson; e Fear and Loathing in Las Vegas (lançado no Brasil como "Medo e Delírio"), dirigido por Terry Gilliam em 1998, com Johnny Depp no papel de Thompson e Benicio del Toro como seu advogado; além de um documentário feito para a TV em 1978, "Fear and Loathing in Gonzovision". E é claro, sem esquecer de Humberto Finatti (também conhecido por Finas), no Brasil". Uia! Por essa, nem o blogger maloqui e modesto esperava, rsrs.
* HAVE A ELECTRIC GUITAR – O zapper carente e pimpão ficou tão contente com a citação na Wikipedia, que não perdeu tempo: comprou uma guitarra! Isso mesmo! E vai estreá-la em seu dj set neste sábado no clube Outs, em Sampa. Quem quiser ir, está convidado desde já.
* Entonces, Chris Brown deu uns tabefes em sua namorada, a gostooosaaa cantora Rihanna, e agora foi jurado de morte pelo rapper Jay-Z, descobridor e "protetor" da agredida. Esse povo do rap americano é mesmo do mal, afe...
* Vinte e cinco mil reais em pescoços de frangos, pra alimentar leões no zoológico? Aconteceu em Uberlândia, interior mineiro...
* Enquanto isso, no Orkut, Zap’n’roll recebeu a seguinte mensagem no notion em seu scrapbook: "Vanguart: Vejo que você tem um ótimo gosto musical, tenho certeza que se ouvir a banda Vanguart, vai amar!!! É uma ótima chance de conhecer novos artistas. A banda é composta por 2 (!) integrantes, Helio (vocal e violão) David Dafré (guitarra), Reginaldo Lincoln (baixo), Luiz Lazzaroto (teclado) e Douglas Godoy (bateria). Eles foram a revelação da música independente. Já estouraram com o hit "Semáforo" e agora voltam com um novo cd/dvd. Entre no meu perfil (scrap) e ouça alguma de suas músicas. Veja também o site oficial http://www.vanguart.com.br/ .Fique ligado pois eles irão bombar!!!". Nuoooffaaa, seeério??? Oxe, não é que Zap’n’roll nunca tinha ouvido falar desse tal Vanguart? Hihihi. Falta de noção é o que mais existe no Orkut, claaaro
* E chega de bobagem nesta bodega blogger! Vamos ao disco fodão do Pública, que os gaúchos merecem!
COMO NUM FILME INDESCRITÍVEL
Pública é do caralho, ponto. O quinteto gaúcho formado pelo vocalista, letrista e guitarrista Pedro Metz, pelo também guitarrista Guri Assis Brasil, pelo tecladista João Amaro, pelo baixista Guilherme Almeida e pelo baterista Cachaça, já havia disponibilizado em sua página na internet para download gratuito e integral seu segundo trabalho de estúdio, "Como num filme sem um fim", desde o final do ano passado. Agora, a versão física do trabalho chegou às lojas e a banda, amigona destas linhas rockers online há tempos, enviou uma cópia do disquinho para o blog. Já se tornou o cd mais ouvido por Zap’n’roll em seu sound system desde que chegou aqui. Trata-se de uma maravilha recheada de canções buriladas com esmero, com grandes arranjos e ótimas harmonias, e tudo ao mesmo tempo pop e radiofônico. Mas um pop classudo, que dá tesão e gosto de ouvir. Como se não bastasse, as letras escritas por Pedro – um vocalista de extensão vocal miúda, é verdade, mas que compensa esta "deficiência" com interpretações eivadas de pathos e garra – desvelam imagens arrebatadoras, possuem uma qualidade muito acima da média do que se ouve e lê atualmente no paupérrimo indie rock nacional e soam como poesia sentimental (e longe de ser piegas ou pueril) e pungente. São versos e histórias amargas, polaroids que flagram uma existência onde há pouco espaço para a alegria fútil e sem sentido. Também capturam sentimentos de abandono, solidão e saudade. E tudo isso, no entanto, sem um pingo de auto-piedade ou comiseração.
O autor deste blog conhecia o Púlica apenas de nome até o grupo lançar seu primeiro álbum, "Polaris", no final de 2006. A banda já existia há cinco anos – foi formada em Porto Alegre, em 2001. E quando recebeu o disco e o ouviu, caiu imediatamente de amores pelo conjunto. Afinal, não é todo dia que cai nas suas mãos um compêndio absurdo de músicas que evocam Beatles, pós-punk inglês e britpop, tudo moldado na melhor escola do rock gaúcho e tocado por cinco músicos competentes na arte de engendrar ótimas canções. Não foi à toa que o trabalho acabou sendo eleito um dos melhores daquele ano por este blog (então ainda uma coluna online), e também por diversos outros sites dedicados ao rock alternativo.
Pois "Como num filme sem um fim" é ainda mais bem gravado, produzido e resolvido estética e musicalmente do que seu antecessor. Ele começa pop e excelente com "Quarto das armas", "1996" (que, vejam só, está tocando em uma fm rock paulistana) e "Casa abandonada" (que, ok, começa beeem legal com sua melodia brit e não precisava daqueles metais que se imiscuem na melodia da metade até o final da faixa). Os pianos e teclados Wurlitzer são muito bem utilizados e dosados em "Canção do exílio" e o Pública se permite até a experimentar uma "marchinha" boggie em "Sessão da tarde", com domínio de sopros e teclados na canção. O rock de acento britpop retorna em "Há dez anos ou mais", mas o disco ganha uma intensidade e experimentalismo inesperados em suas últimas músicas. E isso fica evidente na fortíssima e terrivelmente amarga faixa-título (com uma letra densa, sem refrão e conduzida por pianos dramáticos e cordas algo sombrias), o grande momento de um álbum que é, sem dúvida alguma, o primeiro grande disco do rock brasileiro em 2009.
A cena musical/cultural brasileira continua absurdamente injusta, e bandas bacanas como o Pública sofrem com essa injustiça de uma maneira cruel. Houvesse justiça neste país miserável e de população desdentada e onde a indústria cultural aiunda despeja seus produtos na mídia à forceps (no caso da música, especificamente, o calhorda jabá ainda manipula a programação das grandes redes de rádio), bandas como o Pública e o Vanguart estariam tocando o dia todo em boas emissoras fms. Mas não rola. O que resta, então, é correr atrás do álbum dos gaúchos (via net ou comprando o cd), mesmo porque o próprio rock independente brasileiro cresceu assombrosamente em quantidade nos últimos anos, mas decaiu na mesma proporção em qualidade.
E o Pública é fodão, pode ter certeza disso. Como pode correr tranquilo atrás deste sensacional "Como num filme sem um fim".
* Só pra constar: detratores de plantão vão xingar o blog de aético pra baixo por causa deste texto sobre o disco do Pública. Tudo porque o nome do autor destas linhas zappers consta na lista de agradecimentos que está impressa no encarte do cd. Foda-se! Zap’n’roll já abriu mão de resenhar o disco na Rolling Stone, em função desta citação de seu nome no encarte. Aqui, um espaço mais pessoal e autoral, não deixaríamos de forma alguma de dizer o que achamos do discão.
* Mais Pública, vai lá: www.publicaoficial.com www.tramavirtual.com.br/publica e www.myspace.com/publicarock.
PÚBLICA EM VÍDEO
Aí embaixo, no clipe de "Long Plays", uma das melhores músicas do primeiro disco do quinteto gaúcho.
Pública – "Long Plays"
COMO NUM FILME SEM UM FIM – A LETRA
Se o encanto se quebrou. Se esqueceste o que é amor. Se de um verso fez canção. Contemplando a solidão. Se almeja o que não tem. Se despreza o que possui. Se entre as pedras e os espinhos. Um caminho ainda conduz. Quem sabe alguém. Merece mais o teu amor. Se só ficou, só se deixou, transparecer a tua dor. Acordei sem nem dormir. Haviam pessoas no jardim. Uns brincando de viver. Uns vivendo sem sorrir. Logo a tarde anunciou que o futuro era azul. E o sol se recolheu deixando sombra onde era luz. Então alguém, que tanto fez, e não se esquece mais de ti. Chorou em vão. E o coração. Como num filme sem um fim, sem um fim.
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MAIS DISCOS INDIES DAQUI – ALGUNS, SEM QUALIDADE
A safra do comecinho de 2009 tem sido boa pro novo e emergente rock nacional. Mas... como já foi dito mais acima, no texto sobre o Pública, este blog tem detectado que sobra quantidade e falta qualidade nos novos lançamentos, principalmente na questão das letras.
Nas últimas semanas, chegaram até às mãos do blog o novo disco dos Borderlinerz ("A verdade sobre a mentira"), a estréia em cd do trio carioca Radiotapes e também a estréia do quinteto paulistano Dest_lado (sim, grafado assim mesmo), sendo que este último foi a grande e grata surpresa do pacote. Mas isso estas linhas zappers explicam melhor no próximo post, no ar lá pela próxima terça-feira.
Por hora, fica a constatação – chata, diga-se – de que o rock independente brazuca não vai bem em termos de idéias. A cena está lotada de bandas, que pouco ou nada têm a dizer de realmente aproveitável. Talvez, por isso mesmo, grupos instrumentais como Macaco Bong, Hurtmold, Elma, Pata De Elefante etc. estejam ganhando um destaque absurdo e merecido neste cenário, um cenário que (o blog apurou) vai ser objeto em breve de um matéria em uma mega revista brasileira.
Fiquem de olho! E no próximo post, falamos dos Borderz, do Radiotape e do Dest_lado em detalhes. Pode aguardar.
É TEMPO DE FESTIVAIS – GRITO ROCK
Carnaval chegando e o Brasil rockando, hihi. Deste finde até a semana do reinado de Momo em si, pelo menos quarenta cidades brasileiras irão receber o festival Grito Rock, já um dos principais eventos do calendário musical anual independente brasileiro.
A "nave mãe" da parada é, óbvio, Cuiabá, onde tudo começou há seis anos e onde Zap’n’roll esteve por diversas vezes (agora, o blog é "persona non grata" por lá, rsrs, pelo menos diante da produtora que organiza o GR em HellCity). Curiosamente, o line up do Grito Rock de lá não está dos mais atraentes este ano, sendo que já houve edições melhores do festival na capital do Mato Grosso. Sim, vai ter uma renca de bandas bacanas por lá, como Ludov, Daniel Belleza, Linha Dura (hip hop fodão local), Filomedusa, Nevilton e o já hour concour Macaco Bong. Mas também há muitos grupos desconhecidos e alguns sem condições de se apresentar em um festival desde porte (e aí, sabe-se lá os critérios que foram levados em conta para que estes grupos entrassem na programação).
Enfim, a programação do Grito Rock 2009 em Cuiabá, é esta aí embaixo:
20/02 SEXTA FEIRA
02:30 Cenobites (Holanda)
www.myspace.com/cenobitespsycho
02:00 Linha Dura (MT)
http://profile.myspace.com/linhadura
01:30 Mini Box Lunar (AP)
www.myspace.com/miniboxlunar
01:00 Valdez (DF)
00:30 Ebinho Cardoso Trio (MT)
00:00 Gloom (GO)
23:30 Vinil Laranja (PA)
23:00 Leao sem dentes (MT)
palcomp3.cifraclub.terra.com.br/leaosemdentes/
22:30 Marttyrium (AP)
22:00 Previas
21/02 SÁBADO
02:30 Ludov (SP)
02:00 Anhanga (MT)
01:30 Filomedusa (AC)
01:00 osviralata(MT)
00:30 Nhocuné Soul(SP)
00:00 Vandaluz (MG)
23:30 Kallima(MT)
23:00 Di Marco (RO)
palcomp3.cifraclub.terra.com.br/dimarco/
22:30 Lothus(MT)
22:00 Prévias 22/02 DOMINGO
23:30 Daniel beleza e os corações em Fúria(SP)
www.myspace.com/danielbellezaeoscoracoesemfuria
23:00 Nevilton (PR)
22:30 Nuda (PE)
www.myspace.com/sitionuda
22:00 O Garfo (CE)
21:30 Inimitáveis(MT)
21:00 Plano Próximo (SP)
http://www.myspace.com/planoproximo
20:30 Bucefalo Alquimia (MT)
20:00 Stereotaxico (BH)
http://www.myspace.com/stereotaxico
19:30 Epifania (PR)
19:00 Prévias 23/02 SEGUNDA FEIRA
02:30 Fim do Silencio (SP)
www.myspace.com/planoproximo
02:00 Raiva em Paz(MT)
www.myspace.com/raivaempaz
01:30 Nitrominds (SP)
01:00 N3CR (MT)
00:30 Venial(MT)
www.myspace.com/venialmetalhc
00:00 Lopes (MT)
www.myspace.com/lopesrock
23:30 Snorks (MT)
23:00 Self Help (MT)
www.myspace.com/selfhelphc
22:30 Previas
22:00 Previas
24/02 TERÇA FEIRA
02:30 Macaco Bong (MT)
02:00 Black Drawin Chalks (GO)
www.myspace.com/blackdrawingchalks
01:30 Macacos Gordos (Inhumas)
palcomp3.cifraclub.terra.com.br/macacosgordos/
01:00 Paulo Monarco (MT)
www.overmundo.com.br/overblog/paulo-monarco-menino-apontando-pro-sucesso
00:30 Menorah (MT)
00:00 Trieiro(MT)
23:30 Miss Jane(RO)
23:00 Lu Bonfim(MT)
22:30 INCRISE (MT)
22:00 Previas
GRITO ROCK – SÃO CARLOS
Um dos braços do Grito Rock América Do Sul, o GR de São Carlos também rola em pleno carnaval, mas na segunda (23/2) e terça-feira (24/2), sendo que lá ele está sendo organizado pelo Coletivo Massa Coletiva e pela produtora Sarah Mascarenhas. E é nele que Zap’n’roll estará desta vez (e pela primeira vez em São Carlos), não apenas pra checar de perto a putaria rocker mas também pra fazer um dj set após os shows da primeira noite. Chique, neeé?
A programação do GR São Carlos é essa aí:
2º Feira, 23/2 – 21:00 -
Inventiva (Rockn Roll – Sorocaba)
Homepie (Indie Rock - São Paulo)
Gigante Animal (Indie Rock – São Paulo)
Violentures (Surf Music – Campinas)
Narcotic Love (Eletro Rock – São Paulo)
3º Feira, 24/2 – 16:00 -
Nota Promissória (Pop Rock – São Carlos)
Delunes (Hard Core – Rio Claro)
Dysnomia ( Metal – São Carlos)
Venial (Metal – Cuiaba)
Ubelina 69 (Rockn Roll – São Carlos)
Alma Mater (Indie Rock – Ribeirão Preto)
Aeromoças e Tenistas Russa (Rock Samba – São Carlos)
220 Skabar (Ska – Londrina)
Visitantes (Indie Rock – São Paulo)
Julia Car (Rock Rap e Mpb)
2 Coins and a Bombshell (Eletro Rock – São Paulo)
Outra parada legal é que, além dos shows em si, o GR São Carlos também vai promover, na segunda-feira à tarde, uma feira de economia solidária, que vai rolar na Praça Coronel Salles, em frente à Escola Estadual Coronel Paulino Carlos. E o festival rola no Armazém Bar. É isso aê: rock’n’roll independente andando de mãos dadas com questões sociais.
Mais sobre todo o Grito Rock? Vai lá: www.gritorock.com.br
SABADÃO ROCKER EM SAMPALÂNDIA!!!
Vai ser, sem dúvida alguma, um dos sabadões mais rock’n’roll dos últimos tempos na capital paulista. Vai vendo:
* à tarde na Galeria Olido (no centrão rocker da cidade, em frente ao Largo do Paissandú), estréia às três da tarde o "Cine Baratos Afins". Com curadoria do produtor e amigão zapper Luiz Calanca, a sessão será mensal e só irá exibir filmes ligados à história do rock. Na estréia o documentário "Nevermind", que mostra a trajetória do Nirvana até o estouro com o álbum homônimo e que tornou o trio de Kurt Cobain a última grande banda da história recente do rock. E o que é melhor: a entrada para a sessão custa a merreca simbólica de UM REAL!
* Logo após a exibição do filme, tarde rocker no "aquário" da galeria, com shows de três bandas indies paulistanas, entre elas o graaande Ecos Falsos.
* E na madrugada, no Clube Outs (que fica na Rua Augusta, 486, também no centrão da cidade), não vai ter pra concorrência: o Ecos Falsos sobe novamente ao palco, mas desta vez fazendo apenas covers do Radiohead, numa espécie de "aquecimento" pro showzaço da turma de Thom York no mês que vem. Enquanto isso, na pista, Zap’n’roll em pessoa vai derrubar tudo com sua discotecagem mensal que já está se tornando lenda no bar.
Então é isso. Dia 14, sábado agora, o bicho vai pegar em São Paulo. Só não vai sair de casa pra cair na balada quem já morreu, hihi.
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PETER MURPHY – QUEM VAI!
Aeeeeeeê! O blogon resolveu fazer um pouco de suspense gótico (rsrs) para revelar quem vai curtir de grátis o show do ex-vocalista do Bauhaus neste sábado (mais connhecido como amanhã), na Via Funchal, em São Paulo. Mas caaalmaaa que os nomes aí estão, finalmente. Então confere aê e veja se você deu sorte:
* Fábio Ferrari,
* Cláudio Oliveira da Silva,
* Iris Ludmila,
* Ivan Bispo
* e Eduardo Gyurkovitz
Os ganhadores devem retirar seus convites neste Sábado, na portaria da Via Funchal (levando seu RG, óbvio), com Míriam Martinez. E depois, booom show!
ENTÃO É ISSO
O blogger zapper encerra os trabalhos desta semana por aqui, já que estamos na sextona e amanhã o sabadon vai ser hot para o sujeito aqui. No comecinho da semana tem mais, beleusma? Inté!
(finalizado por Finatti em 13/02/2009, às 14hs.)

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12 Feb, 2009 às 4:38 AM Ônica, ônica, ônica... pau no cú da Telefônica! Pronto, já me sinto bem melhor (também)!!
12 Feb, 2009 às 10:20 AM Apesar de achar o Publica uma bandinha pop sem graça, tenho que concordar com vc que o pop também é valido. Você escreveu no outro post: "muuuito acima da média do que se escreve hoje no tosco e burraldo rock independente brazuca". Opa, o defensor maior do indie já percebe a verdade. O indie rock brasileiro é burraldo e fraquinho. Porém, você deveria expandir suas asas, poqeu existem bandas muito boas. Em relação a telefonica, todo mundo já passou pro virtua faz tempo. Não se queixe, mude.
12 Feb, 2009 às 11:11 AM olá zapper !já que gosta de ovamaltine não deixe de provar o milk-shake de ovomaltine do restaurante giraffas
é maravilhoso !claro q eu prefiro degustar outros sabores mas.............
ah saia da cibéria o mundo é dos net's!!!!!!!!!!!rsrsrsrs
beijos ,
silvana moia
12 Feb, 2009 às 1:11 PM Já q vc é modesto, pq não coloca o texto do wikipedia na íntegra?
12 Feb, 2009 às 2:11 PM Valeu pelas sugestões, Simone e Moia (essa baixinha que o blog adoooraaa há anos, rsrs). Mas Virtua, Net... tenho vários chegados que já me disseram que ambas tb são quase tão ruins quanto a máfia espanhola. E alguém me disse outro dia que a Sky está oferecendo o melhor serviço de acesso à net atualmente no Brasil. Só que é caríssimo.
12 Feb, 2009 às 2:18 PM Alguém tem dúvida que o Wilkipédia foi ele mesmo que fez? Ele gosta de sukita e lolipop, por isso acha Publica fodão!!
12 Feb, 2009 às 2:48 PM Finatti, já que o speedy é o mais baratinho e o pior, e você não tem recursos para ter net ou Sky, vai ter que engoliar uma bela paella. Silvana, é Sibéria, e não Cibéria! Cultura dos leitores a mil!!!
12 Feb, 2009 às 3:50 PM Letra mais singela a do Pública...
Fiquei curioso pra ouvir.
12 Feb, 2009 às 4:33 PM "(...) no paupérrimo indie rock nacional (...)"
Você sempre se vangloriou de ser um grande incentivador do indie nacional, e há uns bons anos vem usando os mais variados adjetivos elogiosos à "indie scene brazuca".
12 Feb, 2009 às 7:13 PM Olá blogger zapper... conheci há poucos dias esse espaço e sigo acompanhando. Gostei muito da dica do último post (ouvindo Pública!). Posto pra chamar atenção em relação ao end. do site... é publicaoficial.com, corrige lá!!! Abs, Paula.
12 Feb, 2009 às 7:30 PM Esa música 1996 do Pública por acaso é homenagem ao Renato Russo? Achei uma banda competente p/ tocar em FM e tal.
13 Feb, 2009 às 9:54 PM Já suspeitava que vc era petista. Seu fedido.
14 Feb, 2009 às 2:09 AM Haha, fui citado pelo twitter do dandi maloker! Não fui quem editei a wikipédia, mas tá valendo!
14 Feb, 2009 às 11:26 AM Você diz que trabalhou na Bizz, mas apenas fez resenhas ruins. Da mesma forma do Estado e Folha de SP.
14 Feb, 2009 às 4:41 PM Eu nunca disse que trabalhei na Bizz, Simplório, ops, Simplício. De fato, eu era colaborador. Já na Folha eu trabalhei sim, com carteira assinada e crachá da redação incluise, isso em fins de 1989 até abril do ano seguinte. Depois, continuei colaborando. E no Estadão eu era repórter/colaborador (ou frila fixo, como dizem hoje), só pra constar. Isso de setembro de 1988 até meados de março do ano seguinte.
Abrax!
14 Feb, 2009 às 5:38 PM um repórter que marcou época nos principais jornais de sp.
não te aguentaram 5 meses na folha...
e te suportaram só 6 meses no estadão.
por que será?
14 Feb, 2009 às 5:58 PM Cara, leve a mal não!
Mas a Rolling Stone Brasil quando fala de bandas novas locais é bem fraca! À exceção do material dos medalhões da casa, apenas um ou outro texto se sustenta. abs
14 Feb, 2009 às 7:15 PM olá zapper !como havia dito antes ,seven ages of rock é um programa que conta a história do rock e seus subgêneros exibido pela vh1 ,claro que o de heavy metal me agradou muito !
a série está rolando durante todo o mês 02 e vale apena
ser vista e comentada !
lester obrigada pela correção !
até mais,moia
16 Feb, 2009 às 10:15 AM Silvana, Sevem Ages of Rock já foi muito bem abordada na coluna Jukebox, do mesmo site, faz tempo.
16 Feb, 2009 às 3:19 PM Finnas, Depeche no Brasilililililil!!!
16 Feb, 2009 às 4:04 PM Aê Finas!
Show o set no Outs sábadp hein?
The Importance of Being Idle foi de mestre!!
Mas o som dando pala é foda!
E o que achou do Ecos? Deram conta do recado. Até que tirando os problemas de som (de novo) não foi tão mal porque eles tocaram umas bem difíceis. Paranoid Android foi show. A piorzinha foi Jigsaw... Mas essa é tão foda que valeu pela tentativa.
16 Feb, 2009 às 5:03 PM Silvana a Jukebox desse mesmo site deu uma bela matéria sobre o Seven Ages os Rock, inclusive com alguns vídeos. Lê lá.
16 Feb, 2009 às 6:30 PM Pois é, os leitores têm razão: a série já foi bem comentada no site e seria perda de tempo comentá-la novamente na Zap, sendo que estou acompanhando a mesma com atenção, sim, embora ache que eu vá gostar mais mesmo dos capítulos finais.
16 Feb, 2009 às 9:19 PM Vetaram um comentario que Eu fiz sobre o Fonseca, é mole??