Dynamite

O folk cuiabano encontra o ET do rock (atualização final em 20/01)

Adicionar comentários

 

Os Vangs, que estarão no Just A Fest, abrindo para o Radiohead 

* Pois é, a soneca de Zap’n’roll se estendeu um pouco além da conta (hihi). Mais especificamente quase o finde todo (em ótima cia. feminina, vale frisar) e então achamos melhor abrir post novão, pra começar bem a semana, neeé?

* E aê, algum leitor desta bodega virtual foi no show da velha bibona Elton John? Nop? Elton já foi gênio, claro, e compôs algumas das pop songs mais brilhantes que se tem notícia, em toda a história da música. Mas daí a pagar 250 pilas pra ver o sujeito hoje, velhusco e gordo, naquele túmulo de concreto que é o estacionamento do Anhembi em São Paulo, não é exatamente a melhor forma de se divertir com música – muito longe de ser, aliás. Mas, enfim, tem gosto pra tudo nesse mundo.

* Agora, o show do Vanguart foi fodão na madrugada de sábado, no StudioSP. O mesmo Vanguart que estará naquele festival em Sampa, dia 22 de março, abrindo pra aquela banda inglesa lá, que todo mundo arranca os cabelos há anos sonhando um com show dos caras no Brasil. Mas isso a gente comenta melhor logo mais aí embaixo.

* Xiii. Tá perigando a promo de ingressos do blog pros shows do Little Joy em São Paulo, no Clash Club. A gig do dia 28, como todo mundo já tá sabendo, está com os tickets esgostados. As entradas pra noite seguinte começam a ser vendidas amanhã. E estas linhas zappers ainda esperam uma resposta da direção da casa noturna, pra saber se rola ou não uma mamata básica em relação às apresentações, pro nosso dileto leitorado. Vamos aguardarrr...

* Em compensação... Zap’n’roll, sempre em parceria com a Via Funchal (alô Miroca fofa Martinez, um beijon estaladon no seu bochechon, rsrs), vai fazer a felicidade dos góticos e viúvas do Bauhaus quando o show de Peter Murphy chegar, em 15 de fevereiro. Já no nosso próximo post do blog, você vai entender melhor essa parada, guentaê!

* E após o vazamento dos discaços do Morrissey e do Franz Ferdinand, o mondo pop se acalmou um pouco, não? Pois é...

* Quer dizer, mais ou menos: Madonna continua levando surra de pinto do Jesus... Pinto!

La Vacconna velhonna e seu "pintão" brazuca (foto: Daily Mirror) 

* E lá se foi o robô de "Lost In Space", ou "Perdidos no Espaço". É, tudo acaba nesse mundo um dia, não? RIP robô!

* Então vamos falar do encontro do folk de HellCity com o Et do rock. Quem diria o Vanguart hein... onde os garotos estão indo parar, uia!

--------------------

2009, O ANO DO VANGUART???

Exatos quatro anos separam o show que o autor deste blog assistiu do Vanguart, no carnaval de 2005 em Cuiabá, da apresentação mais uma vez consagradora que o quinteto folk fez na última sexta-feira em Sampa, mais uma vez lá no StudioSP (na rua Augusta), que estava beeem cheio mas desta vez não chegou a lotar (estava chovendo, ainda estamos em mês de férias escolares etc.). É um período de tempo bem curto na vida de um grupo musical. Mas, no caso dos Vangs, é um período que ganha um significado assombroso porque muita coisa aconteceu e mudou na vida dos meninos em pouquíssimo tempo.

O show visto por Zap’n’roll em 2005, na Galeria do Pádua em Cuiabá, na segunda noite de um ainda tosco (em termos de organização) festival Grito Rock, contava com um público de não mais do que duzentas pessoas. De lá pra cá, o Vanguart correu o Brasil com seu muito bem estruturado pop de nuances folk e rock (e que hoje recebe também influências da melhor fase da música popular brasileira), tocou nos principais festivais independentes do país, despertou a atenção da mídia especializada, fixou residência em São Paulo, lançou seu primeiro e elogiado disco pela extinta revista Outracoisa (que era dirigida pelo músico Lobão), formou uma enorme legião de fãs na capital paulista, tocou em dois grandes festivais com atrações gringas (o Orloff Five e o Planeta Terra), foi destaque em matéria de duas páginas publicada na revista Rolling Stone (em texto assinado pelo blogger zapper) e agora vai... tocar com Los Hermanos e Kraftwerk no festival Just A Fest, dia 22 de março em Sampa (e dois dias antes, no Rio). Abrindo pro... Radiohead!

Vai ser o encontro do folk de HellCity com o amado Et number one do rock – Thom Yorke em pessoa, claro. Na mesma época, o Vanguart estará lançando seu primeiro dvd pela major Universal, o "Multishow apresenta Vanguart". Ou seja, tudo isso é mais do que suficiente pra corroborar a tese de que os Vangs são sim, de fato e de direito, o principal nome do novo rock brasileiro do novo milênio – e o prêmio de melhor disco indie, recebido semana passada na entrega do Prêmio Dynamite de Música Independente (hoje a principal premiação da indie scene nacional), também confirma isso.

Zap’n’roll vai sempre torcer pelo sucesso dos meninos. E vai sempre sentir o maior orgulho do mundo por saber que, há apenas quatro anos (e já parece que foi tanto tempo...), estava bicudão e mamadão de álcool em Cuiabá, assistindo a um festival lotado de bandas que emulavam emocore e metal melódico, quando viu subir ao palco um grupo cujo vocalista estava de paletó, usava suporte de gaita no ombro e tinha um violão pendurado no pescoço e devia se achar o próprio Bob Dylan do Pantanal. E quando o moleque abriu a boca, o zapper doidão simplesmente não acreditou no que viu/ouviu. O resto todo mundo já sabe.

Por tudo isso, estas linhas rockers online apostam sim que 2009 vai ser o grande ano do Vanguart. Claaaro, a essa altura do campeonato, no mundo pop tal como o conhecemos hoje (onde não se vende mais discos em cd e onde todo mundo ouve tudo na internet), os Vangs nunca irão vender a quantidade de álbuns que uma Legião Urbana, por exemplo, vendeu. Mas a ascensão do quinteto em termos de popularidade e de shows cada vez mais lotados (não é difícil prever que, em breve, o grupo estará lotando espaços médios como, por exemplo, o Citibank Hall, em São Paulo), parece ser inevitável. E quando eles estiverem tocando diante de 30 mil pessoas no Just A Fest, Zap’n’roll ficará feliz em comprovar que, novamente, o pop brasileiro vive um daqueles momentos que raramente acontecem: quando a alta qualidade artística de um grupo se casa, enfim, com sucesso massivo de público.

--------------------

MAYSA ERA UMA MULHER ROCK’N’ROLL!

Yep, você, jovem e dileto leitor deste espaço pop virtual, pode achar estranho o blog falar aqui da... cantora Maysa, cuja minissérie contando sua conturbada existência, terminou na última sexta-feira na tv Globo.

Entonces, longe de ser fã da cantora ou um expert na sua vida e obra musical, Zap’n’roll tem mais lembranças afetivas e sentimentais ligadas a ela. Quer dizer, a lembrança mais antiga que o blogger doidon tem de Maysa se refere à saudosa mama Janet. Explicando melhor: mama Janet era uma artista plástica sensível e sentimental. E temperamentalmente tão explosiva quanto Maysa. Vivia às turras com o pai do autor deste blog (embora ambos se amassem) e, quando os paus rolavam entre o casal, era inevitável que dona Janet fosse afogar as mágoas pós-briga em talagadas generosas de whisky e... ouvindo Maysa. Zap’n’roll tinham, então, não mais do que seis ou sete anos de idade. E essa lembranças e imagens ficaram para sempre impressas na memória deste blogueiro. E vieram à tona com força durante a exibição da minissérie pela Globo.

Você pode achar Maysa cafona e sua música careta. Mas ela era uma intérprete de voz descomunal, além de ótima compositora e letrista. E era uma mulher rock’n’roll pra caralho! Pensa bem: uma cantora fazendo sucesso estrondoso com sua música em plena época da ditadura militar, em um país caretaço como era o Brasil, e possuídora de uma personalidade fortíssima, movida a escândalos e fartas doses de álcool e porra louquice. Não seria exagero algum dizer que Maysa era uma ancestral distante da nossa hoje amada e cultuada maluca número um do pop, a deusa Amy Winehouse. Fora que a minissérie da Globo, vamos admitir, foi um primor de direção e fotografia, com tomadas espetaculares e a fodaça interpretação da novata (e linda) atriz gaúcha que encarnou Maysa.

Sim, Maysa era uma mulher rock’n’roll, total. E por isso mesmo, tantos anos depois se lembrando da saudosa dona Janet tomando seus porres de whisky ao som da cantora, Zap’n’roll assume que virou fã de Maysa. Simples assim.

MAYSA AQUI

Cantando "Meu mundo caiu", em um raro vídeo capturado da tv japonesa, em 1960. Ela tinha apenas 22 anos de idade mas já estava famosa e milionária.

Maysa – "Meu mundo caiu"

--------------------

"CAUSOS" DO REVEILLON EM THOMELÂNDIA

(e o choque de gerações pop)

Bien, bien, já estamos indo pro final de janeiro, reveillon já é passado mas, mesmo assim, o blogueiro rocker e doidon não resiste a relembrar momentos engraçados de mais uma estadia sua na bucólica e aprazível minúscula cidade mineira de São Thomé Das Letras.

Localizada no sul do estado, Thomé é sempre divertida: recebe zilhões de turistas que vão lá na passagem do ano em busca de sossego, de andar em trilhas (muitas), explorar cavernas (várias), nadar em cachoeiras (dezenas), além é claro de fumar muita maconha, trepar horrores, se entupir de vinho e pinga com mel etc. Óbvio que a bicho-grilada congelada no tempo e na década de 70’ ainda domina bastante a paisagem. Mas nacos de modernidade andam assombrando a pacata São Thomé – não é que o sujeito aqui fez amizade com um casal super boa praça, a Laura e o Paulo, sendo que ele é publicitário em Sampa e conhece... Glasvegas? Pois então...

O ruim do reveillon este ano por lá (e onde Zap’n’roll passa suas viradas de ano há mais de uma década) foi que choveu o tempo todo. E São Thomé com chuva perde cerca de 70% das suas possibilidades de diversão. Mas nem por isso a cidade deixou de surpreender (se é que é este o melhor termo pra ser utilizado aqui), como você pode ler logo abaixo:

* Lan houses são a febre da hora em Thomé. Há pelo menos cinco espalhadas na ruazinha principal da cidade, que também concentra os bares e agitos noturnos. Lans como as que existem em qualquer grande cidade: máquinas e monitores de última geração, brejas, sorvetes, refrigerantes, água mineral e o inevitável açaí na tigela, misturado ao que o freguês quiser (Zap’n’roll tomou várias porções com leite condensado, que estava "crasse"). Ah, sim, os preços são camaradas: a hora de navegação sai por módicos R$ 1,25.

* A cidade já tem seu ícone musical. Trata-se do tal Ventania, que já andou frequentando até o Programa do Jô (que, vamos ser honestos, já teve dias melhores). Pois o sujeito iria fazer um "grandioso" show de ano novo no centro de eventos de São Thomé e os ingressos para a apresentação se esgotaram rapidinho. Casa lotada, com cerca de 500 pessoas e o pessoal da banda mineira Thuatha De Dannan (nova revelação do novo metal mineiro), amigos do autor deste blog, pilhando o zapper pra ir assistir o Ventania. "Vamos lá, conhecemos o empresário dele e liberamos sua entrada!". Zap’n’roll cedeu e foi: não aguentou mais do que três músicas (o figura nada mais é do que um Raul Seixas piorado e deslocado no tempo), saiu do lugar e foi beber cerveja e pinga com mel no bar em frente.

* E a violência urbana ameaça chegar à pacata Thomé! Não acreditam? Pois na terceira noite na cidade (na madrugada do sabadón), após muuuita chuva, o blogger maloqui resolveu ir até o famoso bar 02, já nas cercanias do perímetro urbano (subindo em direção a dois pontos turísticos da cidade, o Cruzeiro e a Pirâmide). O 02 é um antro de bichos-grilos (e o autor destas linhas rockers virtuais trajando sua t-shirt do filme "Control", que conta a vida de Ian Curtis, do Joy Division, vai vendo...), onde tocam bandas horrendas mas também é o único local de Thomelândia onde, lá pelas tantas da madrugada, você consegue ouvir música ao vivo, beber até cair, fumar uns becks e descolar uma boceta acolhedora pra arrastar pra pousada onde você está hospedado. Vai daí que Zap’n’roll foi subindo sozinho (alguns chegados seus já tinham ido na frente) a ruazinha que dá acesso ao bar quando, na virada da mesma (estava chuviscando e fazia uma neblina de dar gosto, afinal São Thomé fica "apenas" a 1.440 metros de altitude), foi "intimado" por dois pirralhos, que não deviam ter mais do que uns quinze anos de idade cada um. "Onde você vai, mano?", perguntou um deles. "No 2", foi a resposta seca do sujeito aqui. "Então vai pagar pedágio, senão o bicho vai pegar pra você!", ameaçou o outro. Foi quando Zap’n’roll se enfureceu e disparou: "pedágio o caralho! Sou de São Paulo e vou te perguntar uma coisa: você já foi em favela brava, em bocas realmente fodidas de perigosas pegar drogas? Já viu trezoitão, pistola automática e espingarda apontadas na sua fuça? Já foi revistado pelo polícia ou por traficantes, que geralmente revistam fregueses em algumas bocadas de Sampa? Não? Então vai se foder e não enche o saco, porque eu já passei por tudo isso!". Os dois moleques resmungaram algo e saíram vazados do lugar. E não encheram mais a paciência, rsrs.

* Por fim, o choque de gerações pop. Tanto em Thomé quanto em Vargin City (a célebre "terra do ET" e cidade natal da saudosa mama Janet, por isso mesmo o zapper sentimental sempre passa alguns dias por lá logo após o reveillon), é interessante notar este, hã, "fenômeno da cultura pop". Se em São Thomé Zap’n’roll topou com um sujeito que conhece e curte Glasvegas, ao mesmo tempo a cidade continua mergulhada nos hinos da mpb que ainda embalam gerações de hippies anacrônicos. Zé Ramalho, Raul Seixas, Legião Urbana, todos eles continuam sendo hits nos botecos e rodas de malucos da cidade. Porém, grupos de fãs de reagge e punks e góticos (vejam só!) também já estão começando a frequentar o antes "paraíso perdido" (hoje, já nem tanto...) no sul de Minas Gerais. Já em Vargin City, onde o blog ficou hospedado por quase uma semana na house de sua querida amigona de anos, a Cida Mariano, este "choque de gerações pop" é ainda mais visível: Cidinha adora mpb setentista e algo do pós-punk inglês dos 80’. Já seu filho mais velho, o Jaime, que está com vinte anos de idade, é dj de tecno e toca nas melhores raves da cidade (no final do ano, o moleque estava em Porto Seguro, na Bahia, contratado pra animar festas por lá). E por fim a caçula Vitória, gatíssima e descolada nos seus catorze anos de idade, não sai da frente do computador, grava músicas no seu laptop, tem aulas de teclado e adora... NXZero, uia! É a vida e isso daria um estudo sociológico aqui no blog, mas é melhor pararmos por aqui...

--------------------

SAIDEIRAS

* Bien, bien, o U2 está vindo com tudo aí como seu novo disco, "No Line On The Horizon", que chega oficialmente às lojas do mundo inteiro no próximo dia 2 de março – e claaaro que a caçada pelo dito cujo na net já deve estar tirando o sono de muita gente. O primeiro single do álbum, "Get On Your Boots", foi lançado ontem nas rádios, internet e MTVs e você já pode conferir a música aqui mesmo, na home do site. E aê, será que o disco é bão?

* E não é que Tom Cruise e Liam Gallagher (ah!) andaram se estranhando na Alemanha? Ambos estavam hospedados no mesmo hotel em Berlim, Tom divulgando seu novo filme e Liam com o Oasis, que iria tocar por lá. Se esbararraram num dos corredores do hotel. O baixinho mais famoso do cinema não teve dúvidas e foi tomar satisfação com o encrenqueiro número um do rock inglês, que chamou Cruise de "bastardo" em uma entrevista. Pegunta daqui, retruca dali e quando o clima ameaçou esquentar de verdade, o vocalista do Oasis achou melhor se retirar de cena e ficou por isso mesmo. Uia!

* Dona Britney Spears, aquele xotaço loiro, vai ficar um pouco mais miliardária do que já é. Aceitou escrever sua auto-biografia pela bagatela de US$ 32 milhões.

* Vai ter showzaço bacana indie guitar nesta sexta-feira no clube Inferno, em Sampalândia, reunindo as bandas Starfish100 e Twinpines, em uma noitada que promete resgatar as raízes do indie 90’, época de Oasis, Blur, Stone Roses, Inspiral Carpets etc. O Starfish é velho de guerra na cena alternativa paulistana e possui algumas das melodias mais bacanas que seu ouvido pode apreciar. Já o Twinpines é uma das revelações da novíssima safra de grupos da capital paulista e deve lançar seu primeiro disco este ano. E Zap’n’roll, óbvio, vai estar lá. Lembrando que o Inferno fica na rua Augusta, 501, centrão rocker de Sampa.

* Ainda na cena independente brazuca o novo selo Thurbo Music, comandado pelo querido Arthur Fitzgibbon, chega chegando e aposta em quatro lançamentos de novos nomes do pop/rock: Ferrorama, Homes de Marte, Vero e Marcelo Sussekind. O kit com os quatro cds foi distribuído na última semana pra todo mundo que estava na entrega do Prêmio Dynamite, e logo mais todos os discos serão devidamente comentados aqui.

* FRASE DA SEMANA (rsrs) – Disparada pela "filósofa" do momento, ela mesma, Flora Pereira da Silva em pessoa, kkk: "Daqui a um ano, vocês estarão pulando um no pescoço do outro!". E não?

* O povo que lê essa porra aqui anda muito calmo. Não se esqueçam crianças: lá no finatti@dynamite.com.br continuam em sorteio DOIS INGRESSOS para os shows que o Radiohead fará em março no Brasil. Um ingresso é pra São Paulo, o outro pro Rio. Então se agilize, pois!

* E agora chega meeesmooo! Mais na sextona, pra animar o finde, okays? O blogão campeão se vai e deixa sempre beijinhos doces (hihi) na mais do que gata e querida Thayanne Costa, lá de Campo Grande, uma das garotas mais legais que estas linhas rockers online conheceram nos últimos tempos.

(finalizado e enviado por Finatti em 20/01/2009, às 14:30hs.)

--------------------

POLÍTICA DE LIBERAÇÃO DE COMENTÁRIOS

O que já vinha sendo posto em prática no espaço reservado aos leitores no blog, agora é oficial: todos os comentários que chegarem à Zap’n’roll serão avaliados pelo autor deste blog e pela direção do portal Dynamite. Se estiverem fora dos padrões aceitáveis de liberação (por conta de excessos de grosseria, vulgaridade ou se vierem com mentiras em seu texto), serão automaticamente vetados total ou em parte – sim, os comentários poderão ser editados e partes "aproveitáveis" deles poderão ser liberadas. É mais uma das mudanças de Zap’n’roll para este ano, sendo que outras virão em breve. Aguardem!

 

 

23 respostas para “O folk cuiabano encontra o ET do rock (atualização final em 20/01)”

  1. Ricardo Disse:
    Quem era a gordinha que estava com você no prêmio Dynamite?
  2. Humberto Finatti Disse:
    Era a sua tia, Ricardo, rsrs.
  3. Robert Disse:
    CARALHO! Vanguat DE NOVO? Troca o disco Finati!!!!!!
    E cadê o causo de Minas Gerais na Virada do Ano? Hoje já é dia 20. Quando for contar isso essas historia já estará velha e podre.
    Quero ver se esse ano voce finalmente vai sair do Brasil. Você prometeu ir para Londres cobrir a volta do Blur. Vou cobrar isso. aproveita e compra um ipod que já me falaram que você não tem e um lap para escrever a coluna sem importunar sua amiga.
  4. GELÉIA Disse:
    O SOM DO VANGUARDT ATÉ QUE É BEM FOFINHO!

    TOMARA QUE AS PESSOAS SE LEMBREM DE CUIABÁ PELO VANGUARDT
    ...E NÃO PELO MACACO BOSTA ;)

    CONHEÇAM O BLOG CUBESTA:
    http://cubesta.blogspot.com

    E O NOSSO PAIZÃO QUERIDO, DOS LÁBIOS DE MEL:
    http://cubIsta.blogspot.com

    BEIJOS AÇUCARADOS.
  5. Humberto Finatti Disse:
    Eita povo besta, afe, rsrs. Agora, pra ser jornalista vc tem que ser, como condição sine qua non, tb andarilho, hihi.
    E eu estou bem satisfeito com meu velho pc (quer dizer, mais ou menos, de vez em sempre ele anda me dando problemas e já está na hora de aposentar o coitado e descolar uma maquininha mais nova). Agora... i-Pod? Laptop? i-Phone? Sai pra lá mané, prefiro nem chegar perto dessas bobagens modernas, porque temho paúra delas, nesse ponto sou como o venerável Luiz Calanca. Hoje em dia nem celular eu tenho (já tive uns oito), felizmente.
    Afinal, com todo respeito à categoria, até os cobradores de busão têm celular hoje em dia. Ficou moleza a coisa e NÃO ter essas bodegas é que faz a diferença, rsrs.
  6. Fabio Disse:
    Isso sim é jornalismo roots!

    Rock N Roll Finnas!!
  7. Cobrador de Busão Disse:
    Caro Dr. Humberto Finatti, pro seu governo, um cobrador de ônibus não ganha mal, pelo menos a ponto de não ter condições de adquirir um telefone celular ou um mp3Player.
    E ainda é bem provável, que ele ganhe muito mais do que você como jornalista.
    E se nossa categoria possui telefone celular, é porquê não existe orelhão dentro do ônibus, o celular é extremamante funcional no nosso dia-a-dia. E se minha esposa (feia pra caralho diga-se de passagem, pois sou um cobrador de ônibus e nunca conseguiria pegar uma mulher gostosa, ao contrário dos jornalistas descolados que só são flagrados com lindas e inteligentíssimas bocetas loucaças alucinantes) passa mal em casa e precisa me contatar? Uso o Celular como todo e qualquer ser humano normal. Já o mp3, costumo usá-lo (para ouvir os grandes sucessos do tecno-brega e do forró risca-faca, pois sou um cobrador de ônibus, possivelmente nordestino e sem cultura com o mínimo dos pré-requisitos para contar dinheiro) pois não conheço nenhum toca-discos com fone de ouvido.
    O Finatti é tão vintage, que ele desce a Augusta com o "micro" system noventista no ombro ouvindo "pump the jam" só pra não se render a tecnologia. E ainda por cima nos presenteia com esta maravilhosa visão reacionária do mundo. eeee!!! parabéns Finnas!!! A SPtrans em peso lê o seu bloG!
  8. Ricardo Disse:
    Minha tia é bem magrinha Finatti, sua amiga é beeemm gordinhaa. e Vaguart de novo é forçação demais. Pô, já notou que quase ninguém comenta o conteúdo do blog! Porque? põe essa, gonzo.
  9. Tony Disse:
    Finatti em Londres cobrindo a volta do Blur!! Só se for abduzido por Ets. E mesmo assim não passa da imigração. É mais fácil John Lennon ressuscitar.
  10. tom of norway Disse:
    ...NÃO ter essas bodegas é que faz a diferença (entre frila durango e trabalhador)
  11. bruno Disse:
    Po Finatti, vc disse que vai fazer uma seleção das mentiras nos comentários, tem que fazer uma seleção no seu post também então.. essa lorota ai do assalto em são tomé foi braba viu!! hahaha

    abraço.
  12. Nathália - Trafica Disse:
    Eu acho sim que 2009 será o ano dos vangs!

    E só esperando - muito anciosamente - o Just a Fest!
    bjao
  13. Skidovsa Disse:
    2009 é o bicampeonato da Mallu. Quem é Vanguart? Ela é MUITO maior hoje do que os cuiabaianos.
  14. ET Disse:
    Se for fazer uma filtragem de mentiras tem que limar 50% do post. De todos eles.
  15. paulo henrique Disse:
    puta que pariu esse cara "COBRADOR DE BUSÃO " e simplesmsnte sensacional, acho que vcs da Dynamite deveriam contratar o cara, abraço Finatti do seu fan aqui do sul, mesmo que as vezes eu não concorde com algumas coisas e impossivel ficar indiferente com os seus causos e comentarios
  16. Perneta Disse:
    Meu, puta que pariu! Resolvi escrever aqui porque é realmente sem noção a perseguição grotesca que esse povo idiota move contra o Finatolla. Mano, sou músico e não tenho aspiração nenhuma a jornalista. Mas como leitor do blog, integrante de banda independente e com um senso crítico bem definido sobre o que eu gosto ou não, digo que acho o blog do cara muito bom. Ele é polêmico, conta histórias bizarras (a dos trombadinha de São Tomé é sensacional) e saca de música e cultura pop como ninguém.
    Eu tava na entrega do prêmio do site e sem mentira nenhuma, quando o Finatti entrou no lugar (e ele chegou tarde, já no final da premiação), em questão de segundos uns dez negos de banda o cercaram pra cumprimentá-lo. Das duas uma: ou esse povo é tudo falso e tem rabo preso com o Finas por algum motivo (não acredito nessa hipótese), ou então o cara é popular mesmo e prefiro acreditar nessa alternativa. Além disso ele se mostrou simpático e humilde e falava com todo mundo que queria falar com ele. Tá certo, ficou grudado demais com o pessoal do Vanguart (que eu não curto, a banda) mas eles são amigos, não é?
    Agora, foda-se quem não gosta do cara e do blog dele. Isso pra mim é pura inveja e recalque dos brabos. E o pior dessa turminha é esse Ricardo babaca, que se acha melhor do que todo mundo. Mano, se liga! A mina que tava com o Finatti era mó gostosona e um bando de macho (eu inclusive, vou confessar) deu em cima dela, o baterista do Vanguart inclusive foi um dos que não largaram do pé dela. E ela com certeza é muito mais gostosa do que aquela loira horrorosa que tá casada com o seu amiguinho, que vc sabe bem quem é. Então, vai procurar sua turma e arrotar seus recalques em outra freguesia, seu mané!
    Continua firme e forte Finatti, que o blog tem admiradores sim e muitos. E que comentam o conteúdo: vc falando da Maysa deu um diferencial aqui, foi bem massa, pode crer! Que venham mais histórias como as de São Tomé e críticas ótimas como as que vc fez do Franz Ferdinand e do Morrissey. E que se fodam Ricardos e afins!
  17. ebmharryhansen Disse:
    Não li o post mas quem é o tal ET? O seu brother monstrego Capilé??? kkkkkkkkkkkkkkk

Mandar uma resposta



Powered by Mango Blog. Design by N.Design Studio