Duas lendas do rock britânico brilham na entrega do NME Awards: Robert Smith, do Cure, e Damon Albarn e Graham Coxon do Blur, juntos novamente
O bagulho é louco e o processo é...rápido, muito rápido.
Tipo assim: correria pra cobrir o braço são carlense do hoje mega festival Grito Rock Integrado, que se espalha por todo o Brasil durante o carnaval (e ecoa ainda após encerrada a festa momesca já que edições do GR ainda irão rolar, por exemplo, em São Paulo, na semana que vem, mas isso falamos melhor no decorrer do post que está começando agora). Zap’n’roll foi pra lá no finde, o festival na verdade só começava na segundona e então deu pra conhecer um pouco a terra da Ufscar – e também de garotas bocetudíssimas em sua absurda gostosura – e badalar por lá. Como depois começou a loucura do festival em si (que foi ótimo, sem nenhum favor ou puxação de saco ao coletivo Massa Coletiva ou à produtora Sara Mascarenhas, velha, dileta, tesudíssima e linda amiga deste blogger maloker), o blog resolveu esquecer por uns dias que existe, no "mundo moderno", uma parada chamada internet, mesmo carregando um laptop (coisa mais mala, aquela maleta metálica) pra lá. E assim rolou a festa (ops) em São Carlos, com algumas bandas ótimas, outra nem tanto e o povo dando a entender que, numa época de putaria rocker como a que estamos vivendo, ninguém quer ir de forma alguma pra porra nenhuma de reabilitação (sábia Amy Winehouse), muito menos o autor destas linhas online. Anyway, o GR São Carlos está aqui na Zap em detalhes, logo mais abaixo, em "postão" já no finde e que recupera aqueles saudosos looongos textos que eram publicados aqui. Vamos nelson então, não apenas com a cobertura do festival, mas também falando de grupos indies bacanas daqui (como o Dest_lado e o Narcotic Lover), de mega grupos de fora (sim, sim, o Oasis está vindo novamente aí, pelo jeito), do festão que foi a entrega do NME Awards e até de papos meio chatos – Vangs realmente fora do Just A Fest, o que é la-men-tá-vel. Mas a vida é assim mesmo, né? Ou, como diz o outro: o bagulho é louco e o processo, lento (ou muito veloz, dependendo da situação...).
♣ ENQUANTO ISSO, EM LONDRES... – se aqui o povaréu lamentava o fim do Carnaval na quarta-feira de Cinzas, na capital inglesa o semanário New Musical Express botava pra foder, promovendo sua já tradicional e anual mega-festa de entrega dos prêmios aos vencedores do NME Awards. Foi um autêntico desfile de who’s who do melhor do rock britânico e americano dentro do lendário teatro Brixton Academy. Oasis levou o troféu de melhor banda britânica, o nosso amado loucaço e descaralhado Pete Doherty abiscoitou (uia!) o prêmio de melhor artista solo (e não só: Pete ainda posou para fotos ao lado do velho amigo dos tempos de Libertines, Carl Barat), e teve muuuito mais. Pela primeira vez desde que saiu do Blur, em 2001, o guitarrista Graham Coxon subiu ao palco ao lado do amigo e vocalista Damon Albarn para, juntos, cantar a linda "This Is A Low" (uma das faixas mais fodaças do igualmente fodaço álbum "Park Life", lançado pelo grupo em 1994) e confirmar que a banda está mesmo de volta com sua formação original (além dos dois, também estavam na festa o baixista Alex James e o baterista Dave Rowntree), sendo que o quarteto já tem um mega show marcado para o dia 3 de julho deste ano, no Hyde Park. Fora isso o Muse ganhou o troféu de melhor show, Arctic Monkeys melhor dvd e MGMT melhor música – "Time To Pretend", óbvio. Mas a sensação maior de toda a noitada rocker foi mesmo a aparição do velho goth Cure, que ganhou – com todos os méritos – prêmio especial por tudo o que a banda fez até hoje pelo rock britânico e mundial. Bob Smith está gorducho, meio tiozão já mas ainda é aquela figuraça que todos nós amamos de paixão. Então, já que até o Depeche Mode está vindo pra cá em meados de outubro, por que não o Cure também? Então, vamos todos nós gritar em coro e beeem alto: vooolta pra cá, Bob!!!
♣ A NME, claaaro, publicou uma caralhada de fotos da festança, das quais o blogon xereta separou algumas pra reproduzir aí embaixo:
Foto 1 - O Franz Ferdinand, esbanjando elegância na noite de gala do britrock
Foto 2 - A lenda The Cure em ação, na festa. Será que eles voltam ao Brasil em 2009?
Foto 3 - Alex Kapranos solta a voz no set do Franz Ferdinand
Foto 4 - A "nova sensação" White Lies. Mais uma...
♣ E já que o assunto é comeback de formações, hã, clássicas, não dá pra não falar nada sobre a volta do Faith No More – tá bom, todo mundo já falou sobre. Como a página de notícias do site informa, além do maluco Mike Patton nos vocais, também estarão na parada o baixista Billy Gould, o baterista Mike Bordin e o tecladista Roddy Bottum da formação original, sendo que nas guitarras estará o músico Jon Hudson. Bão, não há muito o que dizer sobre o FNM: a banda era fodástica ao cubo, antecipou em anos todo o funk metal que iria dominar o rock americano durante boa parte dos anos 90’, e lançou pelo menos dois discos indispensáveis em qualquer discoteca rocker decente: "The Real Thing" (de 1989) e "Angel Dust" (editado em 1992). Zap’n’roll assistiu o FNM ao vivo em 1991, na segunda edição do Rock In Rio, que rolou no Maracanã. Aliás, o fato curioso foi que, trampando na época na editoria de cultura da revista Istoé e tendo uma poderosíssima credencial de all acess pendurada no pescoço, o zapper maloqui e atrasildo como sempre, chegou ao estádio justamente quando a banda estava no palco; como era impossível ir pra área de convidados e imprensa naquele momento atravessando o mar de duzentas mil pessoas que estavam ali pra ver a porra do Guns’N’Mala, ops, Roses, o autor deste blog e sua então esposa, que estava grávida de cinco meses, simplesmente cortaram caminho pelo backstage, escoltados óbvio por uma simpática assesora da produção do festival; foi quando o repórter rock parou bem atrás do palco e ficou ali mesmo, assistindo ao esporro do Faith No More por pelo menos uns dez minutos. Depois, mesmo tendo a tal credencial, a assessora pediu gentilmente que fossêmos para a área de imprensa, antes que algum produtor gringo mais mala implicasse com nossa presença ali (afinal, a ex-mulher do sujeito aqui não tinha uma credencial de all acess mas apenas uma comum de imprensa). Enfim, foi um showzaço e que deixou no chão as estrelas da noite, Axl e cia. Pois é...
♣ Amor de pica... Amy Winehouse quer o ex-maridon Blake Fielder-Civil de volta, informa a fofoqueira imprensa inglesa. Segundo o "The Sun", Amy já deu uma bota no ex-namorado caribenho e assim que soube que Blake havia saído da cadeia, manifestou sua vontade louca de tê-lo novamente em seus braços (e no meio das suas pernas também, uia!). E aê, será que ele volta?
♣ Entonces, parece que o Vanguart dançou mesmo – infelizmente, vale sempre repetir – no Just A Fest. Em contato com o blog, o produtor Bruno Montalvão informou que ainda há uma possibilidade (remota, segundo ele) de a banda tocar no festival. Nós aqui continuamos na torcida para que isso aconteça.
♣ Bien, bien, o carnaval acabou, as férias se foram e este país precisa começar a funcionar, neeé? E o blog também, ora bolas. Por isso fomos até São Carlos ver o Grito Rock por lá, e confirmar mais uma vez que tem muita banda boa por aí, circulando pelo Brasil e que precisa de espaço para mostrar seu trabalho, mesmo com dona Abrafin meio que se tornando uma espécie de casta fechada a apenas alguns "nomes da casa" (dela, no caso). Zap’n’roll sempre teve o maior apreço e carinho pelo querido Fabrício Nobre, o cara que criou a Monstro Discos em Goiânia, o graaande Goiânia Noise, o ótimo MQN etc, etc, etc. Mas, vem cá Fabrício, já não está na hora de a Abrafin repensar um pouco como ela está agindo na questão de representar, gerenciar e dar espaço para o rock independente que se faz hoje em terras brazucas? Já tem muita gente chiando contra (e com razão) o modus operandi atual, e o vizinho blog Jukebox até traz um texto interessante a respeito do problema. Enfim, vamos mudar essa parada para melhor?
♣ EXTRA! - O blog bateu um rápido papo há pouco, via msn, com o músico e presidente da Abrafin, o chapa Fabrício Nobre, sobre os queixumes atuais em relação à entidade que ele preside. A mini-entrevista segue logo mais aí embaixo, no decorrer deste post.
GR SÃO CARLOS AGITOU A CIDADE
E como! Faz tempo que o blogon doidon não se divertia tanto em uma balada rocker em pleno carnaval, no interior paulista.
O texto que nosso amado leitorado lê logo abaixo (e que também já se encontra na página de notícias do site), mostra como foi o esporro da edição 2009 do festival Grito Rock, em seu braço são carlense. Rock’n’roll da melhor qualidade, muito agito, álcool e putarias variadas (okays, estas vocês conferem nas nossas já lendárias "notas de bastidores" do festival, hihi), como todo festival de rock sempre deve ser, certis? Vai nessa, então:
"São Carlos, a cerca de 300 kms da capital paulista, é uma cidade moderna e universitária. Com mais de duzentos mil habitantes, possui duas universidades, a Ufscar (Universidade Federal de São Carlos) e a Usp de São Carlos. Com tamanha movimentação de estudantes e gente jovem, não foi difícil transformar a segunda edição do festival Grito Rock Integrado, realizado por lá nos últimos dias 23 e 24 (segunda e terça-feira de carnaval), em um sucesso absoluto. O Armazém Bar superlotou na primeira noite (quando estiveram no local, seguramente, mais de trezentas pessoas) e encheu bastante na segunda. E em ambas, a diversidade de estilos e bandas mostrou mais uma vez o que todo mundo já sabe: o rock independente brasileiro, hoje, trafega por ilimitadas linguagens e faz um mix (ou ponte) com diversos outros gêneros da música pop. O resultado desse mix geralmente é positivo, embora ainda existam grupos visivelmente sem condições de participar de um evento musical com mais envergadura, como um festival de rock – ainda que este tenha uma produção modesta, embora correta e bastante profissional, como foi o caso do GR São Carlense.
No Grito Rock de São Carlos, todos os gêneros conviveram em harmonia no pequeno palco montado no Armazém (um bar localizado em um sobrado antigo e de arquitetura clássica, o que dá um charme a mais ao local). Entre as cinco bandas que se apresentaram na primeira noite e as dez que tocaram na segunda (uma acabou não comparecendo), deu gosto notar que o público se entusiasmava e acompanhava pra valer e com grande interesse tanto as delicadas e bucólicas nuances do folk contemporâneo e algo moderno do paulistano Home Pie (sem dúvida, o grande destaque da primeira noite), quanto o esporro sonoro e matador do surf rock do já conhecido campineiro The Violentures. Entre ambos, Inventiva (de Sorocaba) e Gigante Animal (também de São Paulo) também mostraram bom desempenho, principalmente na parte instrumental. Mas o grande fecho ficou mesmo para o trio paulistano Narcotic Love, que procura cada vez mais aperfeiçoar seu sincretismo entre rock e eletrônica – no set swingadíssimo que fizeram no festival (botando a molecada pra dançar animadamente), contaram com a adição de um guitarrista convidado. Mas o grupo já avisou que pretende enveredar cada vez mais pelos meandros da eletrônica, mas sem abandonar o apelo rocker das canções.
Já na looonga segunda noite de shows (que na verdade teve início no final da tarde, junto com a Feira de Cultura e Economia Solidária que aconteceu em frente ao Armazém e promovida pelo coletivo Massa Coletiva, que organizou o festival junto com a conhecida produtora Sara Mascarenhas), pelo menos duas bandas locais chamaram e muito a atenção do público: o quinteto feminino Nota Promissória e a turma do Aeromoças e Tenistas Russas. O Nota Promissória tem um nome cafona mas chamou a atenção por mostrar um rock básico e competente tocado por garotas cujas idades variam dos dez as catorze anos! Isso mesmo: a guitarrista era tão pequena que quase não conseguia tocar seu instrumento, maior do que ela (mas a garota tocou e solou direitinho, o que arrancou olhares de espanto de quem assistiu ao show). Já o ATR (na verdade, um bando de marmanjos barbados) botou todo mundo pra dançar com altas doses de groove, samba rock à la Benjor e Max De Castro e muita adrenalina instrumental. Uma receita que foi seguida pelo ska mezzo Moveis Coloniais de Acaju (olha aí o grupo brasiliense já influenciando outras bandas) do 220 Skabar, de Londrina, e que manteve a fervura na pista do bar. E o GR prosseguiu nesta noite mostrando uma diversidade sonora e respeito e atenção do público, que permitia tanto que se batesse a cabeça com o metal extremo do cuiabano Venial (a banda pratica um estilo de rock que este repórter definitivamente não gosta, mas há de se ressaltar que o grupo mostrou competência instrumental de sobra em seu set curto porém intenso), quanto se apreciasse as delicadas nuances do Alma Mater (de Ribeirão Preto), banda altamente influenciada pelo post rock de Radiohead e Sigur Rós. Talvez, por isso mesmo, eles tenham desperdiçado as intervenções de cordas (produzidas no palco por um violoncelista e por uma violinista) em um PA com poucos recursos de equalização e mixagem e onde a guitarra e a bateria encobriam quase que totalmente estas cordas. Ainda assim, o Alma Mater terminou sua apresentação sobre aplausos entusiasmados do público. O mesmo público que também curtiu o show do paulistano Visitantes (que já estão se tornando bem conhecidos no circuito alternativo) e do local Ubelina 69.
Foi isso. É importante ressaltar que o Grito Rock de São Carlos foi um modelo de organização. Quase não houve atrasos no início dos shows em cada noite, a troca das bandas era feita com bastante agilidade e toda a equipe envolvida na produção do festival se mostrou competente e atenciosa para com os músicos participantes e jornalistas que estavam por lá, cobrindo o evento. Se tudo começou em Cuiabá há alguns anos e lá, até hoje, atrasos e falhas organizacionais costumam empanar o brilho da "Nave mãe" do GR (uma marca que é distribuída para qualquer cidade brasileira que queira realizar o festival, mas sendo que cada município tem que arcar com toda a produção do evento, sem nenhum apoio externo da matriz criadora da marca), talvez a edição realizada em São Carlos seja um exemplo a ser seguido por esta mesma "Nave mãe".
E NO YOUTUBE...
Já tem esse vídeo com um trecho da apresentação do grupo Alma Mater no Grito Rock de São Carlos. Vejam aí:
"Morning Star" - Alma Mater ao vivo, no Grito Rock São Carlos
POUCAS & BOAS NO GRITO ROCK
♣ Climão de carnaval, preguiça, sabe como é... pra variar, Zap’n’roll chegou atrasada ao terminal rodoviário do Tietê e perdeu o busão que levaria o blog até São Carlos. Pra piorar, ainda esqueceu parte dos cds que levaria pra discotecar, na casa de sua dileta espanhola Karin – que teve que ir correndo até o Tietê pra levá-los até o blogueiro atrapalhado. No final, tudo certo: o zapper embarcou no ônibus seguinte e quando chegou na cidade, ainda foi recebido pela simpática e totosa Maitê (uma das produtoras do Grito Rock de lá), que o levou direto pra jantar.
♣ Aliás, a equipe de produção do GR era meio reduzida mas bastante atenciosa e com garotas de-li-cio-sas, que deixaram a marmanjada das bandas em polvorosa. Além da Maitê tinha a Dani (com um semblante severo nos primeiros contatos mas, depois, a garota ficou só sorrisos com todo mundo) e dona Sara em si, a produtora das pernas mais cobiçadas do indie rock paulista, uia!
♣ No jantar, um enooorme e delicioso bife à parmegianna, servido na praça de alimentação de um shopping chic da cidade (daqueles que este blogger nunca gosta de frequentar, mas enfim...). Era tão grande que teve gente que não aguentou comer inteiro e dividiu com quem estava ao lado.
♣ E quem disse que os são carlenses não bebem? Nas duas noites do festival, a breja simplesmentou acabou no Armazém Bar, no final da madrugada. Quando isso aconteceu, o jeito foi apelar pros destilados do local – pinga, inclusive.
♣ Drugs em São Carlos? Muita gente queria padê mas era raro e ruim. Já a marijuana... foi consumida em larga escala por músicos e o povo que foi assistir os shows. Todo mundo na paaaaz...
♣ O dj set realizado pelo blog no final da primeira noite de shows causou furor na pista do Armazém. Sério. Foram mais de duas horas de discotecagem e o povo queria maaaaais. Também, com o loki aqui turbinado por litros de vodka com energético, fazendo "air guitar" com uma guitarra de verdade e etc, a turma foi à loucura. Eram pedidos e mais pedidos para o dj doidão. E até o pessoal que trabalha no Armazém veio elogiar a seleção rocker que estava sendo despejada no PA. Moral da história: Rogéria, a simpática dona do Armazém, intimou a produtora Sara: "traz ele de volta pra cá, pra fazermos uma noite só dele no bar". Convite feito e já aceito pelo blog, hehe.
♣ E quem era ela? A louca mais bocetuda vista pelo blog nas duas noites do Grito Rock. Visual impecável, calça jeans justíssima de cintura baixa realçando o bundão e as coxas tesudas, blusa branca de mangas compridas, scarpin preto, bolsa idem, peitões estufados pedindo para serem mamados, cabelos curtos e... lesadíssima que estava, a figura rodava (sempre sozinha) de macho em macho, sem ficar com nenhum no final das contas. A certa altura, a piração da figura era tamanha que Zap’n’roll a flagrou na pia da entrada coletiva dos banheiros, jogando água fria na cabeça e na nuca, wow! Se alguém "garfou" a peça no final das contas (o pessoal do Narcotic Love tentou; Lazza, tecladista do Vanguart que também estava em São Carlos curtindo o festival, idem), não se sabe. Mas que a moçoila era gostosa pra caralho, isso era.
♣ Foi isso. O festival, como já foi dito aqui, foi beeem bacana, realizado com profissionalismo e competência e tem tudo pra continuar assim nos próximos anos. Daqui, o blogão deixa seus agradecimentos à Sara, à Maitê, Dani, Ricardo (da rádio Ufscar), Felipe, Rogéria e Simões (do Armazém Bar) pelo carinho e atenção com quem fomos recebidos em São Carlos. Abraços e beijos em todos vocês e até breve, em novo dj set de Zap’n’roll por aí!
ABRAFIN – FABRÍCIO NOBRE FALA
Então. Logo após comentar que a Associação Brasileira de Festivais Independentes está começando a receber muitas críticas, pelo modo como está gerenciando o calendário atual de festivais pelo Brasil, o blogger zapper conseguiu bater um papo rápido com o querido Fabrício Nobre, dileto amigo deste espaço rocker online há anos, e que preside a Abrafin até 2011.O que ele tem a dizer a respeito do assunto está aí embaixo:
Zap’n’roll – Existe, hoje, algum tipo de "panela" dentro da Abrafin?
36 respostas para “Ninguém vai para a reabilitação! (atualização final)”
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26 Feb, 2009 às 5:52 PM NOSSA!!!
que post massa!!!
26 Feb, 2009 às 6:02 PM grande Humberto Finatti! bom te encontrar no último finde, mesmo que rapidamente. nos esbarramos aí, pelo rock. abraço!
26 Feb, 2009 às 6:33 PM já que reclamaram que sugeri meu proprio nome vou mandar otro nome pra sua guitarra: ZAPINHA.
beeeeeeeeeijoo
26 Feb, 2009 às 9:07 PM Finatti, se não gosta de tecnologia, compra pelo menos uma câmera digital p/ tirar fotos desses shows e tal,seriam imagens exclusivas do blog. Gosto bastante das informações de bastidores desses festivais, sem as hipocrisias de outras colunas.
26 Feb, 2009 às 11:51 PM nome pra sua guítar: 'guitarra de las druegas'
valeu, cabrón!
26 Feb, 2009 às 11:59 PM nome fuderoso pra guítar --JOTALHONA!
27 Feb, 2009 às 10:52 AM Pô Finatti, você praticamente copiou as infos do site do NME. Deveria ter ido até lá.
27 Feb, 2009 às 11:19 AM olá!aí o blog é show ,tirando os comentários de baixo nível de alguns leitores! (sem querer ofender ninguém é claro)afinal cada um tem o direito de assistir o q quiser ,ouvir o q gosta ,ter o q lhe for convininte e puder e foda-se o resto.
ah "fonder" é um ótimo nome pra sua guitarra e mesmo sem querer batiza-la ,estou adorando a farra!!!!!!!!!
beijos,
moia.
27 Feb, 2009 às 1:32 PM Pois é Fabiana, se você tivesse me dado uma passagem de presente quem sabe eu iria. E sobre "copiar" as infos da NME, poxa, então será que a Folha Online e outros blogs que TAMBÉM deram a notícia copiaram a NME? Quando é que uma bobinha e chatinha como você vai entender que, no mundo globalizado da informação virtual, não existe mais esse negócio de "cópia"?
Quanto às fotos da festa da NME e também do Grito Rock, tivemos uns probleminhas com o administrador do blog. Calma que elas já entram!
27 Feb, 2009 às 1:46 PM E dizer que tudo isso aí existe porque Finatti resolveu dar uma força para o Fabricio Nobre e a coisa expandiu demais até virar isso que está no momento.
Finatti tambem deve estar sentindo em alguns momentos a desagradável sensação de ter remorsos, como se isso existisse de fato ou de direito ; o gordo sempre foi guloso e agora é isso aí; alguem pode mostrar os 7 Pecados Capitais da Abrafin ou deixar mesmo seu fim entre os previstos por Alighieri em sua Divina Comédia...
Antes que me esqueça, a Abrafin ainda vai levar a Framboesa de Cristal...( porque o Pomba é gay! )
27 Feb, 2009 às 3:32 PM o Finas... a USP não é universidade federal... corrige aee!
abraços!
aguardo as notas de bastidores
27 Feb, 2009 às 7:16 PM Grande Finas, enorme prazer conhecê-lo.
pena que perdeu o show do Inventiva, algo me diz que você adoraria...rsrsrs
Abraços
Rodrigo (Inventiva e Monstruário)
27 Feb, 2009 às 7:43 PM eeeh cara hj finalmente show do jupiter
28 Feb, 2009 às 3:24 AM Pô, apagou minha sugestão da guítar? Por acaso tá proibido falar em... aqui?
Ficou muito bom o post, sobretudo a cobertura do GR de São Carlos e a entrevista, além de factual foi sincero nas duas, coisa rara hoje em dia no jornalismo musical.
28 Feb, 2009 às 8:43 AM Posts grande são chatos finatti, quando vc vai entender isso?
28 Feb, 2009 às 8:47 AM Finatti, eu cobri o Rock in Rio II e, definitivamente, você não estava lá. Celso fonseca, Julia Resende, Kid Vinil, Dum de Lucca, Jimi Joe e outros feras da imprensa paulista sempre se encontravam na sala de imprensa que era...me diz onde? E quem foi a coordenadotra de imprensa?
NÃO TEM JEITO, vc pode até ter ido, mas não como jornalista. Ou então, era um mero desconhecido. Pois nem na festa do Prince lembro de vc.
28 Feb, 2009 às 9:46 AM Finatti, boa a mini entrevista com o Fabrício. Pena que ele ignore o que os músicos estão dizendo, afirmando ser bobagem de forma até desdenhosa a questão das "panelas". Nessa pergunta em particular - Mas há quem reclame que se instalou uma "panela" na organização, que protege e sempre privilegia determinadas bandas e jornalistas nos festivais. Procede a reclamação? - ele diz o óbvio. Claro que não ia falar ao contrário. 870 bandas diferentes em mais de mil shows num primeiro momento parece muito. Mas existem muito mais bandas que EFETIVAMENTE não conseguem tocar nesses festivais, apesar de tentarem a exaustão. Essas 870 bandas poderiam ser bem mais, já que a qualidade parece - como vc mesmo constatou e vem afirmando na zap, também - não ser um dos principalis parâmetros de escolha nos festivais. Eu como jornalista nunca escrevi que existe panela, apenas apurei, ouvi, detectei, o que os músicos estão sentindo na pele e dizem. Outra coisa que o Fabricio disse que me chamou atenção é essa pesquisa, uma boa medida, com tanto que essa empresa terceirizada não seja igual, ou do tipo, que o COB -Comite Olímpico Brasileiro- contratou (que teve a chancela do Ministério dos Esportes)que maquiou dados do PAN 2007 e que está gerando uma CPI em Brasília. Uma apresentação pública nos gastos no site da Abrafin - de como foi usado o dinheiro do patrocínio proveniente da Petrobras - também seria bom, talvez essa empresa também faça isso. Ninguém é contra os festivais e nem critica a Abrafin ao acaso. A imprensa, inclusive a grandona, apenas cumpre seu papel de refletir, ou repercutir, a insatisfação e o grito dos músicos. Questionamos quando as próprias bandas nos pedem, cansadas do que chamam de panela. Ainda acho que o melhor termômetro para esse questionamento são os músicos. No fim, o que todos desejam é igualdade. Claro que o trabalho da Abrafin deve ser enaltecido porque, afinal, os festivais estão ai. Contudo, como vc mesmo vem afirmando algumas vezes, a entidade poderia rever as formas de inclusão das bandas. Macaco Bong tocar em seis de 32 festivais significa muito quando várias nunca conseguem tocar, inclusive o genial Marsicano, que me disse pessoalmente que gostaria muito de ter uma oportunidade em algum festival. Para um artista que já tocou com grande feras e teve seu disco "Sitar Hendrix" (2007) indicado ao Grammy americano, ele merecia ser convidadissimo.
abração
28 Feb, 2009 às 12:30 PM ae, finas, o Dest_lado tem 2 vocais!! sao 6 na banda, 2 baixos, 2 bateras e 2 vocais... pro caso de um estar bebendo e nao dar tempo de cantar... iuaheuiheiuhea
flwZ!!
e um brinde rocker!!!
28 Feb, 2009 às 10:08 PM Mais irritante do que constatar a que ponto chega a imbecilidade e idiotice do tal “colaborador”, é ter que responder ao seu comentário, para colocar os fatos em seu devido lugar e derrubar a saraivada de mentiras e distorções que esse beócio produz em suas mensagens. Portanto, vamos lá:
Na época do Rock In Rio II (realizado em janeiro de 1991, no estádio do Maracanã, no Rio) eu trabalhava como repórter frila fixo na editoria de cultura da revista Istoé. Decidi ir ao festival apenas na noite do dia 20 de janeiro (um domingo), pois eu queria conferir até que ponto se justificava o então enoooorme falatório em torno do Guns’N’Roses. O grupo, no Brasil, era distribuído pela major BMG/Ariola, cuja assessora de imprensa na época era a queridíssima (até hoje, por todos os jornalistas do meio musical) Miriam Martinez – atualmente trabalhando na casa de shows Via Funchal, em São Paulo. Como o sujeito aqui sempre foi preguiçoso e não estava a fim de encarar busão terrestre pro Rio, e como estava indo lá pela Istoé e também como as majors do disco esbanjavam dinheiro a rodo (pois não enfrentavam a decadência de vendas que enfrentam hoje), negociei uma ponte aérea com a Miriam, por conta da BMG. Ela descolou a passagem na boa (e pode confirmar a história) e eu fui.
Chegando no Rio, fui “voando” prum hotel mixuruca (reconheço) no centro e de lá, pro Maracanã. O resto é o que eu já contei no post. Mas apenas para esclarecer o “famoso” jornalista “colaborador” (que é tão famoso que não tem sequer a coragem de se identificar aqui) alguns fatos, hã, pitorescos vividos por mim naquela noite maluca: a área de convidados (onde havia estandes de TODAS as gravadoras instaladas no Brasil) ficava atrás das cadeiras cobertas do Maracanã, num dos anéis intermediários do estádio. Havia um grande salão/bar com mesas e cadeiras e onde as bebidas e comidas servidas eram pagas. Os estandes das gravadoras, quase todos, estavam às moscas, com exceção de um: o da Warner, e quando entrei nele descobri imediatamente o motivo: havia serviço gratuito de biffet (com salgadinhos variados) e bar. E aí estava o ouro da história: garçons despejavam talagadas e talagadas de whisky Logan (o Scott importado que estava em moda na época, graças à preferência declarada por ele pelo nefasto ex-presidente Collor) nos copos dos convivas. A certa altura o Gutto Goffi (batera do Barão Vermelho, então contratado da Warner, e que foi meu chapa desde sempre) me pegou pela cintura, me tirou do chão (ele é alto pra cacete) e me cumprimentou com um “Finaaaaaaaaaattiiiiii” caloroso. E eu, já bebaço, balançando as pernas como um boneco, pedi rindo: “me põe no chão, porra!”. Logo em seguida, ainda com um copo cheio de Logan até a boca, dei de cara com o Supla (nessa época nem éramos tão amigos como somos hoje) e lhe perguntei: “você quer?”. Diante da negativa dele (que também estava pra lá de Bagdá) eu não tive dúvidas: joguei o copo todo no chão, rsrs.
Fora tudo isso, você que é um jornalista tão “famoso”, caro colaborador, deveria escrever melhor e ser mais informado: não é Julia mas, sim, Juliana Resende (grande amiga minha até hoje); eu trabalhava na Istoé e fui pro Rio com a cobertura aérea da BMG/Ariola, de tão “desconhecido” que eu era. Pois é...
Ah, sim: não me lembro mais quem era a assessora que me levou pra área de convidados. Mas ela foi super simpática e atenciosa. E de fato não fui na festa que o Prince deu em uma casa noturna do Rio, que ele fechou pra fazer a parada e onde queriam barrar até Boni, na época o poderoso vice-presidente da TV Globo, que estava PAGANDO parte do Rock In Rio. E, na boa, eu e o Luiz Calanca sempre achamos o Prince um dos maiores malas e engodos da história da música pop, estávamos inclusive falando (eu e ele) sobre isso ontem. Só deslumbrados e babacas metidos a fodões como você é consideram o Prince um gênio, sorry.
Por fim: agradeço ao Opinion pelos elogios. E, sim, o nome que você citou em seu comentário está com sua publicação vetada aqui, para evitar maiores problemas com a pessoa em questão.
E cara Renata, pois é, cada um tem uma opinião, né? Você acha posts longos chatos; já o nosso querido gininho sem sócio considera posts curtos como sendo “merdas”. Não é engraçada e ótima essa diversidade de opiniões?
Abraços em todos e bom finde pra galera que escreveu!
28 Feb, 2009 às 11:31 PM e ae fina..blz cara?..você deveria especializar-se em escrever sobre os "bastidores" das festas e festivais..vc é imbativel :)
outra coisa...vc tem filho?!
abraço!
1 Mar, 2009 às 2:23 AM Aê Phinnas sua guítar devia se chamar PEIDORRÊRA
nhééééé
1 Mar, 2009 às 7:49 AM Finas,
sou assíduo em seu blog. Vc escreve muito bem sobre música, e isso é raro hoje em dia.
Keep on rockin!!!!!!!!!!!!
CJ - mqn
Ps: esse gordo Nobre é gente que faz!!!!!!!!!!!!!!1
1 Mar, 2009 às 11:03 AM Prince eh gênio. Mais que Helio Flanders (quem?), inclusive.
2 Mar, 2009 às 9:46 AM Purple Rain é o melhor filme de todos os tempos...
2 Mar, 2009 às 11:03 AM As aeromoças agradecem o elogio!
valeu mesmo pela presença no Grito São Carlos!
abração Finatti.
3 Mar, 2009 às 1:33 AM Finatao.
Parabéns! Gostei do blog! Só achei chato essa clamação toda pelas universidades, não augento mais essa coisa Universidade Pública é a vaselina da hipocresia da educação no Brasil!
Mas falando de música festivais como estes tem que pipocar mais por aí. È preciso incentivar nossos talentos artísticos. Antigos ou novos. Indies ou mainstream a arte tem que ser impulsiconada, senão a gente vai viver de leitura de clipping dos fatos
do passado. Ainda bem que minha memória é uma ilha de edição. Todo dia eu edito e lembro so o que eu quero lembrar. Vamos nos renovar, até Juglio Medaglia anda se redimindo e reconhecendo que Rock tb e musica (ouvi o comentario em off de outro grande nome da musica ligado ao Juglio). Coisa que ele levou anos para admitir. E isso ai loki, bola pra frente e toca o puteiro! A fila anda!
Beijos
Gilza
3 Mar, 2009 às 9:58 AM O desapreço da cidadã acima pela "Universidade Pública" faz sentido, diante do baixíssimo nível de sua redação.
Pra completar, só faltou repetir a papagaiada de professor de cursinho particular de que há o "sucateamento da universidade pública" haha
Esse pessoal não muda mesmo...
3 Mar, 2009 às 6:15 PM vc, por acaso, ganha pra não atualizar isso?????
hahahhaa... brinks, finas!
ATUALIZA ESSA PORRA!!!!
3 Mar, 2009 às 7:01 PM Sou de Araraquara....e posso dizer que bandas boas existem sim nesses festivais....adorei as menininhas do Nota promissória (nome feiissimo...infeliz o pai das meninas que devem ter dado)....aeromoças tb bem bacana.....salvou meu carnaval...rs....nao estive na segunda mas fui ver essa Narcotic Love no myspace....puta que pariu....esses caras sao tupiniquins?...nem fudendo....pra mim são gringos....fudido demais o som deles...merda de segunda que perdi......