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Manics eram - e são - reais. E ótimos. E dolorosos, às vezes (finalizado em 26/5/2009)

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 Manic Street Preachers: um gigante do rock inglês, de volta com um disco sensacional

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UMA JORNADA ROCKER PARA AMORES DOLOROSOS

Manic Street Preachers talvez seja uma banda irrelevante e praticamente desconhecida do público brasileiro – mesmo dos chamados “indie kids” mais radicais. Na Inglaterra, o quadro é diametralmente oposto: banda gigante, de fãs realmente fanáticos, os Manics (como são carinhosamente chamados pelo seu público) existem há quase duas décadas, já lançaram uma batelada de discos fodões e são tão ou mais cultuados do que o Oasis, por exemplo. Um culto que, a depender de “Journal For The Plague Lovers”, o nono álbum de estúdio do trio e que saiu na Velha Ilha na semana passada, ainda irá durar por muito tempo. O disco é um tesão e já sério candidato a entrar fácil na lista dos melhores de 2009 – e poderá sair no Brasil em breve, via Sony/BMG. Enquanto isso não acontece, você pode encontra-lo fácil pra “baixar” na net.
Os Manics são galeses, na verdade. Surgiram no País de Gales, por volta de 1986, mas só conseguiram gravar o primeiro álbum, “Generation Terrorists”, em 1992. O som, a princípio estranho, era uma mistura inusitada de heavy metal com guitarras indies, mas com o peculiar estilo brit das bandas da terra da Rainha. O disco foi bem recebido pela rock press britânica e também pelo público, mas sem causar estardalhaço ou comoção profunda. Foi com “The Holy Bible”, editado em 1994, que a banda começou de fato a se tornar grande. A sonoridade havia mudado, se transformando em um híbrido de iconoclastia punkster com guitarras indie ferozes. E as letras, escritas pelo guitarrista e vocalista Richard James Edwards, estavam se tornando cada vez mais passionais, atormentadas e políticas. Isso começou a atrair um enorme séqüito de fãs para ele e Richey começou a pirar. Sofrendo de depressão e pressão causadas por um sucesso avassalador que começava a dominar a banda, James começou a dar sinais de esgotamento emocional. Até que num belo dia ele simplesmente desapareceu. Começaram as buscas pelo músico e alguns dias após seu desaparecimento, seu carro e seus documentos foram encontrados próximos a uma ponte na cidade de Cardiff, local muito utilizado por suicidas que iam lá para por um fim em suas existências atormentadas.

 

Manics em ação: eles já tocaram em Cuba, mas nunca aqui

O sumiço e provável morte de James (seu falecimento oficial só foi confirmado pelas autoridades britânicas em 2008) elevou-o a categoria de mito e mártir do rock inglês, e só tornou o MSP ainda mais idolatrado e maior do que já estava. Vieram mais discos fodões, como “Everything Must Go”, “This Is My Truth Tell Me Yours” e “Know Your Enemy” e a trinca restante da banda (o também guitarrista e vocalista James Dean Bradfield, o baixista Nick Wyre e o baterista Sean Moore) se encarregaram de levar adiante o trabalho de um grupo que já havia ultrapassado as fronteiras de popularidade na Inglaterra e acabou indo se apresentar em Cuba (sim, os Manics sempre foram vistos como politicamente de esquerda dentro do rock inglês), com direito a presença do ditador Fidel Castro na platéia.
E neste “Journal For The Plague Lovers”, os Manics prestam vassalagem incontida ao saudoso e inesquecível Richey, musciando enfim várias de suas letras que ainda não haviam se transformado em músicas acabadas. É um álbum poderoso, de rocks potentes (como “Peeled Apples”, que abre o disco, ou ainda a “guerrilheira” “Me And Stephen Hawking”), baladas lindíssimas, passionais e tristes (“This Joke Sport Severed”, “Facing Page: Top Left”, com seus pianos e violões dolentes, ou a sensacional “William’s Last Words”, com arranjos de cordas e onde o vocal mais agudo de James Dean cede espaço para a inflexão mais grave do baixista Nick Wyre), músicas fodonas para se acabar na pista (“Virginia State Epileptic Colony” é o melhor exemplo disso) e um hit com cara do rock inglês dos anos 90’ (a faixa-título) que pode fazer estragos irreversíveis em qualquer rádio ou pista de bar mais antenado.
A capa do novo álbum (que você incluída aqui neste texto) é como a própria banda em si: com uma imagem considerada forte demais e polêmica, fez com que a venda do cd em supermercados ingleses fosse proibida. É assim o Manic Street Preachers: eles sempre foram reais, ótimos, fortes, intensos e, muitas vezes, com uma história de tragédias pessoais dolorosas e grandes e empolgantes vitórias. E tomara que permaneçam assim por muito tempo ainda.

* Richard James Edwards morreu no dia 1 de fevereiro de 1995, em Cardiff, País De Gales. Tinha 28 anos de idade e se tornou mais um mártir/lenda do rock inglês, como Ian Curtis e mais alguns poucos.

* Para saber mais sobre os Manics: www.manics.co.uk

* Este texto sobre os Manics vai pra linda e rocker franco/amapense Rudja Catrine, umas das grandes amigas destas linhas bloggers e que ama tanto a banda quanto Zap’n’roll.

A capa do novo álbum: por causa dela, o disco teve sua vendagem boicotada em algumas lojas inglesas

GRIND, 11 ANOS - UMA BALADA HISTÓRICA! 

Não deu outra: o inferninho under paulistano A Lôca - talvez o clube gls alternativo mais conhecido do Brasil, hoje - literalmente foi abaixo na madrugada de hoje (segundona bravíssima, afe...), quando a domingueira rocker Grind comemorou em mega estilo seus onze anos de existência. Comandado pelo super dj André Pomba (também nosso querido "editador" do portal Dynamite), o Grind já se tornou um clássico imbatível na "naite" da capital paulista. Semanalmente, sermpre aos domingos, cercam de mil pessoas passam pelo clube da Frei Caneca, e a ode ao hedonismo ali reina absoluta. Todo mundo se diverte sem culpa, sem preconceito e sem patrulhamento moral de qualquer espécie. Das bichas montadas que fizeram a fama do bar aos garotos e garotas rockers, dos playbas caretas em busca de uma "aventura diferente" aos neófitos do projeto rock que tem como objetivo primordial o respeito à diversidade sexual através do rock'n'roll, a Lôca e o Grind recebe todos de braços abertos. Ou, para não gastar muita saliva à toa, como bem definiu o colega blogueiro Marco Canônico, na Ilustrada no Pop, na Folha online na última sexta-feira: "Uma das melhores noitadas do país, a "Grind <http://rraurl.uol.com.br/cena/5365/>", comandada por André Pomba <http://www.myspace.com/andrepombacagni>, comemora 11 anos com festa especial <http://www.fotolog.com.br/andrepombacagni/64194450>. Se você conhece, não preciso dizer nada. Se não conhece, só posso dizer "vai lá". É outro patamar, é um troço além da explicação. É divertida, é engraçada, é bizarra e vai até as 6h30, 7h da manhã de segunda!!!!!! Sério, isso é que é noitada pra profissionais". Simples assim.

Bien, Zap'n'roll esteve lá ontem e ainda está se recuperando da mega destruição que foi a festona. E conta alguns detalhes saborosos da noitada master logo aí embaixo. Antes, porém, uma mini-entrevista com o amado André Pomba (hoje, um autêntico dj popstar em Sampa, hihi), onde ele tenta resumir em poucas palavras o que é o Grind e porque ele deu tão certo.


Zap - O Grind existe há onze anos e se tornou um marco e um clássico da noite paulistana. Qual o segredo para uma noite ser tão longeva em um ambiente - a vida noturna paulistana - tão efêmero, onde casas noturnas e festas surgem e desaparecem com uma rotatividade notável?
 
André Pomba - Na realidade creio que a noite se profissionalizou na última década. Casas e projetos tem uma durabilidade maior hoje em dia, do que tinham nas décadas de 80 e 90. A noite virou um bom negócio, mas para profissionais. Os aventureiros vão sempre existir. Na realidade eu digo que a durabilidade do Grind é um misto de sorte e visão. Tocávamos rock quanto o rock era dado como morto, o domingo era um dia micado, os anos 80 eram sufocados pelo grunge e eletrônico, as tribos não se misturavam, os DJs eram cultuados... Um a um o Grind foi derrubando estes conceitos numa noite mais libertária sexualmente e musicalmente.
 
Zap - No começo, me lembro bem, não iam muitas pessoas lá e a festa só ia até meia-noite. Hoje, circulam cerca de mil pessoas por domingo na Loca e o Grind vai até 7 da manhã de segunda. Custou muito pra atingir esse patamar atual?


André Pomba - Durante o primeiro ano, em 1998, quase nada acontecia. Era um matinê que ia das 19has 23h, com quase todo mundo VIP. Em 2000 o público já era maior eíamos ate 2 da manhã. Nas férias de julho de 2001 o dono da A Lôca - o Anibal - resolveu estender até as 5 da manhã e o resultado é que dobramos de público e uma galera que não ia lá, começou a frequentar e o projeto virou hype e começou a bombar e ultrapassar amarca de 1000 pessoas e ir até 7 da manhã. Hoje, com tanta concorrência nos domingos, mas principalmente do projeto Locuras que faço nas quintas,  não lota como antes, mas tem sido mais legal pois temos resgatado as origens do projeto, reciclando público e idéias.
 
Zap - O que muita gente não sabe é que, além de dj e produtor cultural, você também é jornalista, fundou revistas como a Dynamite e On & Off, foi redator da Rock Brigade... só que você acabou ficando muito mais famoso como dj. Hoje, você também dirige a Ong Associação Cultural Dynamite e o portal Dynamite online. Você se ressente pelo fato de não ter tido um grande reconhecimento também como jornalista ou, diante do sucesso do Grind, isso se tornou algo irrelevante pra você?

André Pomba - Na realidade o jornalismo nunca foi minha primeira profissão ou opção, sempre atuei como produtor cultural, de eventos e artístico (com discos) e antes ainda minha prioridade era ser músico. Na Rock Brigade entrei na área comercial e depois fui pra redação em paralelo. Na
Dynamite sempre atuei como editor e escrever sempre esteve em segundo plano. Sempre me vi como produtor, mais do que como jornalista, apesar de achar que escrevo bem. Mas se eu investisse novamente em escrever, seria um livro ou atuar como colunista, mas hoje tempo é o que mais me
falta para desenvolver qualquer outra atividade extra e cuidar da minha saúde tem vindo como prioridade, já que ela sempre foi relegada.
 
Zap - Certo. E falando em saúde, uma boa pergunta pra encerrar esta mini-entrevista: você já está com 45 anos de idade e discoteca, além da Loca, em vários outros lugares. Não acaba se tornando algo
desgastante, fisicamente falando? Compensa pelo lado financeiro? Você se vê fazendo o Grind por mais outra década?
 
André Pomba - Profissionalmente falando estou na minha melhor fase em termos de demanda, toco desde festas alternativas para adolescentes até casamentos e eventos. Tem compensando financeiramente e diferentemente de como me via anos atrás, hoje me vejo comandando a noite por mais uma década sim. Afinal se existem bandas detonando ainda com os caras com 60 anos, existem vários DJs também com essa idade ainda atraindo público em raves e festas, não vejo porque não ir em frente. Lógico que é uma rotina desgastante, mas pior seria ter virado careta e trabalhar em um trabalho 'normal' e morrendo a cada dia.

O super dj André Pomba: mais de uma década colocando o rock à serviço da diversidade sexual 

LANCES BIZARROS QUE SÓ ACONTECEM NO GRIND

* A mega festa comemorativa dos onze anos do Grind começou por volta das nove da noite de domingo, com um coquetel apenas para convidados no andar superior da Loca - no térreo, a balada aberta ao público em geral já começava a ferver. O drink servido no coquetel era suave mas "batia": uma mistura de vodka com suco de laranja. Ou seja, o tradicional "hi-fi" mas com um toque especial da bar woman Rita, ela mesma uma atração à parte do Grind, que no regabofe de aniversário ainda contou com "bruxinhas" oferecendo pedaços de maçãs em chamas para os clientes, pirofagistas e pocket show de Maria Alcina, umas das musas da nação biba.

* Meia-noite: o coquetel acaba e Zap'n'roll, sempre acompanhado de sua fiel escudeira, Nathália "beuda" Traffica, já está começando a ficar lesado, após levar um "estoque" de drinks para a pista, que a essa altura já estava lotada.

* Três da manhã: o blogger maloker já está pra lá de beudo - e Nathália também. Confraternizações com Pomba, com Bruninho Palma (nosso fofo editor do site), com o Tiamat e com o dj Pardal. Da turma da Dynamite, faltaram o editor de arte Khall(fajeste, rsrs), o assistente de redação Xandola, o "burocrata" Haniltinho e o radical (do Psol, hihi) Marcelo Teixeira, uia! Bruninho Palma, bi-curious que destrói corações de machos e fêmeas, é assediado por uma loiraça bocetuda de short mínimo, tatuagem no coxaço branco e cara de vadia. Quando é informada por este blogueiro que Brunolo está em fase mais para paquerar garotos do que garotas, a loira faz um ar de desapontamento. Talvez por isso - atenção! - a mesma loira irá ser a protagonista da causação mor que encerrou a noite. Leia logo mais abaixo e você irá entender o que o blog quer dizer.

* Cinco e meia da manhã: a Loca começa a esvaziar - também pudera: a festa começou às oito e meia da noite de domingo. Zap'n'roll pede arrego e vai embora com Nathália e mais o chapa Porn Angel. A trinca, a bordo do carro da beuda, vai dar uma voltinha na zona sul paulistana, antes de retornar a Pinheiros (onde ela mora) e depois que o sujeito que digita estas linhas e Porn praticaram algumas "maldades nasais", hihi.

* Seis e meia da manhã: a loira bocetuda, lesadaça, cara de vadia e do além, encerra a festa do Grind em grande estilo, conforme relato do próprio dono da festa, mr. Pomba em pessoa, já que o blogon não estava mais lá para presenciar a cena: "eu estava tocando as últimas músicas e uma loca invadiu a cabine como um tsunami, devastando tudo que via pela frente. Derrubou parte da luminária e, completamente histérica, começou a gritar: 'acabou, acabou!". Quando ela já se preparava pra jogar todo o equipamento de som da cabine (disqueteiras, pick-up's etc) na pista, eu consegui literalmente 'abraçar' as disqueteiras e segurá-las. Achei que a mina ia me bater, de tão alterada que ela estava. Enfim, os seguranças agiram rápido e conseguiram tirar a loca da Loca da cabine, que saiu de lá sob vaias do pessoal que estava na pista. E eu ainda consegui encerrar a festa tocando 'New York, New York', com Frank Sinatra".

Pois é, foi isso a festa. Se você perdeu e está se lamentando até agora, sem problema; no próximo domingo tem mais, uia!

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E o blogon zapper pára por aqui, deixando o maior beijo do mundo pra amada Ana Laura, que hoje está ficando mais velha, junto a meiga e fofa Luana Schabib, duas garotas rockers ao extremo e que Zap'n'roll tem muito orgulho por conhecer e ser amigão de ambas. Parabéns, garotas!

Na sexta voltamos com mais... mais notícias quentes, mais prêmios, mais tudo! Até!

(finalizado por Finatti em 26/05/2009, às 16:45hs.)

13 respostas para “Manics eram - e são - reais. E ótimos. E dolorosos, às vezes (finalizado em 26/5/2009)”

  1. jaimão Disse:
    trampo pesado no finde, hein, finnas?
    escreveu cinco linhas num fim de semana inteiro...
    deve estar moído de tanto trabalhar!
  2. gilza Disse:
    Zap Roll atualizadissíma.
    Diga uma coisa por onde anda o B`52, aquele trio new age que agitou os anos 80? Novidade: logo, logo tem texto publicado em homenagem a você, te passo o link no email.
    beijos,
    Gilza
  3. Fred Schneider Disse:
    Mano, olha essa Gilzeta. Parece que fugiu do manicômio a sem noção. No minimo nao liga televisao nem nunca le jornal. So podia ser amiga do Finatti mesmo.
    Cara eu amo a Zap'n'rolla por causa desse povo doente que comenta aqui. Sao os indies favelados, ingual escreveu o Lucio aquela vez. Zap é o terceiro mundo do colunismo alt rocker. É a Somália indie. Ashashash
  4. Kate Pierson Disse:
    Gilzetta é out scene mesmo o Fred tem razão, favela pura, que mal informada. Imagina o texto merda que ela tá preparando...que horror. O B-52 lançou o bacana Funplex no fim do ano passado e fez shows aqui no Brasil em abril desse ano.
  5. gino soccio Disse:
    puta furo de reportagem, phinnas! como vc conseguiu essa entrevista exclusiva com o pomba? prêmio pulitzer já!
  6. gilza Disse:
    Finatti.
    Credita que é nóis!
    O manos nao se ligam na pegada e vem tirar onda.
    Af! Peguei gripe acho que é Fungos: eles estão por todas as partes...
    Bisus
  7. Peter Disse:
    B-52 NEW AGE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Nossa, que heresia! KKKKKKKKKKKK, escrever uma merda dessas é dar a cara de que não conhece nada de música, mas nada mesmo. Dá até dó dessa Gilza, quem é a Loki???? É mesmo, fugiu do manicômio, rsss...ô maluca..é NEW WAVE, e a banda, como escreve a doce vocalista Kate, está em plena atividade. Informação é tudo fofinha!!
  8. Thiago Disse:
    Trio new age??? Nuosa Finatti, que é a ET? Que mico.
  9. Opinion Disse:
    Finatti, faço questão de ler essa homenagem de gil-z a sua pessoa, por favor divulgue o link aqui na Zap ok?
  10. jaimão Disse:
    gilzeta com fungos, a verdadeira visão do inferno!
  11. Kate Pierson Disse:
    Agora ela vem com desculpinha furadinha, não cola não, bojão.....sem vergonha mesmo
  12. Opinion Disse:
    Phinnas, veja só essa capa do Actionslacks:

    http://www.slacksaction.com/kidswithguitars/index.html

    Não lembra a capa do Vanguart Multishow Registro (http://www.americanas.com.br/AcomProd/580/2713769) ? O ep do Actionslacks saiu em fev/2009. Será a semelhança pura coincidência?

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