

Os Manics ao vivo, em Camden Town, em Londres: show pra enlouquecer os fãs
* Chega de Michael Jackson! Yep, já vai fazer uma semana que o maior nome da música pop bateu as botas (ok, ainda vai ter funeral e enterro e bla bla blá), então vamos deixar a alma do sujeito descansar em paz. Fora que a vida segue, o mondo pop não pára e temos que ir em frente, porque atrás vem sempre mais gente, uia!
* O país da canaile política não muda, alguém duvida disso? A Folha online informa que o CQC da Band, uma das melhores coisas que existem hoje na tv aberta deste país (Marcelo Tas sempre foi gênio, ponto), já sofre censura e pressão da própria emissora que o abriga, para que o programa não pegue muito pesado com os... políticos, claaaaro. Lamentável.
* O que já era ruim vai ficar ainda pior. Nosso colega de blogosfera, o Ilustrada no Pop, dá nota sobre o novo álbum do medonho Killers. O mala e cafona Brandon Flowers, com seus acólitos, agora vai lançar um disco de covers. Uma delas é para "Romeo And Juliet", clássico do velhusco Dire Straits, banda que foi até legal laaaaá nos early 80’, em seus primeiros discos e tal, mas terminou sua carreira afundada na breguice. Agora, pensa bem... Killers tocando Dire Straits... não, não dá pra encarar.
* Já a nova turnê mundial do U2 dá pra encarar numa boa. Mesmo porque "No Line On The Horizon", o último disco de estúdio de Bono e cia. é bem bom. O primeiro show foi ontem à noite em Barcelona, na Espanha, para 90 mil pessoas e mereceu até trecho no encerramento do Jornal da Globo, uia! A tour "360 graus" da banda está prevista pra durar três anos (isso mesmo!). Será que eles não dão uma passadinha por aqui novamente?
* Falando em tv Globo, a emissora resolveu dar uma madrugada pop aos telespectadores insones (como o zapper aqui), em termos cinematográficos. Passou no famigerado Intercine o filme "Segundas intenções", que é aquela refilmagem até decente feita anos atrás, para o clássico "As ligações perigosas", dirigido em 1988 pelo gênio Stephen Frears e contando então com uma tesudaça Glen Close no papel da maquiavélica Marquesa de Merteuil, além de um John Malkovitch (fazendo o não menos perverso Conde de Valmont) em plena ascensão. A história, todo mundo conhece: os dois personagens têm como esporte predileto seduzir pessoas e destrui-las emocionalmente. Até que Valmont conhece a encantadora Cecile De Volanges (interpretada por uma jovem e já deliciosa Uma Thurman), descobre que ela é virgem e passa a ter como meta deflorá-la. Mas Valmont acaba se apaixonando por sua vítima e... bien, essa é a versão original de Frears, ambientada na realeza francesa pré-revolução, e fiel ao romance escrito por Choderlos De Laclos em 1782. A versão exibida na Globo é pop e moderninha (e embora bacaninha, não chega aos pés do refinamento e da elegância do filme dirigido por Frears) e transpõe a ação para a Nova York dos anos 90’ e... bem, Zap’n’roll já tinha visto no cinema (a refilmagem é de 1999, se não falha a memória do lesado autor deste blog) e só resolveu comentar aqui porque foi curioso ver o dito cujo passando alta madrugada na Globo. Ah sim, a versão noventista do filme ainda conta com Placebo, Blur e Verve mandando ver na trilha sonora.
* Bien, bien, Londres pega fogo neste finde com a volta do Blur. E já pegou antes, com a invasão dos Manics, como você vai ler agora, aí embaixo.
MANICS AO VIVO – AMANTES ROCKERS EM FÚRIA!
Lenda viva do rock inglês contemporâneo que importa, o cultuadíssimo e amado (por lá) Manic Street Preachers lançou um disco fodaço este ano, o "Journal For Plague Lovers", já muito bem cometando por aqui, nestas linhas zappers. É uma pena que praticamente ninguém conheça a banda no Brasil porque os Manics (como são carinhosamente chamados pelos fãs ingleses) são tão ou mais importantes do que o Oasis, por exemplo.
E além de "Journal..." ser o melhor disco do grupo em pelo menos uma década, a banda ainda está arrasando com shows igualmente fodásticos pelo Reino Unido. Um desses shows foi visto por Zap’n’roll, através de nosso correspondente honorário (hihi) Macelo Yorke, no final de maio em Londres. Velho e dileto amigo deste blogon, rocker man de carteirinha e bom de texto, Marceleza está morando em Londres desde o ano passado. E promete mandar sempre novidades de lá para o blog. Ele estará nesta sexta-feira lá no Hyde Park, pra acompanhar o mega comeback do Blur e nós estaremos aguardando aqui seu relato sobre o showzaço.
Por enquanto, você fica sabendo o que os Manics aprontaram em Londres, lá no Roundhouse, em Camden Town, no dia 29 de maio último:
"Uma molecada se aglomera na calçada em frente ao mercado de Camden Town, bairro de todas as tribos alternativas do mundo. São 3 horas da tarde, e percebe-se claramente a ansiedade no rostos desses jovens, muitos deles com menos de 20 anos, para o tão aguardado show da turne do nono álbum de estudio dos Manics, Journal for Plague Lovers. Ainda faltam algumas horas pro show, mas já é possível localizar vários "clones" de Richey Edwards, o falecido primeiro vocalista da banda. Sao meninos que, em sua maioria, mal tinham saído das fraldas quando Richey desapareceu. E é isso que faz o rock and roll ser tao apaixonante: ser atemporal.
Fui me juntar às outras centenas de pessoas na fila. Aos poucos percebo que o número de fãs das "antigas" comeca a aumentar consideravelmente. São homens e mulheres que eram adolescentes quando a banda surgiu, há quase 20 anos, e continuam acompanhando seus ídolos ate hoje. Mas são esses que mostram um ar mais frio, menos empolgado, deixando pra chegar em cima da hora e preferindo ficar um pouco mais afastado do palco.
Pois bem, eu ja nao me aguentava de ansiedade. Os Manics fazem parte de uma seleta lista daquelas bandas que "eu precisava ver antes de morrer".
O local dos show não é dos maiores (capacidade para 2.500 pessoas mais ou menos), e com uma acustica impecável. E em qualquer lugar que você resolvêsse ficar, conseguiria ver a banda tranquilamente, de perto e sem nada atrapalhando.
A nova turne dos Manics é impecável. Além deste ser o melhor disco deles desde o fim dos anos 90’, eles tocam na íntegra esse novo trabalho na primeira metade dos shows, e após um intervalo de dez minutos, voltam pra uma sequência esmagadora de hits de sua carreira.
A primeira faixa é "Peeled Aples", que abre o novo disco. É como se eu estivesse sendo lembrado, o tempo todo, o quão importante esse disco e essa turne são.
James, Sean and Nicky são extremamente seguros e confiantes no palco. "Me and Stephen Hawking" e "Marlon JD" sao executadas com a fúria de um adolescente de 18 anos, por uma banda com 18 anos de estrada. "This Joke Sport Severed" é costurada por cordas (em algumas canções juntam-se ao trio um guitarrista, um tecladista e um quarteto de cordas). As canções, recém-saídas do forno, são acompanhadas do início ao fim pela plateia hipnotizada, como se fossem clássicos.
"Jackie Collins Existential Question Time" começa devagarzinha, mas engana muito bem, ao terminar num furioso punk rock.
Entre uma música e outra, o vocalista James vomita palavras contra governos, políticas e a recessão. O baixista Nick Wire é o mais carismático. Fala pouco, mas quando fala é ovacionadíssimo. Ele não se mexe muito no palco, esta com longos cabelos loiros, e seu microfone vem "montado" - plumas coloridas, lantejoulas, brilhos... mais chamativo, impossível.
Em "Facing Page: Top Left", James fica sozinho no palco, numa sessao acústica, como se estivesse dando uma canja num pub londrino numa segunda à noite. Linda.
O palco é simples, com uma bandeira-poster gigante com a polêmica (e linda) capa do novo disco ao fundo, onde permanece apenas durante a primeira parte do show, sendo retirada no intervalo.
Apos a parada, a parte mais esperada, pelo menos para mim: porradaria. "Motorcycle Emptiness" estupra o silêncio do intervalo e transforma a plateia numa imensa roda-de-pogo. O massacre sonoro não pára: "No Surface All Feeling", uma estática "You Love Us", seguida pela emocionante "Tsunami", "La Tristessa Durera", a sensacional "Faster", "If You Tolerate This Your Children Will Be Next", "Australia", e minha favorita de todas, "You Stole the Sun From my Heart", que fez todo mundo pular, mas pular MUITO. Era incrível a qualidade acústica do local, e a competencia da banda para executar as cancões com tanta perfeição, a sensação era de estar ouvindo o cd propriamente dito.
Pra fechar essa noite fabulosa, "Motown Junk", que teve como introdução "Stop in the Name of Love" (The Supremes), tão atual que é difícil de acreditar que é mais velha que Miley Cyrus. "Everything Must Go" e "A Design for a Life" (o maior hit deles) são tão fortes e poderosas que, se qualquer partido político resolvesse adotá-las como música-tema, venceriam tranquilamente as eleições por aqui.
O público urra, berra e se descabela, mesmo sabendo que nao haveria bis, totalmente desnecessario para um generoso setlist de 28 musicas. Memorável.
O vocalista James Bradfield comanda a explosão rocker do grupo no palco
MANIC STREET PREACHERS - SETLIST DO SHOW
Peeled Apples
Jackie Collins Existential Question Time
Me and Stephen Hawking
This Joke Sport Severed
Journal for Plague Lovers
She Bathed Herself in a Bath of Bleach
Facing Page: Top Left
Marlon J.D.
Doors Closing Slowly
All is Vanity
Pretension / Repulsion
Virgina State Epileptic Colony
William's Last Words
BIS
Motorcycle Emptiness
Your Love Alone Is Not Enough
No Surface All Feeling
You Love Us
Tsunami
La Tristesse Durera
Faster
If You Tolerate This Your Children Will Be Next
Little Baby Nothing
Australia
You Stole The Sun From My Heart
Sorrow 16
Stop In The Name of Love / Motown Junk
Everything Must Go
A Design For Life
MANICS AQUI
Em dois vídeos do show em Camden Town, em Londres:
Manic Street Preachers – "Everything Must Go"
Manic Street Preachers – "You Stole The Sun From My Heart"
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A MÚSICA PARA HOMENS DO GOSSIP
Beth Ditto é uma figuraça, isso não se discute. Não apenas pela sua, hã, "exuberante" forma física (com aquela tonelagem toda adornada por tatauagens vistosas) mas também pela sua presença de palco e pelo bom trabalho que desempenha como letrista e vocalista do The Gossip, que está aí como seu novo disco, "Music For Men", o quarto de estúdio em uma década de existência – há também o ao vivo "Live in Liverpool", que saiu há poucas semanas no Brasil.
O Gossip surgiu em 1999 no Arkansas (EUA, of course) e tinha uma aura um tanto subversiva no início, muito pela figura algo agressiva e assustadora de sua vocalista, muito pela sonoridade que combinava electro-rock com esgares de punkismo nas letras e em algumas melodias. A novidade chamou a atenção na indie scene dos Estados Unidos, atravessou o Atlântico e reverberou ainda melhor na Velha Ilha, onde o trio de Beth Ditto (mais Brace Paine nas guitarras e Hannah Blilie na bateria) acabou se tornando queridinho da New Musical Express. E "Movement", o disco lançado em 2003, acenava com um futuro brilhante para o trio.
O novo álbum do Gossip: legalzinho, mas longe de ser um discão
Mas a verdade é que o Gossip chega a 2009 já um tanto corroído pela velocidade febril dos hypes do pop atual, que bomba e destrói bandas num piscar de olhos e em série. Não que este "Music For Men" seja ruim, nada disso. Mas uma audição atenta das faixas mostra que o electro-punk do grupo já soa precoce e estranhamente "domesticado". Yep, Ditto parece ter perdido um pouco (não todo, ainda) o apreço pela anarquia musical. Vai daí que os melhores momentos do álbum são quando o electro algo funkeado da banda encontra melodias rockers e guitarras em brasa, como acontece em "Dimestore Diamond", na bastante adrenada "8th Wonder", ou no primeiro single do cd, "Heavy Croos", que pode render bons momentos em uma pista de dança. Quando a banda resolve embarcar em eflúvios mais disco, com direito a piano e tal (como em "Love Long Distance"), ou parte para o funkismo racha-assoalho (olha lá a levada de "Pop Goes The World" ou de "Men In Love"), ela perde um pouco a mão. Ok, as faixas são bem tocadas e gravadas mas sem nenhum arroubo de genialidade. Aí o Gossip se torna apenas mais um entre tantos grupos que tentam dar sobrevida ao moribundo electro (que fim levou o CSS, afinal?). E, no final das contas, um Gang Of Four já soube traduzir muito melhor, e com anos de antecedência, a fúria política e iconoclasta do punk em ambiências de funk e rock.
A matemática é simples: se você já gostava de Gossip, não vai deixar de gostar por causa deste "Music For Men". Se não gostava, não vai ser o novo álbum de Beth Ditto que irá fazer você mudar de idéia em relação a eles. Infelizmente é assim que o pop atual caminha: entre bandas medíocres, discos medianos e alguns poucos gênios da raça, todos continuam se matando pra tentar conseguir se salvar. Pois é.
SAIDEIRAS
* Saíram assim, meio na maciota, os novos álbuns de Regina Skpetor e do redivivo grupo indie americano Dinosaur Jr., que foi meio cult nos anos 90’ entre uma certa casta de "indieotas" brazucas – na verdade, Zap’n’roll sempre achou o Dinosaur e seu líder, J. Mascis, meio maleta. Enfim, o disco da Regina se chama "Far" e recebeu críticas favoráveis na Rolling Stone americana e na Spin. O sempre rigoroso diário britânico "The Guardian" deu três estrelas pro trabalho e o Pitchfork meio que arrasou o dito cujo, dando-lhe uma modesta nota 4,8. Daqui a pouco este blog ouve o cd e conta aqui o que achou dele.
La belle Regina (acima), lançando disco novo (abaixo)

* Já "Farm", do Dinosaur Jr., recebeu fartos elogios em tudo quanto é quanto. Nota 8,5 no Pitchfork, 7 na New Musical Express, quatro estrelas na Uncut, idem no AllMusic e por aí vaí. Sorry, mas o blogon não vai perder tempo ouvindo os mais de 60 minutos do disco, não. Se alguém aí do outro lado do micro quiser ouvir e resenhar pro blog, às ordens. É birra mesmo e Zap’n’roll acha que esse povo todo que hoje escreve na rock press em sites e blogs, está tomando drogas demais pra gostar tanto de um negócio desses, hihi.
Capa do novo álbum do maleta Dinosaur Jr.
* Ok, ok, hoje já é quarta-feira e você, à toa na vida como sempre (rsrs), já está pensando nas baladenhas do finde, né? Pois então este blog sempre alegre e animado já dá a letra: amanhã, quinta, rola o novo projeto "Outs Lounge", lá na Outs, claro (rua Augusta, 486, centrão de Sampa), com papo de boteco, preço idem pras brejas e discotecagem das seis da tarde até uma da manhã. Depois, você pode esticar na Livraria da Esquina (rua do Bosque, 1253, barra Funda, zona oeste de Sampa), onde vai rolar show de lançamento do novo disco da sempre bacana Stella Campos. Já a sextona em si vai ser fervida no circuito alternativo, com Vanguart tocando no StudioSP (rua Augusta, 595), o barulhento trio Zefirina Bomba fazendo set acústico no Belfiori (rua Brigadeiro Galvão, 871, Barra Funda) e a nossa musa indie Bruna Vicious mandando ver na discotecagem lá na Outs. E no sabadón... bão, o que rola no sábado você confere aqui no post de sexta, pra esquentar o finde, certo mano?
* O Twitter virou febre mesmo, né? É bizarro ver o Evaristo Costa, em pleno Jornal Hoje, da Globo, dizendo que está twittando naquele momento, e também recebendo mensagens dos telespectadores através do dito cujo. Fala sério... e não, Zap’n’roll não vai embarcar no hype babaca do Twitter.
* Alguém aí viu a de-lí-cia Dani Buarque em uma página da nova edição da revista Vip? Pra quem não conhece, a Dani é uma loiraça belzebú e tesudaça de vinte aninhos de idade, que trampa como hostess na Funhouse, em Sampa, de quinta-feira a sábado. Gracinha, inteligente, ótimo papo e rocker até a medula, Dani é tudibom e dileta amiga destas linhas zappers há tempos. E, o mais incrível, a garota possui zero de arrogância. Pois é: é este monumento à inteligência e à beleza que aparece gloriosa de langerie branca mínima e sedutora na Vip deste mês. Ah tá, você não viu a revista? Ok, Zap’n’roll reproduz a foto da Dani aí embaixo, hihi. Ela merece! Beijão, cherrie!
Além de ser uma delícia cremosa, ela é a simpatia em pessoa. E você pode vê-la de quinta a sábado recebendo os indies kids, na entrada da Funhouse/SP
* Buenas, é isso. Pra encerrar, corre lá no finatti@dynamite.com.br que continuam em sorteio:
* Dois kits com dvds e cds da gravadora ST2;
* E três exemplares do livro "Tragam os cavalos dançantes", que conta a história do projeto Grind, a domingueira rock que rola semanalamente no clube gls A Loca, em Sampa.
O nome de quem ganhou o quê nessa parada deve estar aqui no post de sexta-feira, certis?
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O blogão vai nessa. E deixa beijos masters nas queridas Renatinha Tranches de Goiânia (que indicou pro blog a banda Foreign Cinema, sobre a qual falamos melhor no próximo post), na Karin Melez (que está curtindo merecidas férias em Floripa), nas gatíssimas Catarina Cicarelli e Adriana Ribeiro (bora pegar um cinema amanhã, garotas?) e na mais do que amada Rudja Catrine, a garota que, enfim, acalmou os eternos demônios internos do autor deste blog. Até mais!
(finalizado por Finatti às 17:30hs.)

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1 Jul, 2009 às 9:37 AM Baby, sim.. killers é brega e cafona, vc não gosta. Mas a versão de Romeo and Juliet ficou linda, eles tocamram ela no live from abbey road, ja faz um tempo aí. E acho que interessante esse álbum só de covers.. Eles sempre tocam por aí, e fica uma gracinha.. não sei é pq sou fan deles, mas sempre gosto das versões deles.
E.. a globo, apesar dos pesares, sempre passou filmes interessantes na madruga.. Como esse aí que vc citou. E acho bem bacana a sessão brasil (que nao sei se ainda passa pq nao tenho assistido nada na madrugada) e o festival nacional, que da um espacinho pro cinema brasileiro que no geral, é bem bom.
1 Jul, 2009 às 3:10 PM Finas, também acho o Killers ruim, sempre te disse isso. Na boa amigo, mas antes você defendia a banda e ela tomou um pau do Artic Monkeys no TIM, lembra?
abs
1 Jul, 2009 às 3:34 PM Valeu pelos comentários, queridos Rudja (a garota que eu amo, hehe) e Dum. A Rudja é fã e há de se respeitar a opinião dela, mesmo porque ela manja muito de rock alternativo e se curte o Brandon, quem somos nós pra discordar?
Agora, o Dum (que continua mandando muito bem na Jukebox) só cometeu um leve engano, hihi. Eu NUNCA gostei de Killers, sempre achei a banda chata e afetada demais. Quem eu achei que ia dar um pau no Arctic Monkeys no Tim era a Juliette Lewis. Infelizmente não foi o que aconteceu e eu tive que engolir minha língua. O show da Julie foi um fiasco; o dos macaquinhos botou aquele estacionamento horrendo do Anhembi abaixo.
1 Jul, 2009 às 3:58 PM Finas,
Londres vai realmente pegar fogo neste final de semana, mas vc não vai escrever nenhuma linha do histórico show q vai rolar no Bourbon Street nesta noite de quarta? Que show? GUTTER TWINS, projeto de Mark Lanegan (Sceraming Trees, Mad Season, Queens of he Stone Age, etc.) e Greg Dulli (Afghan Wigs), dois ícones do rock alternativo dos anos 90. ùnico show no Brasil e só hoje...
Tbem faltou informar sobre o festival "In-Edit" (http://www.in-edit-brasil.com/), com vários documentários sobre música obrigatórios, muitos do rock, diga-se de passagem (Johnny Cash, Ramones, Ratos de Porão, punk rock, Public Enemy, mangue beat, etc.).
abraços
Jacoto
1 Jul, 2009 às 4:04 PM Killers,Coldplay,Kings of Leon, os maiores equivocos dos anos 2000
1 Jul, 2009 às 4:23 PM Ae Dum vai lá pra sua coluna "progressiva" falar de Gênesis, Yes e Deep Purple e deixa a gente aqui na Zap em paz.Killers é uma bosta poseur, farofa e mainstream até o caroço, artic monkeys é um lixo de uma boy band e a juliette pelo menos é um tesão, já tá valendo mais que essas bandinhas ae.E Finnas, valeu pelo post do Manics...queria ver esse show, deve ter sido foda.
1 Jul, 2009 às 5:39 PM Graaaaaande e sempre antenado Jacotinho tem razão. HOJE rola em Sampa, lá no Bourbon Street, o showzaço reunindo o Mark Lanegan (esse sujeito foi deus no grunge dos 90', cantando à frente do Screaming Trees, e também depois em uma fodástica carreira solo) e o Greg Dulli (pena que o Afghan Wigs foi pro saco, porque a banda também era fenomenal). Quem puder ir, não deve perder de forma alguma!
E o blog respeita a opinião do Bicolor, mesmo porque ele foi educado no seu comentário. Mas deve ressaltar que a presença do Dum é mais do que bem-vinda aqui, sempre!
1 Jul, 2009 às 5:40 PM ainda bem que vc tem "correspondentes" pra contar dos shows internacionais. se depender do finnas, só vamos saber das bandas do interior do acre.
aliás, não era vc que ia para londres assistir a volta do blur? o que houve?
1 Jul, 2009 às 7:04 PM Putz,Finas...Vc não gosta de Dinosaur Jr?E do Neil Young,o que vc acha,já que o Dinosaur tem o Neil,como um dos grandes mestres.
Acho que você deveria perder um pequeno tempo,pra escutar o novo do Dinosaur.Acho que vc vai achar bem legal.Agora,se vc não gosta de grandes solos...
Abraços!!!
2 Jul, 2009 às 4:33 AM Afe, esse Jaimão aí é outro mala sem noção. E cheio de preconceito burro, já que no Acre tem bandas tão boas quanto em qualquer outro lugar do Brasil.
Aliás as bandas paulistas são hoje as piores do cenário nacional, isso é muito fácil de comprovar. Mas quem é cego, surdo e preconceituoso não tem condições de avaliar isso.
2 Jul, 2009 às 11:28 AM Finas, só dando risada de alguns leitores que não entendem o que lêem, e o pior, comentam sem ler. Parece prova de redação do Enem, nulos. Minha coluna nunca foi progressiva, você sabe disso, tem um pouco de tudo lá. E se o Bicolor ouvisse um disco chamado Fragile, do Yes, provavelmente não entenderia nada, porque tem que conhecer música de verdade pra sacar todos os elementos musicais. Sabe como é né, quem está acostumado com coisa ruim não compreende a raiz. Um pouco de George Clinton também faria bem à ele, ou seria ela? Em relação ao Killers, sim, você se refira ao AM, tem razão. E o show da Juliette, que eu também esperava com ansiedade, foi uma porcaria em parte pelo som, super mal equalizado nas 4 primeiras músicas e baixo.
abrx
2 Jul, 2009 às 2:39 PM ô, fabiolazinha... quem te falou que eu sou paulista?
sou aqui de pernambucano e com muita honra. e preconceituosa é vc com os paulistas. aliás, vc é advogada do finnas? precisa responder no lugar dele?
2 Jul, 2009 às 2:41 PM Putz, o disco do Dinosaur Jr deve ser o melhor lançado esse ano, mas é normal uma pessoa que acheu Cachorro Grande legal não gostar de coisas boas.
2 Jul, 2009 às 5:24 PM to com o fred aí de cima, o dinosaur jr eh ateh agora o melhor disco do ano
2 Jul, 2009 às 6:24 PM Dinosaur Jr é uma banda boa hein finnas. E os dois discos lançados depois da volta dos caras são ótimos.Dá uma escutada ae que eles merecem.
2 Jul, 2009 às 8:04 PM Dinosaur Jr é foda. A vida é assim mesmo, tem quem ache que Vanguart e Zefirina Bomba é bom. E o Richey Edwards foi unicamente guitarrista dos Manics. não vocalista.
3 Jul, 2009 às 3:22 AM Não pessoinha de mente estreita, não sou advogada de ninguém não, e acho que o Finatti sabe se defender sozinho. Mas ler as besteiras que você escreve aqui , junto com mais outras múmias , me dá nos nervos.
Você é de Pernambuco? Então mais ridícula ainda sua atitude de falar mal das bandas acrianas, porque você já deve ter sentido na pele o que é preconceito, pois infelizmente muitos nordestinos ainda sofrem injustamente com isso.
Eu posso falar à vontade das bandas de São Paulo porque moro aqui e sei do que estou falando, sem preconceito algum. Preconceituoso é tu mesmo, que com certeza não conhece o Finatti pessoalmente e fica tirando onda com o cara, “comprando” o que falam dele por aí sem saber se é verdade. Eu não sou amiga dele, gosto bastante do blog e vou nas suas discotecagens, nunca troquei idéia com ele mas sempre vejo ele tratando todo mundo bem.
Então, quem é o preconceituoso da estória? Se liga, mané!
3 Jul, 2009 às 9:37 AM Fabiolazinha... vc sabe ler? Volta lá em cima e diz onde eu escrevi que as bandas do Acre são ruins? Vc já me chamou de cego, surdo, preconceituoso sem nem saber o motivo. Apenas tirei onda do Finnas, que falou que ia ver o Blur em Londres e não foi. Se vc viu algum palavra depreciativa contra bandas do Acre, quem é cego não sou eu. E vem pra Pernambuco que esse stress passa rapidinho...