Mais uma exclusivaça zapper: Morrissey ao vivo em Londres!!! (versão final em 27/07/2009)
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"Tia" Morrissey, o inglês vivo mais importante que existe, abalou ao vivo em Londres anteontem (foto: Marcelo Yorke)
Que frio, brrrrr...
A sextona não está mole em Sampalândia. Chuva e frio de 13 graus (que o autor deste blog adooooora) na capital mais cinza e poluída do país. O país cujas autoridades da área de saúde não sabem como barrar o avanço da gripe suína. O país cujo presidente do Senado (e ele próprio ex-presidente do país) envergonha seus colegas deitando e rolando, contratanto parentes e apaniguados em atos secretos etc, etc, etc. Em qualquer outro lugar sério do mundo (como na Inglaterra ou Japão, por exemplo), esse picareta chamado José Sarney já tinha dançado sem dó. Mas aqui é o Brasil, o velho Brasil, onde a gripe suína avança, onde Zé Sarnento mesmo pilhado em flagrante cometendo atos pouco – ou nada – éticos, continua agarrado ao Poder, e onde mega shows como o do Depeche Mode são cancelados sob justificativas muuuuuito nebulosas. Sorte que você, dileto leitor destas linhas rockers online, tem a Zap’n’roll pra te fazer cia. nesta sextona mega fria. E sorte também que o blogão sempre campeão tem um correspondente nota dez em Londres (a cidade onde tudo de fato acontece), o querido Marcelo Yorke, que enviou mais uma super cobertura de um grande momento do rock’n’roll que ele testemunhou por lá: o show que o amado Morrissey fez anteontem na capital inglesa, como parte da tour de divulgação do seu novo disco (será que Mozz vem pra cá novamente, um dia desses?). Marcelo é um moleque que não é jornalista, não é descolado, não faz parte de panela nenhuma dos "gênios" do jornalismo cultural falido paulistano (leia-se Bravo!, comunidade idiota da Bizz no Orkut, podcasts qualquer nota, blogs e sites com excesso de pretensão e zero de audiência etc.), mas está lá, vendo e ouvindo tudo de perto e mandando seu relato pra cá, repleto de emoção e descontração – a parte em que ele conta como conseguiu apertar a mão de Morrissey é, sem nenhum favor, uma aula de jornalismo expontâneo pras bundas gordas que se acham e que entopem sem merecer as redações da grande mídia paulistana. Enfim é isso. Esqueçamos por um momento a gripe suína, o zé ruela sarnento e outras mazelas que continuam infernizando a vida do pobre Brasil, e vamos a mais um post do blogão que sempre traz alegria pros seus leitores.
* E o mondo pop/indie/rock continua em banho-maria. Tirando o cancelamento dos shows brasileiros do Depeche Mode (assunto sobre o qual damos nosso modesto pitaco logo aí embaixo), nada muito digno de nota acontecendo. Bão, a Ilustrada, da FolhaSP, soltou boa entrevista anteontem, quarta-feira, com o batera dos Arctic Monkeys, que fala do lançamento do aguardadíssimo "Humbug", o terceiro disco do grupo, marcado para o próximo dia 24 de agosto. O álbum, todo mundo já sabe, foi gravado nos EUA e produzido pelo gênio Josh Homme, do Queens Of The Stone Age. E na entrevista da Ilustra, o baterista dos Macaquinhos entrega que, de fato, o álbum está mais "pesado" e "sombrio" em alguns momentos. Claro, deve ser a tal "maturidade" chegando também aos Monkeys (yep, ela chega pra todo mundo, mais cedo ou mais tarde), com uma mão do Josh Homme na parada. Enfim, o zapper aqui, que nunca foi muito fã da banda (mas que começou a mudar de idéia sobre eles após chapar o côco no show fodástico que o grupo deu no Tim Festival de 2007), torce sim para que "Humbug" seja um puta disco – ele ainda não caiu na rede, ao que parece, embora a caça ao dito cujo na web já esteja feroz. Anyway, logo logo ouviremos o cd e, claaaaaro, iremos falar dele aqui.
Os Macaquinhos do Ártico: a expectativa em torno de "Humbug", o novo disco, é enorme
* Si, si, pelos lados do indie rock brazuca tem álbuns novos do gaúcho Identidade na praça, e também do paulistano Reversa (de quem o blog fala melhor na semana que vem), do bacana Orgânica (que faz o show de lançamento do seu disco hoje, sexta, lá no Inferno Club, na rua Augusta, 501, centrão rocker de Sampa) e o novo do Ludov, que saiu meio na maciota e já está nas mãos do autor destas linhas online pra ser devidamente "dichavado", hihi. No decorrer dos próximos posts, iremos falando deles todos por aqui, certis?
* BRASIL SEM DEPECHE, UM CANCELAMENTO "NEBULOSO" – A noticia caiu como uma bomba nas redações de sites e blogs musicais no final da tarde da última quarta-feira: o gigante e lendário grupo tecnopop inglês Depeche Mode, há quase trinta anos na ativa e com milhões de fãs espalhados pelo mundo (Brasil incluso), soltava nota oficial em seu site cancelando os dois shows que faria aqui em outubro – dia 22 no Rio de Janeiro, e dia 24 em São Paulo. A justificativa "oficial" para o cancelamento das duas apresentações era que a banda precisava remanejar datas, para cumprir a parte européia da turnê mundial "Tour Of The Universe", que divulga o mais recente disco de estúdio do grupo, já que o DM andou cancelando também vários concertos na Europa, entre maio e junho passado, devido a problemas de saúde enfrentados pelo vocalista Dave Gahan (que chegou a ser operado de um tumor no intestino). Foi, claro, um balde de água gelada nos fãs brasileiros do conjunto, que esperavam pela volta dele aqui há uma década e meia. Enfim, o que chama a atenção neste cancelamento um tanto "nebuloso" é que todas as outras datas da parte latina da tour mundial da banda foram mantidas (eles irão tocar na Costa Rica, Colômbia, Peru, Chile e Argentina). E aí começam as especulações: o Brasil ficou realmente de fora da tour por problemas na agenda do grupo? Ou houve alguma "treta" entre os empresários do Depeche e os promoters locais dos shows? Afinal, aqui os ingressos sequer haviam começado a ser vendidos, quando o habitual em shows deste porte é que os tickets comecem a ser disponibilizados para o público com até quatro meses de antecedência (quando esse prazo não é ainda maior) antes das apresentações. Enfim, essa parada do cancelamento da vinda do Depeche ao Brasil está beeeeem mal explicada. E só quem acredita em Papai Noel é que vai engolir essa versão oficial de "remanejamento de datas".
* Bien, bien. Sem Depeche Mode aqui (bom, pelo menos temos Little Joy e Beirut logo mais. E quase certamente o Faith No More no Planeta Terra, em novembro em Sampa. Então a coisa não está tão ruim assim, afinal), mas com o amado e gênial e lendário Morrissey enlouquecendo os ingleses, na turnê do álbum "Years Of Refusal". Confere aí embaixo o show que ele deu anteontem, quarta-feira, na capital inglesa, em mais uma cacetada exclusivaça do blogão campeão quando o assunto é cultura pop, hihi.
"EU SOU A MULHER NO MICROFONE!" – MORRISSEY AO VIVO, ANTEONTEM, EM LONDRES!!!
Por Marcelo Yorke
Morrissey, aos 50, ainda em grande forma, como nos tempos dos inesquecíveis Smiths
Quarta-feira de sol, céu azulzinho (o verão londrino realmente muda a vida da cidade, entupida de eventos e turistas) e o ansioso trintão se sentindo como uma criança prestes a abrir seu presente natalino. Dormi pouco, acabei com minhas unhas e ao meio-dia estava com os pés na rua, para atravessar todo o centro de Londres, rumo a Brixton, bairro da zona sul, pertinho de Vauxhall (nome de um cd do Morrissey), o lugar que mais gostei de morar em Londres e pra onde pretendo voltar em algumas semanas. É no lendário Brixton Academy que o "o maior britânico vivo" (segundo pesquisa feita há alguns anos aqui na Inglaterra) fará seu último show da turnê londrina (nota do resenhista: alguns shows deles foram remarcados, devido a problemas com sua voz/garganta, portanto, outros concertos ocorrerão em Londres até dezembro, mas, na agenda oficial, o do dia 22 é considerado o último).
O show estava marcado para às 9 da noite. Sim, ao meio-dia eu ja estava a caminho. O porquê disso é que eu não queria perder, jamais, a oportunidade de ficar frente a frente com o maior ídolo vivo da minha vida, pela primeira vez. Era muito importante pra mim estar "colado" no palco, não só para vê-lo de perto, mas para senti-lo, poder ver suas expressões ao cantar cada música... E, de fato, consegui. Cheguei e havia umas 20 pessoas na fila, esmagadora maioria formada por meninas... lésbicas.
Após quase 6 horas sentado, algumas amizades feitas, encontro com o guitarrista Boz Boorer para umas fotos, na parte de trás do local, admirando centenas de meninos e meninas desfilando com seus penteados à la Morrissey, camisetas com estampas do cantor e dos Smiths (uma mais bacana que a outra), finalmente os portões se abriram, por volta das 7 da noite.
Como em todos os shows que fui ate agora, NÃO há revista alguma na porta (apenas em bolsas ou mochilas, mas NINGUÉM encosta em você), pode fotografar à vontade, entrada organizada, sem tumulto e tudo começa pontualmente no horário marcado. Os preços de comes e bebes vendidos nesses locais são EXATAMENTE o mesmo de qualquer pub comum. Em nada me lembra dos shows e festivais que eu ia em São Paulo...
O lugar é muito bacana por dentro, lembrando o Via Funchal, tanto em tamanho como na disposição da pista, mas há detalhes em volta do palco que fazem o diferencial. Ele (o palco) parece estar dentro de um casarão antigo, algo como um castelinho... realmente, muito bonito. Eu fiquei de frente para o microfone, distante uns 2 ou 3 metros dele. Minha noite já estava ganha.
Após uma pequena banda local terminar o show de abertura, a ansiedade tomava conta não só de mim, mas de todos os presentes, que ja entoavam o canto de "...Morrisseeeey, Mo-oo-oorrisseeeey...", já tradiconal em todos os shows do cantor.
Surge um telão com clipes e performances ao vivo de bandas e artistas que o influenciaram, como Lou Reed, Ramones, Elvis, New York Dolls, Jobriath, James Dean, etc etc etc.
Para surpresa geral, Chrissie Hynde, vocalista do Pretenders, entra no palco para apresentar o show, com uma camiseta escrita "Animal Liberation". Eis que pontualmente às 9, ele surge, com os outros 5 integrantes (4 oficiais e um tecladista de apoio). Sem dizer palavra alguma, a platéia é incendiada com uma versão mais punk de "This Charming Man", em que o escriba aqui não resistiu e ja começou a se desmanchar em lágrimas. Na sequência vieram "Billy Budd", do comecinho da carreira solo, e "Black Cloud", do novo disco. Enfim, as primeiras palavras. Ele saúda a platéia e começa a disparar contra imprensa, políticos, o mundo, enfim... é o Morrissey, sem novidades!
A quarta música ficou por conta de um dos grandes cláaaaaaaaaaassicos dos Smiths, "How Soon is Now?", sinistra e pesada, extremamente fiel à versão original (música que me embalou em muitas noites de sabado no Madame Satã e de domingo no Grind... bons tempos!). Novamente, lágrimas e mais lágrimas, de pura felicidade.
Sempre que Morrissey se aproximava do público, todos esticavam os braços, tentando tocá-lo, e ele retribuía, agachando, ficando na beiradinha do palco e, com a ponta dos dedos, tocava nas mãos das pessoas, que comemoravam como se tivessem ganhado na loteria.
Novas críticas à imprensa inglesa, que sempre teve uma relação tensa com Mozz. Ele pergunta para a platéia: "Este é meu último show em Londres. Vocês sabem quantas revistas britânicas de música estao aqui para resenhar essa noite? NENHUMA! E eu me pergunto: por que?"
Momento fodaço de um show imperdível: Mozz canta o clássico "How Soon Is Now?", anteontem, em Londres
Voltando para o novo disco, "Something is Squeezing my Skull", um punk rock nervoso que me levou às alturas, afinal, seguindo os últimos setlists, ele não estava cantando essa música com muita frequência, e para mim é a melhor faixa do último trabalho. Novamente os Smiths entram na área com "Ask", e nesse momento ocorrem as primeiras rodas-de-pogo.
Antes de tocar "Irish Blood, English Heart", do album "You Are the Quarry", de 2004, ele homenageia Jean Charles de Menezes, dizendo que ninguém ira esquecê-lo (tenho a sensação de que ele é mais lembrado aqui do que no Brasil. Ontem fui a um show do Black Box Recorder, e no telão do palco aparecia constantemente uma imagem dele) (nota do autor do blog: sim, Marceleza, Jean Charles virou um mito aí na Inglaterra, um símbolo de como erros grosseiros e impunidade podem acontecer em qualquer lugar, mesmo em uma das mais bem preparadas polícias do mundo, como é considerada a polícia inglesa. E infelizmente, aqui mesmo em seu país, o mártir Jean não é tão lembrado, embora aqui esteja sendo exibido neste momento um filme, com o ator Selton Mello, que reconstitui a história do brasileiro que viveu e morreu na capital inglesa). Isso é cala boca ENORME para quem pensa que Morrissey é xenófobo. Basta traduzir a letra da música...
Mais e mais Smiths. "Some Girls Are Bigger than Others", em que ele mudou um pouco a letra (tenho quase a certeza de que ao inves de Girls, ele cantou Boys em algumas partes), e "Girlfriend in a Coma". Não tem COMO nao se emocionar ao ouvir esses hinos da mais importante banda dos últimos 25 anos. Entre essas duas músicas, a belíssima "I'm Throwing my Arms Around Paris", do último disco, cantada em coro pelo público, fazendo as meninas ao meu lado ficarem molhadinhas.... de tanto chorar.
Uma das partes curiosas do show foi ao finalizar a apresentação dos membros da banda, e, ao chegar na vez dele, apenas disse: "E eu sou a mulher no microfone", arrancando risos da platéia. A voz dele estava INCRIVELMENTE boa, parece que todos os problemas realmente ficaram para trás.
Como Morrissey não consegue ficar quieto, e isso é algo que eu admiro muito nele, novas críticas ferozes contra a imprensa: "Na meu primeiro show em Londres, semanas atrás, um escritor do The Times disse que fui ofensivo, em sua resenha. Mas ele nao disse o porque fui ofensivo. E nem quem eu ofendi. Entao, The World is Full of Crashing Bores vai para esse jornalista".
Belíssimas músicas entram na sequência: "Because My Poor Education" e "Life is a Pigsty", com seus quase 8 minutos de duração. Mais uma vez me derramava em lágrimas.
"Quase um show perfeito. Mas tenho pena de alguns idiotas na esquerda da platéia, que preferem ir o tempo todo ao bar durante toda a noite, atrapalhando quem realmente quer ver o show. Qual o sentido de vocês terem vindo aqui?" Urros e aplausos da platéia.
Mas, meu grande momento ainda estava por vir. Apos um break, a volta para o bis, com o maior hit do album You Are the Quarry, "First of the Gang to Die". Nesse momento, muitas pessoas já percebiam que seria a última música. E a loucura começou. Uma tentativa de invasão de palco atrás da outra, como é frequente em todos os shows. Haviam poucos seguranças, e eles estavam tendo MUITO trabalho para conter a galera, que, em sua grande maioria, conseguia o tão sonhado aperto de mão. Quando eu vi uma japonesinha de um metro de meio de altura, com cara de quem já leu todos os livros de matemática desse mundo, conseguir pular a grade e cumprimentá-lo, não pensei duas vezes: se ela pode, eu também posso. Pedi ajuda para as meninas que estavam ao meu lado e comecei a subir na grade, esperando o momento certo. Quando a maioria dos seguranças foi pro outro lado pra impedir 3 rapazes de subirem no palco, eu me joguei com tudo no vão que o separava da grade, onde o Morrissey estava, bem na minha frente. Assim que levantei ja senti uns 6 braços me segurando, mas os seguranças sabiam que tudo aquilo era inofensivo (eles meio que esperavam o Morrissey vir ate a pessoas, se agachar e cumprimentar, antes de mandá-las para os fundos... se eles quisessem mesmo impedí-las, aqueles precisariam de apenas um braço para segurar qualquer um). E comigo nao foi diferente. Eles me puxavam, mas não com tanta força. Eu apenas me lembro de ter gritado PLEEEEEASE, estendendo a mão esquerda. Ele veio, se agachou e apertou minha mão, por uns 3 segundos. Eu apenas gritei THANK YOU, I LOVE YOU. Ele retribuiu com um pequeno gesto com a cabeca, algo como "de nada". E eu ganhei algo que vou levar pra minha vida toda...
MORRISSEY NO BRIXTON ACADEMY - O SET LIST DO SHOW
01 - This Charming Man
02 - Billy Budd
03 - Black Cloud
04 - How Soon Is Now?
05 - Something Is Squeezing My Skull
06 - When I Last Spoke to Carol
07 - Ask
08 - Irish Blood, English Heart
09 - Seasick, Yet Still Docked
10 - Some Girls Are Bigger Than Others
11 - I'm Throwing My Arms Around Paris
12 - Girlfriend In A Coma
13 - Best Friend On The Payroll
14 - The World Is Full Of Crashing Bores
15 - Because Of My Poor Education
16 - Life Is A Pigsty
17 - Sorry Doesn't Help
18 - The Loop
19 - I'm OK By Myself
BIS
20 - First Of The Gang To Die
PICS DO SHOWZAÇO DE MOZZ ANTEONTEM NA CAPITAL INGLESA
(fotos: Marcelo Yorke)
Charme e elegância, sempre!

Suando a camisa, para enlouquecer os fãs
E cantando sempre com a emoção à flor da pele
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AINDA TEM (POST) MAS ACABOU (HIHI) – o blogger loker anda preguiçoso, vamos admitir. Ainda mais com esses dias deliciosamente mega frios e chuvosos que andam fazendo, né? Entonces, na sextona faltou coragem pra ir pra rua (ainda mais com a cama olhando, quente e toda convidativa, na direção do sujeito aqui). E sábado Zap’n’roll foi parar lá na zona leste, no Belém, numa balada goth/oitentista legal que anda rolando por lá, no clube Aeroflith, sob o comando dos queridos Pacianotto e Wlad (aê Wladão, Zona Punk também é coisa nossa, como a Dynamite, hehe), e onde o blogão aqui discoteca no próximo dia 8 de agosto (a galere que acompanha estas linhas zappers já está convidada e logo daremos mais detalhes a respeito). Assim, tooooodo o resto que ia entrar neste post fica pro próximo, oakys? Sendo que neste próximo post (no ar nesta terça ou quarta-feira), vamos dar uma zapeada na nova edição da Vice que acaba de sair (yep, o número 1 da edição brazuca da revista, que circula após seu quase fechamento precoce por estas plagas) e falar também do... Ludov (mas sem enrolação, claaaaaro, falar mesmo, do disco todo e com uma possível entrevista com amigona zapper e lindaaaaa vocalista Vanessa Kroongold). Yep! E sobre os prêmios devivos pelo blog... houve confusão por aqui, e-mails com pedido neste sentido foram deletados indevidamente do finatti@dynamite.com.br, então a gente coloca novamente e em caráter relâmpago pra sorteio (por isso corram, resultado da promo nesta sexta-feira):
* Dois kits da gravadora ST2, com dvds e cds;
* Mais um exemplar do novo disco do Cachorro Grande;
* Outro do cd de estréia da banda Reversa;
* E três exemplares do livro "Tragam os cavalos dançantes", que conta a história da domingueira rock mais agitada de Sampa, a Grind, comandada pelo amado André Pomba.
Fora que, no próximo post, o blog deve anunciar uma promozinha básica em torno do show do Little Joy, dia 15 agora na Via Funchal (mas calmaê que já chegamos lá). E também vamos contar a incrível história da madrugada bizarra, junky, gonza (à la Hunter Thompson) e "tarantinesca" que o sujeito aqui viveu no último sábado. Aguardem!
TUDO CERTO???
Se sim, então tchau! Logo menos tem mais, e o blog se vai, sempre com saudade da garota mais amada do mundo, a lindaça Rudja Catrine. Beijos doces nela e abraços nas crianças!
(finalizado por Finatti em 27/07/2009, às 10:30hs.)

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24 Jul, 2009 às 11:59 PM BRAVO! que não presta , igualmente caricaturada junto à finada Bizz e de sobra a imprensinha da Folha como grande cambio cultural, emulação gratuita dos escombros da aparição do seu tiozinho gay...hahahaha, cada vez mais suicide like g.g.allen o gonzola, só muda a cor, a podridão é a mesma.
Alem do que a doença do Dave virou uma esquerdopatia igual á do vice presidente do partideco que governa o país; mas não foi exato.
O negócio é seletividade, senão, misturando tudo não vai sobrar nada!
25 Jul, 2009 às 12:00 PM Finatti parece que você perdeu o rumo. Dar tanto espaço para o tiozinho moiçola que já era e para uma banda pra lá de ultrapassada e que não deixou um legado importante parece mais falta de recursos seus. Não acrescenta nada ter um EXCLUSIVO correspondente em Londres. Melhor seria se você fosse mais criativo e não desmerecesse colegas de trabalho que são mais rápidos do que você e só por isso falar mal de um disco.
25 Jul, 2009 às 2:43 PM Ahahahahaha, Finnas teu coração é de ouro mesmo! Só isso explica você continuar deixando a Gilzeta (opa, a Lucy) gorducha e feiosa gorfar suas asneiras aqui.
A mulher é sem noção total, não entende patavina de nada e passa mais essa vergonha alheia ao dizer que o Morrissey já era e que os Smiths não deixaram nada de relevante no rock. Justo os Smiths, que são considerados por toda a crítica especializada como a última grande banda da história do rock inglês.
Importante é essa maluca de pedra e seu blog “sensacional” né? Dá até pena, hehehehe...
26 Jul, 2009 às 6:05 AM Bom post, parabens a seu amigo Yorke, otima cobertura do show do genio Moz. E aquela comunidade da Bizz, com uma ou outra excecao, é o oposto da critica musical. Entre varias perolas, ja li gente dizendo que:
-Radiohead é melhor que Beatles
-a musica da Pitty nao vai tocar na radio porque ela fala a palavra "foda"
-Mallu Magalhaes e importante porque da p/ o Camelo
-Trio Mocoto é mais famoso e bem-sucedido que Sigur Ros (essa foi a mais ridicula de todas)
etc etc
p.s.: nao entendi nada do comentario 1 mas fico feliz pelo retorno DELA no comment 2! Ainda que discorde, sempre é bom ler as instigantes palavras de G-Z!
27 Jul, 2009 às 5:41 PM É Fabíola a infeliz não cansa de se dar mal e a gente sabe que o diabo sempre aparece. Ela não entende absolutamente nadinha de nada de cultura pop e emporcalha a internet com aquele blog vergonhoso e com pseudo matérias em um site caipira. Com certeza ela nunca ouviu a obra prima do primeiro Smiths, Hand in Glove, etc.... gilzetta se queima por onde quer que vá, e já foi tarde.
28 Jul, 2009 às 12:31 PM Estranho, né?
Não dá pra entender a lógica do pessoal que lê o blog. Tem um puta post com cobertura sensacional de um show da Morrisseia em Londres - com lindas fotos - e poucos comentários.
Aí quando o assunto do post nem é aquilo tudo, chove de coments aqui. Vai entender!
Ah Finnas, dá pra fazer uma reclamação aqui? Por que tem outros blogs no site que não aceitam comentários críticos, mesmo a gente sendo educada neles? Aí dá desânimo comentar e acho que é pior pro blog pois ele fica sem comentário algum. Apontei um erro crasso de inglês num deles e meu comentário foi vetado além de que o erro continua lá, enfim...
Beijinhos, viu?