EXTRA exclusivaço: em Londres, o Blur ao vivo! (e em Sampa, os Gutter Twins) (versão final)
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Hyde Park, Londres, 2 de julho de 2009: o Blur volta consagrado e alucina 50 mil pessoas com "Song 2"
Arrepios percorrendo a espinha.
É isso que Zap’n’roll sente, neste momento, às seis da manhã desta sexta-feira chuvosa e mezzo fria em Sampa, em mais um dia maravilhosamente típico do sempre acolhedor inverno (e o vampirão autor destas linhas rockers online, sempre escrevendo melhor e mais motivado na madrugada...). O autor deste blog, que digita esta introdução para o post que começa, de fato, logo aí embaixo, sente estes arrepios enquanto vai lendo e saboreando, com um largo sorriso no rosto, cada linha, cada parágrafo enviado pelo correspondente de Zap’n’roll em Londres, há pouco, sobre o desde já histórico e fantástico mega show de comeback do mega amado (pelos ingleses e pelo zapper aqui também) Blur, realizado ontem,quinta-feira, no Hyde Park, na capital inglesa – hoje, sexta, o quarteto que está de volta com seu line up original, retorna novamente ao mesmo local, para fazer uma segunda – e também, novamente e muito provavelmente – histórica apresentação. O Blur dispensa apresentações para quem acompanha o grande rock’n’roll britânico que importa nos últimos vinte anos, e para quem acompanha este blog desde sempre. Gigante do britpop noventista, literalmente idolatrado na Inglaterra, o grupo estava hibernado há seis anos. Quando anunciou, em fins de 2008, que estava voltando com sua formação original, foi uma comoção total na Velha Ilha. Anunciados os dois shows no Hyde Park (há meses), os ingressos se evaporaram em questão de horas. No último finde, já numa espécie de preparação para este grande momento, o grupo fechou de maneira apoteótica a edição 2009 do gigantesco festival de Glastonbury – também na semana passada, o quarteto formado pelo vocalista Damon Albarn, pelo guitarrista Graham Coxon, pelo baixista Alex James e pelo baterista Dave Rawntree, já havia sido focalizado aqui no blog, através de um enooooorme diário sentimental. E agora, em primeiríssima mão na blogosfera brazuca dedicada ao rock alternativo e à cultura pop, Zap’n’roll relata como foi o showzaço de ontem no Hyde Park. O texto que você vai ler logo abaixo foi escrito por Marcelo Yorke, velho amigo deste espaço online, e que já marcou presença aqui no post anterior fazendo a resenha de um show dos Manic Street Preachers. Marcelo não é jornalista e nunca teve a pretensão de ser. Antes de mais nada, é um garoto apaixonado por cultura pop e rock’n’roll e que resolveu encarar a vida na Europa há pouco mais de um ano, período em que ele já assistiu dezenas de concertos bacanas por lá. E assim como ele, outro grande amigo do blog (anos de amizade, na verdade), estréia aqui como colaborador: o querido Daniel Meirelles, futuro psicólogo, excercita seus dotes de jornalista e comenta como foi o intimista set acústico que rolou anteontem em Sampa, com duas das gargantas mais geniais do rock americano dos 90’, Mark Lanegan (que um dia foi vocalista dos Screaming Trees) e Greg Dully (que um dia cantou no Afghan Whigs). São, no final das contas, dois textos emocionantes. Tão emocionantes como o próprio rock’n’roll em si, e que você lê neste post, excepecionalmente especial e dedicado quase que exclusivamente apenas aos dois shows (não há hoje aquelas costumeiras notinhas introdutórias e, no final, laaaaá embaixo, damos um roteiro bem resumido do que dá pra fazer de bom em Sampalândia neste finde, no circuito noturno alternativo). Ao ler os relatos de Marcelo e Daniel, e ver o set list que o Blur despejou em cima dos fãs em Londres, o quarentão (ir)responsável (às vezes, ainda irresponsável, hihi) por este blog, se pega ainda emocionado com esse gênero musical que marcou o século XX, e que faz parte essencial da vida de milhões de pessoas. E ouvindo o clássico álbum "Park Life", pensa fervorosamente que alguma produtora nacional bem que poderia trazer o quarteto brit ao Brasil novamente, onde eles estiveram há uma década. A comoção, com certeza, seria próxima a que Marceleza presenciou ontem em Londres. Alguém dúvida???
EXCLUSIVO – BLUR ONTEM, AO VIVO, EM LONDRES!
(Por Marcelo Yorke)
Hoje é dia de Blur. Sim, dia deles. Por que? Porque nao se fala de outra coisa na cidade de Londres: os 2 shows que ele farão no Hyde Park, centro de Londres, hoje, dia 02, e amanha, dia 03 de julho.
Blur aqui é uma instituição. Desde que li, no fim do ano passado, uma notícia sobre a volta deles (nesses jornalecos distribuidos nas estações de metrô e nas principais ruas da cidade), a imprensa e revistas especializadas em música tratam do assunto como o evento mais importante do ano.
Esqueça Oasis, Radiohead ou qualquer outra banda britânica. Blur é a MAIOR e MAIS QUERIDA banda dentro do Reino Unido (e o Oasis ganha com larga vantagem no resto do mundo). Mas, dentro de casa, eles mandam.
A abertura dos portões estava programada para as 14:30, e os primeiros shows começariam às 16:00. Calor insuportável, na faixa dos 30 graus (sensação de uns 40, se fosse no Brasil). Cheguei por volta de 12:30, pois não perderia a oportunidade de ficar colado na grade por nada nesse mundo, mas algumas centenas de pessoas pensaram da mesma forma que eu. Como haviam dezenas de guichês para a entrada, o numero de pessoas ficou bem distribuido, e as filas não eram tão grandes, pelo menos no começo, horário em que cheguei.
Após passar pela checagem dos tickets, uma multidão começa a correr desesperadamente em direção ao palco. Acho isso meio brega, mas eu não estava nem um pouco afim de ficar longe do palco, então meti o sebo nas canelas. Consegui ficar bem no centro dele, com uma visão privilegiada e apenas uma menina francesa na minha frente. Ao lado, mexicanos, alemães, chilenos, coreanas e, claro, milhares de ingleses, todos com cara de Damon Albarn no comecinho da carreira. Sim, eu esperava um publico um "poquito" mais velho, entre os 25 e 35 anos de idade, mais ou menos, por causa das 2 décadas de carreira da banda. Para a minha (agradável) surpresa, uma boa parte das pessoas era composta por uma molecada que estava nascendo quando eles lancaram "Modern Life is Rubbish" e "Parklife".
Dia claro ainda no Hyde Park. E o povo enlouquecendo com "Girls & Boys"
O Blur costuma levar para os seus shows um público fiel e fanático. Eles idolatram a banda de uma maneira que poucas vezes vi/li/ouvi no cenario rock mundial (tá bom, as bandas de metal sao insuperáveis nesse quesito).
Os seguranças são uma simpatia só. Tiram fotos a pedido das pessoas, distribuem água e fazem piadinhas. Tudo para passar o tempo, já que a ansiedade era geral. Às 16 horas começam os shows. Duas pequenas bandas locais tocaram por 30 minutos cada. Nada que me despertasse da sonolência que o sol estava causando. Nem o nome delas consegui descobrir.
Crystal Castles entrou por volta das 17:30 para esquentar mais ainda o já "torrado" público. A banda é composta por um ótimo baterista e um DJ/tecladista. Ja tinha ouvido algumas coisas deles mas não me recordava muito bem, apenas me lembrava que era um indie meio eletrônico. Eles ficam por volta de uns 2 minutos meio parados, com o DJ apenas fazendo alguns ruídos na sua aparelhagem. Eis que surge a sua vocalista, minúscula, magérrima, aparência mezzo-gótica-mezzo-rrriot girl, maquiagem preta pesada ao redor dos olhos, com uma camiseta sensacional, com os dizeres: "OASIS HAS AIDS" (quem nao se lembra das brigas entre Blur e Oasis, em que uma das declarações polêmicas dos músicos de Manchester foi: "espero que eles peguem AIDS e morram", referindo-se aos rivais de Londres?). Tudo isso para ganhar a simpatia do público, obviamente.
Ela entra no palco se arrastando pelo chão com uma garrafa de vodka. Se levanta cambaleando e começa a gritar ao microfone, como uma voz de criança. Vem direto para o publico, sobe nas grades e faz um mosh, exatamente na minha cabeça. Depois de algum tempo, ela volta para o palco e cai. Levanta e cai. Bate com o microfone na cabeça. E cai. Sobe na bateria. Bebe whisky. Fuma. Volta para o público e faz outro mosh. Os seguranças se desesperam e tentam tirá-la da galera, que dá o microfone para algumas pessoas cantarem.
"Tender" (a que a fofa Rudja adora): emocionando os fãs do Blur
A música do trio é bacana, mas ela chama mais atenção que qualquer coisa. Claro, não há nenhuma novidade no que ela faz. Pseudo punk-fumo-bebo-mesmo-sou-muito-louca e nao-to-nem-ai-pra-nada. Iggy Pop fazia isso 40 anos atrás... Mas funciona como entretenimento, pelo menos. Bom, depois de um set relativamente curto, pouco mais de 30 minutos, eles saíram sem falar "thank you" ou ao menos "good-bye". E tomaram algumas vaias por conta disso.
Mais um pequeno intervalo, e é a vez dos Foals, que ja tocaram em SP, mostrarem serviço. Eu não conhecia nada deles, e, pelo que vi, pouco me chamou a atenção. A banda é competente, os músicos mandam bem, mas como tudo que tem surgido no rock (principalmente no rock inglês) ultimamente, falta pegada, falta um "que" a mais. Eu nasci antes do Joy Division lançar o primeiro disco, talvez esteja um pouco ranzinza pra coisas novas, mas essas bandinhas de hoje em dia não saem das guitarrinhas "nhe-nhe-nhem" ardidinhas e bateria nervosinha. Uma mistura de Arctic Monkeys, Bloc Party, Futureheads, Klaxons e quetais. Todas com 2 ou, no máximo, 3 discos de duração, até sucumbirem ao anonimato. É, o rock inglês está bem devagar nos últimos anos. Com exceção do British Sea Power, ótima banda, quase nada que vem da terra do fish and chips tem me despertado interesse.
Por isso, nada mais apropriado que a volta dos pais do Britpop, para dar uma oxigenada na cena britânica. E eles voltam com tudo. Antes dos shows do Hyde Park, Damon & Cia fizeram pequenos concertos em lugares acanhados, como se fosse um "aquecimento" para o mega festival Glastonbury, onde eles fecharam com chave de ouro, diga-se de passagem.
55 MIL PESSOAS esperam por eles (e eu senti isso sendo constantemente esmagado nas grades). Antes de entrarem no palco, uma pequena introdução, Far Out, a música meio circense de Parklife. Delírio geral.
"Park Life", a faixa-título do melhor disco do Blur, em versão "heavy metal", rrs
Começam os primeiros acordes do cláaaassico She's So High, do primeiro e subestimado disco, e as também primeiras de muitas lágrimas desse pseudo-resenhista começam a rolar. Começa aquele tradicional empurra-pra-lá, empurra-pra-cá, tão comum nesses shows, pra quem fica na frente. Apenas fico parado, deixando a onda de pessoas me levar, mas claro, atento para não sair muito do centro. A dificuldade de tirar fotos é grande, mas consegui algumas bem boas. Na sequência, duas matadoras do melhor álbum deles (e, na minha modestissima opinião, um dos cinco melhores albuns dos anos 90’), Girls and Boys e Tracy Jacks. A primeira dispensa apresentações. É quando Damon resolve descer e se juntar à galera (ele costumava dar seus moshs também, mas acho que do alto de seus 41 anos, ele tenha perdido um pouco a vontade, digamos assim). Mister Albarn está em forma, continua com a mesma energia no palco, ele se entrega, danca, pula e grita como se estivesse em sua primeira turnê. Alex, o baixista, e Graham, um dos melhores (se não o melhor) guitarrista dos anos 90’, permanecem parados, cada um no seu canto, sem se mexer muito. Nem precisam. Damon comanda a festa e agita sozinho pelos outros três.
Damon conversa muito com o público, diz que não esperava uma recepção tão calorosa após 7 anos desde o fim da banda. E emenda com outro clássico do primeiro disco, There's no Other Way, que ficou levemente mais pesada e mais acelerada. Voltam novamente para o Parklife, com Jubilee e uma das minhas favoritas, Badhead. Damon saúda o sol, dizendo para a platéia acenar para o astro rei (???). Comoção geral quando começam os primeiros acordes de Beetlebum, faixa do auto-intitulado disco, de 97, em que até os irmãos Gallaghers tiraram o chapéu. Uma das melhores, se não a melhor, música do Blur.
Out of Time é recebida com surpresa, afinal ela faz parte do último disco da banda, Think Tank, que não contava com a participação de Graham Coxon. Trimm Trabb, desconhecido lado b do álbum 13, foi tocada na sequência, e, sinceramente, nao entendi o porque deles terem escolhido essa música, sendo que boa parte do público nem chegou a cantar junto e percebia-se que muitos não a conheciam (inclusive eu).
Mas, pra compensar, uma sequência esmagadora: Coffee and TV, do famoso clipe do "leitinho", e Tender, a mais bela composicao da banda (nota do blogger apaixonado: a amada girlfriend Rudja, com certeza, iria derramar algumas lágrimas neste momento, se estivesse presente no Hyde Park), cantanda em unissono por um público arrepiado, durante quase 10 minutos, onde Damon até improvisou uma "a capela" em conjunto com as 55 mil pessoas presentes. Chega a hora do, talvez, maior hit deles no Reino Unido, Country House, que ganhou uma disputa com o Oasis de single mais vendido, em 1995, onde as lojas de discos amanheceram numa segunda feira com filas nas portas.
Voltando para os primeiros discos, Oily Water, Chemical World (faixa incrivelmente ausente na primeira coletanea da banda) e Sunday Sunday, arrancando largos sorrisos de uma platéia incansável.
A partir daí, overdose de Parklife. Phil Daniels aparece no palco e causa gritaria geral na plateia. Ele é o vocalista original de Parklife, a música, e incendeia o povo, cantando com raiva, berrando, como se fosse um punkstar. Foi nessa hora que um ser humano caiu sobre minha cabeça. Junto com o susto, vejo uma mulher semi-nua sendo carregada pela multidão (chapada ou passando mal, sei lá). Os peitões dela se esfregam na minha cara, ate que os seguranças conseguem agarrá-la e tirá-la do meio da bagunça (foi incrivelmente alta a quantidade de pessoas passando mal, por causa do calor e do esmaga-corpos que estava em frente ao palco). Entra em cena End of Century, clássico do britpop, a belíssima balada To The End e This Is a Low, lenta e distorcida. Sinfonia para meus ouvidos.
Após uma breve pausa, com as pessoas cantando "oh my baby... oh my baby... oh why?... oh my", o primeiro bis: Popscene, Advert e, claro, Song 2, que colocou, literalmente, 55 mil pessoas pra pular e se empurrar (a essa hora eu ja estava mais pro fundo, tamanha a dificuldade de se ver devidamente o show na frente - e até que eu resisti bastante). Nunca fui muito chegado nessa música, mas nao consegui resistir, pulei e gritei muito, ate ficar quase sem voz.
Nova pausa e o gran finale: For Tomorrow, do segundo disco, e The Universal, do The Great Escape, disco que, estranhamente, teve pouquíssimas músicas no set list.
A esta hora eu estava ensopado de suor, cerveja e garrafadas d'água recebidas enquanto estava na frente. Meu pé foi pisoteado dezenas de vezes. Estava sem voz, com fome e com sede. Muito cansado. Quase rasgaram minha camiseta novinha do Blur. E querem saber? Valeu cada centavo, e se precisasse, pagaria o dobro para ter outra tarde inesquecivel como essa. Vida longa ao Blur.
"Coffe & Tv", ela mesma, a do inesquecível clipe das caixinhas de leite apaixonadas
BLUR NO HYDE PARK – O SET LIST
Introdução: Far Out
1.She's So High
2.Girls And Boys
3.Tracy Jacks
4.There's No Other Way
5.Jubilee
6.Badhead
7.Beetlebum
8.Out Of Time
9.Trimm Trabb
10.Coffee And TV
11.Tender
12.Country House
13.Oily Water
14.Chemical World
15.Sunday Sunday
16.Parklife
17.End Of A Century
18.To The End
19.This Is A Low
Encore:
20.Essex Dogs
21.Popscene
22.Advert
23.Song 2
Encore 2:
24.Battery In Your Leg
25.For Tomorrow
26.The Universal
* Esta mega e exclusiva resenha sobre o fodaço show do Blur vai, carinhosmente, para a querida Adriana Ribeiro (que assistiu a banda em Sampa em 1999, no Credicard Hall, ao lado de Zap’n’roll), para o saudoso Toninho (o dj loucaço do inesquecível Espaço Retrô, onde o zapper aqui descobriu alguns dos melhores sons de sua vida) e para a mega amada Rudja Catrine, uma garota que mora muito distante de qualquer metrópole e que, mesmo assim, conhece tudo de cinema, cultura pop e rock alternativo. E com quem o autor deste blog quer casar um dia (wow!), ao som de "Park Life", do Blur, claaaaro!
E EM SAMPA, OS GUTTER TWINS
(por Daniel Meirelles)
Em seu livro "Beijar o Céu", de 2006, o escritor britânico Simon Reynolds fez uma análise comparando as noções inglesa e americana do que é o rock'n'roll através do Nirvana e do Radiohead, citando o caso de ambas as bandas terem tido influências e ídolos similares, alimentadas pela mesma rejeição ao artificialismo e mergulharem fundo no sofrimento, com mega hits estourados no ano de 1993 na terra do Tio Sam, mas dizendo que o crucial ali era a palavra "inglês" pois se o lider do Nirvana, Kurt Cobain tivesse escolhido viver, seria provavelmente um trovador acústico, despojando suas músicas para um som melancólico, desamparado e de tinturas folk. Jamais imaginaríamos ele gravando um cd como Kid A, de 2000, do Radiohead, por exemplo, mergulhado fundo na "ciência de estudio". Aí é que estava o abismo entre o rock americano e o rock inglês, segundo Simon.
Podemos até concordar com essa tese mas como sempre, tudo tem sua exceção e ela pôde ser vista na última quarta feira na casa noturna Bourbon Street, no bairro de Moema, em São Paulo
Devidamente intitulado "An evening with Greg Dulli e Mark Lanegan"', os heróis do rock alternativo americano, que nos anos 90 espalharam guitarras intensamente barulhentas com os miticos Screaming Trees e Afghan Whigs respectivamente, celebraram suas carreiras com um arrepiante show acústico.
No belíssimo palco, contemplado com luzes sombrias e um vitral ao fundo, eles desfilaram canções de Sreaming Trees, Twilight Singers, Afghan Whigs, Gutter Twins (ultimo projeto de ambos, gravado em 2008) e da carreira solo de Mark Lanegan, com destaque para o mini hit Dollar Bill, dos Screaming Trees, do longíquo ano de 92 e que levantou a platéia, já no bis, que abarrotou o lugar e deixou mais algumas dezenas de fora.
Destaque tb para "If I Were Only" dos Whigs que animou os fãs mais fervorosos. O último álbum gravado por ambos, Saturnalia e sob a alcunha de Gutter Twins (Irmãos da Sarjeta, sintomático nome para ambos devido a uma extensa e intensa ficha de escândalos durante os anos 90) teve participação com 5 lindas canções. Vale ressaltar uma belíssima versão de "King Only" dos Twilight Singers, em que Greg Dulli emocionava cantando o refrão "you don't love me anymore, ah ah, ah ah...", e por final, versões solo matadoras do trovador Mark Lanegan, que com sua voz grave e sua postura séria, contrastando com a postura de Greg Dulli, sorridente e falando em português com a platéia, dava mais intensidade ao show.
Com tudo isso, é válida a reflexão de que é possivel sim, um show totalmente acústico ser comparado com um show, digamos, tecnológico, e até se sair melhor.
Mr. Lanegan e Mr. Dulli, apesar da sarjeta, mostraram que um show acústico pode ser inesquecível e que eles merecem serem citados como artistas completos e porque não, classudos. Além de mostrar para a nova geração folk/indie/hypado que não basta ser triste e sensivel para ser bom. Conta muito o excesso de tabaco e de álcool na garganta e uma série de escândalos no decorrer na trajetória pessoal/musical. Isso gera uma grande diferença na presença de palco. E na intensidade do show.
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ACABOU MAS LOGO MENOS TEM MAIS!
Entonces, o finde foi friorento, deu preguiça e o post ficou por aqui mesmo. Mas sem tristeza, galere: até a tarde desta quarta-feira vem muuuuuito mais por aqui, com uma bela matéria sobre o novo rock instrumental brasileiro, em antecipação à segunda edição do bacana festival Pib (Produto Instrumental Bruto), que começa na quarta, véspera de mais um feriadão, lá no clube Belfiori, em Sampa.
Fora que vamos falar também do Foreign Cinema (que Zap’n’roll anda ouvindo sem parar), do novo disco da linda e mega talentosa Regina Spektor e mais uma batelada de assuntos. Ah sim, também desovando uns premiozinhos aí...
Fechados? Ceeeeerto, mano. Então até o próximo post do blogão campeão, que já está a caminho. Até já!
(finalizado por Finatti em 6/07/2009, às 7:15hs.)

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3 Jul, 2009 às 10:40 AM Finas, apenas fazendo 2 correcoes. Crystal Castles eh um duo, mas que conta com a participacao de um baterista nos shows. E o set list do show do blur contem 2 erros: eles nao tocaram Essex Dogs, no primeiro bis. E, ao inves de Battery in your Legs, do segundo, a musica tocada foi Death of a Party, maravilhosa por sinal. Desculpa, muitas cervejas da nisso, hehehe...
3 Jul, 2009 às 2:36 PM Correções feitas, querido Marceleza. O importante é que seu texto ficou ótimo e saiu no blog em tempo recorde, hehe.
Mande outros, semqre que quiser e puder.
Abração master do seu amigão aqui!
3 Jul, 2009 às 3:40 PM Finatti: você não ia para Londres ver esse show do Blur. Você falou isso aqui no blog.
Lúcio está lá, vendo tudo de perto e reportando para seu leitorado com riqueza de detalhes. Ele não precisa de um olheiro anarfa na Ilha. Vai lá e faz, não manda soldados. É por isso que nesse mundo moderno a Zapinha é dispensável. Já temos Popload.
3 Jul, 2009 às 4:53 PM Caraaaaaalho FInnas!!! que porrada esse show do Blur, sou fanzona deles, sempre fui apesar da minha pouca idade (tenho 19, xuxu).
Essa cobertura da Zap matou a pau, parabéns! Detonou a concorrência, heheheehe. E o show do Lanegan tb, fodido!
Com teu blog turbinado assim quem precisa de Popload e outros bichos? O texto do Marcelo tá ótimo, vc arrumou um ótimo correspondente, que fez um trampo mil vezes melhor do que o "ídalo" desse Luri fake aí. E a Zap postou ANTES a cobertura.
Esquenta não com os amolantes de plantão. Quem não é o maior (a Zap) tem que ser o melhor (novamente a Zap, ahaha)
3 Jul, 2009 às 5:06 PM O Finnas não foi sequer no Gutter Twins em São Paulo... Quem dirá para a Inglaterra!
3 Jul, 2009 às 5:56 PM anarfa??? HAHAHAHAHA, eh brincadeira a quantidade de gente chata que posta aqui, hein? ou invejosa. ou desocupada.
riqueza de detalhes? coluna do Lucio, no show do Blur? TEM CERTEZA? rsrsrsrs... acho que li a errada entao. a dele se resume em umas 5 linhas e olhe la... vamos esperar ver se vem mais... espero que sim, pq gosto da coluna dele e quero saber como foi o show em sua otica.
eu apenas quis colaborar com meu amigo Finatti, fiz por LIVRE E ESPONTANEA vontade, ele nunca me pediu nada daqui, eu nao vim para ca por conta da Dynamite, nao cobro nada por isso e nao tenho nada com a revista alem de amizade com o Pomba, o Bruninho, etc...
eu MORO aqui, TRABALHO e VIVO aqui, nao sou reporter do Finatti. tanto que enviei relatos de shows que assisti pra outros blogs de amigos meus.
e Finas, vou continuar mandando o que tiver, e fica a seu criterio publicar ou nao, ok? e reza muito, pq o que tem de assombracao ai...
3 Jul, 2009 às 6:47 PM A cobertura do amigo do Kadaphinnas, embora um tanto deslumbrada, está bem melhor que a de Dear Luscious, que só falou que todo mundo cantou junto e que sábado sai uma matéria na Folha.
3 Jul, 2009 às 8:41 PM O opinion tem razão, a cobertura do correspondente do zapper massacrou o sr. popload. Só quem é cego ou fanático pelo blog do ig que não enxerga isso.
Às vezes a realidade é dura e cruel mas não tem como escapar dela: o Lúcio há tempos está preguiçoso e perdendo terreno pra concorrência - não apenas da Zap - já que a internet está infestada de blogs mais ágeis e espertos. Quando Lúcifer Ribeiro ia pra fora, como foi agora, ele ainda mandava ums posts legais, cheios de novidade. Agora nem quando está na gringa o cara faz um post que realmente empolgue o leitor. Não é à toa que sua audiência e número de comentários lá despencou.
O blog do Finatti mais erra do que acerta, sofre com estrutura precária etc, mas quando acerta a mão tb, como hoje, sai de baixo.
Mas todos nós sabemos quem são os puxa-sacos do Lúcifer. É aquele bando de jornalistas velhos e arrogantes que estão há séculos encastelados em grandes redações e que sempre ganharam uma grana preta pra fazer mal o seu trabalho. E ficam putos quando vêem que a coisa tá ficando preta pro lado deles, com gente mais ágil e sem tantas regalias fazendo o que eles fazem e melhor. É bom esses caras ficarem espertos porque hoje a informação não é mais exclusividade de alguns poucos deuses. Quando essa turma perder seus empregos, aí sim eles vão postar aqui cuspindo ódio de verdade. Aguente o tranco Finatti e continue firme no que vc sabe fazer bem.
3 Jul, 2009 às 9:39 PM Quer saber...
amei...tudo.. o que esse moço..escreveu...do show do Blur
Marcelo York...invista nisso moço...vc..leva jeito pra
escrita...parabéns...e..óh...não..liga para esses
invejosos...a inveja deles...so..te..engrandece..viu..
é...isso...Bjos e Abraços Finatti...
á e pro moço tbém...enfim....
Bom Findi..pra todos :)
3 Jul, 2009 às 11:18 PM aff... ainda tem gente que espera o Lúcio Ribeiro trazer notícias de fora do Brasil??!?
4 Jul, 2009 às 5:00 PM Nossa quanta merda desses leitores babacas. O Finatti tem mais e que fazer isso bem tem mais que escrever bem.
4 Jul, 2009 às 5:23 PM Finas, ficou bem legal o texto do Marcelo, mandou bem ele. Que privilégio ter um colaborador em Londres, acrescenta muito. Fiz o Dino, vê lá.
abraço
4 Jul, 2009 às 7:14 PM O post fodão ainda não acabou? Acho que nem começou!
Afff. Finatti não precisou escrever nada. Só pegou o que mandaram e botou, cheio de erros.
O Lúcio não deu antes porque estava guardando o material pra Folha. Tá na capa da Ilustrada de hoje. Material fodaço. Deu de dez. O Finatti não assina mais a Folha por isso agora não comenta mais o Folhateen, só le Ilustrada no Pop.
Vocês foram trouxas de acreditar que o Finatti ia pro UK. Ele falou mesmo no blog. Ainda falou que daria um giro pela Europa porque a irmã dele mora na Espanha (será mesmo?). Até agora tudo cascata claaaaro.
5 Jul, 2009 às 12:20 AM Hehehehehe, o anti luri matou a charada na mosca! A tropa de choque do Lucianta fica histérica e quer morrer quando percebe que o seu ídolo gordola levou uma rasteira de um blog modesto como o do Finatti, que também é um jornalista super conhecido e lendário, e nem por isso arrogante. Meu, de boa, dá nojo ler a arrogância do colunista metido a popstar do Ig. E foda-se se a matéria da Zap foi escrita por um correspondente (é muito chique ter correspondentes no exterior, não é todo blog que tem), o importante é que ela deu a cobertura em cima e antes de todo mundo.
E se o texto que o Lurinha gordola publicou na Folha é o mesmo que está no Popload, bela merda! Como sempre, dear Luscius encheu linguiça demais (do show do Blur mesmo, falou pouco) e mais uma vez veio com aquele papo que não cola mais em ninguém, só nos trouxas, de “a Folha apurou que a banda deve tocar aqui no final do ano”. Exatamente como ele passou uns dez anos confirmando, todo ano, que o Radiohead vinha tocar aqui.
Bom, a Folha nem é mais referência de nada. Já foi sim mas hoje eu prefiro ler matérias de cultura pop na Rolling Stone, que sempre traz entrevistas bem mais completas neste segmento – a propósito, o Finatti colabora com a revista.
Mas nem adianta perder tempo falando tudo isso pois os pelasacos poploaders, como esse Ciro, vão continuar sendo apenas isso: pelasacos de um blogueiro que já foi ótimo no que faz, mas que hoje é apenas mais um blogueiro no meio de tantos outros milhares por aí (e alguns deles, bem melhores que a Popload).
5 Jul, 2009 às 4:16 AM Vai chamando o Lucio de gordola vai Finatti. Ele sabe que você é os fakes dos comentários.
5 Jul, 2009 às 6:01 AM caralho, phinnas, deva vez vc bateu seu próprio recorde de perfis fake q vc mesmo cria pra te puxar o saco.
5 Jul, 2009 às 6:20 AM Afe, eu nem ia perder tempo respondendo nada. Mas é que algumas pessoas vêm aqui e falam tanta cretinice, que ou eu deleto (e aí vão me acusar de ser censor e ditador) ou então libero e dou uma paulada de volta (como farei agora), pra colocar as coisas em seu devido lugar.
Pra Aninha malinha: pois é, amore. Acabei não indo nos Gutter Twins. E olha que eu poderia ter ido, se quisesse, afinal a produção do show era da Lana Palmer (da Planmusic), com quem tenho ótimas relações profisionais. Mas sabe como é: depois de passar vinte e tantos anos assistindo a tudo quanto é show (vi todos os Hollywood Rock, os três Rock In Rio, o Planeta Terra, vários Free e Tim Festival, dois shows dos Stones, assisti todas as vezes que os Ramones estiveram aqui, pelo menos umas quatro vezes do Echo & The Bunnymen, as duas vezes do New Order, outras duas vezes o Oasis, Guns N’Roses, Kiss, incontáveis shows no extintos Projetos SP e Olympia, como Jesus & Mary Chain, Cocteau Twins, The Church, Might Lemon Drops, Siouxsie & The Banshees, vi Bowie duas vezes, Aerosmith, U2, Codplay, Duran Duran, aliás outro tanto de shows gringos bacanas na Via Funchal e no Credicard Hall, The Kooks, Interpol, Radiohead etc, etc, etc, etc, chega né?), eu confesso que ando ficando meio preguiçoso e sem saco pra ir atrás de tudo o que aparece aqui, ainda numa quarta-feira chuvosa e friorenta como estava SP naquele dia. Então, nem fui atrás de convite ou credencial e quando soube que o meu amigo Daniel ia, pedi a ele que fizesse uma resenha pro blog, mesmo porque gosto sim do Mark Lanegan e do Greg Dully (mais do Mark, confesso), embora eu nem de longe fosse morrer por não ter ido ao show, simples. Mas claaaaro que uma chatinha como vc, que deve estar nas fraldas ainda (se não for fake do Ciro Pereira, kkkk) e não viu na sua vidinha azeda um milésimo da quantidade de shows que eu já assisti, deve achar que eu tenho obrigação de ir a tudo. Tenho não, Aninha. Esse ano vou ainda na Cat Power e no Depeche. Depois, só se vier um Blur novamente, ou um Cure. E olhe lá!
Pro Cirinho (esse é sem noção total): mano, vai ver se estou na esquina e não amola. a) nunca assinei a Folha, porque nunca precisei e se estou a fim, compro na banca (geralmente, compro às segundas, quartas e sextas-feiras, nem a edição dominical eu ando mais curtindo como curtia antes). E leio a Ilustrada no Pop como leio zilhões de outros blogs na blogosfera. b) minha irmã mora há vinte anos na Espanha, perto de Barcelona, é muito bem casada por lá, tenho uma linda sobrinha espanhola (a Sara) e ela é dona de um cyber café por lá. Tá bom ou quer mais algum esclarecimento? E c) independente das opiniões aqui emitidas, devo dizer que gosto do trabalho do querido Lúcio Ribeiro no iG, o considero além de um bom amigo pessoal meu um dos melhores jornalistas do Brasil na sua área e fico feliz que ele tenha no iG a estrutura pra trabalhar que eu não tenho aqui na Dynamite (e mesmo assim adoro a Dyna, pois sei que somos um portal modesto, o que nos motiva a trabalhar ainda com mais garra aqui). Eu sempre vou reconhecer a força que Lúcio me deu quando comecei com a Zap’n’roll versão online e claro que já tivemos atritos pessoais, eu e ele, mas nada que um bom papo entre dois amigos e duas pessoas civilizadas não resolvesse de pronto. Agora, o que eu não posso fazer é ficar tolhendo a opinião dos leitores aqui a respeito do trabalho dele ou do meu, como todo mundo pode ver. Só faço isso (censurar o comentário) em último caso, quando o tom é vulgar ou agressivo demais, ou que contenha mentiras absurdas.
Eu não tenho medo de críticas (mas tem gente na blogosfera que tem, aqui mesmo na Dynamite inclusive. Gente que possui o ego tão inflado que só aceita elogios e descarta de imediato críticas, por mais construtivas e serenas que elas sejam. Gente assim não serve pra trabalhar como jornalista pois, a partir do momento em que você dá a cara pra bater em público, expondo suas opiniões em um texto impresso ou virtual, você tem que estar preparado pra ser também criticado e cobrado. Ser elogiado é muito bom, todo mundo gosta; o difícil é ter a humildade necessária pra receber críticas ao seu trabalho). Nem o próprio Lúcio tem, pelo que conheço dele e pelo que leio nos comentários dos leitores no blog dele. Agora, parece que as “tias” e “sobrinhas” do Lúcio se doem mais do que o próprio quando alguém fala dele aqui. Ou, no mínimo, esse povo quer ver o circo pegar fogo entre eu e meu prezado colega do iG. Um desses incendiários é esse babaca do Ciro, que com certeza posta fake aqui e na Popload, mordendo e assoprando, atacando e defendendo Luscious e Finatti. (aninha igual a Ciro, que é igual a... Gino Soccio! Não é muuuuita coincidência o tal Ciro e seu “colega” Gino Soccio postarem aqui quase no mesmo horário, madrugadona de sábado pra domingo? Pois é...)
Isso que é retardamento mental e falta do que fazer na vida! Pelamor, né?
Abrax!
5 Jul, 2009 às 8:26 AM A bem da verdade, é preciso que se diga que o Lúcio Ribeiro é um sujeito democrático (ou indiferente), porque ele leva muita bordoada nos comentários da Popload (não apenas críticas, mas xingamentos etc) e deixa tudo lá.
LR corre mais atrás dos assuntos, Phinnas fica mais embaixo da árvore esperando a fruta cair. Mas Luscious é muito novidadeiro, qualquer dupla de boiolas novaiorquinos tocando um tecladinho anos 80 p/ ele já vira a maior banda do mundo etc.
Finatti, embora não seja muito rigoroso no fact-checking e na revisão do texto, tem uma visão mais ampla da música pop (Lúcio ultimamente até que está falando um pouco mais de bandas antigas e tal). Mas no geral LR deixou de fazer cobertura musical p/ fazer divulgação de certas bandas e dessa vertente superficial e andrógina do mundo indie.
5 Jul, 2009 às 12:06 PM se tu e macho e bom nao edita:
Finatti tem que escrever bem so isso que sabe fazer bem na vida nao sabe comprar cocaina boa, nao escolher mulher boa, nao sabe ganhar dinheiro, tem mais que fazer isso bem, ninguem pode ser tao zero a esquerda na vida né? pena que no brasil os escritores sao menos reconhecidos que os fotografos ainda mais na epoca da net onde funciona o ctrl v ctrl c
5 Jul, 2009 às 1:07 PM hahahahahahaha o finatti não negou que ele é os fakes pelasaco
5 Jul, 2009 às 5:40 PM André, fake aqui na área, nesse momento, só tem um, o tal Cirinho e seus personagens, que são dezenas, hihi.
Micróbio, valeu pelo comentário mas tive que vetá-lo pois achei meio deselegante com o Dum. Manda um mais educado que entra aqui. Ou então, vai direto na Jukebox, por que não?
6 Jul, 2009 às 8:29 AM Finatti, devo ler a sua coluna e (de vez em quando a do lúcio) já faz mto tempo, e devia fazer mais de um ano q não lia os comentários. qual não é minha surpresa q ao ler é EXATAMENTE as mesmas histórinhas de anos atras!!!!!!!!!!!! nego é mto chato mesmo, implicante e totalmente infantil. liberdade com falta de inteligência e educação é uma das piores armas que um povo burro e ignorante pode possuir.
abraço
6 Jul, 2009 às 5:17 PM Ok Micróbio, liberei seu novo comentário mas com alguns cortes, onde vc estava sendo mais agressivo e ofensivo no texto. E, sorry, mas estou sendo muito rigoroso com esse tipo de comentário por aqui, porque senão o espaço do leitor da Zap vai virar uma baixaria só e eu não estou a fim de que isso aconteça.
De modos que seu novo recado está postado, mas alerto que o Dum (que é meu amigo pessoal há vinte anos, e é sempre bem-vindo aqui, além de que sempre foi educado comigo) está com o espaço aberto aqui pra rebater suas críticas, ok?
Afinal, estamos numa democracia.
Abs.
8 Jul, 2009 às 2:53 PM Pessoal, eu mesmo deletei o comentário do Micróbio, pois conforme entramos em acordo aqui anteriormente - e para evitar os problemas que ocorriam antes - comentários ofensivos ou críticas a outros blogs não devem sequer serem editadas e sim excluídas. A Dynamite não precisa de quantidade de postagens ou comentários para avaliar audiência de blogs e do próprio site como um todo. Sabemos do nosso potencial e respeitabilidade. Por isso não faz questão de comentários pessoais ou ofensivos, que eles procutem outro alvo ou qualquer site ou blog que se preze a este tipo de baixaria que muitos teimam em sujar o nome como 'democracia'.
9 Jul, 2009 às 8:01 PM Bom, aí está acima a palavra do chefe. E quem manda aqui é ele, embora há muito eu não concorde com algumas posturas editoriais do querido Pomba, e ele sabe disso e digo isso com todo o respeito a uma pessoa que admiro profundamente como profissional da comunicação, como produtor de eventos e como presidente de uma Ong (a Associação Cultural Dynamite). E digo isso tb com todo o respeito do mundo a alguém que é um dos meus (se não for o melhor) melhores amigos há mais de 16 anos.
Então, se ele deletou o comentário do tal micróbio, nada mais há a fazer em relação a isso. Claro que eu não concordo com este tipo de conduta baixa e covarde de alguns leitores e por isso mesmo que impus algumas regras aqui, na Zap. Mas não permitir nenhum tipo de crítica ou manifestação do leitorado ao que se é publicado nos blogs é ruim, pois impede que os colunistas possam aprimorar seu trabalho, os torna algo preguiçosos e, com o tempo, irá fazer com que eles achem que são super homens, que só escrevem o que é certo e que estão acima de críticas, do bem e do mal.
12 Jul, 2009 às 10:46 PM Pomba
Que bom que você tomou uma atitude quanto aos comentários enviados a seus colaboradores o chato é que você não toma atitude nenhuma quando seus colaboradores sem fundamento nenhum atacam outros profissionais. Você deveria editar os comentarios do Finatti em relação a outros sites blogs e colunas como o do Lucio que ora ele elogia ora ele detona. Quando a falta de ética parte da Dynamite você nunca se pronuncia em público nem para pelo menos pedir desculpas Seus colaboradores muitas vezes detonam o trabalho dos outros como tem acontecido nos bastidores do cenário underground onde musicos e produtores já reclamam do tipo de trabalho da Dynamite pois se pautam pela falta de ética do Finatti principalmente.
Finatti já detonou publicamente até colegas do próprio site e continua dando as cartas na Dyna. Pior e que ele mesmo se queima muitos músicos se recusam a falar com ele por causa da falta de ética, o cara não se toca que isso é levar o nome da Dynamite pra lama apesar dessa audiência que você diz ter. Você sim merece respeito. Mas teus colaboradores merecem? Eles aprontam por aí e se escondem o garfinho pro papai Pomba não ver
Sugestão: cuide primeiro do seu quintal ai sim você terá o direito de criticar todos os vizinhos da blogosfera
Nao editem isso pois tenho copia do texto na íntegra
13 Jul, 2009 às 4:30 AM Ô Monstros, se vc se acha o dono da verdade e tem CERTEZA de que o está falando é A VERDADE inatacável e irretrucável, por que a necessidade de postar aqui através de pseudônimo, e tendo medo de mostrar seu nome real? Curioso, não?
Quem prima tanto por defender a "ética" profissional e questionar a conduta dos colunistas aqui do site (a minha, inclusive), antes de mais nada deveria ser HONESTO e CORAJOSO o suficiente para se identificar. Senão, o "protesto" fica com desagradável odor de ataque covarde, pessoal, rancoroso, mentiroso e sem fundamento, não é?
Gostaria que vc apontasse com mais clareza e objetividade onde está minha "falta de ética", citando exemplos específicos (e fazendo isso com seu nome verdadeiro, não tenha medo, vc não é dono da razão e da ética suprema e acima de qualquer suspeita? Pois então não seja medroso, se vc estiver certo, o que poderá lhe acontecer de ruim?). E mais: eu NUNCA dei carta alguma na Dynamite, pelo contrário, sou cada vez mais monitorado pelo Pomba (respeito os motivos dele pra fazer isso, como já disse acima, embora eu e ele tenhamos hoje em dia totais discordâncias editoriais sobre os blogs que são publicados no site, o que não impede de continuarmos sendo grandes amigos pessoais), embora a Zap'n'roll continue sendo, sim, o blog mais acessado do portal, ao lado da Jukebox, do tb bom amigo Dum.
É muito fácil confundir crítica com "falta de ética". Como eu já disse mais acima, aqui mesmo nos comentários deste post, eu não tenho medo de críticas e nenhum colunista deveria ter, pois críticas, quando bem embasadas e fundamentadas, servem para o jornalistas aprimorar seu trabalho. Claro que a grosseria e a vulgaridade rancorosa e gratuita é péssima, e jamais vai ser tolerada aqui. Mas tb apenas o elogio fácil é algo muito chato. Um leitor citou o exemplo do querido Lúcio Ribeiro, que é bombardeado sem dó no seu blog, e não tá nem aí. E não sei de onde vc tirou que eu critico o Lúcio. Tenho o maior respeito do mundo pelo trabalho dele, somos amigos (até onde sei) e quando quero falar algo pra ele que eu julgue não ser oportuno falar em público, eu o faço através do msn.
Enfim, é isso. E eu não vejo ninguém na cena indie reclamar do meu trabalho ou da Dynamite, não. Pelo contrário, estive no festival PIB lá no Belfiori (produzido pela Inti Queiroz e que contou com o apoio do portal na organização) e, como sempre, fui muito bem tratado pelos músicos que estavam lá, que invariavelmente vinham papear comigo. E não só: estou sempre conversando com todo mundo e ajudando as bandas novas na medida do possível. Mas como agora, lendo melhor o conteúdo da mensagem do "monstros" e já percebendo que é o(a) real autor(a) dela, fica mais fácil eu entender porque tanto rancor e gritaria contra mim, outros colaboradores (Dum?) e tantos afagos ao Pomba. Só quem não conhece a figura desmiolada e com problemas sérios de instabilidade psiquiátrica é que dá crédito ao que ela fala.