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Depeche Mode e U2: os 80`resistem! (final em 02/04/2009)

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O trio tecnopop inglês Depeche Mode, que volta com "Sounds of the Universe" 

* Yesssss. Enfim o blongon fala do novo disco do quarteto irlandês, com um graaaande atraso para os padrões destes tempos velozes de internet. Mas você irá entender o motivo deste atraso ao ler o tópico sobre o disco logo mais abaixo.

* Fora isso, daqui a pouco você vai conhecer aqui as “canções do universo”, do velho mas ainda relevante Depeche Mode.  

* Este post está só começando. Vai lendo aê que ao longo desta terça-feira vem beeeeem mais por aqui, okays? 

U2, A BANDA QUE NÃO PERDE JAMAIS A RELEVÂNCIA

 

A banda, em foto clássica, nos anos 80`, quando estourou nos Estados Unidos

Deve ser um saco para um grupo como o U2, que começou algo punkster e alternativo (e no exato momento em que o movimento pós-punk dominava a cena musical inglesa) e se tornou uma das bandas mais relevantes de toda a história do rock’n’roll (pelos grandes e imprescindíveis discos que lançou, pelas fantásticas canções que compôs ao longo de mais de três décadas de existência, pela militância politica e social que o conjunto impôs a si próprio e à sua obra, pelo carisma e humildade de seus integrantes e muitos etcs), ter se transformado, já há anos, na mega banda que vende milhões de discos e que só toca em estádios lotados. Deve ser um saco porque o quarteto de Bono, The Edge, Adam Clayton e Larry Mullen Jr. sabe que, mesmo sendo esta mega banda e estando dentro de um negócio que continua envolvendo milhões de dólares (a música pop, mesmo com a indústria de discos caindo pelas tabelas, detonada pela livre circulação de música na internet, ainda é um dos produtos mais lucrativo$ do mundo), o U2 parece querer dizer a cada novo disco que ele possui uma necessidade vital de se manter relevante em termos artísticos e também em termos políticos e sociais. E essa digressão toda passa pela cabeça deste blogueiro após ele terminar, enfim, de ler a matéria de capa da última edição da Rolling Stone brazuca (com o grupo irlandês, óbvio) e de também ouvir diversas vezes “No Line on the Horizon”, o novo disco deles.

Sim, o álbum já saiu faz um mês e todo mundo já falou o que tinha que falar (ou quase) sobre o dito cujo. Até na na própria Rolling Stone, uma revista mensal, a resenha do disco já saiu. Então, por que Zap’n’roll resolveu escrever algo aqui somente agora sobre ele? Bom, seria tema para uma looooonga dissertação no blog. Mas, basicamente, e com uma cópia do álbum em mãos há pelo menos umas quatro semanas e com zilhões de coisas acontecendo no mondo pop (discos novos do Yeah Yeah Yeahs, show do Radiohead que estava a caminho, disco solo do Pete Doherty e mais vários etcs), o blogger devorador de informação achou que o velho U2 – vejam só – talvez não fosse mais tão relevante a ponto de merecer uma análise aqui de seu novo trabalho de estúdio, assim que ele caísse na rede.

Foi um belo engano destas linhas rockers online, hoje o blog vai reconhecer. Porque “No Line on the Horizon” é um disco bacana e mantém um padrão de qualidade composicional que o U2 conquistou ao longo de sua trajetória, e que em poucos momentos o grupo não conseguiu manter (talvez em “October”, lançado laaaaá em 1981, e no horrendo “Pop”, editado em 1997). E este “engano” em não resenhar logo o cd por aqui também se deve talvez a outro motivo muito subjetivo: Zap’n’roll,  que começou sua carreira no jornalismo quando não existia internet e esse furor doentio pela informação rápida, novidadeira, rasteira, banal e descartável, está ficando meio cansada dessa quase “obrigação” que um blog musical e de cultura pop tem, nos dias de hoje, de dar tudo antes de todo mundo. É algo sacal, que torna a informação banal, rasa e muitas vezes sem sentido algum. Daqui a algumas horas ninguém irá lembrar o que leu nesses blogs, pois outras notícias irrelevantes e sem conteúdo ou aprofundamento analítico terão tomado o lugar do que estava escrito ali. Esse papo, inclusive, faz o blogueiro lembrar do diálogo que teve ontem, domingo à tarde, com sua amada girlfriend Ana Laura, enquanto ela selecionava algumas músicas para ouvir no seu i-Pod. “Porra, eu tenho 700 músicas nele”, dizia ela, garota moderna, inteligente (graduada em design digital) e cheia de entusiasmo por ter, entre outras bandas ali, naquela “caixinha de fósforos” digital, o Cold War Kids (wow!). O velho zapper ouviu aquilo e pensou que, enquanto naquela minúsucula caixinha cabiam 700 músicas, ele sentiu saudades do tempo em que morava no apê da Frei Caneca com a saudosa mama Janet e volta e meia contemplava o armário embutido do quarto, abarrotado com quase dois mil discos de vinil. Aí surgem na cabeça do autor destas linhas virtuais algumas questões: quantos garotos e garotas de vinte e poucos anos como Ana Laura se preocupam, nos dias de hoje, em ter um álbum completo de alguma banda? Aliás, quantos grupos seriam capazes de fazer um disco inteiro, com dez ou mais músicas, que seja relevante a ponto de ser lembrado daqui a um ano ou mais? Quem vai se lembrar do Cold War Kids em 2010? A própria Laura acha que ninguém ou quase ninguém vai lembrar. E olha que o CWK, com seu delicado folk rock de eflúvios à Bob Dylan, é um dos bons grupos da recente safra indie americana.

Questões, muitas questões martelando o cérebro zapper. Ou o blogger tiozão estará ficando velho e ranzinza demais para o jornalismo rock’n’roll dos tempos da informação digital? (Ana Laura mesmo brinca com o sujeito aqui: “é muita tecnologia para o velhinho indie”, rsrs).

 

 "No Line on the Horizon": o U2 continua relevante, e como! 

Seja como for, tudo isso foi perpassando o pensamento de Zap’n’roll enquanto ele, enfim, resolveu escrever sobre “No Line on the Horizon”. Yep, é um disco bem bacana de uma banda ainda muito relevante. Uma banda que, o autor deste blog se recorda perfeitamente, o então jovem fã de rock’n’roll (e que se tornaria jornaloista apenas alguns anos mais tarde) conheceu em 1980 (caralho! Vinte e nove anos atrás!), quando saiu lá fora o álbum de estréia deles, “Boy”, e sobre o qual o zapper ainda adolescente leu algo em algum jornal brasileiro mesmo. Dois anos depois, a revista Pipoca Moderna (que teve vida curtíssima, mas que foi uma das publicações sobre música e cultura pop mais legais daquela época) publicava uma matéria sobre o grupo, com o título “A guerra santa do U2”, explicando a postura musical dos caras, as questões políticas e religiosas que permeavam as letras escritas pelo vocalista Bono Vox e tals. Tudo isso foi deixando o jovem rocker cada vez mais interessado em conhecer o som do quarteto. Como naquela época não havia internet como a conhecemos hoje, mp3, downloads e essas bobagens todas, e como discos importados custavam uma grana razoável, Zap’n’roll só foi de fato tomar contato com o som do U2 quando ele começou a ouvir “I Will Follow” (a faixa que abria o álbum “Boy”) na programação da saudosa 97fm (quando ela ficava em Santo André, onde havia começado a transmitir em 1983, e só tocava rock alternativo e mpb de ótima qualidade). Depois, em 1984, foi lançado finalmente no Brasil o “The Unforgettable Fire”. O U2 já havia se tornado mega na Europa e estava prestes a ficar do mesmo jeito nos Estados Unidos. E o sujeito aqui caiu de amores pelo som da banda. O resto da trajetória do U2 todo mundo conhece e não é preciso falar sobre ela aqui novamente (afinal, este texto não é um diário sentimental, nem haverá nele passagens falando de sexo com bocetas quentes ou enfiações de pé na lama com drogas variadas, hihi).

Sim, o U2 continua bastante relevante em “No Line on the Horizon”. Talvez até mais do que foi em “How To Dismantle an Atomic Bomb”, lançado há cinco anos (e cuja turnê trouxe o grupo pela segunda vez ao Brasil, em fevereiro de 2006, com a luxuosa abertura do Franz Ferdinand, dois showzaços na mesma noite perfeita, vistos pelo zapper emocionado no estádio do Morumbi, em Sampa). Porque o novo cd deles é U2 em sua essência, mas procurando se reiventar como banda. Sim, há pecadilhos aqui e ali no disco, como o primeiro single “Get On Your Boots”, que já tocou e continua tocando à exaustão em tudo quanto é lugar. Música energética, mezzo rocker, mezzo electro e com letra política no limite do panfletarismo juvenil, ela é totalmente pulverizada quando você ouve o álbum com mais atenção e se depara com canções fantásticas como a própria faixa-título (que abre o disco trazendo guitarras em camadas, intercaladas por ambiências tensas de teclados e Bono cantando como se fosse um adolescente em desespero querendo salvar a humanidade), ou “Magnificent” (cotada para ser o próximo single), onde as guitarras épicas de The Edge entram em cena, imiscuidas entre percussão pós-punk e teclados discretos. Fora que não há músicas fáceis no trabalho, de digestão rápida e inofensiva (e a quase épica “Moment Of Surrender”, com seus mais de sete minutos, é um dos melhores exemplos disso) mas, sim, canções de reflexão amarga e belíssima, como “Unknow Caller”, “White A Snow” (e sua descrição quase pictórica sobre a morte de um soldado em terras afegãs) ou “Cedars Of Lebanon”, que fecha o disco de forma bastante dolorosa e que empurra o ouvinte para a seguinte questão: “No Line on the Horizon” vai ser um disco que irá naufragar nas vendas? Ou irá vender ainda horrores porque ostenta, atrás de si, a marca U2, uma das pouquíssimas instituições do rock que se tornaram mega em termos de público e de discos vendidos e, ainda assim, se manteve totalmente indispensável na música pop até hoje?

É, foi um erro o blogon zapper ter levado algumas semanas para falar do novo disco dos irlandeses. Ao mesmo tempo, esta demora apenas ratifica a tese que estas linhas zappers sempre defenderam: a de que não há prazo de validade informativa e textual para se falar de um grande álbum. E essa correria e pressa doentia pelo novo, pelo peido fugaz que daqui a pouco ninguém mais irá se lembrar do cheiro, apenas reforça ainda mais a validade de se comentar aqui “No Line on the Horizon” agora, mesmo um mês após seu lançamento.

Zap’n’roll acha que vai falar pra Ana Laura para ela esquecer um pouco o Cold War Kids, e lhe emprestar a cópia do novo U2. Ela, nos seus quase vinte e três anos de idade de ótima cultura e sensibilidade artística, social e política, com certeza vai gostar do que o quase cinquentão Bono tem a lhe dizer e cantar.

PS: a matéria de capa da Rolling Stone, traduzida da matriz americana e assinada por Brian Hiatt, é muito boa. E as fotos que ilustram o texto, feitas pelo lendário fotógrafo Anton Corbijn (o homem que fez dezenas de capas dos melhores discos dos anos 80’, além de dirigir “Control”, a cinebiografia de Ian Curtis), são realmente fodásticas

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Já já o blogon volta com maaaais, ao longo desta terça-feira. Enquanto isso, veja aí embaixo quem vai na faixa hoje no show dos Vangs, fechado apenas para convidados, logo mais no StudioSP:

* Luciano Terriaca;

* Bruno Alexandre

Okays? Até já, então!

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Opa, opa, voltando só pra dizer que o texto sobre o novo álbum do Depeche Mode entra mesmo no próximo post, okays? A noitada de lançamento do dvd do Vanguart na última terça foi fodástica, ontem o blogger maloquer teve que resolver outras paradas jornalísticas e agora já estamos nos concentrando no texto que entra aqui nesta sextona (mais conhecida como amanhã). Okays?

Entonces, ageunta as pontas aê que logo mais estamos de volta. Até!

(finalizado por Finatti em 02/04/2009, às 16:30hs.)

 

20 respostas para “Depeche Mode e U2: os 80`resistem! (final em 02/04/2009)”

  1. moia Disse:
    olá 'finatti"! tecnologia moderna além de muito útil é prático mas....lembro que para poder reunir as musicas de várias bandas só era possível na fita k-7.Na casa de meus pais tenho muitos discos de vinil (raridades)q ainda ouço pra matar as saudades dos tempos em que esperava anciosa as edições mensais da rock brigade e ficar por dentro do q rolava.Hoje as notícias chegam a cada minuto sem parar nem sei como jornalista ganha dinheiro!!!!!!!!!mas sei que:era tudo mais difíçil porem mais intenso e o que mais me assusta é q sou nova (muito nova)!pois é enquanto o tempo passa a tecnologia voa........beijos
    moia,
  2. gilza Disse:
    Ops Finatti, so uma observação o comentario do integrante do Vanguart deve ter sido em outra Festa, no Premio Dynamite o baterista ficou conversando amenidades sobre musica e arte comigo, algo natural para um profissional da área, e de fato demonstrou ser "amigo" e respeito pela Dynamite, onde disse que lê a Dynamite desde criança. Agora que e obvio que tem gente, colegas de profissao, do teu site ou nao, que tentam te sacanear com grosserias, isso é obvio. Por exemplo quem se doe tanto com quem nao faz viagens ao exterior? Quem? Quem? Só quem é carregador de malas da aeronautica que se incomoda com isso e quem aponta seus erros de portugues ruim deve ser uma pessoa muito grossa e chata, ne não?! Quem será? Quem será que gosta de punir seus deslizes e de português? Quem? O Pomba? O unico que tem o direito disso jamais faria uma grosseria dessas. As pessoas nao tem noção o que e escrever toda madrugada sobre musica, nao tem noção o que traduzir ao vivo e a cores, preto no branco, tudo o que acontece na musica full time. Isso e coisa de gente grossa gente que nao tem veneno e p.h.d pra ser cobra, gente de meias-palavras que nao sabe pegar um telefone e te passar um sabão daqueles quando voce erra a grafia do nome de algum musico ou banda. Gente que nao se garante em nome de um verniz de jornalismo academico e uma educação que so serve quando e para levar vantagem para si e detonar quem tem paixao pelo que faz e pela vida. Ignore porque seu talento e reconhecido por seus leitores e pelos artistas que vc acompanha com tantos anos de profissao e colaboração com a Dynamite. Claro voce nao e anjo, tem muita coisa que vc faz que eu abomino, mas tambem nem o Demo merece tanta aspereza de gente que valoriza tinta de carimbo de passaporte e nao o afeto da amizade e coleguismo de profissao.
    Gilza Aráujo
    Profissional de Comunicação
  3. Ana Laura Disse:
    éan..

    sei que u2 é lendário, mas no meio de cwk, someone still loves you boris yeltsin, spoon, johnny foreigner, entre outros, existe a possibilidade, por mais que seja remota, dos caras estourarem por ai - lembre-se do garota suecas!.. tem banda surgindo a todo momento! Assim como o U2, cada uma tem o seu estilo musical, contextual.. enfim..

    Hm, concordo que essas bandas 'novatinhas' podem ter menos bagagem que o U2- (como conversamos ontem com beudinha amada, quem vai fazer uma letra fodidassa como sunday bloody sunday?).

    hehe

    ok, ouvirei mais U2 já que me recomenda - devo ter vinis perdidos, e ripparei algo de vc zapper doidón amado! (mas sempre ligadinha no que ta surgindo e morrendo por ai! Hehe)

    e pra quem vai nos vangs, até mais tarde!

    ;*

    a.
  4. Mrlips Disse:
    Se é pro texto sair bom,demore sempre.
  5. Roberto A Disse:
    Essas bandas conseguiram tornar-se relevantes novamente!
    Excelentes discos, tanto do U2, quanto do Depeche Mode.
    Esses anos 80...
  6. Bruno Alexandre Disse:
    Opa, finas me desvirginou( uia ) até que enfim ganhei alguma coisa...vou ter que mudar o meu discurso agora!
    E ae o q tenho q fazer? É só comparecer no studio e tô dentro?
    Me informe velhinho indie hehehehe
  7. Humberto Finatti Disse:
    Pois é, fico feliz em ver que o pessoal gostou do post, mesmo porque o disco do U2 é mesmo bom bagarai. E olha que nem comentei ainda o do Depeche, mas o texto sobre o dito cujo está a caminho e entra aqui logo mais.
    Aliás, milagre! Ninguém percebeu (e nenhum mala veio encher o saco aqui por causa disso) que o zapper lesado trocou "sutilmente" as bolas na hora de escrever o nome do novo álbum do Depeche Mode, que na verdade se chama "Sounds of the Universe" (e não "Songs", como eu escrevi na legenda da foto). Acontece, peço desculpas pelo equívoco que já foi corrigido.

    Pra Gilza: concordo com muito do que vc disse, inclusive quando vc fala que eu faço coisas que vc "abomina" (um adjetivo um tanto forte utilizado por vc, pra definir alguma conduta minha). Mas a vida é assim, né? Quando assumimos o risco e a vontade de sermos amigos de alguém (como eu sou de vc), por pior que essa pessoa seja, iremos entendê-la em suas deficiências de comportamento e personalidade, e iremos exaltar suas qualiadades, por menores que elas sejam - não é assim que ajo com vc? Só assim as verdadeiras amizades funcionam. Eu poderia dizer que vc tb, às vezes, diz e escreve coisas aqui que eu "abomino", mas prefiro me manter em silêncio e respeitar seu ponto de vista e seu modo de ser e agir, em nome da amizade que tenho por vc.

    Pro Bruno: uia! Que é isso, rapá? Eu te "desvirginando"? Kkkk. Seu nome e o do Terriaca estão na porta do StudioSP, na lista da produtora Barravento, que cuida do Vanguart. Qualquer coisa, estarei por lá por volta da meia-noite. E aí a gente toma uma breja juntos, ok?

    E depois da resenha do DM, sexta tem novo post, sobre os quinze anos da morte de um sujeito que mudou, literalmente, a história recente e os rumos do rock'n'roll. O cara foi tão foda (e eu amo esse sujeito e sua banda, até hoje) que será a capa da próxima edição de uma certa mega revista brazuca de cultura pop, que chega às bancas na semana que vem.
    É isso aê. Até já, com mais lá no post!
  8. Tom Disse:
    Finas, essa Gilza é doidona? Surtou..hihi..escreveu merda no outro post tomou pau dos leitores e tente se defender botando a culpa em outros. Caráter duvidoso esse.
  9. Roberto A Disse:
    Pra quem quiser conhecer hoje mesmo o novo do depeche, procure na comunidade 'discografias o retorno' no orkut. Já fazem alguns dias que o disco está todo lá pra download.
    gostei muito e pretendo adquirir o original, como fiz com o do U2. Bom post Finas!
  10. Roberto A Disse:
    15 anos sem Kurt Cobain! É isso ae Finas! O homem continua relevante. Sugiro a todos leitores do zap n roll assistirem o dvd kurt & courtney! ótimo!
  11. Opinion Disse:
    O disco do U2 já fracassou em termos de vendas (isso, claro, dentro das expectativas de venda da banda). Concordo c/ você Finatti quanto a essa babaquice de blogs cheios de modismos cujos autores só querem "dar tudo antes de todo mundo" (!) , é preciso digerir melhor a produção cultural e não se curvar de forma servil a qualquer novidade que apareça. Esse post, aliás, tem três graaaandes comebacks: Depeche, U2 e Gil-Z!
  12. gilza Disse:
    Finatti.
    Há pessoas com inteligencia acima da média que as vezes tem atitudes emocionais tão abaixo do esperado que
    de fato nao podemos criar expectativas sobre o batuque de seu coração.
    Mas o ser humano é assim, não é? Fazer o que, não é?
    De médico, artista e louco todos temos um pouco. Ninguem é tão perfeito que nao seja substituido, e ninguem e tao repugnante que nao seja amado mais de uma vez.
    O Tom nao está de tudo errado, mas ja fui bem mais doida. Eu permitia que, em pleno noite de verão, me trancassem no apartamento e escondesse a chave para eu nao ir ate a livraria da esquina. Coisa de doida permitir um tango desses, não é? Imagina que quando eu cruzei com você no show do Barão levei um solavanco de quem me acompanhava só porque queria te dar um abraço. E eu fiquei quietinha. Como colocavam e colocam em duvida meu caráter eu aprendi a ter um jogo de cintura. Tratei voce como um coleguinha, de corpo distante, lembra? Levar um solavanco e voltar pra casa pianinho, é coisa pra doido, né?! Gente normal nao aguenta o tranco.
    Mas vamos falar de música: O CD do U2, achei razoavel musicalmente, mas a apresentação visual e bem criativa e vale como referencia para os artistas que estao ai produzindo coisa boa pra gente ouvir.
    Suerte y Sucesso pra todos.
    Gilza
  13. Bahianinha Matofina Disse:
    Finasss!!!! Depeche mode tá arrasando. Mais uma vez se ajoelharão aos 80's. Será que é uma nova baita onda? Tá pipocando banda sinth por aí, além dos sinth-ressussitados né não?

    Vamos lançar a aposta: Quando vai ser a volta do Soft Cell?

    kkkk
  14. Decio Disse:
    Finatti, chega do messianismo do U2 cara. Os caras têm uma grande relevância, mas depois que o Bono se achou um "Deus" a banda se repete, se repete..se repeteeee....money talks
  15. Ana Claudia Disse:
    Olá Finas,
    amei o post que tu escreveu, mas vou ter que discordar , de uma só coisa, ham, eu creio que as pessoas que gostem do que é bom ainda mais se tratando de música nunca esquecerião de algo que ouviu sendo bom ou ruím, sim eu concordo que a tecnológia esta ai mesmo para facilitar toda essa vida agitada e moderna, mas os clássicos nunca morrem, enfim pelo menos pra mim que sou nostálgica e quer saber eu amooo os antigos "bolachões" vinis mesmo pra essa garotada tão "moderna" e jovem rsrsrsrsr, e outra eu adoro de paixão os Irlandeses do U2 e a proposito guardo com carinho a revista RollingStone que tú deixou comigo aqui em Campão, enfim é isso !!
  16. X-MAN Disse:
    AE Finas sabado desses fui jantar com uma galera e um amiga levou o filme do boneco Chuck pra gente assistir? Quem faz o som do filme cara? E muito divertido os feitos e efeitos. Avisa ae que ressucitados e com "C" e alem da industria cultural precisamos perceber a falta de desejo que nos causa a industria da loira-burra ja comi tantas dessas coisas lindas que empapucei. Cara eu nem percebia que faltava cerebro e a bunda Uia! Viva Finatti que igual a mim é rodeado por loiraças beuzebus, black-powers e as barangonas inteligentes ! Ae deixo recado pra essa sua amiga Gilza mas a mina e foda não responde vá pro inferno !
  17. RS - hihihihi Disse:
    Uma perguntinha: falou mal do cara, o cara virou chefe na única revista que vc escreve. E agora?
  18. Humberto Finatti Disse:
    E agora nada, seu babaca. Estou dando uma nota a respeito das mudanças na redação da Rolling Stone, no post que está entrando no ar.
    Mas apenas pro seu governo: ele não é chefe, é apenas editor-assistente. Acima dele ainda estão Pablo Miyazawa e Ricardo Cruz, que se dão muito bem comigo, pro seu azar.

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