
O Oasis em Curitiba: o melhor show da tour brasileira
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Mais resenhas do Oasis, o set list da atual turnê do Depeche Mode... vai lendo que tem mais novidades aí embaixo, neste mesmo post!
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* Quer dizer, chega mais ou menos... leitores irados estão reclamando que o blog está preguiçoso e não é atualizado com a devida, hã, regularidade. Outros praguejam contra o excesso de linhas aqui sobre a presença dos manos Gallagher em terras brasileiras – a tour, enfim, chegou ao fim ontem em Porto Alegre, né? Bão, pra esse povo que só reclama, vamos fazer assim: neste post entram as duas últimas resenhas sobre os shows brasileiros. A opinião do blogger zapper sobre a gig paulistana e um texto enviado pelo nosso diletíssimo Cristiano Viteck sobre o show em Curitiba que, pelo todo mundo andou falando, foi de fato o melhor dos quatro concertos que o Oasis fez por aqui. Certis?
* Si, si, e as coisas andam rolando no mondo pop/rock alternativo, como não? Por exemplo: a peruaça Mariah Carey canta no Brasil em outubro, mais especificamente no dia 24 (mesma noite em que o gigante Depeche Mode estará levando os fãs à loucura, em Sampa). A grande boceta da black music baba made in USA irá se apresentar no Oi Fashion Rocks, mais um daqueles eventos badalados que unem desfile de moda e música pop. Pra quem é fã da moçoila (nem tão moçoila assim, já que ela está com 39 anos de idade, porém com as carnes ainda em grande forma), fica o aviso.
* E pra quem é fã do velho britpop do Pulp, a notícia é que Jarvis Cocker, o ex-vocalista da banda, acaba de lançar seu novo disco solo. Se chama "Further Complications" e foi bastante elogiado na Folha online pelo nosso dileto "colega" Bruno Saito. Claro, não vai sair aqui. A solução, então, é comprar a versão importada ou, mais barato (quer dizer, de graça), baixar na net.
* Agora, veja esse xoxotaço aí embaixo. Yep, é a top model brasileira Adriana Lima (que mora em Noviorque, como diria o Paulo Francis). Ela acaba de ser eleita pela revista "Maxim" como a sétima mulher mais sexy do mundo, em uma lista de cem nomes. Detalhe: Gisele Bundchem ficou fora da lista. Injustiça? Ou a "Maxim" está certa?
Ela é a brasileira mais tesuda do mundo, segundo a revista "Maxim" (foto: Folha Online)
* OS BEATNIKS ERAM POP – Entonces, o caderno Ilustrada, da FolhaSP, trouxe em sua capa da edição da última segunda-feira, texto dando conta de que estão saindo no Brasil dois livros póstumos de dois gigantes da geração beat americana. "Visões de Cody", escrito por Jack Kerouac, e "E os hipopótamos foram cozidos em seus tanques", escrito por Kerouac em parceria com William Burroughs, chegam em tradução nacional através das editoras L&PM e Cia. das Letras. O texto da Ilustrada, apesar de ter sido escrito por um crítico literário e poeta especialista na obra dos beats, é uma das coisas mais medonhas já lidas pelo autor deste blog no caderno cultural do auto-intitulado "maior jornal do país". Deu saudade de quando saíam textos, na mesma Ilustrada, sobre a geração beat, mas escritos por gente como Pepe Escobar, Eduardo Bueno ou Antonio Bivar (estes dois últimos, responsáveis pela primeira tradução para o português, isso lá por 1984, da obra-prima da contra-cultura literária americana, "On the Road", ou "Pé na Estrada", escrito por Kerouac e lançado em 1957, e que se tornou a "bíblia" de todos os estradeiros, mochileiros e marginais culturais do mundo), que possuíam estofo, erudição linguística e conhecimento de causa de sobra para escrever sobre o assunto, acabando por produzir autênticos tratados jornalísticos sobre os beats, o que fazia com que jovens leitores como o sujeito aqui devorassem a reportagem e ainda recortassem a página e a guardasse com cuidado especial. De qualquer forma, apesar de mal elaborada e mal escrita, a matéria publicada na Ilustrada desta semana traz novamente à tona para uma nova geração de leitores um pouco da história do que foi a geração beat americana: aqueles caras geniais que amavam a vida libertária, a poesia, o jazz, a maconha (e outras drogas que aumentavam seu poder de percepção), vinhos vagabundos, rock’n’roll clássico e a vida na estrada. Tudo isso nos anos 50’, quando Jack Kerouac escreveu não apenas "On The Road" mas também "Os Subterrâneos", quando Allen Ginsberg publicou seu clássico "Uivo" (um enorme poema em cujo início Ginsberg dizia "Eu vi os expoentes da minha geração histéricos, nus/caminhando pelas ruas do bairro negro/em busca de uma dose selvagem/de qualquer coisa"), quando William Burroughs escreveu as obras-primas "Junky" (nem é preciso tarduzir o título, né?) e "Almoço Nu" (que se transformou em um filme delirante nas mãos do canadense David Cronenberg), e quando o conservadorismo dominava a sociedade média americana mais do que nunca. Os beats construíram umn dos movimentos mais poderosos e essenciais de toda a história literária mundial e a molecada que lê estas linhas zappers deveria mesmo procurar ir atrás de obras que influenciaram artistas como Bob Dylan, Rolling Stones e U2. Zap’n’roll leu quase tudo da literatura beat quando era, hã, um adolescente inquieto, louco pra mudar sua vida, a vida das pessoas e do mundo todo. E por isso ficou contente quando leu a matéria publicada pela Folha nesta semana, apesar do texto ruim da reportagem. Fica a dica (ops!), então: ir atrás dos dois volumes que estão sendo lançados agora no Brasil. E também atrás de outros clássicos dessa turma imortal da literatura norte-americana.
* E o indie rock nacional clássico dos 90’ também perde alguns de seus heróis. Fábio Leopoldino, que foi vocalista do grupo carioca Second Come, morreu na última segunda-feira, aos 46 anos de idade, de infarto. O SC era o Pin Ups do Rio, com suas guitarras barulhentas à la Jesus & Mary Chain, mas ainda extremamente pop e melódico. Lançou dois discos sensacionais e depois desapareceu, deixando seu rastro para quem realmente conhecia a indie scene nacional de então. RIP, man!
* Ok, ok. Daqui a pouco o blogon encerra enfim o papo sobre Oasis por aqui, com as resenhas do show de Curitiba e também com a opinião do sujeito aqui sobre o show paulistano da banda. Fora as lindaças camisetas da famosa marca "Banca de camisetas", que vamos colocar em sorteio. E fora ingressos pro show do Kooks... minutinho só que o zapper vai ali e já volta.
OASIS EM CURITIBA - ROCK'N'ROLL STARS!

Noel Gallagher: ótimo nas guitarras, ranzinza com o público
Por Cristiano Viteck (texto e fotos)
Em sua quarta turnê pelo país e pela primeira vez em Curitiba, os britânicos do Oasis fizeram na capital paranaense, no domingo (10), o melhor show desta última vinda ao Brasil, segundo muitos que assistiram as quatro apresentações, realizadas ainda no Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre. De fato, tudo contribuiu para que a banda dos irmãos Gallagher fizesse um grande show: 15 mil fãs ensandecidos, clima agradável e uma organização impecável. Não havia como dar errado e, caso não bastasse isso, era só lembrar que quem estava no palco era o Oasis, uma das maiores bandas de rock em todos os tempos!
Às 19h55, cinco minutos antes do horário previsto, a banda iniciou a sua apresentação, aberta com "Rock n’ Roll Star", seguida de "Lyla" e a ótima "The Shock of The Lightning". Diferente de outros tempos, quando os irmãos Gallagher se mostravam marrentos, em Curitiba, Noel e Liam até sorriram algumas vezes para a platéia e tentaram se comunicar com o público, mas nada que fosse muito além do habitual "fucking great, Curitiba!".
Com um som impecável, o Oasis emendou 20 de seus maiores clássicos em cerca de 1h40 minutos. Porém, nenhuma surpresa: o repertório foi basicamente o mesmo em todos os quatro shows brasileiros da atual turnê. Entre elas, destaques como "Supersonic", "The Importance of Being Idle", "Don’t Look Back In Anger", "Champagne Supernova" e "I’m The Walrus", versão de um dos clássicos dos Beatles, que fechou a apresentação.
A crítica ao show, se ela de fato coubesse, seria a esse fato quase que burocrático: você assiste a uma grande banda, ouve algumas das maiores canções de rock compostas nos últimos 15 anos, porém, o profissionalismo e a competência são tamanhos que a falta de espontaneidade chega a incomodar. Mas, enquanto você pensa nisso tudo durante o show, a banda emenda uma versão maravilhosa de "Wonderwall" logo após "I’m Outta Time" e a conclusão é óbvia: "Oasis é foda!". Só ficaram devendo "Live Forever"...
OASIS EM SAMPA – SOM BAIXO, CHUVA ETC...

Liam: mais simpático com os paranaenses
Por Humberto Finatti
Aos fatos: o show do gigante britpop Oasis na capital paulista, no sábado passado (e em sua quarta visita ao Brasil, a terceira em Sampa), deixou muito a desejar em vários aspectos. O primeiro deles – e nem é preciso ser gênio pra adivinhar – foi o local onde a banda tocou: o estacionamento do Anhembi, na zona norte da cidade, mais uma vez se mostrou completamente ineficaz para abrigar um concerto de rock de grandes proporções. A dificuldade para entrar e sair é irritante, o desconforto de um espaço enorme de asfalto cansa quem se dispõe a ficar mais de duas horas em pé para assistir aos shows, e quando chove então (como aconteceu no sábado), as poças de água invadem ao local. Some-se a isso os detritos deixados ali por cerca de quinze mil fãs (público bem abaixo do esperado pela produção do evento), como capas plásticas de chuva, copos descartáveis etc, e pronto: vc se vê saindo, ao final do espetáculo, de um enorme chiqueiro urbano, como já bem observou o chapa Wladimir Cruz, do site Zona Punk, em sua ótima resenha.
O set em si foi o esperado. A banda mandou bem no palco, tocando todos os seus hits (não vamos ficar aqui entrando em detalhes técnicos, de performance etc, porque isso tudo já foi bem esmiuçado pelo Vlad e pelo Cris Viteck) com a habitual competência técnica e a habitual postura "nem aí" dos integrantes. O que se percebeu claramente é que Noel estava mais ranzinza do que de costume e Liam, surpreendentemente, mais animado e comunicativo com o público. O momento de tensão em São Paulo foi quando alguém atirou um objeto não identificado no palco, quando a banda tocava "Morning Glory". Ao final da música Noel avisou que se mais alguma coisa voasse em direção a eles, o show iria acabar ali mesmo. Ninguém mais ousou atirar nada nos Gallagher e seus acólitos.
As poucas músicas do ótimo "Dig Out Your Soul" que entraram no set list, foram recebidas com frieza por uma platéia que já estava bastante bodeada pela chuva, pel som baixíssimo (sobre isso, há mais aí embaixo) e pelo cansaço. O público queria mesmo era cantar os hits e se emocionou com "Rock’n’Roll Star" (a segunda música do show), com "Supersonic" e com as lindíssimas e já clássicas baladas "Wonderwall" e "Champagne Supernova", esta a penúltima canção do show.
Claaaaaro, eles terminaram com "I Am The Walrus", daqueles "certos" Beatles, na sempre evidente auto-reafirmação de que se existe alguém herdeiro no pop inglês dos Fab Four, esse alguém é o Oasis. Pois já está na hora de a banda pensar em mudar o final de seus concertos.

Noel, o que quer ser George Harrison
Agora, imperdoável mesmo foi a qualidade do som no estacionamento do Anhembi. Porco, pra dizer o mínimo: este repórter se movimentou entre a área da pista "normal", onde pouco ou nada se ouvia do que era executado no palco, e a famigerada "pista vip" (uma excrescência inventada pelas produtoras de shows para faturar um pouco mais, cobrando preços extorsivos de incautos que querem ficar o mais perto possível de seus ídolos), bem na frente da banda e onde se ouvia melhor o que saía dos P.As. E ali, ainda assim, o som não estava dos melhores.
Foi isso. Se fosse para ser avaliado de 0 a 10, o show do Oasis em São Paulo mereceria um honroso 5,5. Infelizmente. Melhor sorte aos Gallagher por aqui, se eles voltarem novamente um dia.

A segunda guitarra, a cargo de Gem Arsher
O SET LIST DA "TOUR OF THE UNIVERSE"
Entonces, a "Tour Of The Universe", que o Depeche Mode está fazendo para promover seu mais recente álbum, segue a todo vapor. A banda andou tocando em Israel e o vocalista Dave Gaham andou passando mal do estômago na Grécia, obrigando ao adiamento da gig em Atenas.
Anyway a turnê, como você já está careca de saber, chega ao Brasil em outubro, quando o Depeche se apresenta no Rio (dia 22) e em São Paulo (dia 24). Até lá, você pode ir se preparando pra cantar o set list dos shows, que tem sido basicamente esse aí embaixo, que foi o tocado pela banda no último domingo em Tel Aviv:
1.Esque
2. In Chains
3. Wrong
4. Hole To Feed
5. Walking In My Shoes
6. It's No Good
7. A Question Of Time
8. Precious
9. Fly On The Windscreen
10. Jezebel
11. A Question Of Lust
12. Come Back
13. Peace
14. In Your Room
15. I Feel You
16. In Sympathy
17. Enjoy The Silence
18. Never Let Me Down Again
Bis I
19. Stripped
20. Master And Servant
21. Strangelove
Bis II
22. Personal Jesus
23. Waiting For The Night
Mais infos sobre a tour, já sabe, é só ir lá: www.depechemode.com
CAMISETAS BACANAS E INGRESSOS NA FAIXA!
A hora é agora! O blogão campeão em promos bacanas vai fazer você feliz pois junho está aí com o dia dos namorados e também com o show dos ingleses do Kooks, dia 19 na Via Funchal, em Sampa, em única apresentação nestas plasgas. Então, façamos assim: você corre lá no finatti@dynamite.com.br, manda seu alô amigo e concorre a:
Duas camisetas da mega estilosa grife pop "Banca de Camisetas", sendo uma masculina e outra feminina. Se você quiser ter uma idéia das estampas bacanas que compõem o catálogo da Banca, basta acessar o site da marca em www.bancadecamisetas.com.br e escolher seu modelo preferido. Ao enviar o e-mail, facilite a vida do blog e envie o número de seu vestuário, ok?
DOIS INGRESSOS (por enquanto) para o show do Kooks em Sampa, dia 19 de junho, na Via Funchal.
É ISSO?
É isso. Post modesto mas nesta sextona tem maaaaais, com o sempre recheado post do finde, okays? Então vamos nelson, deixando os beijos fofos de sempre nas queridas Rudja e Karin e um super mega beijo na sempre amada Ana Laura. Colaê entre amanhã (sexta) e sábado, que voltamos com mais no pedaço. Até!
(finalizado por Finatti em 14/05/2009, às 11;50hs.)

RSS
13 May, 2009 às 8:30 PM Depois das constantes censuras nos comentários feitas pelo Dr. Finasal os coments nos tópicos caíram radicalmente nos posts de Zap'n'Roll. Não bastasse o blog ter pedido a relevância nos últimos tempos agora está esvaziado pelos leitores.
14 May, 2009 às 7:28 AM Bacana essa ideia de outros participarem de tua coluna a do Wladimir (zona punk) foi a mais bacana pra mim; mas bacabana mesmo e tua amiga Gilza ô muié brava,o q tem de linda tem de brava, so que bravona ela fica mais linda ainda! ABX Finas, sucesso sempre
14 May, 2009 às 5:41 PM Finas, comparar os ótimos Pepe Escobar e Antonio Bivar aquele texto horrendo é até uma ofensa aos dois. Claro, não é exatamente uma comparação,mas assino embaixo. Aqueles caras fizeram uma era de classe da Ilustrada, hoje tão depauperada por jornalistas sem cultura musical, ou intelectuais sem texto.
14 May, 2009 às 9:30 PM Legal mesmo a participação de outros blogs na zapinha. Isso da idéia de quanto o Beto é querido e respeitado.
Ah tu comeu mosca, o Lucio citou a turma do Mickey Gang.
Te passei a dica ha tempos, mas se precisar te coloco em contato com os guris.
15 May, 2009 às 1:13 AM Dum, valeu sempre pelos elogios que vc tem postado aqui, partindo de vc fico realmente feliz e seguro pois, além de ser meu amigo de longa data, é um dos melhores jornalistas culturais não só aqui do site mas de toda a imprensa cultural brazuca. Vc é tão bom que me passou a perna no Sonic Youth novo, hehehe. Tá perdoado porque curti muito sua análise do disco, eu ia postar isso no teu blog mas já que estou respondendo aqui, vai por aqui mesmo.
Pois é, achei ótimo o fato de a Ilustrada ter dado uma capa pros beats após tanto tempo. Pena que o texto era péssimo (e pior do que ele, só mesmo quem fez praticamente copy past do mesmo e jogou na net). Enfim...
Felizmente o blog tem seus defensores e detratores (vide a primeira mensagem postada aqui, que foi beeeem editada pois do segundo parágrafo em diante o tal Ciro descambou pro ataque grosseiro à minha vida pessoal e ainda quis amplificar aqui mentiras que ele lê no twitter fake que fizeram de mim; fazer o quê né? Estamos numa democracia mas mentiras e grosserias não entram aqui, ponto.) e isso é ótimo. O que seria do azul se todos gostassem do vermelho, né?
E Alex, meu grande chapa do Espírito Santo, mande novamente infos sobre os moleques que você citou, que elas são bem-vindas sim!
Abração em ambos!
15 May, 2009 às 12:15 PM Finas,
Não sei se vc está sabendo, mas dia 1° de julho vai ter show de Mark Lanegan e Greg Dullin no Bourbon Street. O evento ainda está pouco divulgado e a casa é meio chiquetosa e tal, mas vale uma nota, pela importância musical que os dois possuem e pelos trabalhos de ambos nas duas últimas décadas (Screaming Trees, Queens of the Sotne Age, Afghan Wigs, Gutter Twins, carreiras solos, projetos paralelos, colaborações, etc.). Oportunidade única e exclusiva de conferirmos duas lenas do cenário alternatvo.
Abraços.
15 May, 2009 às 3:45 PM Pô Finas, vai comer mosca também com as meninas da MAQUILADORA? Passa hoje lá na Livraria da Esquina e depois me diga se eu estava errado, meninão...
http://www.myspace.com/maquiladorayeah
abs
15 May, 2009 às 4:05 PM sera q vao muda de ultima hora o show do kooks pro studio? ;x (ai q lingua!! isso pq gosto ate deles.. haha)
oasis.. num fui entao num comento.
adios amado!