
Coldplay: a banda é legal e não precisava ter plagiado o mala Satriani
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Proooonto! Post completo no ar, às 16:45 de 10/12/2008. Boa leitura!
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* Sim, sim, agitação total no mondo pop nestes dias de insuportável calor por estas plagas tropicais (lá nas Oropa tá um frio delicioso). O buzz em torno da história de plágio envolvendo dois gigantes do rock mundial, Joe Satriani e Coldplay, atingiu níveis tão dramáticos que o blogão zapper se viu obrigado a voltar ao assunto. Vai lendo que logo mais aí embaixo, você vai saber a nossa opinião sobre este palpitante tema, uia!
* Não só: Vanguart grava seu primeiro dvd por uma major, Cat Power volta com mais um sensacional ep de covers. E tem o Blur... hã???
* EXTRA!!! EM LONDRES, A VOLTA DO BLUR! – Um dos gigantes da história recente do rock inglês que importa, o mundialmente amado quarteto Blur vivia dando sinais de que estava pra se reunir novamente, com sua formação original, para fazer shows e, quem sabe, gravar um novo disco de inéditas. Responsável por algumas das obras-primas do britpop nos anos 90’, como os álbuns "Modern Life Is Rubbish", "Parklife" (seguramente, um dos quinze ou vinte melhores discos de rock de todos os tempos) ou "Blur", o grupo perdeu o guitarrista Graham Coxon em 2001 e, desde então, nunca mais foi o mesmo. A banda, que chegou a tocar em um inesquecível show em São Paulo, em 1999, lançou mais um álbum, o fraco "Think Tank" em 2003 e desde então meio que entrou em estado de hibernação. O vocalista Damon Albarn foi cuidar de seu outro projeto, o bem-sucedido grupo Gorillaz, o baixista Alex James escreveu um livro onde contou como conseguiu torrar alguns milhões de dólares em cocaína e champagne e o baterista Dave Rowntree simplesmente sumiu. Mas a música e os fãs nunca esqueceram o Blur e volta e meia falava-se em uma reunião do quarteto original. As últimas notícias davam conta de que o baixista Alex James não estava muito a fim de encarar a parada ("estou velho demais para isso", teria dito ele), justamente quando o guitarrista Graham Coxon havia decidido voltar aos braços do conjunto. Enfim, confirma daqui, desmente dali, reafirma de lá e a edição mais recente da NME dá a bomba: o Blur volta sim, com sua formação original, em 2009. Um show para comemorar o triunfal comeback já está acertado e ele irá acontecer no Hyde Park, em Londres, no dia 3 de julho. Os ingressos para este show começam a ser vendidos na próxima sexta-feira e a banda também poderá ser uma das principais atrações do lendário e gigantesco festival de Glastonbury. Enfim, é uma graaaande notícia e Zap’n’roll só tem a comemorar pois o Blur sempre foi um dos grupos prediletos aqui da casa. Pois que sejam bem-vindos em seu retorno e que continuem fazendo o ótimo britpop que os celebrizou!

* Que mais? Ah, sim: Trent Reznor, o estranho, está afirmando que o Nine Inch Nails não vai mais excursionar. Será?
* E não querendo ser alarmista e fazer novamente carnaval com o assunto "Radiohead in Brazil", mas parece que os ingressos para o show em Sampa estão a ponto de se esgotar – ontem, restavam menos de 5 mil deles à venda.
* Bien, bien, vamos lá, dar nosso pitaco sobre a guerra do plágio envolvendo Joe Mallatriani e o graaande Coldplay. E tem também a deusa Cat Power, wow!
SATRIANI X COLDPLAY – O BUZZ DO MOMENTO NO MONDO POP
Bien, bien, é o assunto do momento na música pop. E tomou tamanha proporção que estas linhas zappers, que já haviam dado uma pequena nota a respeito no post passado, resolveram voltar ao assunto. Afinal, a acusação de plágio disparada pelo guitarrista americano Joe Satriani contra o grupo inglês Coldplay, com direito a ação judicial em um tribunal de Los Angeles, repercutiu mundo afora em jornais, revistas, sites e blogs os mais diversos (do mais confiáveis e de fato antenados com o que rola no rock de hoje, aos escritos por gente velha e chata, incapaz de compreender e admitir que, sim, existem boas bandas no rock de hoje. E o Coldplay, se não atravessa o melhor momento de sua carreira, já legou pelo menos uma obra-prima em sua trajetória, como falaremos mais a seguir). Enfim, a parada de que o grupo liderado pelo sensível vocalista Chris Martin teria plagiado na cara larga a linha melódica da canção "If I Could Fly", escrita por Satriani em 2004, para compor a faixa "Viva La Vida", do mais recente álbum da banda ("Viva La Vida Or Death And Hall His Friends") foi parar até no Jornal do SBT, edição da última madrugada.
Zap’n’roll, vai admitir, não conhece a fundo o trabalho de Joe Satriani, mesmo porque, pelo histórico musical deste blogueiro (que teve uma formação rocker garageira, punk e pós-punk), salvo raras e honrosas exceções, sempre torceu o nariz para bandas e músicos que pretendiam transformar o rock’n’roll em algo mais "erudito", "progressivo" e sacal no final das contas, pois o rock nasceu da simplicidade do blues e se notabilizou por ser uma música das ruas, enérgica e não um amontoado de virtuosismo e técnica para excitar gente punheteira que não sabe o que dar uma ótima trepada. E Satriani, todo mundo sabe, não é exatamente um exemplo de simplicidade rocker. Sim, o blog vai admitir, o guitarrista possui um talento incomum e que o celebrizou no mundo inteiro. Pena que ele use boa parte deste talento pra compor canções espalhafatosas e insuportáveis no seu afã de exibir técnica e virtuosismo ao extremo. Canções pentelhas que possuem zero no quesito sentimento e alma. E que, no final das contas e em alguns casos, se constituem em constrangedoras babas instrumentais dignas de um Kenny G., aquele virtuosíssimo saxofonista que envergonha os fãs do jazz de verdade. O maior exemplo do que estas linhas rockers online estão falando aqui é a própria "If I Could Fly", que teria sido plagiada pelo Coldplay: trata-se de um hard pop baba horrendo, e que envergonharia grupos como o falecido e execrável Mr. Big, por exemplo.
Se a canção do Coldplay é parecida com a de Satriani? Yep, após ouvir a faixa composta pelo guitarrista (a música dos ingleses o blog já conhece de traz pra frente, pois possui o cd em sua coleção), Zap’n’roll vai admitir que ambas são beeeem parecidas, com a diferença de que o Coldplay acrescentou uma orquestração de cordas em cima da melodia. É aí que a balança pesa negativamente para o quarteto britânico, sendo que este sim o autor deste blog acompanha a trajetória desde o princípio. Uma banda com uma trajetória muito promissora, o Coldplay se tornou grande demais em pouco tempo (o grupo já vendeu mais de 40 milhões de cópias de seus quatro álbuns de estúdio lançados até o momento) e está caindo na mesma tentação de Joe Satriani: quer sofisticar demais seu som, deixá-lo suntuoso em excesso e, além disso, também vamos admitir, Chris Martin deve sonhar dia e noite em se tornar o Bono Vox da vez.

Joe Mallatriani: excesso de técnica e virtuosismo insuportável, a serviço da música sem alma
Mas não admitir que o conjunto já lançou pelo menos uma obra-prima em sua ainda relativamente curta trajetória, é burrice imperdoável para qualquer jornalista musical que se pretenda um conhecedor profundo de rock e música pop. O Coldplay iniciou sua carreira com o mediano álbum "Parachutes", lançado em 2000, e do qual Zap’n’roll nem é muito fã (o hit "Yellow", que projetou o grupo, é chatinho, mas ali há também uma belíssima canção, a triste e intensa "Trouble"). Porém, dois anos depois, o quarteto deu um salto de qualidade espetacular ao editar a obra-prima "A Rush Of Blood To The Head", um álbum superlativo em vários aspectos: grandes canções rockers (como "Politik" e "God Put A Smile Upon Your Face"), ótimas letras escritas por Martin, melodias contagiantes (como as que podem ser ouvidas em "Clocks" e na campestre "Green Eyes") e também momentos de intensa beleza melancólica, como em "The Scientist" (que ganhou um ótimo e engenhoso clip, com as imagens filmadas de trás pra frente) ou nas algo opressivas "Amsterdam" e a própria faixa-título. Até quem torcia o nariz para o grupo, reconheceu em "A Rush Of Blood..." um álbum irretocável.
"X&Y", o disco seguinte, é tão bom quanto o anterior, mas estranhamente não obteve o mesmo impacto junto à mídia especializada (em termos de vendagem, tudo ok, ela continuou ótima, mesmo com os fãs baixando o dito cujo desvairadamente na net). E "Viva La Vida..." tinha tudo para ser um disco bacana (produzido, inclusive, pelo gênio Brian Eno), não fosse a insistência de Chris Martin em tomar o trono ocupado por Bono Vox há quase trinta anos. E essa história do plágio, se confirmada, depõe ainda mais contra o grupo. Mas, ainda assim, o Coldplay possui seus méritos e que não são poucos. Não se pode jogar na lama o trabalho de uma banda que possui ótimos músicos, um ótimo vocalista e bom compositor e letrista e que, além de tudo, vive empenhado em participar de eventos em benefício de causas sociais (como o Live 8, shows para a Anistia Internacional e em benefício de entidades que cuidam de doentes de câncer etc, etc.). E ao vivo, a performance deles é irrepreensível, sendo que o autor deste blog sabe o que está falando pois assistiu ao grupo por duas vezes, em 2003 e 2006 na Via Funchal, em São Paulo. Em ambas, o Coldplay levou os fãs à loucura.
Tem gente que não serve para execer o ofício de jornalista musical, pois confunde gosto pessoal, opinião puramente subjetiva, com verdade e análise incontestável de uma obra musical. Se o sujeito resenha ou comenta uma banda de um estilo que ele não gosta, geralmente ele irá cair na tentação fácil de dizer que a banda não presta. Zap’n’roll tem paúra de heavy metal. Nem por isso deixa de reconhecer que grupos como Metallica, Iron Maiden e Slayer revolucionaram, cada um a seu tempo, um estilo que já deu nomes gloriosos como Led Zeppelin e Black Sabbath ao rock’n’roll. O Coldplay é sim uma banda com muitas canções tristonhas, talvez porque Chris Martin, mesmo estando rico e muito bem casado, saiba que o mundo não é nada cor-de-rosa para a maioria das pessoas. E fazer canções tristonhas não tem nada a ver com ser "sonolento" ou possuir "falta de pegada rock". É preciso ter discernimento e isenção crítica para reconhecer as qualidades de um artista, mesmo que ele não seja do tipo de som que o jornalista gosta. E esta isenção está cada vez mais rara no jornalismo musical.
O Coldplay, alguém já disse, faz ótimo power pop. Quanto a essa história do plágio em cima do chato e punheteiro Joe Mallatriani, se confirmada, só o tempo dirá o quanto isso terá arranhado a imagem da banda perante seus milhões de fãs espalhados pelo mundo afora.
CAT POWER NÃO DECEPCIONA JAMAIS!
Essa mulher é o sonho de consumo de qualquer fã de música pop de alta qualidade, que se preza. Aos trinta e seis anos de idade, a americana Cat Power (que já esteve algumas vezes tocando por aqui) continua sendo o grande nome feminino do rock alternativo made in USA. E isso já há uns bons quinze anos.
Vai vendo: no início deste ano, Cat já havia lançado um sensacional disco de covers (e onde haviam apenas duas músicas compostas por ela), o "Jukebox", e onde ela prestava vassalagem a algumas das melhores canções escritas na história do pop e do rock americano. Agora, não satisfeita, a cantora, guitarrista e compositora ainda encerra 2008 com este fodaço "Dark End Of The Street", que chega às lojas americanas em seu formato físico amanhã (na net, dá pra encontrar o dito cujo com relativa facilidade).

Ela é ótima, sempre. E acaba de lançar mais um EP fodaço
Trata-se na verdade de mais um EP de covers, com seis músicas e pouco mais de 27 minutos de duração. Mas Chan Marshall dá show novamente ao revisitar, em tom singularíssimo e com instrumental classudo e denso canções dos velhos punks do Pogues ("Ye Auld Triangle") ou dos gigantes da soul music Otis Redding (em "I've Been Loving You Too Long (To Stop Now") e Aretha Franklin (que é resgatada com "It Ain't Fair"). Há interpretações contritas nas faixas, baixo acentuado e jazzístico e pianos suaves, além de órgãos e guitarras pungentes (na cover de Redding), tudo mostrando o quão genial essa gata poderosa sabe ser.
Zap’n’roll sempre amou de paixão Cat Power. E este EP é um motivo a mais para esta paixão continuar intensa e inabalável.

DVD DA MULTISHOW COROA ASCENSÃO DOS VANGS
Não é preciso ficara repisando aqui a trajetória do quinteto cuiabano Vanguart, surgido há pouco mais de cinco anos e que se tornou, neste curtíssimo espaço de tempo, o grande nome do novo rock brasileiro do novo milênio. Pois esta ascensão até certo ponto fulminante terá seu coroamento nesta quinta-feira em São Paulo, no Avenida Clube, quando o grupo (hoje radicado na capital paulista) irá gravar ao vivo um dvd para o canal pago Multishow. Será o primeiro lançamento dos Vangs pela sua nova casa, a major Universal Music.
A turma de Hélio, Douglas, David, Reginaldo e Lazza é a prova mais cabal da indie scene que dá certo. Ou, em outras palavras, a prova de que com talento, empenho, garra, perserverança e, acima de tudo, com qualidade musical comprovada, uma banda pode sim ainda hoje, nestes tempos de internet e mp3, sair da cena independente e ocupar uma posição de destaque no mainstream musical, estando dentrou ou não de uma grande gravadora.
A satisfação maior destas linhas zappers é saber, com orgulho e sem falsa modéstia, que ela presenciou esses garotos ao vivo pela primeira vez em Cuiabá, há quatro anos, em uma galeria de arte onde estavam pouco mais de duzentas pessoas. Ninguém, nesta época, sabia quem era o Vanguart fora dos limites da capital de Mato Grosso. Ao ouvir aquele grupo que professava em suas canções buólicas, algo tristonhas e de acento folk os melhores eflúvios de Bob Dylan, Joni Mitchell, Neil Young e até REM, Zap’n’roll voltou maluca pra Sampalândia e contando sobre a novidade cuiabana para o maior número possível de pessoas.
Deu no que deu. Não é exagero nem vaticínio furado dizer que o Vanguart tem sim um brilhante futuro pela frente. Só depende dos meninos não se desviarem desse futuro. Amanhã, no Avenida Clube, com as participações especiais de Mallu Magalhães (tumulto, tumulto, show de grátis e aberto ao público e, ainda, com a participação da musa indie folk teen. É bom que, quiser ir chegar cedo para retirar seu convite), Luiz Carlini e de um quarteto de cordas, o Vanguart terá uma ótima oportunidade para mostrar aos detratores e invejosos de plantão, que torcem dia-e-noite pelo naufrágio do conjunto, que a música e o carisma dos cuiabanos veio para ficar.
O Avenida Clube fica na rua Pedroso de Moares, próximo à Fnac Pinheiros. O autor deste blog estará por lá e espera ver todos os fãs dos Vangs lá também

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* Bien, bien, últimas porque na sexta tem mais: ok, ok, o sujeito aqui, como todo mundo está careca de saber, sempre fica com os dois pés atrás quando começam a falar muuuuito de algum novo nome no indie rock, seja aqui e lá fora. Mas como confiamos total na graaaande Popload (hihi), fomos conferir o som do paulistano Holger no MySpace (este blogger zapper das antigas detesta ouvir música na net). O veredicto destas linhas rockers virtuais: o Holger é bacana, sim. E além de Pavment, tem uma grande dose de Lloyd Cool & The Commotions (alguém se lembra deles?) em sua sonoridade. Enfim, o grupo toca nesta sexta em Sampa, no novo clube Neu, e o blogão estará por lá, pra dar uma conferida, né?
* Sobre o Radiohead: a essa altura os ingressos à venda já devem ter ido pro saco. Então, sua chance de ir na faixa ao show do século continua lá no finatti@dynamite.com.br (e apenas lá, plis, não peçam o ingresso através dos comentários no blog, que eles não serão considerados), onde está em disputa um ticket para o show do Rio e outro para o de São Paulo. Ingressos que, é bom deixar avisado, foram comprados pelo blog, para que pudéssemos fazer este mimo ao nosso amado leitorado sem depender de uma aprovação rápida de promoção com a PlanMusic, produtora da turnê. Claro que estamos tentando fechar esta promo e conseguir mais alguns ingressos para sorteio. Então, enquanto não conseguimos uma resposta sobre isso, os dois tickets em disputa continurão na roda, okays? Arrisque-se! E boa sorte!
* O blogão está sendo complementado na insuportavelmente calorenta tarde de quarta-feira. Na sexta, damos o ar da graça novamente, certis? Então... fuomos!
(enviado e finalizado por Finatti em 10/12/2008, às 16:45hs.)

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9 Dec, 2008 às 5:50 PM De novo incensando a bicha do Chris Martin e detonando músicos de verdade, como o ótimo Satriani, que toca coma alma sim. A diferença é que tu não conheces e fala do que não sabes, meu caro. E ao que parece, não respeitando opiniões que divergem da sua, de novo. Logo tu, um cara de fama nada boa. Segura essa, se fores esse macho mesmo que diz ser.
9 Dec, 2008 às 6:22 PM Finatti, tudo bem? Faz tempo que não comento, mas tenho acompanhado seu blog semanalmente e curtido. Porém, tenho que fazer uma reparação, mas quem confundiu gosto pessoal foi você na sua crítica e isso pega muito mal pra quem quis parecer isento e ainda criticou outros jornalistas que tem uma opinião diversa da sua e isso parece soar como alguém que se acha dono da verdade suprema. Se vc ouvir bem o Satriani, vai ver que toca com muita melodia e alma, não tem como confundir com guitarristas do tipo punheteiros.
9 Dec, 2008 às 6:45 PM Se deu mal nessa, criticando colegas de profissão e provando ser você que não é democrático e se sente dono da verdade, como disse Alonso. Satriani é um grande músico, bem melhor do que os que você idolatra. Talvez seja você que deva refletir para criticar e analisar melhor as bandas. Se o Coldplay fez 5, sei lá quantos discos e um é bom, então não vale. Afinal, quem é Coldplay mesmo? Ahh, os caras do plágio.
9 Dec, 2008 às 6:57 PM ahahahahahahahahaahhha..legais são as bandolas que você gosta, sem técnica alguma..hahahahahahahahahahah
9 Dec, 2008 às 8:15 PM só pra compartilhar uma piada passada por um amigo que me disse que a matemática da música "Viva La Vida" vem da soma das orquestrações da música "Fera Ferida" na versão Maria Bethania com a guitarra de Satriani. difícil de entender? veja nos links:
Maria Bethania - Tema de abertura da novela "Fera Ferida"
http://www.youtube.com/watch?v=2QrqCyI23xQ
Coldplay e Satriani sobrepostos:
http://www.youtube.com/watch?v=1ofFw9DKu_I
9 Dec, 2008 às 9:29 PM nossa, eu acho um puta disperdicio de tempo vc ouvir um cd inteiro apenas com milhões de solos e nenhuma linha vocal.
mas, ae! Clinton: vc tem uma vida sexual ativa ou alguma perspectiva quanto a isso? beasho, vc só deve tá querendo passar essa imagem, defendendo o ego do satriani.
abraço!
9 Dec, 2008 às 9:35 PM nossa, fiquei tão puto com esse lance do satriani que nem expressei minha felicidade em saber que o Blur tá de volta.
cheers!
10 Dec, 2008 às 11:26 AM Coldplay a banda mais superestimada de todos os tempos, Satriani um otimo musico ( não sou fan mas reconheço ), pra mim os dois são irrelevantes
10 Dec, 2008 às 2:09 PM Finas my love, tao zincando o te utrabalho de novo? Nem perde tempo acendendo vela para defunto ruim.. A Tatiana acha que entende de musica? Finatti tem gente que confunde encruzilhada com Vaticano. Peito com bunda, oleo Johson com oelo de soja. Corre meu lindo, corre que o mundo te espera viu!!!!
10 Dec, 2008 às 2:28 PM blog fraco e matérias requentadas.
10 Dec, 2008 às 4:20 PM Cruzes! Fãs de Satriani.
10 Dec, 2008 às 4:24 PM Mais respeito com o Satriani, hein o Humberto! Um cara que faz dois arpeggios e 4 escalas em três tempos SEM ERRAR merece reconhecimento até de quem não entende de música. O cara que compôs "Always With You Always With Me" nunca poderá ser acusado de falta de sensibilidade. O cara que gravou o clássico disco com o Surfista Prateado.
Sacanagem comparar ele com o Coldplay, que é uma banda para quem curte trilha de novela da Globo.
Tomara que ele ganhe a indenização e grave uma dezena de discos com ela.
10 Dec, 2008 às 5:00 PM O mais legal é o Finatti todo doído respondendo o texto (realmente MUITO RUIM, diga-se de passagem) com esse assunto sobre o Coldplay plagiar o SATRIANI. Coldplay plagiar o SATRIANI? Satriani tá é com invejinha.
10 Dec, 2008 às 5:06 PM Dois arpêjo o meu cu. Satriani o meu cu. IG&T SUCKS. Otários.
10 Dec, 2008 às 5:30 PM O Um berto não tem idéia do que seja arpeggios, escalas e tempos,por isso ele gosta de Coldplay e Bloc Party. Não exija muito dele.
10 Dec, 2008 às 6:04 PM Aqui é um mapa do inferno. Mathes Braga é fake ou é ignorante. A vilminha precisa de uma aula de português. Caras, ou moças, como eles são como o Enem sempre mostra, estudantes que não sabem interpretar o que lêem e não sabem escrever. Satriani com invejinha de bundões da novela da Globo??? Isso é que é assinar de otário.
10 Dec, 2008 às 8:21 PM SFroid. Volta para a tumba! Aula de portugues, nao , prefiro os franceses.
11 Dec, 2008 às 4:18 PM Finatti, voce definiu rock de uma maneira bacana como sendo musica de rua, de que ama ser livre e fazer o que gosta. So uma observalçao: o mundo inteiro trepa, isso nao e privilegio dos roqueiros e tem muito bom de cama que prefere dançarina de flamenco, por exemplo!!!!!! Acho voce um dos mais inteligentes no que faz, mas nao decepcione, nao cofunda encruzilhada com vaticano!!!!!Monroe
14 Dec, 2008 às 1:06 PM Coldplay é um lixo total, horrível, aquele cara fazendo tipo de sofredor é foda...e o pianinho??? Arrrrrrrrrrgh...Tipo o Kenny G....heehehe...na boa, finnas, não entendo vc gostar de uma baba dessas...já a cat power...linda, punk, loka...fodona