Dynamite

Booooombaaaaa! O mundo já escuta Backspacer na web! (e também o novo do Muse e...) (atualizado e finalizado em 17/09/2009)

Adicionar comentários

 

O velho grunge do Pearl Jam: ainda imune ao tempo no novo disco

* Zap'n'roll ainda em Macapá, ora pois.

* Yep. Mas é a última semana das "férias" zappers no extremo norte brasileiro. Quer dizer, férias em termos, né? Porque o dileto leitorado destas linhas online não deu descanso pro blogon e então fomos "obrigados" (uma obrigação bem prazerosa, diga-se) a continuar atualizando essa bodega aqui. E, pra calar a boca de gente estúpida que acha que não é possível "blogar" da distante capital do Amapá (pois aí o autor deste blog não estaria no centro dos acontecimentos e, desta forma, não poderia escrever textos com assuntos "quentes" aqui), aí vai mais um postaço exclusivaço falando do... novo álbum do gigante Pearl Jam, claaaaaro. Que a humanidade espera com ansiedade o lançamento, hã, "físico" (leia-se: o velho cd), para o próximo dia 21 de setembro, embora ele já esteja vazado por todos os cantos na web e esteja aí, dando sopa, ao alcance de um click do seu mouse.
* Na real, esperava-se o "vazamento" de Backspacer para qualquer momento, visto que a data de lançamento "oficial" do álbum já estava bem próxima. O autor destas linhas rockers bloggers passou então a ficar de olho na rede, mesmo com sua histórica aversão por "baixar" discos e comentá-los antes de seu lançamento físico (é a vida, tivemos que nos adaptar aos tempos "mudernos", hihi). Foi então que no sábado à tarde Rudja, a super ninja girlfriend do sujeito aqui e também ela viciada e antenadíssima em cultura pop, deu o alarme pro blog: "o PJ novo caiu na rede!". Foi então correr pro Torrent (trabalho feito pela Rudjinha, diga-se, ela é dez, aliás, mil) e o resultado da avaliação zapper você começa ler em instantes, logo mais aí embaixo.

* Mas antes de falarmos do novo disco do PJ, vejam só: o maletaço Killers acaba de cancelar o show que faria no Rio, dia 24 de novembro. A gig de Sampa, marcada para o dia 21 do mesmo mês, está mantida. Em se tratando de Killers, poderia ser o contrário, não? Cariocas, que adoram drogas variadas e bobagens idem, poderiam ficar com o show de Brandon Flowers e cia. pra ELES e nos livrar dessa bomba. Dá até pra imaginar porque cancelaram a apresentação por lá...

Essa droga aí em cima cancelou seu show no Rio, mas os paulistanos terão que aguentá-la

* Bom, com isso e ao menos Sampalândia mais uma vez confirma sua vocação como cidade mais rocker do Brasil. Apenas em novembro a capital paulista vai ter: festivais Maquinaria (com Faith No More, Jane's Addiction, Deftones, Danko Jones e Evanescence) e Planeta Terra (mais Primal Scream, Sonic Youth, Ting Tings etc.), ambos dia 7; The Killers no dia 21 e agora o velhão e sempre bão AC/DC, dia 27 (um dia após o niver do sujeito aqui, uia!). Legal, né?

* Zap'n'roll já viu a turma de Angus Young duas outras vezes. A primeira em 1985, no primeiro Rock In Rio (yep, o autor deste blogão rock'n'roll já está se tornando um tiozão, hihi. Mas um tiozão nada careta, claaaaaro). E depois, em 1996, no estádio do Pacaembú, quando namorava com a lindaaaaa e fofa Tatiana Soldera (então, no fulgor de seus dezesseis aninhos de idade), até hoje uma das melhores amigas do autor destas linhas virtuais. O concerto de Angus e cia. foi tão fodão que, a certa altura, Tati não se conteve e gritou: "Puta que pariu, que show!". Hoje, a banda pode não ser mais aquilo tudo em termos de discos ("Black Ice", o último de estúdio deles, é bacana e tal, mas nem de longe chega aos pés dos clássicos "Highway To Hell", "Back In Black" e "For Tose About To Rock"), mas com certeza deverá fazer nova gig arrasadora lá no estádio do Morumbi, sendo que vai ser a única apresentação no Brasil. E estaremos lá, com certeza, com a Rudja.

Já o AC/DC só toca em Sampa e esse sim vale à pena assistir

* Bom, tudo lindo, tudo ótimo, então vamos nelson com o esperadíssimo novo álbum do útimo grande nome do grunge ainda em atividade. O gigante Pearl Jam, óbvio. Portanto, esqueça disco novo do Yo La Tengo e leia aqui o que realmente interessa e faz diferença.

AS PEDRAS AINDA ROLAM - E MUITO - NO PEARL JAM
É realmente incrível como algumas - poucas - bandas de rock conseguem se manter admiravelmente relevantes por quase duas décadas de existência, e isso em um negócio tão descartável e mercantilizado como é a música pop nestes tempos de internet, onde tudo é rápido demais, fútil e vazio demais, e onde o dinheiro fala muito mais alto do que a qualidade artística de uma obra. E o já velho Peal Jam de Eddie Vedder, Stone Gossard, Mike McCready, Jeff Ament e Matt Cameron, é com certeza um dos exemplos de que, sim, é possível se manter íntegro e relevante dentro de uma esfera artística (no caso, o rock'n'roll) onde tudo já parece corroído pela implacável pressão de se fazer muita grana e sucesso a qualquer preço. "Backspacer", o nono álbum de estúdio do quinteto de Seattle (contemporâneos do Nirvana, do Soundgarden, dos Screaming Trees e de toda uma geração de bandas grunge que deixou saudades e marcas indeléveis na história recente do rock), chega às lojas do mundo inteiro (Brasil incluído) na próxima segunda-feira. Já vazou, óbvio, por toda a web. E já coleciona elogios rasgados de veículos de mídia de responsa (como a Uncut, a Mojo, a Q, a Spin e a Rolling Stone americana; todas deram sem exceção quatro estrelas, entre cinco possíveis, ao disco). Não é, nem de longe, uma obra-prima como os históricos, clássicos e imbatíveis "Ten" (a estréia sagrada, em 1991), "Vs." (de 1993) e "Vitalogy" (editado em 1994). Mas, em se tratando de um grupo cujos integrantes já estão com mais de 40 anos de idade, "Backspacer" exibe força instrumental, vitalidade melódica e letras densas, como não se encontra em muitos dos grupos de moleques que pegam em guitarras nos dias atuais e acham que estão fazendo "grande" rock'n'roll.

Há quem ache que o PJ nunca mais foi o mesmo depois do seu terceiro álbum, o ainda fantástico "Vitalogy". De fato, de lá pra cá o quinteto foi se tornando algo tão gigantesco e unânime em termos de mídia e público, que qualquer "ousadia" artística por parte da banda poderia dinamitar sua trajetória. Uma trajetória que passou a oscilar, então, entre trabalhos bons (como o "Riot Act", lançado em 2002) e outros quase indignos de figuar na discografia da banda - neste caso, o exemplo é mesmo o pífio "Yeld", editado pelo conjunto em 1998). Não bastasse esta oscilação na qualidade artística de sua obra, o conjunto ainda se envolveu em episódios que se tornaram célebres e ajudaram a tornar sua fama ainda maior e inabalável, como a "guerra" que o quinteto promoveu contra a Ticketmaster americana (por considerar que a empresa, detentora do monopólio da venda de ingressos de espetáculos artísticos nos EUA, cobrava preços extorsivos pelos tickets). Ou ainda, a tragédia que marcou o show que eles realizaram no festival Roskilde, na Dinamarca, em junho de 2000, quando nove fãs morreram pisoteados em frente ao palco após um tumulto. Uma tragédia que abalou profundamente o vocalista Eddie Vedder, mas não o suficiente pra fazê-lo desistir de ser um dos rockstars mais engrajados que se tem notícia nos dias de hoje, em lutas em defesa dos direitos políticos, civis e sociais.

 

Eddie Vedder ainda canta pra caralho!

Pois "Backspacer" pode ser considerado um disco quase tão poderoso quanto "Riot Act" ou mesmo quase tão bom quanto "Vitalogy". O vocal de Vedder continua forte, com modulação grave e imune à passagem dos anos. As guitarras de Gossard e McCready se mostram bastante furiosas, principalmente nas melodias aceleradas e de approach punkster/garageiro que dominam a primeira metade de um álbum que é curto (menos de 40 minutos de duração) mas bem intenso em sua grande maioria. Tanto é que "Gonna See My Friends", "Got Some", "The Fixer" (o primeiro single do disco) e "Johnny Guitar" (esta, a preferida do blog, com seu andamento anfetamínico e excelente pra pular até cansar num show do grupo ou em uma pista rocker alternativa), formam um quarteto arrasador, abrindo o álbum sem deixar espaço para o ouvinte respirar. Mas é claro que o grupo não deixou seu lado melancólico de fora do trabalho, e ele surge forte em "Juste Breathe", com Vedder cantando de maneira tristonha, acompanhado de percussão suave e arranjos de cordas sintetizadas. Na mesma linha vem também "Unthought Know", outra balada em que Eddie canta em tom de lamento mas com potência nas inflexões, e em uma música cuja melodia é quase toda conduzida por pianos, algo não muito usual nas composições da banda.

Ainda que "Amongst The Waves" seja uma road song rocker que oscila entre a suavidade e o peso (e que se torna outro grande momento do cd) e "Supersonic" retome a aceleração punkster das primeiras faixas, a porção final de "Backspacer" se mostra menos empolgante. Talvez porque "Speed Of Sound" soe dramática em excesso, talvez porque "Force Of Nature" (mesmo sendo um rock razoavelmente vigoroso) peque pelo título brega e pela letra algo inocente e piegas. Assim chega-se a "The End", a última faixa, apenas cordas, percussão dolente e Vedder mais uma vez emoldurando a melodia com um vocal triste, sombrio.

Como já foi dito mais acima, o PJ por certo não almeja fazer de "Backspacer" um clássico para entrar para a história do rock, como foi "Ten". Mas ainda assim se trata de um disco que é um exemplo de honestidade, qualidade e dignidade artística de uma banda que está prestes a completar duas décadas de existência. Produzido pelo velho amigo Brendan O'Brien (em parceria com a banda), vai mostrar, para os velhos e novos fãs, que o grunge de Seattle ainda vive, sim. E que fazer rock de verdade é muito mais do que fazer canções tolas e pegajosas, ou apenas vender a alma para faturar milhões no circo da música pop.

A capa do novo disco

* Este texto sobre o novo álbum do Pearl Jam vai com carinho para o graaaaande brother Wagner Wedder, um dos amigos mais queridos destas linhas rockers online, além de fã número zero da turma de Eddie Vedder.

* E eles não eram extamente grunge mas foram - e continuam sendo - tão importantes quanto pra história recente do rock americano. O blog está falando do trio Meat Puppets, que foi lembrado ontem no "Coluna MTV". O MP, todo mundo sabe, é o trio cow punk (cow punk=punk rock fundido à música country) que era idolatrado por Kurt Cobain, que gostava tanto dos caras que os chamou pra tocar no Unplugged do Nirvana. Pois a banda continua na ativa e lançou um disco fodão em maio deste ano, o "Sewn Together", que ninguém falou nada por aqui (leia-se: a blogosfera rocker brazuca, Zap'n'roll inclusa, vamos admitir). Bão, o blogon vai "pescar" o dito cujo na net e depois irá comentá-lo aqui com a devida atenção, ok?
--------------------

PERUAS, DIVAS E PUTAÇAS POP EM IMAGENS
Uia! Elas andaram ar-ra-san-do nos últimos dias, na mídia planetária. Primeiro, foi a nova diva vaquilda do pop inglês, Lily Allen (que toca nesta quinta-feira em Sampa, na Via Funchal), que arrancou quase toda a roupa em ensaio para a revista GQ.
Depois foram as xoxotudas Pink e Shakira (essa é vadia meeeeesmo, alguém já viu o novo clip da moçoila???) que, vejam só, apareceram em modelões quase idênticos na festa de entrega dos prêmios do VMA, da MTV, no último domingo nos EUA.
Pra quem quiser conferir, os pics de tudo isso aí embaixo:

Lily Allen (acima) mostrou sua (pouca) teta na GQ; Shakira e Pink (abaixo) foram de "gêmeas" no VMA nos EUA

 

--------------------

TEM MAIS, MAS ACABOU!!!
Yeeeeesssss! O blogon, já em ritmo de pré-finde e de retorno a Sampalândia, corre para preparar o último post escrito da capital do Amapá. Então este pára por aqui mesmo, no problem? Claaaaaro que pintaram uns papos de última hora, a saber:

* A Justiça americana encerrou o processo que o guitarrista Joe Mallatriani movia contra o graaaaande Coldplay, por suposto plágio da turma de Chris Martin em cima de uma música de Joe. A Corte onde onde a ação estava sendo julgada, indeferiu a acusação, por entender que ela não se sustentava. Ou seja: perdeeeeeu playboy! (no caso, o Mallatriani, hihi).

* O meio caído Panic! At The Disco também acaba de fechar com o Maquinaria. Toca na segunda noite do festival (em 8 de novembro), ao lado do Evanescence, Danko Jones e Duff Mckagan (ex-baixista de quem mesmo???). A briga entre Maquinaria e Planeta Terra está ficando, assim, cada vez mais sangrenta (lembrando: no PT vão tocar Primal Scream, Sonic Youth, Maximo Park e Ting Tings, entre outros). O PATD andou balançando há algumas semanas, com a saída de dois de seus integrantes da formação original, e não deverá acrescentar nada de espetacular ao Maquinaria, que continua valendo pelo Faith No More e pelo Jane's Addiction. E aí, a blog pergunta novamente: em qual dos dois você vai??? (a amada Adriana Ribeiro, velha e queridíssim amiga destas linhas zappers, estava decidida a ir no Maquinaria, mas já mudou de lado, hihi)

* Ah sim, todo mundo já está sabendo que o batera do Radiohead, Phil Selway, está gravando seu primeiro disco solo, onde ele toca guitarra e canta. Zap'n'roll bota fé na estréia solo do rapaz, só isso.

* Vai no show "very exclusive" do Franz Ferdinand no próximo dia 30 na badalada The Week, em Sampa? Então corra e se mate: vendas dos tickets a partir de HOJE, pelo www.ingressorapido.com.br ou através do fone (11) 4003-1212. Apenas 500 convites à venda. Preço de cada um: 260 pilas. Na noite seguinte, Alex Kapranos e cia. se apresentam na entrega do VMB2009.

* E agora chega mesmo!!! Nesta sextona entra aqui a crítica do novo do Muse (olha eles lindões aí embaixo, na capa da NME desta semana), em texto assinada pela espertíssima Rudja Catrine. E também papos sobre o XX, Mountaintops, Juliette Lewis, a cena rock de Macapá e muuuuuito mais. E fora que, semana que vem, vão desabar (literalmente) aqui no blogon, alguns ingressinhos pra dois festivais que irão sacudir Sampalândia em novembro. É isso: estamos trabalhando sempre e bem, para servir sempre, no?

 

* RIP Patrick Swayze. Todo mundo se vai um dia, né? Mama Janet adorava "Ghost", que ele interpretou ao lado da Demi Moore. E Zap'n'roll não esquece do início dele em "Outsiders - Vidas sem rumo", do gênio Coppola. É isso.
(atualizado e finalizado por Finatti em 17/09/2009, às 4:30ha.)

27 respostas para “Booooombaaaaa! O mundo já escuta Backspacer na web! (e também o novo do Muse e...) (atualizado e finalizado em 17/09/2009)”

  1. Wagner ! Disse:
    Caralho Finatti você já ouviu o disco, eu ainda não rsrsrsrs que porra estou sem net velho rsrs.

    Belo texto, fiquei mais ancioso ainda pra ouvir Backspacer...

    Abraço !


    Bos Sorte ai ! Saudade !
  2. Humberto Finatti Disse:
    Vc é brother de coração. E amigão de verdade!
    Semana que vem eu volto. E ouve o disco que vc vai gostar dele.
    Abração em e beijão na linda Bruninha Vicious!
  3. lucy Disse:
    Nossa esse Eddie Vadder é meu numero! eu curto uma coisa assim barba por fazer, cabelo desgrenhado, basicão. Sem muito nhéco-nhéco de gente que não sabe pra que veio ao mundo. Nem te conto o que tem acontecido na minha vida loka. Bj.
    Lucy Rock
  4. Fabíola Santos Disse:
    Ae Finattinho!!! Post tesão, amoreco você é o cara, ahahaha.
    AMO Pearl Jam e vou correndo ouvir o backspacer. Primeiro blog a comentar muito bem o lançamento. Deixou mais uma vez os colegas comendo poeira.
    Bravo! Beijinhos!
  5. Marcus Disse:
    "[...] Em se tratando de Killers, poderia ser o contrário, não? Cariocas, que adoram drogas variadas e bobagens idem, poderiam ficar com o show de Brandon Flowers e cia. pra ELES e nos livrar dessa bomba. Dá até pra imaginar porque cancelaram a apresentação por lá..."

    Demonstração gratuita e mal-ajambrada de bairrismo anencéfalo, beirando ao discurso nazistoide e reducionista de priscas eras.

    "[...] drogas variadas e bobagens idem"[?!]

    Mas ein?
  6. diego Disse:
    Não entendo nada de crítica de rock, a minha amiga Lucy que indicou sua coluna, e como sou jornalista também e adoro música tenho que lhe dizer que mesmo quem não entende do assunto tem vontade de ler teu texto até o final. Muito bom, você deveria participar de algum programa de TV, pois tem uma fluidez para criticar sem ofender qualquer artista, veículo ou pessoa. E isso aí, jornalismo e arte no ponto certo. Parabéns!
  7. G Disse:
    Finatti você que é um cara fora dos padrões da imprensa local de Sampa queira favorecer essa minha preguiça de buscar um dicionário na estante e me diga uma coisita: o que são DILETOS LEITORES?
    Meu São Thomé das Letras isso é um termo de 1888? Estamos chegando em 2010 e tem jornalista usando esses termos?
  8. satanas Disse:
    Porque essa porra da Rolling Stone não te da uma sessão exclusiva para você fazer o que você faz na Dynamite?!

    SATANÁS
  9. Humberto Finatti Disse:
    Pro Marcus: bairrista, eu????? Nadinha, mein froid, rsrs. Eu adoooooluuuuu o Rio, acho uma cidade legal pacas. Mas vem cá: todo mundo sabe que lá é mesmo o túmulo do rock, assim como SP é o túmulo do samba (na visão dos cariocas). E drogas variadas... as de lá são boas mesmo, hihi.

    Pro G: diletos=queridos. Yep, o termo é cafona, velhusco, caretão mesmo. E só vc ainda não percebeu que eu o utilizo no blog por pura zoação e tiração de sarro.

    Abrax!
  10. Fabíola Santos Disse:
    Post ótimo como eu já falei.

    Mas cadê a crítica do Muse que a Rudja ia fazer? Ela mandou bem no Reversa e quero ver o que ela tem a dizer sobre o Muse.
  11. Eu sou mais indie que você Disse:
    Volta logo pra civilização, Finas!!!
  12. silvio romualdo Disse:
    Opa, assinei a RSS, agora fica mais fácil acompanhar. Sobre o valor dos ingressos, ouvi uma história outro dia. O cara diz que a filha dele, que pode ir pra Disney e afins paga meia num show, a emprega dele paga inteira no mesmo show. com esse lance de meia entrada separamos ainda mais o acesso a cultura. Além do preço cada vez mais alto. Acho um problema político e não, necessariamente, um problema com a ganãncia dos produtores culturais.
  13. gabriel Disse:
    Finatti a G. não falou de você porque tu pode fazer o que quiser, pois sabe fazer feijão com arroz tão bem quanto um vatapá. Ela disse de outra que tenta te imitar.
    Veja o verbo "tenta".

    Mas já falei para você e para a G. o ditado da lápide:

    "Aqui jaz alguém que eu achava que era importante para mim."

    Gabriel dos Anjos
  14. DG Disse:
    Finnas,

    "De fato, de lá pra cá o quinteto foi se tornando algo tão gigantesco e unânime em termos de mídia e público, que qualquer "ousadia" artística por parte da banda poderia dinamitar sua trajetória."

    tenho a impressão que depois do Vitalogy aconteceu exatamente o contrário do que voce diz. O PJ passou a ser massacrado, boicotou a MTV (e foi boicotado por ela), enfrentou diversas brigas com gravadora, patrocinadores e empresas de tickets; mudou radicalmennte o seu "estilo", experimentando novos instrumentos, trocando de integrantes e saido do lugar-comum daquilo que chamavam de grunge.

    o Eddie abriu mais espaço para as composições do resto da banda e lançaram Yield, certamente um dos mais elogiados alguns da banda.

    concordo sobre o Riot Act, mas faltou menção ao terrível disco do Abacate, o pior da banda.

    não fique nervoso. é só uma observação.
  15. Humberto Finatti Disse:
    Respondendo aos queridos leitores...

    DG: concordo com muito do que vc disse e expus um pouco disso no texto analisando o Backspacer. O PJ de fato enfrentou zilhões de problemas após o "Vitalogy" (briga com a Ticketmaster, boicote da MTV etc, etc, etc.) e mesmo assim continuou com uma trajetória digna e com total respeito da critica e público. Quando eu disse que "qualquer ousadia artística" poderia dinamitar a banda, foi justamente pelo fato de que eles estavam ousando mesmo e correndo risco por conta disso - talvez eu não tenha deixado isso bem claro no texto do blog.
    Enfim, nem fiquei nervoso. E agradeço suas observações.

    Gilza: agradeço seus elogios à Zap mas tive que vetar seu comentário pois ele contém ataques pesados, pessoais e nominais a outros blogueiros do site, e não posso liberá-lo aqui por ordem expressa da direção. Apesar de eu concordar com muito do que vc fala ali, preferi encaminhar suas queixas à direção do portal e tb aos colegas de blog que são citados por vc em seu comentário. Abraços!
  16. Bruno! Disse:
    Nunca o Riot Act será melhor que o Yield, mas no mais está bacana a resenha e esse disco novo deles é bom mesmo!
  17. gilza aráujo Disse:
    Finatti.
    Você é um cara muito sacativo entendeu nas entrelinhas a minha mensagem.


    Beijo e sucesso pra você e Rudja.
  18. gilza araujo Disse:
    Porque será que eu fiz comentários pesados?
    Porque será hein? Será que tem gente mandando flores para mim que estou bem quieta no meu canto?

    Gilza D´Áráujo.)
  19. gino soccio Disse:
    Finas bate seu próprio recordes de fakes.
  20. Humberto Finatti Disse:
    Gininhooooo fofo e maleta ao cubo! Vc estava sumidão hein!

    Tio Finas estava com saudades do SEU fake, hihi.

    Bijokas, cherrie!
  21. Wagner ! Disse:
    Finas
    Abraço !!!
  22. Raphael Disse:
    Sua análise do Backspacer foi ótima, sucinta. Mas tudo bem, gosto não se discute, mas não sei de onde que você tirou que "Riot Act" é melhor que "Yield".

    Riot Act é forte, mas insosso. Nenhuma de suas músicas, tirando Save You e talvez I Am Mine, é tocada ao vivo com o vigor de "Do the Evolution". O que falar de "Given to Fly", então?

    E também não vejo onde o Avocado pecou tanto. Tem ótimas músicas (Inside Job é das mais lindas que o grupo já fez), uma energia muito foda (Severed Hand, World Wide Suicide, Life Wasted).
  23. letícia geissler Disse:
    Glórias ao meu filho varão!
  24. Carlos Disse:
    Que nóia essa Gilzetta ei Finatti!! Bixo ruim esse, parece uma recalcada e loser.
  25. gilza araujo Disse:
    Carlos preste atenção: pessoas boas vão para o céu, as ruins vão para onde o desejo a levam !!

    Entendeu o que que eu te explique?

    Gilza D´Àráujo.)
  26. Carlos Disse:
    Entendi Gilzetta, então você vai ou já está no limbo porque quando se pega coisas emprestadas se devolve, e roubar é feio, ou não. Além do mais se recalque e inveja só não vê quem não quer, é óbvio. Exemplo são os comentários pesados que o Finatti disse.

Mandar uma resposta



Powered by Mango Blog. Design by N.Design Studio