Psicodelia e folkismo made in(die) Brazil (plus: Fotograma, Planeta Terra e aqueles tickets na faixa pro festival, uhú!)(versão final em 27/09/2009)
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A macapaense MIni Box Lunar: psicodélica, viajandona e muito boa!
Exato.
Matizes psicodélicos e nuances folk alegram os ouvidos do blogger rocker enquanto ele começa a teclar o post deste finde, já na alta madrugada de sexta-feira, em que a temperatura continua agradabilíssima em Sampa, para um começo de primavera que ameaçava ser tórrido. O primeiro post após a volta do extremo norte brasileiro, onde o calor quase nunca dá trégua. Mas é lá desse extremo norte sempre castigado pelo calor que Zap’n’roll trouxe na bagagem um cdzinho de seis faixas fodonas, lindas e geniais em sua concepção sonora. É o EP de estréia da banda macapaense Mini Box Lunar, que já foi comentada no post anterior, será neste também (no tópico principal do post) e em muitas vezes daqui pra frente. Yep, porque a Mini Box talvez seja a banda da nova indie scene nacional que este blog mais pirou ao ouvir, desde que descobriu o graaaaade Vanguart em Cuiabá, há quase cinco anos. A MBL, lá do distante Amapá, prova que hoje não existe mais fronteira para se fazer ótimo rock independente no Brasil. Na contra-mão de um regionalismo musical que pode ser tão bacana (por preservar o melhor das tradições culturais locais) quanto caduco e mala (por não admitir a absorção de outras influências musicais que não as ditadas pela produção artística "oficial"), o grupo respira psicodelia, Beatles, Tropicalismo e Mutantes por todos os seus poros. Enlouqueceu tanto estas linhas rockers virtuais quanto o pop folk dos paulistanos do Fotograma que, com suas delicadas texturas melódicas e um dolente e sauve vocal feminino, já está comentadíssimo na blogosfera de cultura pop. Entáo, neste post, vamos esquecer um pouco de bandas indies gringas, sejam elas mega ou obscuras. E vamos esquecer também um pouco de ficar especulando sobre quem vem ou não tocar aqui. E parar um pouco de fazer como outros blogs, que adoram repetir ad infinitum qual é o último hype do rock inglês ou americano. Vamos fazer o que sempre fizemos muito bem nos últimos seis anos (bem antes de aventureiros e aventureiras que se metem vergonhosamente a escrever sobre o que nada sabem): voltar nosso olhar para o indie rock brazuca que, não raras vezes, produz maravilhas como a Mini Box Lunar e o Fotograma. Vai lendo aí embaixo. E seja bem-vindo ao mundo das duas bandas.
* Mas antes das boas novas na indie scene nacional... quinta-feira negra a de ontem, oxe. Explosão em Santo André (no ABC paulista), embaixada brasileira em Honduras ainda sitiada... o que mais falta acontecer? Medo, brrrrr...
* Medo II: enquanto o mega festival Planeta Terra terá dez atrações supimpas (ainda mais agora que confirmaram pra valer a presença do godfather do punk, ele mesmo, mr. Iggy Pop em pessoa) e cobrará do público que quiser assistir ao shows a bagatela de 170 pilas, o ingresso mais barato pra gig do AC/DC, também em novembro (no dia 27), será R$ 150,00. A pista sairá por R$ 250,00. Fazendo as contas: quem for em tudo que vai rolar em Sampa em novembro, em termos de shows gringos de rock, vai gastar no mínimo uns 520 mangos (The Killers: 200; Terra: 170; AC/DC: mais 150; e não estamos incluindo aqui o Maquinaria, que vai ser na mesma noite do Terra. Mas se alguém optar pelo outro festival, vai dar na mesma, em termos de gastos). Ou seja: prepare o seu pobre bolso.
* É a terceira vez que Iggy Pop vem ao Brasil. A primeira foi há mais de vinte anos, no extinto ProjetoSP (na Barra Funda), em 1988, quando ele veio até aqui a bordo da tour do álbum "Instinct". O disco era meia-boca mas o show foi um escândalo e até o velho chapa Luiz Calanca, que passou semanas antes da gig dizendo que ela ia ser uma merda, saiu do local babando. Zap’n’roll estava lá, claaaaaro, e além de ter ficado louco com o que viu/ouviu, ainda conheceu uma xoxotaça negra de quinze aninhos de idade (mas que aparentava um pouco mais, já que a garota era alta e gostosona) e acabou a noite com ela... A figura em questão era... "virgin" (e deixou de ser, naquela noite), e durante anos foi um "affair" delicioso na vida do blogger rocker, com quem ele teve zilhões de fodas fantásticas. Hoje Cíntia (o nome dela) está casada e há muito o blog não fala com ela, mesmo porque o autor destas linhas online agora é um tiozão sério, comportado e completamente apaixonado pela sua girlfriend. Mas boas recordações daquela noite, enfim. E recordar não é crime, no?
Esse velhote maluco e punk vai botar pra foder mais uma vez em Sampa!
* Depois, James Osterberg (quem?) apareceu novamente aqui em 2005, no festival Claro Que É Rock, realizado na malfadada Chácara do Jockey, em Sampa. Foi na mesma noite em que tocaram também Sonic Youth (que também vai estar no Planeta Terra), Flaming Lips (que está de disco novo, mas que é uma banda, digamos, superestimada demais pro gosto do sujeito aqui), Nine Inch Nails etc. Era aniversário do zapper doidon. E ele recebeu de presente um beijo na boca da lindaça Mia (onde andará ela?), e assistiu outro esporro de Iggy no palco, onde ele e os Stooges tocaram apenas faixas dos dois primeiros e clássicos álbuns da banda. Agora, no PT2009, será a vez de o grupo tocar na íntegra o insuperável "Raw Power", que foi lançado em 1973. Moral da história: com Primal Scream, Sonic Youth, Iggy Pop, Maximo Park e Ting Tings em seu line up, o Terra está começando a ganhar a "batalha dos festivais" do dia 7 de novembro, contra o não menos fodástico Maquinaria que também continua com artilharia pesada, encabeçada pelo Faith No More e pelo Jane’s Addiction. E falando em JA, Perry Farrell já mandou avisar: vai trazer o Lollapalooza para o Brasil. Wow!
* Um novo "clássico" do velho punk Iggy Pop aí embaixo, pra você ter uma noção do que te aguarda no PT:
"King Of The Dogs" – Iggy Pop ao vivo
* Lily Allen, que acabou de tocar no Brasil, afirmou no seu blog que vai desistir da sua carreira musical. Este blog duvida disso.
* A NOVA EDIÇÃO DA VICE E A MORTE DO JORNALISMO COMO O CONHECEMOS – Entonces, eis que caiu nas mãos do blogon a terceira edição da Vice Brasil. Mais de cem páginas, lombada quadrada, a revista continua com um visual ousado e arrojado, projeto editorial moderno e pra lá de bacana mas... Zap’n’roll sente algo estranho no ar em relação à publicação. E acha, sinceramente, que ela poderá não durar muito tempo em terras brazucas. Motivos para estas linhas zappers pensarem desta forma não faltam. Por exemplo: a nova edição praticamente não possui material editorial produzido aqui mesmo (com a provável exceção da matéria "Sangue de Osasco", sobre o escritor de horror André Vianco, nascido na cidade da Grande São Paulo). Ok, há matérias bem interessantes ali, mas cansa ler apenas reportagens que não dizem respeito ao universo cultural pop daqui (e não vai aí nenhuma xenofobia ou patriotismo editorial babaca em nossa afirmação). Fora que a revista está com pouquíssima receita publicitária, é distribuida gratuitamente, deve custar caro rodar cada edição dela (pela qualidade gráfica da impressão) e etc, etc, etc. Fica a pergunta: a Vice Brasil aguenta quanto tempo ainda? E a Onze, que foi feita pela mesma equipe (leia-se o querido Ademir Correa, mais a Adriana Alves e cia.) que fez a primeira edição da Vice, a quantas anda? Alguém aí sabe dizer pro blog como tem sido a repercussão do primeiro número da revista? Na verdade, todas essas questões são reflexo de um mesmo e já conhecido fato: o jornalismo, tal como o conhecemos até hoje, está mesmo caminhando para fenecer de maneira inexorável (falamos bonito agora, no?). Mídias impressas em geral (jornais, revistas) foram mortalmente atropeladas pela geração web (leia-se sites, blogs etc.), que também estendeu suas garras para as mídias eletrônicas "tradicionais" (daí o surgimento de podcasts, webradios, YouTube, MySpace, tvs online e novamente etc.). Claro que publicações de qualidade e prestígio ainda resistem bem e continuam com boas tiragens (exemplos: jornais como a FolhaSP, revistas como a Veja e Rolling Stone Brasil), mas até quando? Se há um lado positivo nisso tudo é que a informação foi democratizada e se espalhou por todos os cantos na rede, sendo que hoje qualquer um pode escrever um texto e postar em um blog. Não é à toa que bons talentos que estão surgindo na mídia impressa de cultura pop vieram da blogosfera – caso de gente como Marcelo Costa (do site Scream&Yell), Leonardo Dias Pereira (do site Urbanaque) e Tiago Agostini, que escrevem para a Rolling Stone. O lado ruim é que há gente demais sem preparo algum, escrevendo bobagens por aí. E também dá saudade dos tempos românticos do jornalismo heróico que era feito na base de entrevistas por telefone, leitura de publicações impressas importadas e textos escritos ainda em máquinas de escrever, como Zap’n’roll, ela mesma, cansou de fazer quando trampou nas redações da revista Istoé e do jornal O Estado de S. Paulo (só quando foi parar na Folha, lá por 1990, é que o sujeito aqui se deparou pela primeira vez com computadores em uma grande redação). Enfim, é isso. Seja qual for o destino final do jornalismo, longa vida a ele, ao jornalismo sério, responsável e de qualidade.
* Bien, bien, vamos de Mini Box Lunar e Fotograma, então.
O MINI BOX PSICODÉLICO
Um é do Amapá e, infelizmente (ou felizmente, até), foi descoberto antes que Zap’n’roll os ouvisse – no caso, a "descoberta" é obra do jornalista Alex Antunes, um dos nomes mais experientes do jornalismo cultural brasleiro, velho e dileto amigo destas linhas bloggers e que assinou uma matéria sobre a a banda há alguns meses na Rolling Stone Brasil, na seção "Acontece". O outro é de Sampa mesmo e está fazendo barulho na web (em sites e blogs musicais) com seu recém-lançado primeiro cd. Mini Box Lunar e Fotograma são muito diferentes entre si, musicalmente falando. Mas mostram que o Brasil não é gigantesco apenas na questão geográfica: é também gigantesco e rico em sua diversidade cultural, em especial a musical. Não à toa, MBL e Fotograma são dois dos grupos mais interessantes ouvidos por estas linhas rockers online, dentre a recente safra da cena alternativa nacional.
A Mini Box existe há algum tempo já. Formada na capital do Amapá (cidade onde o blog esteve por um mês, acompanhando a cena local), cidade que abriga dezenas de bandas (mas nem todas ainda maduras e com qualidade suficiente para apresentar seu trabalho em público), é o tipo de banda que, sem querer denotar algum tipo de preconceito, é muito boa para ficar presa ad eternum àquela distante capital do extremo norte brasileiro. As referências musicais do sexteto integrado pelas belas, simpáticas e boa vocalistas Heluana e Jenifer JJ, pelo tecladista e baixista Otto Ramos, pelos guitarristas Sady e Alexandre e pelo baterista Peu Ramos, são múltiplas, facetadas e destoam bastante do regionalismo musical que domina a produção sonora da cidade. Ecos de Mutantes, Beatles, rock bucólico rural e psicodelia ecoam em abundância pelas seis deliciosas faixas do primeiro EP do grupo (que possui um repertório bem maior de composições, algo em torno de vinte canções). As letras, abstratas e oníricas, são todas em português – Heluana, uma das vocalistas, além de graduada no curso de jornalismo, é fã de poesia e escreve uma coluna sobre o tema na revista cultural macapaense Vanguarda. E músicas como a lindíssima, tristonha e psicodélica "Gregor Samsa" (nome, óbvio, em alusão ao personagem principal do romance "A metamorfose", a obra-prima escrita por Franz Kafka), o animado country "Soldado colorido" ou o rock mais garageiro de "A boca" ("Quando as pedra rolarem/Em minha cabeça/Assim que fechares a boca/Escorregarei no teu veneno/E sentirás/O meu amor"), mostram uma banda madura, pronta para ser descoberta por um grande público e pela grande mídia pop do país.
Na real, se desembarcar em Sampa e aqui cair nas mãos de um bom produtor com um ótimo estúdio, para lapidar com esmero uma música como a já citada "Gregor Samsa" (um hit radiofônico em potencial e de qualidade muito acima da média do que se ouve neste momento, no indigente pop/emo que domina o dial das fms burras), a Mini Box tem tudo pra se tornar the next big thing do novo e emergente rock brasileiro.
MINI BOX LUNAR - UMA LETRA ("GREGOR SAMSA")
Onde andará você
Daqui a pouco eu já sei que vou procurar
Entre os musgos ou no centro de lírio
Nos meus cabelos entre os pêlos dos meus cílios
Não vá se atrasar
Desatenta no jardim
Nós temos um encontro com pó de pirlinpimpim
Nossos milhares de pés não podem tropeçar
Joaninhas espalham bolinhas pelo ar
Confetes e serpentinas
Insetos engraçados me emprestam suas asas
Mas só você é quem
Sabe voar
TRILHA FOLK PARA CORAÇÕES SENSÍVEIS
Instrumentação e melodias igualmente bucólicas e melancólicas também perpassam o folk mezzo pop do quinteto paulistano Fotograma, que lançou há pouco seu primeiro disco, "Trilha Sonora Intuitiva". Formado há quatro anos e tendo em seu line up a vocalista Mariana Cetra (que também toca flauta e piano), o guitarrista Luiz Campos Jr. (que também canta e compõe boa parte das canções do grupo), o também guitarrista Paulo Matos, o baixista Carlos Costa (o popular Carlinhos, dono da conhecida loja Sensorial Discos, e que também toca no Continental Combo) e o batera Fábio Barbosa, o conjunto foi burilando suas músicas sobre, como diz o guitarrista e letrista Luiz, "a deterioração do ser humano, com desdobramentos para visões otimistas e românticas" (declaração dele dada à nossa linda e amada colega Natasha Ramos, no blog "Palco Alternativo"). O resultado saiu na forma de canções doces, suaves e com bastante apelo pop e radiofônico. A grande maioria cantada por Mariana (em algumas, é o vocal de Luiz que conduz o instrumental), sendo que gaitas e sopros vão se imiscuindo aqui e ali nas melodias, tornando-as mais bucólicas e prazerosas aos ouvidos.
As preferidas do blog são mesmo "Filhos de Zinco" (que abre o cd), "Reticências" (com intervenções de flautas e vocais divididos entre Luiz e Mariana), "A vida nos bosques" (com suas gaitas fofas e bandolins) e "A brisa", embora todo o álbum mantenha uma boa qualidade instrumental – e aí seria o caso de Luiz tentar aprimorar um pouco mais algumas letras, versos e rimas, que são talvez o ponto fraco do Fotograma em algumas faixas.
O Fotograma (acima), que lança seu primeiro disco (abaixo): folk bucólico e pop
Mas nada que comprometa o resultado final. O trabalho é ok, a banda é bacana (há muito de folk nela, mas também mpb. Ou, como diz o baixista Carlos, "gostamos desde Bob Dylan e Miles Davis, até Cartola e Tom Jobim") e já pode ser considerada como uma das boas novidades da cena alternativa de Sampa, onde hoje sobram grupos ruins e falta qualidade no trabalho destes grupos.
* Para saber mais sobre o Fotograma, vai lá: www.fotograma.mus.br, ou www.myspace.com/fotograma. Os próximos shows da banda em Sampa serão dia 9 de outubro (na Funhouse), e dia 22 do mesmo mês na Livraria da Esquina.
* E já que ele foi citado no texto, aproveita pra dar uma conferida no Palco Alternativo, que pode ser alcançado em http://palcoalternativo.wordpress.com/, e que é escrito pela Natasha e pela Andréia Martins. Bloguinho legal, com ótimos textos e entrevistas sobre a indie scene brazuca. Vai lá!
TERRA À VISTA!
Yep, todo mundo já está sabendo da programação do Terra, no? Pois é, com a anunciada grade de horários dos shows, fica a questão: quem vai querer sair da frente do palco principal pra ir no alternativo. Difícil, hein...
A prog, só pra lembrar, é essa aí embaixo:
Sonora Main Stage
16h00 - 17h00 - Macaco Bong
17h30 - 18h30 - Móveis Coloniais de Acaju
19h00 - 20h00 - Maximo Park
20h30 - 21h45 - Primal Scream
22h15 - 23h45 - Sonic Youth
00h15 - 01h30 - Iggy Pop and The Stooges
02h00 - 03h00 - Etienne de Crecy (live act)
Coca-Cola Zero Stage
18h - Ex!
19h30 - Copacabana Club
21h - Patrick Wolf
22h30 - Metronomy
0h - The Ting Tings
1h30 - N.A.S.A.
3h - Anthony Rother
Os ingressos já estão à venda e custam 170 pilas (sendo 85 a meia-entrada, uma merreca, não?). Mas tá legal: mesmo sendo uma merreca você tá durango como sempre e não sabe o que fazer pra ir, né? Então lê aí embaixo no final do post que talvez a velha Zapinha possa te ajudar, hihi.
QUER IR NO PLANETA TERRA?
Dedão no mouse DJÁ!!! Promo confirmada! Zap’n’roll, em parceria com o portal Terra (onde a Dynamite está hospedada, claro), vai colocar você dentro do festival que vai abalar Sampa no dia 7 de novembro, no PlayCenter, e de graça! Então já começa a enviar seus e-mails lá pro hfinatti@gmail.com e boooooa sooooorte! Os nomes de quem vai pular de alegria e se acabar no indie rock do PT serão divulgados no blog na semana do festival, okays?
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E BYE BYE!
Domingão de sol em Sampalândia, finde acabando e mais uma semana começando... Zap’n’roll se vai, deixando aí embaixo o último registro em imagem das férias do blog em Macapá, que foram ótimas. Na pic, o blogger rocker e sua amada Rudja Catrine, tendo ao fundo a paisagem cinematográfica do rio Amazonas.
É isso, o amor vence distâncias. E mesmo que um dia ele não continue, Rudja estará sempre no coração zapper, por ela ser a garota mais genial que ele conheceu em toda a sua vida.
Ela é linda até não poder mais. E o zapper a amará para sempre, mesmo se um dia não estiverem mais juntos
Logo menos tem mais por aqui. Beijos nas crianças!
(finalizado por Finatti em 27/09/2009, às 17:30hs.)

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