A deusa Fernanda Lima, nua, na capa da primeira edição da Onze
* Beleusma? Vamos nelson então!
* Sério! Se você é "dimenor" e tem menos de 18 anos de idade, é recomendável que você não leia este post. Motivo: sexo (ops!), drogas (uia!) e rock’n’roll em excesso serão relatados a partir de agora nestas linhas rockers online. Quem avisa amigo é...
* Sexo I: que beleza a tesudaça Fernanda Lima, nua, na capa da novíssima revista 11, como você pode ver aí no alto do blog, na imagem que abre este post. A 11, feita pelo pessoal que inicialmente estava cuidando da edição brasileira da revista Vice, começa a circular (de grátis) na próxima semana e mais sobre ela você fica sabendo aí embaixo, na entrevista que Zap’n’roll fez com o editor Ademir Correa.
* Sexo II: já o xoxotaço loiro Josy, que participou do último Big Brother Brasil, e após turbinar os peitões como silicone e posar nua pra Playboy, agora ataca de... cantora, uia! Está em estúdio gravando um single, sob a produção de Rick Bonadio. Sério...
Mais um bocetão e ex-BBB vai tentar a sorte como, hã, cantora
* Drogas I: o zapper blogger maloker viveu uma autêntica aventura "gonzo" na madrugada do último sábado pra domingo pelas ruas de Sampalândia. Uma espécie de roteiro escrito por Hunter Thompson e drigido por Tarantino, como você também lê mais aí embaixo, no decorrer do post.
* DROGAS II: AMY PIPAVA NOS SHOWS! – Deu ontem na página de notícias do site da New Musical Express. A nossa amada diva cantante e loucaça Amy Winehouse, vejam só, conseguia pipar crack em seus shows! Quem soltou o verbo contando a história, claaaaaro, foi seu ex-macho, o Black Fielder-Civil, em entrevista à NME. Segundo ele, la Winehouse estava tão viciada em crack e cocaine quando ambos estavam casados que a moçoila, em seus shows, no intervalo das músicas, corria pro camarim pra dar uma "cachimbada" básica. Wow! Essa mulher é uma heróina, na cara larga! Zap’n’roll, que já fumou essa porra em sua existência junky (sendo que crack é uma única droga que o autor deste blog tem paúra), não consegue imaginar como Amy conseguia voltar pro palco e cantar diante de uma multidão estando "pipada", já que a "nóia" em que a pessoa fica após dar uma tragada na "pedra" é algo verdadeiramente pavoroso, e faz com que o usuário da bagaça não queira ver ninguém por perto. Das duas uma: ou o crack que é vendido na Inglaterra é uma droga mesmo (em termos de "qualidade"), ou Amy é uma super-junky, hihi.
* E só pra recordar aí embaixo, um dos muitos vídeos que circulam no YouTube, mostrando Amy dando uma pipadinha básica, uia:
* Rock’n’roll!!! O mondo pop volta a se agitar, vai vendo: a ainda graciosa Shirley Manson, que enlouqueceu homens e mulheres nos anos 90’, quando cantava à frente do Garbage, é a nova estrela rocker do Guitar Heroe.///O velho Echo & The Bunnymen não desiste: lança novo disco de estúdio em outubro, que vai se chamar "Foutain".///Já o cantor Manu Chao vai seguir o (ótimo) exemplo do Radiohead: o novo álbum dele, "La Colifata" estará logo mais totalmente disponível pra download, sendo que os fãs é que irão decidir quanto irão pagar pra baixar o dito cujo.///E o Horrors, um dos nomes mais badalados do novo rock inglês, está aí com o novo disco, "Primary Colours", que recebeu rasgados elogios na Ilustrada de hoje, do jornal FolhaSP. O cd, que não deverá ganhar edição nacional, pode ser "alcançado" em www.thehorrors.co.uk .///Sem Depeche Mode, mas com sir Paul McCartney! Yep, o ex-beatle e gênio de toda a história do rock’n’roll confirma nova visita ao Brasil (onde já tocou por duas vezes), para abril de 2010. Irão rolar shows em Sampa, Rio e em Brasília, onde o cantor e baixista irá tocar de graça em um mega concerto comemorando o aniversário da capital do país. Você, jovem leitor destas linhas rockers online, pode achar que o velho Macca já está ultrapassado e tal, mas o homem é gênio, ponto. E abalou este ano em sua apresentação no festival americano Coachella, onde teve que retornar ao palco para cinco bis (isso mesmo, cinco!). Adicione-se a isso o fato de que esta deverá ser sua última turnê mundial de grandes proporções (afinal, ele já está com 65 anos de idade), e chega-se fácil à conclusão de que não dá pra perder seus shows por aqui. Se você não for assistir o tiozão desta vez, um abraço e já elvis!
O velho Echo (acima) insiste em gravar discos. Enquanto isso o Horrors (abaixo) arrasa com o seu novo álbum
O graaaaaande Macca: shows no Brasil em abril de 2010, provavelmente os últimos de sua longa e gloriosa carreira rocker
* Mais sex, drugs and rock’n’roll? Pois não: vamos falar da Onze (e também da Vice, da Set etc.)
A MÍDIA POP BRAZUCA SE AGITA COM A ONZE
A história da Vice todo mundo já tá sabendo. A descolada e moderna revista de cultura pop americana, publicada também em vários outros países, chegou há pouco ao Brasil e já quase dançou em seu nascedouro por aqui. O número zero foi lançado e antes que a edição 1 começasse a ser distribuída, a editora Fina Flor, que estava cuidando da produção e circulação da revista por aqui, "tretou" com os publihsers da mesma e caiu fora da parada. E após um impasse que durou pouco tempo na verdade, a Vice Brasil foi incorporada por outra editora e já está aí, circulando com seu número 1(mais sobre isso mais aí embaixo no post).
Bão, e daí? Daê que a Fina Flor manteve a mesma equipe editorial para lançar agora a igualmente descolada e moderna Onze. Uma revista também de cultura pop bacana e que, tal como a Vice, também será distribuída gratuitamente em lugares badalados de Sampa, Rio e outras capitais brasileiras. Mas pra falar melhor sobre a nova publicação Zap’n’roll foi bater um papo rápido, via msn, com o editor-chefe da 11, Ademir Correa, que também já trampou (com louvor) na Rolling Stone Brasil. Enquanto o primeiro número da Onze não começa a circular (com a deusa Fernanda Lima nua na capa), você lê a entrevista com o querido Ademir e fica sabendo como será mais esta bem-vinda publicação dedicada à cultura pop.
Zap’n’roll – A Vice não deu certo na editora e agora vocês estão lançando a Onze. Qaual a diferença entre uma e outra?
Ademir Correa – A Onze é uma revista pop que discute o mercado brasileiro. Ela é feita por onze pessoas que estão no 11º andar. Todos reuniram suas experiências para lançar uma revista gratuita, distribuída em SP, RJ, Re e Poa. Ela fala de: moda, música, cinema, tv, arte, consumo, criação, ficção, guerra, política ambiental e crítica e os convidados de capa, como nesse caso, a Fernanda Lima, participam ativamente de cada edição. E as capas serão sempre assim, alguém que carrega uma mensagem pessoal. Quanto à Vice, fizemos a implantação do projeto no Brasil. Agora ela trilha seu próprio caminho.
Zap – Ok. Quais foram os critérios que levaram a revista a por a Fernanda Lima em sua primeira capa? Foram cogitadas outras personalidades para estampar a capa da primeira edição?
Ademir – Estávamos procurando uma pessoa pública, uma celebridade, que tivesse os mesmos valores da revista. Com crediblidade para discutir assuntos sérios. Fernanda, por exemplo, fez uma entrevista especial para nosso caderno de política ambiental falando de suas atitudes individuais ecologicamente sustentáveis. Ela sempre esteve ligada a esse selo "verde" e tem mudanças efetivas em seu cotidiano que servem de exemplo de uma nova atitude em relação ao mundo como o conhecemos.
Zap – Certo. E ela também será distribuída gratuitamente como a Vice, como você citou. Ou seja, ela precisará de um ótimo suporte publicitário para circular de graça. Vocês estão bem estruturados nesse aspecto? O mercado publicitário está sendo bem receptivo com o projeto?
Ademir – O mercado publicitário, que está em fase de planejamento de segundo semestre, está apostando nesse projeto, sim. A primeira edição tem alguns parceiros fixos. Ela será distribuída gratuitamente, terá seu pdf disponibilizado em nosso site e também terá uma versão em áudio. E temos alguns vídeos virais que explicam mais do projeto. A Onze segue essa tendência de publicações internacionais, distribuídas gratuitamente em grande tiragem.
Zap – Qual a tiragem inicial dela, onde será distribuida e qual a sua periodicidade?
Ademir – Será distribuída em faculdades, institutos de arte, museus, bares, clubs, museus e livrarias. Isso em SP, RJ, Poa e Re. A tiragem será de 22 mil exemplares.
MAIS SOBRE A ONZE
Pra você entender melhor a nova publicação, abaixo um resumo dela, através do pres-release distribuído pela editora FinaFlor:
* "A Revista Onze é composta de 11 cadernos - política ambiental, moda, música, cinema, consumo, crítica, tv, guerra, arte, criação e ficção -, tem projeto editorial diferenciado para conteúdo jornalístico, publieditoriais e anúncios, distribuição gratuita (22 mil exemplares impressos e acesso ilimitado no site com download completo da edição - incluindo os anúncios). A publicação é da editora Finaflor, que estuda há alguns meses a viabilidade editorial e comercial de uma revista pop com grande tiragem. Nosso consultor, o Ricardo Cavallini, fera de marketing (que você deve conhecer), permeou esse estudo de case em busca de um produto pop, viável e acessível. Assim, nasceu a Onze.
Para essa primeira, fechamos algumas parcerias comerciais e, no meio do caminho, encontramos também parceiros pop que acreditaram no projeto. Por isso, a edição vem com capa de Fernanda Lima (que colabora com uma entrevista especial sobre sustentabilidade e vida ecologicamente responsável) e matéria principal com Ney Matogrosso (em fotos e entrevista inéditas).
Já em política ambiental, trazemos uma análise sobre o impacto das sacolas plásticas na sociedade, uma pensata sobre nosso grande índice de reciclagem de alumínio e um editorial do artista plástico Caio Reisewitz com florestas brasileiras preservadas. Além disso, temos um perfil de Anne Hathaway (a Rainha Branca do novo filme de Tim Burton) e também revisitamos o clássico A Malvada. Ainda no bloco cinema, fizemos uma reportagem investigativa sobre o fenômeno dos downloads ilegais e os grupos virtuais de legenda e tivemos uma conversa com Matheus Souza, cineasta carioca autor de /Apenas o Fim /(longa com Erika Mader).
Na ficção, chamamos uma convidada especial, a escritora Andréa Del Fuego (autora do livro A Sociedade da Caveira de Cristal), revisitando os jogos de futebol em crônica exclusiva. No consumo, a diretora de arte convidada Luciane Pisani criou um mundo para nossos produtos.
Em nosso caderno de arte, contamos com dois ensaios especiais, de artistas plásticos que conversam entre si: Nazareno Rodrigues (brasileiro) e Yeondoo Jung (coreano) e, na criação (em que explicitamos processos criativos em geral) temos rascunhos de ilustrações de Titi Freak nunca antes vistos e também acompanhamos a montagem da exposição da fotógrafa Rochelli Costi. No caderno de moda, o fotógrafo Rafael Assef e o stylist Marcio Banfi fizeram o editorial "acordo, sonho, durmo" que fecha a edição.
A grande preocupação da editoria Finaflor, responsável pelo lançamento de livros-objeto de escritores/artistas como Xico Sá e Pinky Wainer, detentora do conteúdo das revistas Simples e Vice era trazer essa acessibilidade da cultura, e da discussão da mesma, para um público ávido por informação e conectado em multimeios. Um público que consome, mas tem poder de decisão".
E MAIS MOVIMENTAÇÃO NA MÍDIA POP
* Anyway, como já foi dito acima, a Vice enfim parece que vai continuar também no Brasil. O número um já está circulando e entre as matérias bacanas que estão nela, há uma entrevista com o cineasta Júlio Bressane, um dos gênios malditos do cinema marginal brasileiro. Outra matéria bizarra ali é a que mostra como funciona a maior fábrica de... consolos do mundo (uia!), que fica na Alemanha. O título da matéria: "Fantástica fábrica de consolos", hihi.
* Mais novidades na mídia pop, na área do cinemão. A histórica revista Set, que circulou por quase duas décadas e estava mal das pernas, parou de ser publicada há algum tempo pela editora paulistana Peixes. Agora, a publicação deverá começar a circular novamente, mas com sede no Rio e tocada pelo jornalista Mário Marques. Enquanto isso, aqui em Sampa, o jornalista André Forastieri prepara o lançamento da Movie, que também irá falar de... cinema, óbvio.
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MORE DRUGS ON POST – A MADRUGADA "GONZA" DO ÚLTIMO FINDE
Da série "coisas que só acontecem com o loki que está digitando estas linhas bloggers", hihi. Vai vendo: noite de sabadón boa pra dar um rolê diferente. Na sexta o zapper nem saiu de casa, pois a chuva e o friozaço que se abatiam sobre Sampalândia eram um convite pra ficar na cama, embaixo de um acolhedor edredon.
Mas no sabadão, o blog resolveu ganhar as ruas. Estava decidido a ir até o bairro do Belém, comecinho da zona leste paulistana, pra conhecer o bar Aeroflith, de onde já tinha ouvido boas referências. E com o velho amigo e super dj Adriano Pacianotto comandando as noites de sábado e fazendo o convite pra que Zap’n’roll fosse lá conhecer o local, lá se foi o sujeito aqui pra ver a parada, bastante voltada para gothic rock e anos 80’ – nada mal, afinal de contas. Mas quando o loki resolveu sair de sua house na Vila Mariana, é que as coisas começaram a acontecer, em um roteiro digno da dupla Hunter Thompson/Quentin Tarantino, conforme você verá/lerá agora:
* 23:30hs.: o zapper doidón sai da sua house (próxima à Praça da Árvore). Faz uma parada na padoca 24 horas do bairro, onde come um pedaço de torta de frios, que ele adora. Depois pega o metrô e resolve ir pro Alto do Ipiranga. Motivo e objetivo: dar uma "voltinha" em Heliópolis (hihi), e aproveitar pra se abastecer de "aditivos nasais", já que o sujeito não bricava com a coisa já há algum tempo.
* 0:20hs.: Zap’n’roll já chegou na "Helipa", pegou o que estava a fim e ruma de volta pro terminal Sacomã de ônibus. De onde ele está dá pra ir a pé até o terminal, mas como começa chover, ele tenta esperar um micro-ônibus que passa na Estrada das Lágrimas, vindo de São Caetano do Sul e em direção ao terminal.
* 1:00h.: depois de esperar quarenta minutos (!!!) no ponto, o zapper resolve enfrentar os cerca de 15 minutos de caminhada que os separam do terminal a pé mesmo. Pra "animar", resolve dar uma parada rápida e estratégica e mete um "risco" no seu nariz. O negócio funciona que é uma beleza e quando está chegando ao terminal, o autor deste blog já está, hã, "bicudo". Nisso, ele vai passar pela parte mais perigosa do trajeto, um túnel curto porém mega sinistro que separa a Estrada das Lágrimas da avenida do Estado e do terminal de ônibus. É quando vem em sua direção, correndo, uma morena de cabelos compridos, blusa de lã justa e peitaços enormes balançando em fúria. Ela: "me empresta teu celular, preciso pedir ajuda pro resgate! Acabei de bater meu carro ali na frente, a roda entortou e estou sem celular". Zap’n’roll, bicudo e algo em pânico, desconfia da história e sugere que ela vá com ele até o terminal pedir ajuda lá. Ela recusa e continua correndo, em busca de alguém que a auxilie. O jornalista gonzo, maluquete e bicudo resolve fazer o mesmo, mas em direção ao terminal. Atravessa o túnel em passo acelerado e quando chega do outro lado, verifica que, de fato, há um Audi prateado "porrado" na guia. Em volta dele, quatro ou cinco sujeitos com cara de "nóia" (na certa, pipadores de crack), que ao ver o sujeito aqui, indagam: "o carro é seu?". Zap’n’roll, lacônico: "não". E prefere sair andando mais rápido ainda, já realmente em pânico. Ao chegar finalmente ao terminal, se sente em segurança. Liga do celular pra sua amada Rudja, pra contar o que houve.
* 2:20hs.: apenas neste horário, o blogger vampiro consegue pegar busão no terminal, em direção ao terminal Parque D. Pedro, no centrão sinistro de Sampalândia. Chega rápido lá e consegue pegar outro buso até o metrô Belèm, que fica próximo ao Aeroflith.
* 3:00hs.: no metrô Belém, o zapper dá mais uma "narigada" e entra em contato via celular com o dj Pacianotto e sua bela girlfriend, a Denise. "Pelamor! Venham me buscar aqui, que estou ‘bicudo’ e sozinho e não sei chegar aí!". Denise pede paciência e diz que a dupla já está indo me pegar. Pra amenizar a espera, mais papos via celular com a amada Rudja.
* 3:30hs.: finalmente Pacianotto e Denise chegam e resgatam o autor maluco deste blog idem. Todos se dirigem pro bar, que fica bem próximo à estação do metrô. O ambiente é legal, o som também, há góticas tesudíssimas por lá, uma gigantesca (de mais ou menos 1,80m) e peitos enormes entabula um papo com o sujeito aqui mas ele, lesado de padê, tomando whisky e se lembrando que tem uma namorada que ama, prefere ficar sentado numa mesa conversando com Pacianotto e com o graaaaande Wlad Cruz, o homem do site Zona Punk.
* 5:30hs.: Wlad e amigos batem em retirada e dão uma carona pro blogger lesadão até o metrô Santa Cecília, onde ele finalmente embarca de volta à sua acolhedora kit da Vila Mariana. Tudo bem que o rapaz ficou "fritando" até quase meio-dia pra conseguir dormir. Mas... foi uma noite divertida e bizarra, no final das contas, hihi. Outra igual a essa só daqui a uns seis meses, já que o "tiozão" zapper não tem mais saúde pra enfrentar uma madrugada igual a essa a todo instante, uia!
E CHEGA!!!
Por enquanto é isso. O blogão agora tem que sair correndo pra resolver umas paradas e depois ir na Clash Clube, onde vai ter show do sr. Lobão. E amanhã, na chopperia do Sesc Pompéia, rola outro show bacana quando mr. Thunderbird e seu já clássico Devotos de Nsa. Aparecida lançam seu novo disco.
Enquanto isso, corre aí no finatti@dynamite.com.br, que continuam em sorteio por lá os kits da ST2 (com cds e dvds), os livros que contam a história do Projeto Grind (a domingueira rock já clássica de Sampa), mais discos novos do Reversa e do Cachorro Grande.
Certis? Então na sextona tem mais e estaremos em boa cia. aqui, provavelmente com o Ludov, Motores, Wry...
Até lá!
(finalizado por Finatti às 17:45hs.)

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