A volta triunfal do Blur, o novo Gossip... e Micahel Jackson is dead! (versão final em 26/06/2009)
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Uma banda gigante, de volta com sua formação original: o Blur arrasa novamente na Inglaterra
Brasil em campo.
E o blogon pensando no grande comeback com seu line up original, do mega amado quarteto inglês Blur, uma lenda viva – e pra lá de atual – do britpop dos 90’. E pensando também como o autor destas linhas rockers online continua achando futebol uma das bobagens mais desagradáveis que existe na história do esporte mundial. Sim, claro, a humanidade ama futebol (inclusive a linda e amada Rudja Catrine, musa zapper e girlfriend do blogger que adora ser voz discordante do senso comum, hehe. E não que Rudja seja uma garota afeita ao senso comum, longe disso, mas ela também gosta de futebol e Zap’n’roll respeita isso, sem problema), mas o blogon considera que as pessoas perdem tempo e energia demais discutindo as nuances que permeiam um esporte algo estúpido, grosseiro, agressivo, que se resume a vinte sujeitos (descontando-se os dois goleiros) correndo atrás de uma bola – e que geralmente ganham fortunas pra fazer isso, enquanto a grande maioria dos torcedores dos clubes se matam pra assistir jogos nos estádios, pagando ingressos caros e abrindo um sorriso desdentado quando seu time ganha. Enfim, nada contra futebol, mas existem esportes melhores e mais agradáveis de se assistir, esteticamente falando. E há também coisas mais importantes no mondo da cultura pop, rsrs. Como a volta do grande Blur. Ou o disco novo do Gossip. Ou o amor que une hoje Zap’n’roll e Rudja. Mas estes assuntos mais "importantes" você começa a ler agora, aí embaixo, no blog sempre bom de bola (ops) e de papo também.
* Ah, sim, jogo encerrado. E a seleção do Dunga bateu a África do Sul, por 1 a 0, no sufoco, aos 42 minutos do segundo tempo.
* Mondo dos muito ricos e famosos: a praga Gugu Liberato assinou hoje contrato com a rede Record, por oito anos. Deixa o SBT em março de 2010, após ficar 21 anos na emissora do homem do Baú. Nos domínios do bispado, vai ganhar R$ 3 milhões por mês – não, você não leu errado. Vem cá: não é muita grana pra uma pessoa só, ainda mais em se tratando de alguém que pouco ou nada fez para melhorar a qualidade da tv aberta no Brasil? É, pobre Brasil...
* E lá se foi Farrah Fawcett, a loiraça que acompanhou a infância do blogger popper nos anos 70’, quando ela brilhava no seriado "As Panteras". Farrah, um dos grandes sex symbols daquela época (quantas fantasias eróticas mirins não tivemos com ela?), era lindíssima e há três anos lutava contra o câncer. Perdeu a batalha hoje, aos 62 anos de idade. Boa viagem, loira inesquecível!
* BOMBA! WACKO JACKO TAMBÉM BATE AS BOTAS – Quinta-feira realmente neeeegra no mondo pop. Enquanto estas linhas zappers estavam sendo escritas, no final do dia vinha a notícia dos EUA: Michael Jackson estava internado em coma no Ucla Medical Center, em Los Angeles, após sofrer uma parada cardíaca em sua casa. Minutos depois, vinha a confirmação da morte de um dos maiores astros de todos os tempos da música pop. Ok, vamos esquecer por alguns momentos a vida bizarra do sujeito, as extravagâncias ao cubo, os escândalos de pedofilia nos quais ele se meteu etc., e nos lembrar apenas de um único detalhe: estamos falando do cara que gravou o álbum "Thriller". Só a existência deste disco já é suficiente pra inscrever o nome de Michael na história da música pop que importa, e também conceder a ele o adjetivo de gênio, algo inquestionável. O resto é o resto (e ele também fez muita coisa bacana além de "Thriller", embora sua trajetória artística tenha sido um autêntico fiasco na última década e meia). Anyway, a importância de MJ para a música pop já pode ser medida pelas reações da mídia e dos fãs mundo afora, à notícia de sua morte – o site da NME foi curto e grosso em sua manchete: "Michael Jackson is dead!". E em extensas sub reportagens informa, por exemplo, que nomes consagrados do rock alternativo (e mesmo mainstream) já estão preparando tributos ao cantor, como é o caso do graaaaande Blur, do We Are Scientists e do Calvin Harris. Enfim, é isso. Wacko Jacko tinha 50 anos de idade e estava preparando uma volta triunfal aos palcos a partir de julho, na Inglaterra, sendo que praticamente não havia mais ingressos para a série de shows. RIP, man!
* Da famosa seção "parem as máquinas!": a mega edição brasileira da Rolling Stone, em pleno trabalho de fechamento da edição de julho, teve que parar tudo, por conta da morte de Michael Jackson, e reformular quase toda a pauta. Não está descartada a possibilidade de que Wacko seja a capa de julho. A aguardar...
* Foi, enfim, a bomba desta quinta-feira friorenta e chuvosa, ao menos aqui em Sampa (ótimo que esteja assim, Zap’n’roll adora e fica ainda com mais saudade de sua distante girlfriend). Ofuscou até o mega bochicho em torno da volta do Blur e quase fez o blogon zapper reformular a sua pauta. Mas vamos em frente.
O BLUR VIVE!
(UM MINI DIÁRIO SENTIMENTAL)
O mega e tradicional festival de Glastonbury vai balançar a galera rocker britânica neste finde. E no sábado (leia-se amanhã), o ressuscitado quarteto britpop Blur, que Zap’n’roll sempre amou de paixão desde o primeiro álbmum (o "Leisure", lançado em 1991, já há longínquos dezoito anos), vai fazer o povo tremer em Glasto, ao som de "Boys & Girls", "There’s No Other Way", "Park Life", "The Universal", "Bettlebum", "Tender", "Coffe & Tv", "Song 2" e tantos outros hits fodásticos que vem embalando quem curte rock alternativo desde os anos 90’ até hoje. De volta com seu line up original (Damon Albarn nos vocais, Graham Coxon nas guitarras, Alex James no baixo e Dave Rowntree na bateria) o Blur, que é um dos gigantes do rock inglês até hoje, se tornou novamente assunto do dia com seu comeback. Está na capa da NME desta semana, está causando furor na web com os vídeos que já circulam no Youtube mostrando a banda em ensaios e shows pequenos para a nova turnê, e depois de ser headliner amanhã em Glastonbury, o quarteto irá tocar quinta e sexta-feira da semana que vem no Hyde Park, em Londres. Se você está pensando em ir em alguns desses três shows (o do Glasto ou um dos dois na capital inglesa), desista: os ingressos estão esgotados há meses.
O grupo merece tudo isso, claro. E falar dele aqui traz enoooormes e ótimas recordações ao blogueiro zapper. Tudo começou em 1988 na capital inglesa, onde os amigos Albarn, Coxon e James estudavam no mesmo colégio. E como todo bom inglês que se preza, quando se junta com mais amigos em um colégio ou faculdade, o que ele faz? Monta uma banda, óbvio. Não foi diferente com o trio, que logo recebeu a adesão do batera Dave Rowntree. Os ensaios começaram, shows idem e veio o primeiro álbum em 1991. "Leisure" era um bom disco, que carregava eflúvios de indie guitar rock britânico oitentista com algo de shoegazer. Chegou a ser lançado na época no Brasil em vinil (e Zap’n’roll, que então escrevia para a Istoé, recebeu um exemplar da gravadora Emi) e emplacou tanto lá como aqui dois singles, a linda "She’s So High" e a dançante "There’s No Other Way". Era também época de Espaço Retrô (o primeirão mesmo, na rua Frederico Abranches, em Santa Cecília, atrás da igreja que fica na praça em frente; o casarão que abrigava o bar não existe mais: foi demolido e em seu local repousa um terreno baldio, cercado por um muro) e de muitas noitadas maluca do blogger maluco por excelência (mas que está ficando tiozão e querendo sossegar na vida com uma certa garota nascida na Guiana Francesa, e que mora na capital do Amapá, rsrs). Muita cocaína nos banheiros do porão do sobrado, ao lado da pista, muito whisky, muitos peitos femininos "mamados" nos cantos escuros, muitas xoxotas fodidas também ali, em condições precárias – o que tornava tudo ainda mais excitante, sempre. Loucuras enfim de um jornalista rocker já quase trintão e que, com síndrome de Peter Pan, queria prolongar sua adolescência ao máximo possível. E sempre ouvindo Blur, na pista do Retrô ou na sua casa, ainda no apê da rua Frei Caneca.
Os anos passaram, a banda foi lançando álbuns cada vez melhores e o conjunto estourou em popularidade na Inglaterra com a obra-prima "Park Life". Editado em abril de 1994, é seguramente um dos vinte melhores discos de toda a história do rock. Famoso também por sua capa onde era mostrada uma corrida de cães (nada mais inglês, né?), além das fantásticas músicas que continha, "Park Life" narrava em crônicas de pouco mais de três minutos o estilo de vida muito peculiar dos ingleses, tudo com muita acidez e fina ironia. E essas crônicas foram alinhavadas em uma gama de canções que deambulavam por estilos tão díspares quanto a valsa, o heavy metal (sim!) e o notório britpop, o esitlo musical criado pela banda junto com seu arqui-rival, o Oasis (parentese altamente necessário: o autor deste blog sempre amou Oasis também, mas considera o Blur muito mais banda que o grupo dos manos Gallagher, musicalmente falando, e isso é inquestionável). Um discaço enfim, que chegou merecidamente ao topo da parada britânica (é, naquela época a internet ainda era novidade, não se baixavam músicas e discos a rodo na web e as pessoas ainda compravam cds) e embalou milhões de rockes mundo afora (o zapper aqui incluso na história, sendo que a resenha de "Park Life" foi umas das primeiras do autor deste blog publicada na saudosa edição impressa da Dynamite), com canções sensacionais como "Boys & Girls", "Tracy Jacks", "End Of A Century", "Bad Head", "London Loves" e a lindaça "This Is A Low" (outro parentese: já por volta de 1994 e morando no Cambuci, o zapper sempre movido a paixões tórridas por garotas rockers malucas como ele, tesudas e fodedoras, começou a namorar com a estranhíssima Luciana De Mattias. Estranha porque ela era culta e sagaz ao extremo, antenadíssima com cultura pop, mas sempre muito quieta, com um olhar enigmático e estudante de... veterinária, vejam só. Mas Lu também era bonita, carinhosa e adorava as mesmas bandas que o jornalista britpopper também gostava, entre elas o Blur, de quem Luciana amava ouvir... "This Is A Low". Anyway, foi um namoro bacana enquanto durou pois um dia a futura veterinária partiu e Zap’n’roll não soube mais dela, quer dizer, a encontrou alguns anos depois em São Thomé Das Letras, ambos conversaram um pouco e depois não se falaram mais. Luciana deve ter casado com um cara legal e se ela por acaso ler este post, fica um beijo e a saudade do blogão zapper pra ela).
Daí pra frente e com a carreira já consolidada, o Blur oscilou entre discos medianos ("The Great Scape", de 1995), alguns muito bons ainda ("Blur", de 1997, que sacudiu o planeta com a feroz "Song 2", redescoberta para as novas gerações rockers quando ela foi incluída como trilha de um comercial de automóveis; ou "13", editado em 1999 e que contém a fofíssima "Coffe & Tv", que gerou um dos clips mais geniais que se tem notícia na hsitória do pop. Quem não se emocionou com a história de amor, mostrada no vídeo, entre... duas caixinhas de leite??? Pois é, hehe), e pelo menos um francamente medíocre: o desastroso álbum "Think Thank", lançado em 2003 e que mostrava um Blur meio perdido musicalmente e pendendo para a música eletrônica. No meio das gravações do álbum o guitarrista Graham Coxon, inconformado com os rumos que o grupo estava tomando, resolveu cair fora e foi se dedicar à sua carreira solo. Enquanto isso o baixista Alex James se afundava em cocaína, champagne e noitadas regadas a tudo isso mais bocetas quentes e loucas pra foder com um astro pop (Alex conta tudo isso em detalhes em sua biografia "Bit Of A Blur", lançada em 2007 e onde ele conta como torrou milhares de libras em cocaine e champagne) e a carreira (a musical, plis) do conjunto parecia estar chegando ao fim.

Capa de "Park Life", a obra-prima do grupo
Ah, sim: antes do fiasco "Think Thank", a banda veio ao Brasil, em novembro de 1999, para um único show – em Sampalândia, óbvio, mas no medonho Credicard Hall. Era noite de domingo, Zap’n’roll se lembra muito bem, e o "elefante branco" da zona sul paulistana abrigava metade de sua lotação (cerca de três mil pessoas). Entre os fãs que estavam lá, o autor deste blog, acompanhado sempre das amadas irmãs Adriana (então grávida de sua hoje linda filhota, a Gabriele) e Vera Ribeiro. Descontando-se os eternos problemas de acústica do local, foi um show emocionante e que rendeu dezenas de fotos tiradas pelo sujeito aqui (em câmera ainda não digital, ou seja, as fotos foram reveladas depois no bom e velho papel fotográfico) e que estão guardadas até hoje em um álbum – se possível, algumas serão escaneadas e entram logo menos aqui neste post.
Foram seis anos sem tocar juntos. Nesse período, como já foi dito, Graham Coxon foi cuidar de sua carreira solo e Damon Albarn se dedicou à sua outra banda, o Gorillaz, que chegou a fazer bastante sucesso também, principalmente com o primeiro disco, homônimo, lançado em 2001. Mas aí bateu a saudade, os fãs nunca se esqueceram do amado Blur, Coxon e Albarn superaram suas divergências pessoais e musicais e eis que o grupo está aí novamente, inteiro, vivo, forte e chutando em pleno 2009, pra alegria geral da nação rocker.
É uma volta tão importante que vem sendo falada e comentada desde que foi anunciada, em dezembro do ano passado, quando a própria Zap’n’roll também comentou pela primeira vez o assunto. E o bochicho em torno dos shows que o grupo irá fazer neste finde em Glastonbury e na semana que vem em Londres, só foi ofuscado ontem, quinta, pela notícia da morte de Michael Jackson. Nem tinha como ser diferente e o próprio Blur não perdeu tempo, já anunciando que irá fazer um tributo ao mega astro da música pop durante os concertos deste final de semana.
Na boa, seria fodástico se esses quatro voltassem a tocar aqui, nesse velho brazilzão. Da nação que frequentou o Retrô até a turma que hoje circula pela Outs (Edu, um dos donos do bar, é fanático pelo Blur) e todo o baixo Augusta em Sampa, todo mundo iria se emocionar novamente na gig, cantando todas aquelas músicas que nos embalam já há quase vinte anos. E continuarão, pelo jeito, nos embalando por muito tempo ainda.
Seja bem-vindo novamente, grande Blur!
* Este mini diário-sentimental sobre a volta do Blur vai dedicado, claaaaaro, pra amada Adriana Ribeiro. E também pra Eliana Martins e pra Luciana De Mattias, esteja ela onde estiver. Beijos doces em vocês todas, garotas!
* Pra saber mais sobre a volta do grupo, vai lá: www.blur.co.uk
* Este diário sentimental foi totalmente escrito ao som de "Park Life", a obra-prima do Blur.
BLUR PARA AS MASSAS!
Aí embaixo, novamente com a formação original e ao vivo em recente apresentação em Londres. E também relembrando os clássicos clipes de "Song 2" e "Coffe & Tv".
Blur – "Bettlebum" ao vivo em Londres, no último dia 22 de junho
Blur – "Song 2"
Blur – "Coffe & Tv"
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SAIDEIRAS
* Yep, não adianta querer esticar o assunto neste post porque só da Michael Jackson em tudo quanto é lugar: na web, nos blogs, sites, telejornais, diários impressos etc, etc, etc. Uma autêntica avalanche cobrindo a morte do sujeito que mais vendeu discos de um único álbum na história da música pop. Então, é bom ir parando por aqui mesmo, né?
* Ah, sim, de última hora meeeeesmo: se você ainda é metaleiro e ainda bate cabeça com o metal velhusco e mezzo glam do Twisted Sisters, alegre-se: eles tocam dia 14 de novembro em Sampa, na sempre bacana Via Funchal.
* E o modesto mas bem bacana blog Hooraay, escrito por uma turma legal lá de Macapá, continua dando show de bola. Os posts mais recentes, produzidos pela gatona Rudja (claaaaaro!) falam da banda Metric, comentam a nova edição da Rolling Stone a vitória do Brasil ontem sobre a África do Sul. Dá uma passada lá (é só clicar nos links amigos, aí ao lado) que vale à pena e muito, ainda mais na pobreza que é este mar de blogs da net brasileira.
* E, sim, Zap’n’roll detesta Twitter, Facebook e essas bobagens todas que circulam pela web. Portanto pede, encarecidamente, que o povo pare de enviar e-mails para o autor deste blog, convidando-o a entrar nessas paradas, porque ele não vai entrar, okays?
* E, sim II: "Música para homens" (com o título já traduzido, hehe) é o novo álbum do Gossip, cuja resenha completinha você lê no próximo post. Claro, a Beth Ditto, com seus trocentos quilos e tatuagens, é uma figuraça fodaça. A banda é bacana, possui uma ótima vocalista de espírito punkster e foi uma pena ela ter cancelado sua participação no último (e extinto) Tim Festival, na última hora. Pelo menos o novo álbum está aí, né? (fora o "Live In Liverpool", que saiu há pouco no Brasil, via Sony). Então a gente fala melhor dele logo no começo da próxima semana, promessa de blogon zapper.
A figuraça Beth Ditto, vocalista do The Gossip, que lança novo disco (abaixo), e cuja resenha estará aqui, no próximo post zapper
O BLOGÃO INDICA
* Discos: o novo do Gossip, "Music For Men". E "Thriller", pra se recordar sempre o gênio que foi Michael Jackson, independente de suas estripulias extra musicais.
* Filme: ainda não foi ver "Loki", documentário sobre o gênio Arnaldo Baptista que foi comentado aqui na semana passada, antes de qualquer outro blog? Tá marcando, mané!
* Baladas no finde: elas andam meio assim, hã, repetitivas. Tipo: mesmas bandas e artistas tocando sempre nos mesmos lugares e pras mesmas pessoas (quem aguenta ainda ver/ouvir Wander Wildner no circuito Augusta/Barra Funda? Fala sério...). Tá na hora de as nossas sempre animadas casas noturnas do circuito rocker alternativo darem uma sacudida na sua programação, não? Como fez a Outs esta semana, inaugurando o bem-vindo projeto "Outs Lounge", às quartas e quintas-feiras, começando e acabando cedo (tipo das seis da tarde à uma da manhã), com discotecagem, bate-papo em clima de boteco e breja barata. Enfim, pra quem quer dar uma badalada pelos bares, aí vaí: hoje, sexta, tem Rock Rocket no Inferno (rua Augusta, 501, centrão rocker de Sampalândia), enquanto que o velho punk Wander Wildner dá as caras no Belfiori (rua Brigadeiro Galvão, 871, Barra Funda, zona oeste de Sampa).///Já no sabadão Vilania, Condessa Safira e As Radioativas sobem no palco da Outs (rua Augusta, 486), pra animar a galere. E lá na Funhouse (alô Dani Buarque, como vai essa simpatia loura? Bijokas!!!), na rua Bela Cintra, 567 (Consolação, centro de São Paulo), tem a volta do trio Betty57, agora contando com o boa praça Samuca na bateria. Vai nessa? Zap’n’roll vai não, hihi. O blog vai curtir uma festona junina no sabadão. Sério...
SACO DE BONDADES DE VOLTA!
Uia! E pra participar dele, basta enviar aquela mensagem honesta e carinhosa pro finatti@dynamite.com.br, que estão em sorteio:
* Três exemplares de "Tragam os cavalos dançantes", o livro que conta a história do Grind, a domingueira rock que abala o clube A Loca, em Sampa, há mais de uma década;
* Mais dois kits com dvds e cds, cortesia da sempre amiga gravadora ST2.
E guentaê que estão chegando uns ingressos por aqui pro show da Cat Power, mês que vem na Via Funchal. Semana que vem o blog deverá ter uma definição sobre isso.
E BYE BYE!
Agora acabou, mesmo. Semana que vem tem mais! Até lá!
(finalizado por Finatti em 26/06/2009, às 16:30hs.)

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