Dynamite

Entries for month: March 2009

Radiohead e Doherty (versão final em 19/03/2009)

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"Grace/Wastelands": o disco solo desse sujeio aí em cima é ok 

* Yessssss!!! Com título trocado e tudo, o post agora vai!

* Sim, sim, finalmente está chegando a hora! A banda de outra galáxia, capitaneada pelo ET mais querido do rock – mr. Thom Yorke, quem mais? – chega nesta quarta-feira (mais conhecida como amanhã) ao Rio De Janeiro. Na sexta, o Radiohead faz na Praça da Apoteose, na capital carioca, o primeiro de seus dois shows brasileiros, sendo que no domingo será a vez de Sampa delirar com a banda. Claaaaro que você, dileto leitor destas linhas zappers, está ansioso para ver e ouvir ao vivo aquele que pode ser considerado um dos grupos mais importantes surgidos no rock inglês na última década e meia. E a própria Zap’n’roll não vê a hora de assistir o quinteto ao vivo, pois espera por isso há pelo menos uma década. Assim, pode ficar tranquilo que o blogon ainda vai falar muuuuito de Radiohead por aqui esta semana. Na sexta, dia do show carioca, vem o "postão" do finde, com diário sentimental sobre a banda e também com os nomes dos vencedores de quem vai na faixa nas duas apresentações (calma! Quem for sorteado já será avisado por e-mail na tarde de quinta-feira).

* E no último domingo, na estréia do "braço" latino de sua turnê, na Cidade do México, o Radiohead mandou no palco este set list:

"15 Step"
"Airbag"
"There, There"
"All I Need"
"Nude"
"Weird Fishes"
"The Gloaming"
"The National Anthem"
"Faust Arp"
"No Surprises"
"Jigsaw Falling Into Place"
"Lucky"
"Reckoner"
"Optimistic"
"Idioteque"
"Fake Plastic Trees"
"Bodysnatchers"

Bis I
"Videotape"
"Paranoid Android"
"House of Cards"
"My Iron Lung"
"Street Spirit (Fade Out)"

Bis II
"Pyramid Song"
"Just"
"The One I Love (REM)"/"Everything In Its Right Place"

* Ou seja: vinte e cinco músicas fodásticas, resgate de clássicos absurdos como "Paranoid Android" e tals. Mas... cadê "Karma Police"? Pelamor Thom, coloca ela no set list! (se bem que, no show de ontem, segunda-feira, novamente na Cidade Do México, ela entrou no set list. E a banda tocou também... "Creep"! Então, vamos cruzar os dedos e torcer para que ambas sejam tocada aqui também)

* RADIOHEAD ONTEM NO MÉXICO! – Dois momentos da gig da banda na capital mexicana, quando ela tocou "Paranoid Android" e "Karma Police", dois classicaços da obra-prima "Ok Computer":

Radiohead – "Paranoid Android", ao vivo ontem, na Cidade do México

"Karma Police", também ao vivo e do mesmo show

* O set list completo de ontem é esse aí embaixo:

"15 Step"
"There There"
"The National Anthem"
"All I Need"
"Kid A"
"Karma Police"
"Nude"
"Weird Fishes/Arpeggi"
"The Gloaming"
"Talk Show Host"
"Videotape"
"You And Whose Army?"
"Jigsaw Falling Into Place"
"Idioteque"
"Climbing Up The Walls"
"Exit Music (For a Film)"
"Bodysnatchers"

Bis I:
"How To Disappear Completely"
"Paranoid Android"
"Dollars And Cents"
"The Bends"
"Everything In Its Right Place"

Bis II:
"Like Spinning Plates"
"Reckoner"
"Creep"

* Sim, o blog já sabe como todo mundo: o outro assunto quente do mondo rock esta semana é a nova banda (mais uma?) do gênio e genial Jack White, o homem do White Stripes e dos Raconteurs. Agora, Jack também ataca no Dead Weather, onde toca... bateria! (hã, Meg???), além de cantar. Também nos vocais do novo grupo está aquela delícia da dupla The Kills (que já tocou no Brasil), a W. E no baixo está o Jack Lawrence (também dos Raconteurs, of course) e nas guitarras um dos guitarristas do Queens Of The Stone Age. Mas enfim, depois estas linhas zappers falam mais do Dead Weather, que esta semana foi totalmente eclipsado (pelo menos em terras brazucas), pela visita da "Cabeça de rádio".

* Ah sim, e em Austin, no Texas, tá rolando mais uma edição do graaaaande South by Southwest, hoje uma das maiores vitrines do novo rock independente (e não só) que se faz pelo mundo. Uma renca de brasileiros toca por lá este ano, como o bacanão Garotas Suecas (alô Glauber Amaral! Saudações do blog e cuide bem de seus pupilos por aí!) e... bão, dear Luuuuuuuuuuuussssssssciiiiiiiiiiooooouuuuuuuusssssss, o homem da sempre imperdível Popload está por lá e quem quiser saber tuuuuuudooooo (uia!) sobre o festival, basta acessar o blog vizinho. Afinal, o iG paga super Luscious pra isso mesmo, hihi.

* E lá se foi a lendária e bizzara Clodovéia, ops, Clodovil. Todo mundo vai um dia, né? RIP, tia!

* E o que tá faltando aqui, nesta semana onde o assunto que domina tudo são os shows do Radiohead? Ah, sim: precisamos falar do estranho e calmo (e pouco rocker) "Grace/Wastelands", do nosso amado loucaço Pete Doherty.

DOHERTY, O GÊNIO JUNKY ESTÁ SÓ

Tipo assim: se você ainda não ouviu por aí (na net, no MySpace etc) a estréia solo de Pete Doherty, e espera encontrar em "Grace/Wastelands" – que chegou às lojas inglesas na última segunda-feira – algo na linha de "Time For Heroes" (dos Libertines) ou "Fuck Forever" (já um clássico da curtíssima carreira dos Babyshambles), esqueça. Pete (ou Peter, como ele quer ser novamente chamado de agora em diante) está sozinho e calmo, quem diria. Bastante melancólico, até. Ele trancou o rock na gaveta por quase 40 minutos (a duração de seu disco) e resolveu visitar outras paisagens sonoras. Mais bucólicas e tristonhas e menos barulhentas, sem aquele approach punk/garageiro que marcou a curta porém intensa trajetória dos Libertines (será que eles voltam?).

Doherty está quase trintão (tem 29 anos de idade). E continua doidaralhaço de plantão, frequentando as páginas de escândalos dos tablóides ingleses, fazendo visitas sistemáticas a distritos policiais e cortes judiciais e devorando heroína, cocaína, crack etc, como você devora prazerosamente um pedaço de torta de palmito na padaria da esquina. O apreço e apetite dele por aditivos ilícitos parece ser tão intenso quanto uma foda bem dada numa boceta quente e desvairada. E já se tornou um clássico a história contada aqui mesmo, nestas linhas zappers (quando o blog ainda era coluna), pela nossa amigona de Londres, a gatíssima jornalista Angélica Mary. Ela e uma amiga (que estava sendo "traçada" por um dos músicos do Babyshambles, bem no comecinho da carreira do grupo) foram até uma "festinha" na casa de Doherty, na capital inglesa. "Finas, quando entramos no lugar, já veio aquele bafo de haxixe na minha cara. E quando eu subi no andar de cima, vi um sujeito que tentava se equilibrar em pé e tocar uma guitarra, enquanto dava uma tragada num cachimbo de crack". Nem é preciso dizer quem era a figura.

Muita gente questiona seu talento, muitos não gostam do seu trabalho e alguns não vêem genialidade alguma nele como compositor, guitarrista e cantor. Mas (e isso não há como negar) Pete resgatou o estilo junky e maluco de existir e que andava em falta no rock’n’roll – chega a ser engraçado ler a descrição do sujeito no sissudo e careta site AllMusic: "a quintessência do rockstar, com todas as suas particularidades. Drogas, carros, mulheres". Sim, muuuuuitas mulheres, sendo que a mais famosa foi, óbvio, aquele xoxotaço que atende pelo nome de Kate Moss. Tudo isso deu fama e visibilidade master ao nosso querido maloqui. E independente de suas qualidades musicais (ou da falta delas), Pete Doherty se tornou um dos nomes mais comentados da recente história do rock inglês.

Mas ok, vamos lá, nos deter no aspecto puramente musical do rapaz, já que muitos dirão que é isso o que interessa aqui, afinal de contas. Pete fez muita música bacana em seus dois outros grupos (afinal, o Babyshambles vai continuar ou foi pro saco?). E sua formação, óbvio, é totalmente punkster. Pois em "Grace/Wastelands" ele simplesmente quase que limou as guitarras do álbum e concetrou sua criação em canções algo plácidas, tranquilas, meio tristonhas. Há até um certo eflúvio jazzy na melodia de "The Sweet By And By", construída apenas por pianos, alguns sopros e uma percussão suave (com a bateria sendo conduzida na base das baquetas "escovinha"), sendo que nem de longe se trata do melhor momento do álbum. Há mais charme e graça, por exemplo, em "Last Of The English Roses", o primeiro single de trabalho do cd e que possui um clima mezzo soturno, mezzo desértico, com violões e guitarras colocadas ao fundo da melodia. Fora isso há cordas (!) em "1939 Returning" e "Palace Of Bone" (essa sim!) pode ser considerada a grande faixa do disco, com seus violões em clima de "road song" e que se transformam, no final da música, em guitarras tratadas com um certo efeito psicótico. Ainda tem "Sheepskin Tearaway" (novamente algo jazzy) e mais melancolia fechando tudo, em "New Love Grows On Trees".

"Grace/Wastelands" tem a participação especial do amigo Graham Coxon (o sujeito que está de volta às guitarras do Blur), produção decente e não vai salvar o rock’n’roll, assim como também jamais deverá ser lançado em cd por aqui. O que pouco ou nada importa nestes tempos de internet. Portanto, como não custa nada e nem vai te dar trabalho, vá atrás dele na rede qualquer dia desses. No mínimo, você terá um compêndio de canções agradáveis para lhe fazer companhia em madrugadas solitárias regadas a bom whisky.

E EM CAMPÃO... 

A festança rocker foi boooa no último finde, na capital do Mato Grosso Do Sul. Era noite do blog Zap’n’roll no Barfly, e teve discotecagem do sujeito aqui, da Letz Spíndola (a rocker number one de Campo Grande, ao lado do também agitado Jean Gabriel, o homem que comanda as baquetas nos grupos Revoltz e Dimitri Pellz), além de ótimos shows das Facas Voadoras e do Dimitri, duas das bandas mais legais daquelas plagas. Aliás, a performance da vocalista Maíra, do DP, é coisa de louco! Além da garota ser uma gostosura (ops, com todo respeito, pois ela é a querida e dileta girlfriend do nosso brother Jean), ainda possui uma presença de palco avassaladora. Alguma casa noturna alternativa aqui em Sampa precisa trazer o Dimitri Pellz voando pra tocar aqui!

Foi, enfim, uma noitada agitadíssima e maluca ao cubo, onde a enfiação de pé (e nariz, o blogger maloquer vai confessar desta vez, hahaha) na lama foi grotesca. E a lesação já começou no hotel onde o autor destas linhas online estava hospedado. Resultado: quando chegou a hora de ir pro Fly, "pêgo" que estava, quem disse que Zap’n’roll queria sair do quarto? Mas o "dever" chamava e o blog foi. Quando chegou ao local onde iria rolar a putaria rocker, o autor deste blog junky teve novo surto de pânico. Foi correndo até seu amigo R., o "advogado samoano" de Finas Gonzo Thompson em Campão, e aí teve lugar o bizarro e inacreditável diálogo à la "Pulp Fiction":

Zap’n’roll – meu, me leva no hotel novamente! Quero tomar outro banho e tomar algo alcoólico urgente! Estou muito lesado e assim não vou entrar aí!

R – relaxa, Finatti! Você está bem!

Zap’n’roll – não estou não, juro!

R – Finas, estamos todos beeeeem loucos e estou sem condições de dirigir agora pois eu acabei de tomar um ácido!

Poin!

Foi isso, rsrs. A foto aí embaixo, e que já ilustra este post desde ontem, dá uma idéia de como foi a parada por lá.

E como sempre, o blogon doidon deixa os maiores beijos e abraços do mundo em seus amados amores de Campão: a Bia, Lorena, Ana Woodstock (autora da fotenha do zapper mandando bala nas pick-up’s e dando uma de rockstar, uia!), Letícia, Maíra, Jean, Pauliane, enfim, toda a turma mega amiga e bacana lá de Campo Grande.

Em breve, a gente aparece por lá novamente!

 

O jornalista gonzo zapper maloqui, dublê de dj e dando uma de guitar hero em Campão, hihi (foto: Ana Woodstock)

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E NO POST DE AMANHÃ...

Mega diário sentimental sobre o Radiohead. Quem vai na faixa nos shows (os dois felizardos, a essa altura, já foram avisados via e-mail), além da desova de outros prêmios. Ah sim, não esquecemos não da parada de estar presente na história recente do rock através das capas de algumas edições da saudosa Dynamite impressa.

Mas isso tudo e mais aquilo outro (que história é essa de nosso querido mr. Alderrrraba, asessor para assuntos pop de mr. Obama e o homem que edita o Guia da Rolling Stone, dizer no Orkut que o Oasis é o Deep Purple do britpop? Injustiça da grossa! E vamos provar porque amanhã, hihi) contamos amanhã, em novo post, porque esse aqui já elvis. Já em climão de "cabeça de rádio", o blogon se vai mas volta daqui a pouco. Ana Laura: cuide sempre do coração de quem você ama, porque o seu está sendo muito bem cuidado!

(finalizado por Finatti em 19/03/2009, às 17:50hs.)

Gallaghers in Brazil, Pete Doherty, Campão...

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Olha só quem está voltando ao Brasil 

* Zap'n'roll a caminho de Campo Grande (MS), carinhosamente mais conhecida como Campão, hihi. Yep, o blogon campeon de agitaçon anima noitada rocker master nesta sextona na capital de Mato Grosso do Sul, no Barfly, com showzaços dos grupos Facas Voadoras, Dimitri Pellz e discotecagem campeã do blog, claaaaaro!

* Por isso, postzinho mini, só pra marcar presença e não deixar nosso leitorado saudoso, okays? Na sexta-feira ou sábado, direto de Campão, a gente manda maaaaais aqui.

* PETE DOHERTY! – A essa altura a humanidade interessada em cultura pop e no melhor rock indie de ponta inglês, já caiu de boca no álbum solo do nosso amado (anti) herói Pete Doherty, lá no MySpace. Ele mesmo, o loucaço que já foi Libertine, continua sendo Babyshamble e agora também resolveu dar uma “voltinha” sozinho. “Grace/Wastelands”, que sai oficialmente na Velha Ilha na próxima segunda-feira, 16 de março, está disponível para audição completa na página de Pete no MySpace, é só ir lá e ouvir (e é óbvio que ele também já vazou na net). Assim que o blogger maloquer voltar de Campão ele irá fazer uma beeeeela análise sobre o disco, okays?

 

Guentaê mais um pouco, que o blog logo fala do disco solo desse sujeito aí em cima 

* OASIS! – Indies kids em polvorosa, fãs do britpop já arrancando os cabelos. Se você deu uma bisbilhotada no MySpace do combo liderado pelos manos Gallagher, já deu de cara com as datas da quarta visita do Oasis ao Brasil, em maio próximo. A tour brasileira da banda começa em 7 de maio no Rio de Janeiro (com gig no Citibank Hall), depois chega a Sampa no dia 9 (sabadão, uhú!), quando o quarteto toca no horrendo estacionamento do Anhembi, prossegue em Curitiba no dia 10 (na Pedreira Paulo Leminski) e termina dia 12 em Porto Alegre, com show no Gigantinho. Não custa lembrar: o Oasis vem pra cá a bordo da tour do sensacional “Dig Out Your Soul”, que eles lançaram no ano passado e que é um dos quatro melhores discos da carreira deles.
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* Uma história digna de “Transpotting” ou do “Please, Kill Me”: cinco malucos absolutamente lesadaços de tudo num apê, às nove da manhã de domingo, após enfiação total de pé na lama na madrugada. Um deles resolve esquentar um prato no microondas (até aí, nada demais) e, em seguida, também resolve colocar no mesmo microondas, pra “esquentar” o dito cujo, um... cartão de bilhete único. Resultado: o forno quase explodiu e o cartão saiu tostado de lá. Você consegue imaginar a cena? Não? Um dia Zap’n’roll conta em detalhes essa história bizarra ao cubo...
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A NOVA ROLLING STONE – Tem U2 na capa (óbvio), entrevista com a deusa Scarlett Johansson na seção P&R e mais um monte de pautas bacanas. Nas bancas a partir de hoje, quarta-feira.

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Pouco, neeé? Mas sabadón vem mais de Campão, certis? O blog vai ali, terminar uma parada pra próxima edição da Rolling Stone e depois volta aqui na área. E deixa um super mega beijo na fofa Nathália Machado, “beuda” queridaça (kkk), já que este post foi escrito diretamente do laptop da garota.

Ana Laura: amor eterno pra garota mais linda e descolada do mundo!

(enviado por Finatti às 17:25hs.)

Yeah Yeah Yeahs, enfim (e Happy Mondays também!)

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A deusa Karen O' em ação no Tim Festival, no Brasil. O YYY voltou com mais um discão 

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Yep, o título do post foi trocado. Pra ficar mais de acordo com o conteúdo, hihi.

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Tipo a situação tá assim:
Ontem o zapper foi pegar uma telona (que ele adora),ao lado das amadas Adriana Ribeiro e Ana Laura (mais moderna impossível, com suas unhas pintadas de vermelho, seu óculos algo geek, seu extremo bom gosto em termos de vestuário e visual - não é à toa que a garota é graduada em design digital - seu tesudíssimo gosto pelo melhor da cultura pop na música, cinema e literatura etc. Junte-se a isso o fato de ela ser negra e pronto: adivinhem como está o coração do blogger rocker pela garota...). Foram assistir "Milk", que muita gente já assistiu e que é mesmo sensacional, fodaço e sobre o qual falamos mais um pouco ainda neste post. E depois... bien, depois cada um pra sua casa. Yep, Zap'n'roll não sabe como foi a primeira noite do Grito Rock Fest em Sampa (lá na Livraria da Esquina, na Barra Funda), e se algum leitor esteve ontem por lá, o espaço aqui está aberto para comentários. O motivo da não ida é muito simples: hoje o GR continua nos bares Outs e Kitsch e pelo menos neste último, o autor destas linhas online irá estar, para acompanhar Los Porongas e Seychelles (e na Outs também vai ser imperdível, como Madame Saatan, Capim Maluco, The Melt e Ultimato). Amanhã, mais conhecido como sábado, o GRSP acaba na Outs, com Porcas Borboletas e Cérebro Eletrônico, mais discotecagem campeã do blog, em sua residência mensal cada vez mais bombada por lá. E, ufa!, no domingo o blog ainda vai acompanhar os fodões Macaco Bong e Pata De Elefante no Itaú Cultural, não apenas pra curtir os shows em si, mas também pra entrevistar os dois trios pra uma parada bacana aí que vai rolar naquela mega revista de cultura pop brazuca. Com tuuuuudo isso e ainda tendo que fazer um belo post pra hoje, falando do ótimo "It's Blitz", do Yeah Yeah Yeahs, e de mais alguns assuntos bacanas, era melhor mesmo o blogueiro baladeiro ficar em casa na frente do compu, na madrugada de quinta pra sextona rocker e master na cidade. E então, cá estamos e vamos nelson porque, conforme prometido aqui mesmo ontem, a parada vai ferverrrrr por aqui hoje (ainda mais com esse calor insuportável, que não dá trégua. Puta que pariu São Pedro! Manda um refresco aê, rsrs).

* Então é isso: conforme já falado no post anterior, "Grace/Wastelands", o primeiro álbum solo do seu, do nosso amado e loucaço Peter Doherty, ganha as lojas do Reino Unido em seu formato físico na próxima semana - mais especificamente no dia 16 de março. O disco, que está sendo aguardado na Velha Ilha como a segunda vinda de Cristo à Terra, já pode ser ouvido em vários blogs musicais e sites de compartilhamento de arquivos musicais. E o blog zapper ainda está, hã, digerindo a obra e promete falar dela em detalhes dela na próxima semana, já que hoje o álbum novo do YYY tem prioridade aqui. Mas Pete é o que todo nós sabemos: junky e genial ao mesmo tempo. E fez um disco solo à altura do seu passado nos Libertines e também à altura do que tem feito no Babyshambles. Aliás, sobre as duas bandas, antes que você pergunte: sobre os Babyshambles, nem um pio nas últimas semanas. Sobre os Libertines, conforme entrevista publicada com Pete na NME (e como já bem observou um leitor do blog), o guitarrista e vocalista garante que o grupo volta em breve - buenas, pelo menos Doherty e Carl Barat reapareceram juntos semana passada, na festona de entrega do NME Awards, em Londres. E aê, será que volta mesmo?

* O que não volta, pelo jeito, é o Tim Festival. Conforme já noticiado pela net, a operadora de telefonia movel italiana decidiu cancelar seu patrocínio tanto para o festival quanto para o Prêmio Tim de Música. A real é que, como já bem dito por aí, o Tim Festival chegou a ser um dos eventos musicais mais importantes do país, em termos de trazer pra cá nomes fodões do pop internacional, consagrados ou que estavam apontado novas tendências para a música. Basta lembrar que pelo Tim (e também em sua fase anterior, quando se chamava Free Jazz) passaram nomes como Grandaddy, Belle & Sebastian, Sonic Youth, Strokes, Yeah Yeah Yeahs, Arctic Monkeys, Kraftwerk, MGMT e muuuuitos etcs. Mas com o passar dos, o festival foi sendo "atropelado" por eventos de maior envergadura, até chegar ao grande fiasco que ele foi em 2008. Anyway, a crise financeira global tá brabíssima, as grandes companhias estão meio boladas em patrocinar grandes eventos e só resta aguardar pra ver se a Dueto (que produzia o Tim Festival) consegue um novo patrocinador pra bancar a edição deste ano, como é sua intenção. Mas como Tim, o festival definitivamente já elvis.

* AH, A SAUDOSA MANCHESTER... - Entonces, a MTV já se deu conta da enooooorme burrada que fez ao entupir sua grade com programas de auditório e está voltando a aumentar consideravelmente o espaço dedicado aos clips em sua programação. Tanto que o Lab já migrou das madrugadas (onde estava enjaulado) também para a programação diurna. Até aí, ótimo. Melhor ainda foi o autor deste blog ligar a tv ontem no canal, na hora do almoço, e dar com os olhos no "Lab ao cubo" passando, de uma porrada só, três vídeos do sensacional Happy Mondays, em sua fase verdadeiramente gloriosa - aquela que foi da estréia da banda, em meados dos anos 80', até o clássico "Pills'N'Thrills Bellyaches", lançado em 1990. Contratado da lendária Factory (o selo que deu ao mundo o Joy Division e o New Order), o HM foi a melhor tradução da inesquecível geração "madchester", aquela que deu início à cultura das raves e que pôs o mundo pra dançar combinando guitarras indie com bases altamente dançantes. Foi com essa fórmula que o grupo estourou com o single "Hallelujah", de 1989, e se tornou o nome mais quente do rock inglês de então. O resto da história todo mundo já sabe (ou talvez nem tanto, se você tem quinze anos de idade): o disco de estréia do grupo, o já citado "Pills"n"Thrills", varreu a Inglaterra como um furacão. A banda era doidaralhaça e consumia toneladas de drogas, das mais variadas possíveis. O vocalista Shaun Ryder vivia chapado em tempo integral e o conjunto, no auge da fama, só se apresentava se o contratante do show também levasse para o palco (e pagasse o cachê do sujeito) o Bez. E quem era Bez, afinal? Um maluco que não fazia nada no grupo, apenas dançava como um loki enquanto os Mondays tocavam seu repertório. Há muitas lembranças que povoam a memória zapper em relação à banda e o blog sempre adora relembrá-las. Por exemplo: eles vieram ao Brasil, em 2001, na segunda edição do Rock In Rio (que rolou no Maracanã). Só que tocaram numa terça-feira em que caiu uma chuva torrencial na capital carioca. Moral da história: "apenas" uns vinte mil abnegados foram ao Maraca conferir de perto o indie guitar dance de Manchester e Zap'n'roll se arrepende até hoje de não ter ido ao show. Ainda mais que Ryder deu entrevista à rock press brazuca, antes de embarcar pra cá, afirmando que "iria trazer mil tabletes de ecstasy para consumir no Brasil" (logo em seguida, ele "desdisse" o que disse, alegando que "não estava a fim de experimentar as prisões brasileiras", hihi). O primeiro "fim" dos Mondays (o conjunto voltou à ativa há alguns anos e lançou o álbum "Uncle Disfunktional" em 2007, sem muita repercussão) foi tão trágico quanto hilário: após o estrondoso sucesso do primeiro disco, os caras viviam chapados e não conseguiam compor material para o segundo disco. A Factory, em desespero, decidiu mandar a banda gravar nas Bahamas (pois "espiões" da gravadora haviam constatado que não haviam drogas nas ilhas caribenhas). E assim foi: o grupo foi gravar lá. E logo depois, tanto os músicos quanto a própria Factory descobriram que nas Bahamas havia todo o crack do mundo. Moral da história: os malacos só pararam de "pipar" quando trocaram as próprias roupas pela pedrinhas, o conjunto gravou o horrendo álbum duplo (!) "Yes, Please!", fez a Factory torrar meio milhão de libras na gravação (boa parte da grana gasta adivinhem em que...) e o disco foi um completo fracasso, falindo o célebre selo alternativo britânico. Enfim, são histórias malucas como essas que tornam o rock'n'roll apaixonante e que vieram todas à memória do zapper saudoso quando ele viu, na MTV, os clips de "Allelujah", "Kinky Afro" e "Step On" (esta, com um groove matador de piano e que será incluída no set list da discotecagem do blog amanhã, no clube Outs em Sampa). Zap'n'roll dançou horrores Happy Mondays nos anos 90', na pista escuríssima do Hoellisch, na praça Roosevelt - naquela época, centrão podrão e perigoso de Sampa. E dançava sempre de blazer preto, chapado de álcool e outros aditivos. Bons tempos, bons tempos que não voltam mais... Manchester e sua inesquecível geração Madchester deixa saudades, até hoje.

* HAPPY MONDAYS AQUI:

Em uma versão ao vivo da classicaça "Kinky Afro"

* E já que falamos tanto em Manchester, é bom avisar: está confirmada a volta do Oasis (que também é de Manchester, oras) ao Brasil. Em maio. Podem começar a preparar as gargantas pra cantar junto todos aq ueles maravilhosos hinos do britpop, criados pelos manos Gallagher.

* E já que se falou tanto no saudoso rock inglês dos 90', vamos voltar ao melhor rock'n'roll do presente. Com o Yeah Yeah Yeahs, claaaaaro!
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YYY - A BANDA DO FUTURO, HOJE!
Desde que surgiu em Nova York, em 2000, o trio Yeah Yeah Yeahs (formado pela estilosíssima e gostosíssima vocalista Karen O’, pelo guitarrista Nick Zinner e pelo baterista Brian Chase), deixou claro que sua intenção era soar rocker, mas incorporando ao velho estilo musical que encanta gerações uma certa "modernidade" que talvez só seja possível mesmo neste milênio dominado por internet, pela velocidade da informação, pelo avanço tecnológico desvairado, pela economia globalizada (e semi-falida) e aquecimento global (estamos todos tostando em um mega forno de microondas neste verão, não é?). "It’s Blitz", o terceiro álbum do trio e que chega às lojas no no antiquíssimo formato do cd no próximo dia 9 de março (deverá sair no Brasil, pela Universal), confirma que o YYY pode traduzir o futuro da música pop (ainda dá pra falar em futuro da música pop, quando aparentemente a autofagia futurista a tudo já devorou?) para os dias atuais. O cd não é melhor do que o anterior, o imbatível "Show Your Bones". Mas é beeeem legal de se ouvir como um exercício diáfano de como guitarras e eletrônica podem conviver em harmonia em um mesmo disco.

O YYY mudou para melhor, isso é inegável. Começou algo capenga com "Fever To Tell" em 2003 (que saiu no Brasil, assim como o segundo álbum também). Karen O’ demonstrava possuir competência vocal mas ainda era imatura como cantora e front-woman de banda de rock e gritava demais, em inflexões descontroladas. As guitarras eram por vezes estridentes em excesso, e as melodias soavam confusas e mal resolvidas na maioria das faixas do cd. Tudo isso mudou no trabalho seguinte, onde a banda deu um salto monstruoso de qualidade: burilando as canções, buscando referências no pós-punk inglês e investindo em baladas bem construídas, o trio nova-iorquino fez de "Show Your Bones", lançado em 2006, um dos melhores discos do rock dos anos 00. Trata-se de um cd que ainda pode ser ouvido com prazer absoluto três anos após seu lançamento. E isso, numa época em que bandas surgem e desaparecem com a velocidade de um peido fedorento, já é um espanto.

 

A capa de "It's Blitz" 

Não se sabe se o novo "It’s Blitz" terá prazo de validade, hã, tão longo na preferência de quem o ouvir. Mas o YYY já marcou mais um gol ao ter a coragem de mudar sua sonoridade mais uma vez. As guitarras estão mais contidas no álbum e os sintetizadores entraram arrasando em cena. Isso confere ao single "Zero" e à fodástica "Heads Will Roll" (uma música poderosa, talvez a melhor de todo o cd, que une elementos de rock, electro e pós-punk inglês, em uma interpretação avassaladora de Karen, principalmente no final da canção, onde ela demonstra ter aprendido a possuir total domínio de suas possibilidades vocais), um gosto electro-dance-garage-rock como poucos grupos sabem densenvolver hoje em dia – digamos que estamos diante de um CSS mais rock (ou nem tanto, já que o CSS também ficou mais rock em seu segundo disco). Além disso, dá gosto ouvir canções como "Soft Shock" (com seu quê de "sinth pop" oitentista, mas "envenenada" pelas ainda presentes guitarras de Nick Zinner), rocks mais agressivos (mas temperados com sinths) como "Shame And Fortune" ou baladas tramadas com viés eletrônico, como em "Skeletons" ou "Little Shadows", que fecha com certa melancolia o cd.

Um cd que poderá entrar na lista dos melhores de 2009, ou não, a depender do que ainda vem por aí. Mas ao menos "It’s Blitz" sinaliza que a última coisa que o Yeah Yeah Yeahs quer é ficar estagnado. E isso eles não estão, definitivamente.

ZAP’N’ROLL DJ SET ON TOUR

Só alegria rocker nas pick-up’s mais descoladas da indie scene nacional. Neste sábado, o blongon agitadon vai estremecer a pista do clube Outs (lá na rua Augusta, 486, centrão de Sampa), animando ainda mais a já animadíssima última noite do Grito Rock SP, que vai ter showzaços por lá dos Porcas Borboletas (de Uberlândia) e do genial Cérebro Eletrônico.

Já na semana que vem a parada é em Campo Grande (MS), onde o blog vai comandar uma noite zapper especial no bem agitado Barfly, em ótima companhia das bandas Facas Voadoras e Dimitri Pellz. Em negociação: São Carlos e Rio De Janeiro.

 

Vai perder? Se perder, vai ter como castigo ouvir as coleções completas do Willie Nelson, hihi. Ou do Julio Iglesias, uia!

SAIDEIRAS

* MUDANDO DE CASA – Amy voltou pra Londres e aproveitou pra mudar de residência. E aí os jornais publicaram essa foto aí embaixo da nossa querida junky, enquanto ela fazia os preparativos da mudança:

 

Miss Winehouse, quase pelada (huuummm...) e mudando de casa

* GAROTA NOVA NO PEDAÇO – Naná Rizzini toca bateria e canta. E faz sua estréia nos palcos paulistanos no projeto Cedo & Sentado, do StudioSP (rua Augusta, 591, centro de Sampa), na próxima terça-feira, a partir das nove da noite, de grátis. Segundo a querida Marildinha Vieira, a garota manda muito bem. Zap’n’roll vai lá conferir o show, vai ouvir o disco que ela está lançando e depois conta aqui o que achou.

* ELE FEZ ANIVERSÁRIO! – Quem? Ora, o queridaço super monge japa zen, mais conhecido como Pablo Miyazawa, um dos editores da Rolling Stone, dileto amigão deste espaço rocker online e, sem nenhum favor ou puxação de saco (que ele não precisa disso e nem nós também), um dos profissionais mais competentes do atual jornalismo dedicado à cultura pop no Brasil. Além de trampar na RS, o super Pablito ainda escreve um blog sobre games (sua especialidade), que pode ser lido em http://colunistas.ig.com.br/gamerbr/. Pessoa amada por todos no meio pela sua simpatia, simplicidade e por possuir zero de arrogância, don Pablito merece os parabéns zappers, ainda que com alguns dias de atraso. Abração aê, dear! E que você continue ainda por muitos anos no jornalismo cultural brazuca.

* BALADAS NO FINDE – Sampa vai ser dominada neste finde pela edição local do festival Grito Rock 2009, como você já cansou de ler aqui. Vai ter Los Porongas e Seychelles hoje no novo bar Kitsch (na rua Vergueiro, próximo ao metrô Vila Mariana, zona sul paulistana), Capim Maluco, The Melt, Ultimato e Madame Saatan na Outs e mais Porcas Borboletas e Cérebro Eletrônico também na Outs, mas amanhã. Como se não bastasse, ainda vai ter showzaço hoje dos trios instrumentais Macaco Bong e Pata De Elefante lá no Inferno (rua Augusta, 501), sendo que a dobradinha se repete no domingo, no Itaú Cultural, às oito da noite, com entrada free. Fora que tem Forgotten Boys amanhã, também no Inferno. E você ainda vai reclamar que não tem o que fazer fora de casa? Porra, sai da frente do compu e vai pra rua, cacete!

* A VOZ SEM IGUAL – "Milk, a voz da igualdade", como o blog comentou logo no comecinho deste post, é um libelo fantástico em defesa de todas as minorias e contra qualquer tipo de preconceito. Gus Van Sant mostra mais uma vez que é um diretor de primeira, que sabe extrair belas imagens e conduzir um ótimo roteiro baseado em um fato verídico – no caso, a ascensão do ativista gay americano Harvey Milk, que acabou se tornando o primeiro homossexual assumido a conseguir se eleger para um cargo político em São Francisco, para logo depois ser covardamente assassinado por um adversário político. Sean Penn dá uma interpretação fantástica a Milk (não foi à toa que ele ganhou o Oscar de melhor ator pelo seu desempenho) e, em seu final, o filme chega mesmo a emocionar. Portanto, se você ainda não viu, vá correndo assistir. E como este blog sempre diz: no dia em que todos nós aceitarmos e respeitarmos as diferenças de cor, raça, sexo e religião de nossos pares, o mundo com certeza irá se tornar um lugar muito melhor para se viver. Zap’n’roll odeia qualquer tipo de preconceito, seja ele de qualquer espécie. E sempre terá o maior carinho e amor do mundo por gays, lésbicas, negros, idosos, judeus, palestinos e todos os que sofrem diante do preconceito da grande, conservadora, reacionária e estúpida raça humana.

PRÊMIOS, CALMA QUE ELES SAEM

A semana que vem botamos a casa em ordem nesse quesito, palavra de blog enrolado. Então continua indo firme e forte lá no finatti@dynamite.com.br que além dos DOIS INGRESSOS pro show do Radiohead, ainda tem:

* Novo cd do Pública;

* Cd de de estréia do grupo Dest_Lado;

* Kit de cds da gravadora Objeto Sono;

* E cinco dvds da série "Toca Brasil", com o graaaaande Los Porongas, gentilmente ofertados aos leitores do blog pelo Itaú Cultural.

BYE BYE BRASIL

É isso? É isso. Semana que vem a correria ainda vai se grande (o sujeito aqui vai parar em Campo Grande), por isso os posts serão novamente um pouco menores. Mas a gente vai falar do disco do Pete Doherty, sim. E de mais algumas coisitas que você só lê por aqui mesmo. O blogon se vai, desejando muito rock pra galere e deixando um beijaço de língua na mui amada Ana Laura.

(finalizado por Finatti às 17:35hs.)


E com vocês...

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Ele é louco, ele é junky, ele é genial. Pete Doherty lança enfim seu primeiro álbum solo (cuja capa você vê aí embaixo), na próxima semana. E amanhã o blog fala mais dele e do disco

 

Sexo, drogas, maluquices, rock'n'roll da melhor qualidade. O ano finalmente começou a pegar fogo e a maior prova são os lançamentos que estão pipocando lá fora. Então, colaê amanhã (mais conhecida como esta sext-afeira), que o blogão campeão de infos quentes e atualíssimas, vai destrinchar em detalhes o novo discão do Yeh Yeah Yeahs (o "It's Blitz"), vai falar do enfim vôo solo do loucaço e genial junky Pete Doherty e muuuito mais.
Tem Grito Rock bombando em Sampa neste finde? Tem! Tem Oasis vindo pro Brasil? Também! Tem Tim Festival este ano? Ops, não tem mais, hihi. Tem DJ set fodaço do blog neste sábado no clube Outs/SP? Claaaaaro que tem!
Buenas, vá se preparando aí do outro lado do micro que logo mais a parada vai ferverrrrr por aqui. Promessa de blogger doidão e rocker, yeah!
Até já!

(enviado por Finatti às 20hs.)


Blitz! Documentos! (do U2 e do YYY)

16 Comentários »

 

 

Karen O', linda e poderosa como sempre. O Yeah Yeah Yeahs está de volta! 

* Puuuuuuuuuutaaaaaaaaaa preguiça pra abrir post novo, muito por causa do calor infernal que insiste em atormentar a vida de nós, pobres paulistanos. Mas como o blogon faz suas as palavras daquela famosa velha canção ("eu tenho tanto/pra lhe falar...", uia!), e como a perua doida e futura bióloga preferida destas linhas zappers malucas (neeé, Nathália Machado!) intimou a abertura de um novo post nos comentários dos leitores, cá estamos nós, enfim. Mas em postagem modesta, porque no finde sempre tem maaaisss.

* A semana está agitadíssima, claaaaaro, aqui e lá fora. "No Line On The Horizon", o novo e esperadíssimo álbum de estúdio da - atualmente - maior banda da Terra (o U2, óbvio) acaba de chegar às lojas do mundo inteiro, Brasil incluso. E o também novo e muuuuito aguardado novo álbum do trio nova-iorquino Yeah Yeah Yeahs (uma das bandas do rock do novo milênio preferidas destas linhas rockers online), "It's Blitz", já vazou total e toca bonito em qualquer rapidshare ao alcance do seu mouse.

* A capa do novo discão do YYY é essa aí embaixo, inclusive:

 

* E a lindaaaaaaa Karen O' continua mais tesuda do que nunca, não?

* Sampalândia, por seu turno (nuoffa, que expressão, hã, mais austera pra se usar num blog de cultura pop, hihi), ferve esta semana com a edição paulistana do festival Grito Rock 2009, além de outras atrações bacanudas. Vai ter GR na sexta-feira no novo bar Kitsch na Vila Mariana, com showzaços dos Los Porongas (que acabaram de lançar um dvd sensacional dentro da série "Toca Brasil", do Itaú Cultural), Droggies (de Londrina) e Seychelles. Na mesma noite, o GR também toma conta do palco da Outs e lá vão tocar o graaaande Madame Saatan (de Belém), Capim Maluco (daqui mesmo), The Melt (de Cuiabá) e Ultimato (de Porto Velho). E no sabadon, o GR finaliza sua etapa em Sampalândia novamente na Outs, mas com apresentações dos Porcas Borboletas (de Uberlândia) e do ótimo Cérebro Eletrônico (a outra banda do Tatá Aeroplano, do badalado combo JumboElektro), que lançou um dos cinco melhores discos do rock independente brasileiro em 2008, segundo a opinião destas modestas linhas bloggers. Ou seja: motivos pra sair de casa no próximo finde não irão faltar.

* Fora que, ainda, vai ter uma dobradinha instrumental fodona com o cuiabano Macaco Bong e o gaúcho Pata De Elefante. Os dois trios se apresentam na sexta no clube Inferno, na rua Augusta, e no domingo à noite no teatro do Itaú Cultural, na avenida Paulista. No próximo post, damos mais detalhes a respeito.

* Capitão Nascimento, ops, Wagner Moura cantando? E... numa banda de rock? Pois é. O grupo se chama "Sua mãe", o repertório é calcado em clássicos "cults" do cancioneiro brega brazuca (coisas de Reginaldo Rossi, Odair José etc.) e a estréia da turma é neste sábado, no StudioSP. Jesus...

* Bien, bien, o nosso amado e louco bocetão chamado Amy Winehouse, aprontou novamente das suas, durante seu vôo do Caribe de volta a Londres. Mas, em se tratando da Amy, nem vamos entrar muito em detalhes porque, afinal, todo mundo já viu esse filme antes, vaaaaárias vezes.

* O mega festival de Glastonbury acontece este ano entre os dias 26 e 28 de junho. E entre os headliners estão nada menos do que Bruce Springsteen, Neil Young e Blur (com sua formação original). Socorro!!! Alguém financie URGENTE uma passagem ida-e-volta pra lá, pro blogon pobrinho porém amado por seu leitorado, uia!

* CONFIRMADO! - O Vanguart não toca mesmo no Just A Fest. Infelizmente.

* Buenas, o autor destas linhas rockers virtuais está um tanto atrapalhado esta semana. Além de ter que assistir a uma caralhada de shows, também vai ter que fazer uma parada meio complicada e grande pra proxima edição da nossa mui amada Rolling Stone. Entonces, vamos combinar assim: o blog vai ali e já volta, pra falar do novos discaços do U2 e do YYY. Se demorarmos muito, este post pára por aqui mesmo e na sexta abrimos outro matador, okays?

* Ana Laura, onde está você? Zap'n'roll love you!

(enviado por Finatti às 23:10hs.)

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