
O Little Joy, tocando em Londres no último dia 15/1.
Amanhã, rola o último show em SP
♣ Dias quentes, quentíssimos por aqui, literalmente. Bem-vindos à Gaz... ops, a São Paulo. E não? Enquanto Tom Cruise passeava no balneário carioca com a namorada e a filhota dela, em Sampa a favela Paraisópolis vivia dias de Gaza. E agora, Zé Serra?
♣ Se você ainda não acredita na nova ordem do novo milênio musical, e ainda não acordou definitivamente para os novos mecanismos que regem a distribuição e consumo de música (seja ela de que estilo for), veja estes dois exemplos rockers: os Smashing Pumpkins (que foram objeto do tópico principal do post anterior) acabam de disponibilizar na web, de grátis, uma nova música, chamada "Fol". Ela foi tocada pela banda no último domingo nos Estados Unidos, durante uma apresentação do grupo no intervalo da final da Liga de Futebol Americano, e agora está na rede, pra quem quiser baixar e copiar. Já o decano do metal, o nosso Sepultura, foi mais longe: colocou seu novo álbum inteiro pra ser ouvido na boa no MySpace, sendo que "A-lex" (o disco em questão) já está nas lojas no velho formato do cd desde o final de janeiro. E agora, majors do disco (ou o que resta delas...)?
♣ Amy Winehouse, a nossa garganta e xotaça divina, já avisou à sua gravadora que quer gravar seu novo trabalho (o terceiro álbum de sua carreira) lá no Caribe, onde ela está em férias já prolongadíssimas. A justificativa de Amy é que ela quer evitar o "clima perigoso" de Londres, onde a moçoila cantante teria acesso fácil a muitas drogas e tals. Pois é, não custa lembrar que o mondo pop já viu esse filme antes: em 1992, no auge de sua carreira, os Happy Mondays também foram mandados pela sua gravadora, a lendária Factory, para o Caribe. A intenção era fazer com que os Mondays saíssem de Londres – e do consumo desvairado de aditivos ilícitos – para conseguir enfim registrar o sucessor do aclamadíssimo "Pills’N’Thrills And Bellyaches", lançado dois anos antes e que levou a banda ao topo do indie dance rock, que era então a febre maior em Manchester e em toda a Inglaterra, pois era a trilha oficial da "geração ecstasy". O "brilhante" raciocínio dos executivos da Factory era: "não há drogas no Caribe; logo, o grupo estará a salvo e irá trabalhar!". Ledo engano: de fato, não havia quase nenhuma variedade de estupefacientes nas ilhas da América Central. Mas havia, ali, todo o crack do mundo (não por acaso, uma das drogas preferidas de miss Winehouse). O resto da história todo mundo conhece (sendo que ela foi contada, de forma brilhante e hilária, no genial "24 hours party people", ou "A festa nunca termina", longa ficcional que documenta a história da cena rock de Manchester do ponto de vista de uma de suas mais lendárias figuras, o saudoso Tony Wilson, o homem que fundou a Factory e deu ao mundo Joy Division, New Order etc.). Os Happy Mondays torraram meio milhão de libras da Factory na gravação do horrendo "Yes, Please!", faliram a gravadora e só pararam de "pipar pedra" quando ficaram até sem as próprias roupas (trocadas por crack, óbvio). O disco foi um fracasso e a banda ficou apenas quinze anos sem gravar – voltou com um disco inédito em 2007. Desta forma, fica o alerta para a gravadora de Amy, hihi.
♣ E não é que a russa Ekaterina Ivanova, a totosa e jovem namorada do Stone Roonie Wood, quer ter um... filho com o guitarrista das Pedras Rolantes? Detalhe: ela tem vinte aninhos de idade; o velho Wood já está com 61. Uia!
♣ O mondo pop está mesmo de cabeça pra baixo, vixeee. Kate Moss já andou declarando que vai se aposentar da carreira de top model e quer se tornar... atriz em Hollywood. E a miliardária xoxotaça Paris Hilton disse, numa entrevista, que "não é burra!", apesar da humanidade achar o contrário. Quem está com a razão nessa história?
♣ Bien, bien, Zap’n’roll está no ar com novo post. Falando de discos e dvds que estão saindo, das discotecagens do blog que vão agitar Sampa e Campão (em Mato Grosso Do Sul), da largada do festival Grito Rock, do Little Joy e do que nós achamos da blogosfera brazuca que se dedica ao rock alternativo e à cultura pop. Então, se acomoda aí na frente do micro e vamos nelson!
A NADA MOLE VIDA NA BLOGOSFERA BRAZUCA DE CULTURA POP
Acredite: não é fácil, nada fácil, ser um "blogueiro" nos dias que correm. Em um mundo abslutamente globalizado via internet, onde boa parte das pessoas passa o dia plugada na rede e onde a informação corre com uma velocidade e quantidade assustadoras, você pensa que é mole manter um blog sobre rock alternativo e cultura pop na web, com atualizações permanentes e sempre buscando postar algo que outros blogs ainda não postaram, ou ainda tentando buscar um diferencial através do seu texto e de uma análise, digamos, um pouco mais apronfudada sobre o assunto abordado? Não, não é moleza. Pensa bem: existem milhões (sim, milhões) de blogs espalhados hoje pela net no mundo todo. Destes milhões, alguns milhares são exclusivamente dedicados à música, ao rock e à cultura pop, aqui e lá fora. E desde que Zap’n’roll se transformou em blog, já há um ano, o autor destas linhas rockers online observa como a fogueira das vaidades, a guerra de egos e a disputa pela atenção do leitor, tão comuns há séculos no jornalismo de variedades impresso, também domina o ambiente da blogosfera.
Blogs surgiram, inicialmente, como mais uma forma de divertir e entreter internautas ociosos e entediados com seu cotidiano medíocre. Eram, no princípio, basicamente escritos por adolescentes que registravam neles os acontecimentos diários de sua existência – algo como uma versão moderna e tecnológica dos antigos diários secretos escritos à mão e que eram guardados a sete chaves por seus autores. Pois na era da internet, os diários se tornaram virtuais e quanto mais gente pudesse lê-los, mais feliz ficava o ego de quem os escrevia. Daí pra frente, não demorou muito pros blogs se tornarem algo profissional e uma nova forma de jornalismo virtual. Foram surgindo blogs sobre tudo: economia, política, sociedade, esporte e... cultura pop e música, claaaro. Hoje em dia, quase não há jornalista (jovem ou veterano, desconhecido ou com carreira já consolidada e respeitada) que não possua seu blog.
Zap’n’roll entrou na onda quando percebeu que o formato de coluna, que era publicada semanalmente no portal Dynamite já havia quatro anos, não era mais suficiente para acompanhar a velcidade do que rolava na cultura pop brasileira e gringa, e também no rock alternativo. Assim a coluna se transformou também em blog, mas procurando manter o espírito e a linha editorial que sempre nortearam a coluna: informações sobre discos, filmes, livros, programas de tv etc, mas com um conteúdo analítico um pouco mais aprofundado do que se lê por aí, e também sempre com opinião sobre estes assuntos. Afinal, o sujeito que digita estas linhas que você está lendo, já passou dos quarenta (e está a caminho do meio século de vida) e vem de uma escola jornalística que não existe mais nos dias atuais e que, por acaso, foi comentada pelo célebre Álvaro Pereira Jr. (que tem a mesma idade deste blogueiro) em sua coluna desta semana no caderno Folhateen, da FolhaSP. APJr. falou, emocionado, de como sua formação jornalística foi tremendamente influenciada pelo time que escrevia no caderno Ilustrada, da mesma FolhaSP, nos anos 80’. Gente como Paulo Francis, Fernando Naporano (não citado no texto de Álvaro) e Pepe Escobar, que possuíam um estofo cultural cavalar e transmitiam essa erudição toda em textos enooormes nas páginas do caderno. Textos que valiam por autênticas aulas de história contemporânea ou até mesmo de sociologia e filosofia. O zapper quarentão aqui deve muito de sua formação cultural e jornalística às sublimes matérias que ele cansou de ler, quando adolescente, na Ilustrada. Eram textos de duas páginas sobre o dramaturgo americano Sam Sheppard, ou uma página inteira escrita por Pepe que analisava sob um contexto literário as letras escritas por um então jovem e ainda pouco conhecido cantor, chamado Morrissey, que começava a despontar na Inglaterra junto à sua banda, uns certos Smiths. E isso, vale sempre lembrar, em uma época em que não havia internet, não exitia MTV nem MySpace, YouTube etc. Gente como Pepe Escobar, Ezequiel Neves (outro ídolo do então adolescente zapper) e Maurício Kubrusly (que hoje trabalha na tv Globo, e abriu as portas do jornalismo para Zap’n’roll, quando chamou o autor deste blog pra escrever na extinta revista Somtrês, isso em 1987!) eram autênticos guerrilheiros da informação e do jornalismo cultural de qualidade.
Nada disso, ou quase nada disso existe no jornalismo veloz que se lê nos dias de hoje, na blogosfera. Foi o que o avanço tecnológico legou às novas gerações: uma informação rápida e rasteira, fast food total, onde não há espaço para textos longos, aprofundados e analíticos. E onde impera, sim, a notícia curta, mastigada ao extremo, aquela que não exige muito esforço de raciocínio de quem a está lendo.
Dentro deste panorama, a blogosfera brazuca dedicada à cultura pop e ao rock alternativo, até que possui bons blogs. Nos últimos dias e motivado por mais uma polêmica surgida entre o dileto leitorado zapper (a de que este blog não está entre os nomes que importam na blogosfera de cultura pop brasileira, já que uma eleição patrocinada pelo site Scream & Yell com os dez melhores blogs de 2008, não traz Zap’n’roll entre eles, e também o autor deste blog sequer foi convidado a votar na eleição), estas linhas virtuais foram dar uma "voltinha" pela net e conferir alguns dos títulos listados pela Scream & Yell, até como parâmetro para compor este texto que você está lendo agora, um tópico aliás que já era para estar publicado há tempos por aqui. A conclusão sobre alguns de nossos "colegas de trabalho", que estão entre os dez melhores blogs de 2008, segundo o site S&Y:
♣ Trabalho Sujo (http://www.oesquema.com.br/trabalhosujo) – escrito pelo conhecido jornalista Alexandre Matias (que já assinou textos na extinta revista Bizz, na FolhaSP, na Rolling Stone e em mais um zilhão de publicações), é bacana, moderno, com muita adição de fotos e vídeos do YouTube. Matias se dá bem quando centra fogo no que sabe fazer melhor: textos longos e bem analíticos sobre determinado tema. Ponto fraco do blog: em termos de comentários dos leitores, a repercussão é quase nula.
♣ With Lasers! (http://pauloterron.ig.com.br/) – este é feito por um tal de Paulo Terron (who?). Visual ruim, muita utilização de vídeos, textos curtos e arrogantes, como se o autor fosse o oráculo da humanidade que tudo sabe. E o resultado de toda essa pretensão vem na resposta do leitorado: repercussão totalmente nula, com a maioria dos posts tendo zero de comentários.
♣ Popload (www.lucioribeiro.com.br) – além de dileto amigo destas linhas zappers, Lúcio escreve um dos blogs mais bacanas da net brasileira. Dear Luscious (como é carinhosamente chamado por Zap’n’roll) já é um veterano na cobertura da cultura pop pela internet e apesar de fazer textos curtos e não tão aprofundados em seu blog, ainda assim consegue passar informações relevantes em um texto conciso. Seu forte são as antecipações de tendências e furos musicais (no bom sentido). Graças a tudo isso, ele consegue manter em alta a audiência da Popload, que é um dos blogs que mais recebem comentários de leitores.Daria pra falar muuuito mais aqui sobre vários outros blogs vistos/lidos por Zap’n’roll nos últimos dias. Tem o blog do André Forastieri (ex-editor da Bizz e do Folhateen), que já foi citado aqui e é bacaníssimo, tem o "Supernovas", escrito pela Juliana Zambelo no iG (http://colunistas.ig.com.br/supernovas/) e que traz altas dicas sobre grupos novíssimos e desconhecidos no indie rock gringo. Aliás, vale citar que Juliana, a quem o autor deste blog não conhece pessoalmente (sabe que ela é jornalista do iG e que já colaborou com publicações musicais como a Bizz), não passa um pingo de arrogância em seus textos. Talvez por isso seu blog tenha posts que recebem cinco vezes mais comentários do que alguns dos "eleitos" pela S&Y – o "Supernovas", também vale citar, não ficou entre os dez melhores blogs de 2008 da Scream & Yell.Enfim, é isso: há bom conteúdo na blogosfera nacional dedicada à cultura pop, dentro do que é possível exigir em termos de estofo cultural de quem escreve blogs hoje em dia. Óbvio que sempre haverá retardados e imbecis com o ego descomunal, se achando melhores do que tudo e todos e achando que são popstars só porque são lidos por uma parcela restrita de leitores (não adianta você achar que, porque escreve um blog hospedado no iG ou na Folha Online, o mundo inteiro irá lê-lo, que não é por aí; assim como quem faz um blog em Rio Branco, no Acre, muito provavelmente irá ter leitores apenas por ali mesmo. O que determina mesmo a quantidade de leitores de um blog é a qualidade do texto de quem o escreve, as informações que o blogueiro passa e, principalmente, o respeito e a trajetória jornalística que seu nome já possui). E óbvio que é gente assim que, volta e meia, tenta desqualificar aqui mesmo, no espaço dos leitores, o trabalho de Zap’n’roll. Como o autor destas linhas rockers virtuais não começou ontem no jornalismo (já lá se vão vinte e dois anos nessa putaria...) e sabe de onde vem sua formação (além da leitura dos mestres aqui citados, o zapper fanático sempre devorou livros de poesia, clássicos da cinematografia mundial e zilhões de clássicos do rock’n’roll), ele tira de letra essas pentelhações.E como nada dura para sempre, um dia Zap’n’roll também irá acabar, abrindo espaço para que, quem sabe, um novo blogueiro surja escrevendo como Pepe Escobar, Paulo Francis, Ezequiel Neves, Lester Bangs e Hunter Thompson escreviam. Quem sabe?
LITTLE JOY, LÁ E CÁ
Foi realmente um espanto a repercussão da mini tour do Little Joy pelo Brasil, principalmente em Sampa onde os dois primeiros shows realizados semana passada, na Clash Club, lotaram, e o último, programado para amanhã (quinta-feira), também deverá estar sold out. É na gig de amanhã que Zap’n’roll estará presente.Anyway, finalmente rolaram resenhas sobre as apresentações em diversos sites e blogs: na edição online da Rolling Stone, na Scream & Yell (em excelente texto assinado pelo sempre competente Marcelo Costa) e aqui mesmo na página de notícias da Dynamite, sendo que o portal viu uma apresentação da banda em Londres em janeiro passado e cujo texto você pode ler em http://dynamite.terra.com.br/portal/lershows.cfm?id=93.Este mesmo show na capital inglesa também foi presenciado pelo nosso velho leitor Luiz Cláudio de Souza, que mora em Londrina. Ele andou passeando pela Velha Ilha e aproveitou pra mandar o seu relato sobre a apresentação do LJ por lá, acompanhado das fotos que abrem este post e ilustram este tópico. O texto do Luiz segue aí embaixo e o blogon sempre bem assessorado por seus leitores só tem a agradecer. Valeu, Luiz!
♣ "Nas férias de um mês que passei no UK, um dos objetivos era dar um pulo em Brighton para o 1º show do Little Joy na terra da Rainha. Ingresso comprado com antecedência por apenas 9 libras e hotel reservado, montei no busão em Londres (por míseras 3 libras) rumo à cidade praiana e fria do Fat Boy Slim.Após 2 horas de viagem, desembarquei por volta da 1 hora da tarde no centrinho da cidade e avistei o hotel que tinha reservado. O mesmo fica em cima de um PUB, onde aproveitei pra tomar umas antes de deixar minhas coisas no quarto e partir pra um rolê pela city.Voltando pro meu aposento, atravessando uma avenida, dou de cara com os caras da banda, menos o Amarante, vindo de frente pra mim, quando perguntei: Where is Rodrigo? E recebi uma resposta áspera (porém com razão) do Fab Moretti: I don’t know man. I’m freezin’!!!!! e saiu fora cagando de frio e abraçado com o bocetaço (hehe) da Binki Shapiro.
Bem, voltei pro PUB/Hotel, tomei mais umas 4 pints e por volta das 7 da noite fui pro Audio (club minúsculo na avenida beira-mar de Brighton). Um lugar pequeno, do tamanho do Berlin (mais ou menos), com capacidade pra +ou- 150 pessoas.
O leitor/colaborador Luiz Cláudio, ao lado do batera boa praça Fabrizio Moretti
Depois de bater um papo de 5 minutos com o Amarante (que estava tomando algo no balcão do bar), parei pra ver o 1º show da noite: The Dead Trees. Impressionante, adorei! O baixista e um guitarrista do Little Joy tocam nessa banda. Sonzaço, com guitarras sujas, que me vez lembrar Pavement. Depois de 40 minutos de show e a casa lotada já, o The Dead Trees deu lugar ao Little Joy. Legal que Oe próprios músicos da banda (Litlle Joy) montam o palco (que era no chão). Os caras não têm holding não. Por volta das 9 da noite começa o show com o Amarante sozinho no palco tocando uma música dele, em português (acho que é Evaporar o nome). Alí deu prá detectar quem eram os brasileiros na balada.Logos após entra a banda toda, sem nenhum glamour, como há de ser uma banda no começo de um trabalho, mesmo contato com um astro do Strokes e o gênio brazuca dos Hermanos. Tocaram por pouco mais de uma hora um som "redondo", sem muitas emoções na verdade, mas com alguns hits que embalaram a platéia presente, como: Keep me in mind, No one’s better sake e Brand new start. Percebe-se o carisma do Fab e Amarante juntos no palco. Os caras se curtem de verdade! O Rodrigo faz toda a diferença como front man, tocando guitarra, dançando, cantando intensamente.Show acabado, os caras ficaram cerca de 10 minutos no camarim e voltaram pra guardar os aparatos. Por essas horas, a club já estava vazio e tive a oportunidade de bater um papo com o Fab Moretti, que por sinal foi bem gente fina, olha aí:
Luiz: Fab, beleza? Posso tirar uma foto?
Fab: Claro meu, chega aí!
Luiz: Valeu cara. Parabéns pelo show ...o projeto tá bem legal...
Fab: Porra ...brigadão ...
Luiz: Também você se juntou com um cara foda neé ...
Fab: O Rodrigo é um gênio, meu!
Luiz: E agora, acabando a turnê como fica o Little Joy?
Fab: Ah cara, eu volto pro Strokes pra gravar, o Rodrigo pro Los Hermanos. Vamos tentar tocar paralelamente a tudo isso... mas vamos ver!
Fab: Valeu ... valeu por ter vindo ao show!
Após isso, os caras empacotaram tudo, pegaram suas malas que estavam no camarim e fomos pra calçada esperar o ônibus que eles alugaram pra excursionar pela Inglaterra. Ficamos ali fora batendo papo e fumando um cigarro até que, por volta das 2h30 da madruga o ônibus encostou, eles carregaram tudo e partiram rumo à Sheffield".
É TEMPO DE FESTIVAIS – GRITO ROCK
Já um dos mais importantes e tradicionais festivais independentes brazucas e que rola todo início de ano, o Grito Rock 2009 dá sua largada neste finde em Fortaleza. O GR, você sabe, começou há seis anos em Cuiabá (onde o blogão andarilho foi acompanhar o evento de perto já em sua segunda edição, em 2005) e hoje se espalhou por todo o país. Se tornou "Grito Rock Integrado" e neste ano irá acontecer em cerca de 40 cidades das mais diversas regiões brasileiras.A programação da "nave mãe" do GR, a de Cuiabá, ainda não foi divulgada. E Zap’n’roll, vejam só, irá cobrir o braço do festival que será realizado na cidade paulista de São Carlos, conhecidíssima pelo seu animado lado universitário (estão lá a USP São Carlos e a Universidade Federal de São Carlos). Organizado pela liiindaaa produtora rocker Sarah Mascarenhas, o GR São Carlos vai rolar nos dias 23 e 24 de fevereiro e terá o seguinte line up:
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