
Cat Power: linda, louca, e sem jamais vender sua alma e integridade.
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Proooooooonto! Blog completinho e atualizado. Leiam e divirtaim-se
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E então?
Então que cá estamos, abrindo o post mais "gordinho" dos finais de semana – e hoje nem tão gordinho assim porque o blogueiro maloqui está meio, hã, preguiçoso pra ficar escrevendo muito. E também, sejamos francos, a semana, tirando os fatos "corriqueiros" (terremoto na China, demissão da ministra Marina Silva, mais isso e aquilo outro) não foi lá muito quente no front da cultura pop. O que não impede que o blog zapper venha dar seu recado, claaaaro. Por isso vamos enfim falar da deusa Cat Power e seu novo discaço. E também do querido Mudhoney (agora vai!) e mais algumas coisinhas. Afinal, depois de hoje, post novo e único só no meio da semana que vem, quando mais um feriadon se avizinha e quando Zap’n’roll vai fazer a festa discotecando na Outs/SP, com show do Vanguart e o escambau – quer dobradinha melhor do que essa? Nem em sonho! Entonces, enquanto essa noitada rocker memorável não chega, se ajeita aí do outro lado e vamos nelson!
* Ok, ok. Comoção no meio rocker brazuca com a morte, anteontem, do guitarrista Wander Taffo. A página de notícias aqui do portal deu a chamada em sua capa: "Wander morre sem concretizar a volta do Rádio Táxi". Sério? Wow! Se for por isso, e desculpem a "sinceridade" e falta de "sentimentos" do blog, mas ele já morreu tarde. Rádio Táxi foi uma das bandas mais medonhas e pavorosas que habitaram o rock nacional dos anos 80’ (ouvir aquele horror chamado "Eva" tocando o dia todo nas rádios, foi uma das grandes torturas pelas quais o autor destas linhas online passou em sua adolescência). Sim, antes dela Wander teve um histórico legal, tocou com Rita Lee, no Made In Brazil etc. Se tornou um músico reconhecido e respeitado no mundo todo e criou uma das melhores escolas de guitarra do país, a EM&T, a qual estava se dedicando quase em tempo integral nos últimos anos. Mas não adianta: a lembrança que fica, ao menos para o gonzo zapper aqui, do sujeito, é sua participação no "inesquecível" (argh) Rádio Táxi. Infelizmente.
* E depois de ter lançado o melhor disco de 2008 até o momento (na modestíssima opinião deste blog), o fodástico Raconteurs ameaça baixar no Brasil para shows no segundo semestre. Será? Será??
* Bão, enquanto não se confirma a outra banda de Jack White e mais um monte de nomes que estão sendo "bisbilhotados" pra tocar no Brasil, vamos nos contentando com a neo onda indie folk que está assolando mesmo com tudo o país. Mallu Magalhães, "a" fenômeno (pois é, fenômeno agora é a mocinha de 15 anos e não mais o marmanjo Ronaldo, aquele que... bom, todo mundo já sabe da história e não é preciso repeti-la), está nas tvs de norte a sul, com a fofíssima "J1" embalando o novo comercial da Vivo – Zap’n’roll viu ontem, pela primeira vez, o tal comercial enquanto jantava em uma churrascaria no centro de Sampa, e ficou encantado quando ouviu aquele "la la la la lá" adolescente e meigo invandindo o ambiente do restaurante. E já tem colega de blogosfera dizendo que o Vanguart faz, atualmente, o melhor show de rock do Brasil. Não é o máximo?
* É. E Cat Power, a deusa que não vendeu sua alma, também adora folk e blues. E lançou um discaço no começo deste ano, que quase ninguém comentou por aqui. Pra corrigir tamanha injustiça, este justíssimo blog zapper fala do dito cujo, a partir de agora
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A ROCKER QUE NÃO VENDEU SUA ALMA
Para usar uma expressão do jornalista Luis Antônio Giron (um dos maiores nomes da história do jornalismo cultural brasileiro, além de dileto amigo pessoal do autor deste blog, há pelo menos duas décadas), Chan Marshall pode tranquilamente se inscrever naquela casta – algo reduzida, talvez – de artistas que jamais vendem sua alma, por qualquer que seja o preço. Chan, quem acompanha cultura pop e o melhor do rock alternativo feito nos Estados Unidos na última década e meia, sabe muito bem: ela grava discos sublimes (já lançou oito ao todo, sendo que alguns foram lançados no Brasil, como "I’ Free", seu último trabalho editado por aqui, em 2003), ela compõe canções emocionalmente tão intensas quanto é a sua própria vida atribulada, ela reinterpreta músicas alheias com o mesmo fervor e passionalidade com que imprime o âmago de sua alma (muitas vezes atormentada) em suas próprias criações. Quem acompanha a trajetória de Chan, sabe que ela já tocou aqui (inclusive, no último Tim Festival, no segundo semestre do ano passado) e também sabe que cada novo disco seu é um compêndio de delírios poéticos vertidos em forma de música. E é assim que se apresenta também "Jukebox", que Chan Marshall, aliás Cat Power, lançou nos Estados Unidos em janeiro último. Um álbum foderoso e que pouco ou nada foi comentado pela "intelligentsia" do jornalismo rock local. E que, assim como o seu trabalho anterior ("The Greatest", de 2006), também não deverá ver a cor de uma edição nacional. Algo que, no final das contas, não faz diferença alguma nestes tempos de mp3.
Cat Power está com trinta e seis anos de idade. Nasceu em Atlanta, em 1972, filha de um pianista e músico de blues. Os pais logo se separaram e a pequena Marshall passou a morar com a mãe e o padrasto, também músico. Se a separação dos pais causou-lhe um certo trauma psicológico por um lado, por outro esse ambiente musical ajudou a moldar a personalidade e o comportamento da futura cantora e compositora. Ela também conheceu cedo álcool e drogas – já tomava cerveja no bico da mamadeira aos sete anos de idade –, como revela a bacana matéria sobre ela publicada na penúltima edição da Rolling Stone brasileira. E na adolescência, enquanto trabalhava em empregos como atendente de pizzaria e começava a se entupir de maconha e ácido, Chan começava a compor suas primeiras canções. Até que conseguiu lançar o primeiro trabalho, "Dear Sir", em 1995.
As canções doloridas, mezzo low fi e minimais escritas por Cat Power logo se tornaram cults e objeto de adoração entre o público indie americano e entre jornalistas rockers mais "descolados" e antenados. Some-se a isso a beleza singular da garota, com sua magreza curvilínea (se é que isso é possível), seu cabelo escuro sempre enorme e seu rosto sempre ostentando uma feição de alguém que está perenemente à beira de um colapso emocional, e o estrago estava feito. Cat se tornou musa da indie scene americana, gravou mais meia dúzia de álbuns acachapantes (que nunca foram um estouro de vendas mas lhe deram moral artística suficiente para permitir que ela vivesse confortavelmente de música) e permanece até hoje como uma espécie de ícone feminino no rock alternativo que realmente importa e vale a pena.
"Jukebox" é um disco muito mais de intérprete do que autoral. Na verdade, existem apenas duas músicas nele que foram compostas por Cat, "Metal Heart" e "Song To Bobby". Nas outras nove faixas Chan Marshall, em um trabalho intimista e eivado de bucolismo e melancolia, exercita novamente seu pendor por fazer grandes releituras de obras de outros compositores, algo que ela já tinha feito com brilhantismo em "The Covers Record", lançado em 2000. É assim que nossos ouvidos ficam estupefatos e se sentem acalentados quando ouvimos "Blue", a canção-título do clássico álbum de Joni Mitchell lançado em 1971 (um dos discos de cabeceira de Helinho Flanders, vocalista do Vanguart, e também deste blogueiro zapper), com Cat Power fazendo vocais quase sussurrados e acompanhados apenas por piano e órgão. Ou ainda, sente-se o pathos e as entranhas da cantora expostas em "I Believe In You" (outra gema do rock americano, composta e gravada por Bob Dylan em seu álbum "Slow Train Coming", de 1979, aqui mais rocker com bateria e guitarras), em "Lost Someone" (de James Brown, e na versão de Cat com inflexão bastante contida, como que prestando reverência quase religiosa ao original) e nos blues que ela regravou, como "Ramblin’ (Wo)man" (de Hank Williams) ou "Lord, Help The Poor And Needy". Indescritível, pra dizer o mínimo.
Por fim, causa espanto a desconstrução que ela imprimiu em sua versão bluesy para "New York" (aquela mesma, que ficou imortalizada nas vozes kitsch dos cafonas Frank Sinatra e Liza Minelli), assim como o "expurgo" instrumental promovido em "Metal Heart" (que havia sido registrada anteriormente no disco "Moon Pix", lançado por ela em 1998). A primeira versão da música, gravada há uma década, vinha "conspurcada" por uma lassidão e melancolia quase junkies e desesperadoras. Aqui, a música ficou mais bem definida, e mais rocker também.
E um coração metálico é a última coisa que pode habitar o corpo desta mulher. Chan Marshall (ou Cat Power, fica a seu critério) é uma artista quente e pulsante. Expõe dores, conflitos, medos, incertezas e angústias variadas em suas canções ou até quando canta o que outras pessoas compuseram. E não tem medo de fazê-lo por saber que, sim, a existência humana é no mais das vezes dolorida e sem muitos motivos para ser matizada com esgares de alegria fútil e fugaz. Chan é uma grande garota. E "Jukebox" está aí pra mostrar que ela continua uma deusa absoluta e que não vendeu sua alma.
* Um dos detalhes que fazem de "Jukebox" um grande trabalho, é o time de músicos que Cat recrutou para participar das gravações. Entre estes músicos, por exemplo, está o guitarrista Judah Bauer, do Jon Spencer Blues Explosion.
* Quer achar um mimo bacanudo (porém, meio salgado no preço) da musa indie aqui mesmo, em Sampalândia? A Sensorial Discos (11/3333-1914 ou www.sensorialdiscos.com.br) está vendendo uma lindaça versão importada em vinil duplo, de "Jukebox". Como andou comentando nosso colega de site, o por vezes moleque algo nariz empinado Guilherme Sorgine (que manda bem nos seus textos, verdade seja dita), e que andou dando uma voltinha pelo lado norte da América, a tendência em se editar lançamentos também em vinil – ou mesmo reeditar obras clássicas neste formato – se tornou autêntica febre nos Estados Unidos e Inglaterra, sendo que atualmente nenhuma grande banda deixa de lançar seus álbuns também em forma de bolachão. Pois é. Só que todo grande mimo tem seu preço equivalente: o disco da Cat Power lá na Sensorial sai pela bagatela de R$ 120,00 pilas. Mas vale a pena, porque o trabalho gráfico da "capona" é fantástico.
* Mais sobre a obra de Chan Marshall? Vai lá: www.catpowermusic.com
* Mais Cat Power aqui? Aí embaixo, neste vídeo dela, ao vivo, no célebre programa de auditório de Jools Holland, há cerca de dois anos, cantando justamente "New York", que abre o novo álbum:
Cat Power ao vivo – "New York"
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MUDHONEY – O GRUNGE RESISTE!
Então, você jovem e dileto leitor destas linhas bloggers e rockers, deveria ser muito novo quando o célebre movimento grunge surgiu e varreu o rock americano no início dos anos 90’. Parece que foi ontem... mas lá já se vão quase vinte anos. Combinando guitarras pesadas e melodias arrastadas (herdadas do heavy rock dos anos 70’) com uma certa estética e ideologia minimalista e punk, o grunge surgiu em Seattle e rapidamente tomou de assalto as paradas americanas, já a garotada de então estava cansada do horror pop que dominava esta mesma parada. Foi assim que bandas geniais e hoje históricas como Nirvana, Alice In Chains, Soundgarden, Screaming Trees, Pearl Jam e Mudhoney tomaram o poder no rock e, num certo sentido, revolucionaram artística e comportamentalmente a cultura pop da época.
Nirvana se foi com a morte de Kurt Cobain e deixou pelo menos duas obras-primas para o rock’n’oll, os álbuns "Bleach" e "Nevermind". Soundgarden, Alice In Chains e Screaming Trees também deixaram sua marca no rock do final do século passado e o Pearl Jam de Eddie Wedder continua na ativa, sobrevivendo ao tempo e aos modismos de ocasião que atropelam a música pop desde sempre – e ainda mais nos dias atuais, com a velocidade furiosa dos hypes gerados pela informação globalizada via internet.

Mark Arm: a voz do Mudhoney empunha sua guitarra grunge
O Mudhoney é outro sobrevivente de Seattle e do grunge. Na estrada há exatos vinte anos (a banda surgiu em 1988), o quarteto eternamente liderado pelo vocalista e guitarrista Mark Arm tem mantido uma produção discográfica regular que, se não legou uma obra-prima para o rock como "Nevermind", ainda assim deixou alguns semi-clássicos pelo caminho, caso de "Piece Of Cake" (lançado em 1992) ou "My Brother The Cow", editado três anos depois e o último álbum do grupo que foi lançado no Brasil. E "The Lucky Ones", que chega em seu formato físico às lojas americanas na próxima terça-feira, também não deverá ser lançado aqui.
Mudhoney, cuja formação atual, além de Mark, ainda inclui o também co-fundador e guitarrista Steve Turner, o baixista Guy Maddison e o batera Dan Peters, não mudou em nada seu procedimento musical. As guitarras continuam abrasivas e sempre tratadas com muita distorção, o vocal de Arm permanece "ardido" e a atitude continua punk, embora haja uma certa "desaceleração" em algumas músicas do novo trabalho. Se esta desaceleração talvez decorra em função de metade da banda já estar com mais de quarenta anos de idade (caso de Mark Arm, que completou 46 há dois meses), por outra ela manteve a urgência e a potência sonora das canções inalteradas. Isso fica muito claro quando se ouve "I’m Now", que abre o cd com muito fuzz nas guitarras (mas também com direito a um "pianinho" tosco fazendo intervenções no arranjo), ou ainda "Next Time", "Running Out" ou "Tales Of Terror", todas construídas com melodias barulhentas e sem nenhum espaço para matizes mais "bucólicos". Mesmo uma faixa "lenta" e lassa como "We Are Rising", acaba soando como se Iggy Pop, dopado de anfetaminas, procurasse contrabalançar sua aceleração se entupindo também com haxixe. Ou, resumindo a coisa: garage rock em rotação lenta. E muito bom.
É bom saber que o Mudhoney continua vivo e chutando. Se Zap’n’roll lamenta algo nessa história, é o fato de a banda ter tocado três vezes no Brasil e, em duas delas, o zapper gonzo maloqui simplesmente deixou de ir (quando o grupo abriu pro Pearl Jam, no estádio do Pacaembú, em São Paulo, o autor deste blog chegou atrasado e só conseguiu mesmo pegar o show do PJ; já na última vez, no ano passado, o blogueiro ainda mezzo junkie enfiou o pé na lama na véspera da apresentação da banda no clube Clash, quando foi assistir ao BellRays, e não aguentou ir conferir o esporro grunge na noite seguinte). Inclusive, toda essa história do grunge na vida deste jornalista rocker ainda vai render um belo diário sentimental por aqui (talvez o primeiro na era blog de Zap’n’roll), com um relato como sempre, repleto de sex and drugs claaaaaaro. Mas não hoje ainda, não neste post.
AMY WINEHOUSE E PETE DOHERTY – GALERIA DE "IMAGENS", HIHI
Enquanto miss Amy e mr. Doherty continuam sua saga de anti-heróis modernos do pop contemporâneo, com suas eternas enfiações de pé na lama, os flagrantes da dupla mais junkie dos últimos séculos vão se sucedendo na web. Aí embaixo o dileto leitor destas linhas zappers blogueiras vê Amy Winehouse em dois momentos (antes e depois de se entupir de heroína, crack e padê), e também vê a doidaralhaça e funcking great singer tascando um beijo de língua no líder dos Babyshambles.
Pete, aliás, está na capa da NME desta semana, como você também pode conferir aqui. A chamada avisa: a histórias de drogas, as prisões etc. Sensacionalismo rocker é isso aê

Amy, antes e depois: a voz, pelo menos, continua a mesma

O amor junkie não é lindo?

Pete na capa da NME desta semana: o cara pode!
POUCAS & BOAS
* Fernando Meirelles é o cara! Depois de dirigir o consagrado "Cidade de Deus", o cineasta paulistano agora estremece Cannes com seu novo longa, "Ensaio sobre a cegueira", baseado no livro homônimo do escritor português José Saramago, foi recebido de joelhos pela crítica durante sua exibição, ontem, no mais importante festival de cinema do mundo. Quem já viu a fita, diz que ela é acachapante, em sua narrativa filosófica/psicológica sobre a degradação da raça humana, aqui representada por um surto de cegueira que domina toda a humanidade no final dos tempos. Aguardemos pois sua estréia nos cinemas brasileiros, neeeé?
* Falando em cinema pop/rock: maaaais uma vez o documentário "Joy Division" teve sua estréia adiada. A nova data prevista para que ele chegue aos cinemas é 6 de junho. Já "Control", a cinebiografia de Ian Curtis (e cujo cartaz você vê produzido aí embaixo) que já teve zilhões de sessões para a imprensa e prés-estréias, está com sua estréia confirmada para a próxima quinta-feira, 22 de maio, feriadon de Corpus Christi. Porém, e leitores aqui do blog já estão dando o grito nesse sentido, a nota chata é que o filme, tão aguardado pela confraria goth e pós-punk (e também pelos amantes de bons filmes sobre cultura pop), deverá ser exibido apenas em uma sala paulistana (o HSBC Belas Artes) e em apenas DUAS sessões semanais, aos sábados. Muito pouco para uma fita tão comentada e que já se tornou cult antes mesmo de entrar no circuito comercial. Mas enfim...

* TIM FEST X PLANETA TERRA – Entonces, começam a pipocar em queridos blogs vizinhos (rsrs) o que seria a programação do Tim Festival deste ano. E segundo a blogosfera, já estariam confirmados Klaxons, MGMT, Santogold e Gossip. Todos nomes do novíssimo rock alternativo gringo, todos beeeem hypados em blogs "muderninhos" e "antenados". Bão, são mais quatro nomes que vêm se juntar aos já zilhões que estão sendo semanalmente anunciados como "certos" para o Tim 2008 – toda hora se fala em Radiohead, em Cure, em The Kooks, o caralho a quatro e a lista de "tocáveis" no evento muda a cada instante. Mas, se o quarteto citado acima REALMENTE vier, na modestíssima opinião deste blog o Tim Festival vai levar um PAU do Planeta Terra, que deve rolar dia 8 de novembro em São Paulo e que já fechou com pelo menos Jesus & Mary Chain, Bloc Party e Kaiser Chiefs. Aí a gente pergunta (e você pode responder no espaço reservado aos comentários dos leitores): em qual festival você iria, baseado nos nomes que foram citados aqui?
* Fechando a tampa: você já deve estar sabendo mas não custa lembrar: o Nine Inch Nails já lançou novo disco. Saiu há duas semanas, se chama "The Slip" e está INTEIRINHO na web pra quem quiser baixá-lo de grátis. E não se trata de vazamento mas, sim, de uma decisão tomada pelo próprio Trent Reznor, mais um rockstar a romper com as majors do disco e ir cuidar ele próprio da sua carreira, o que inclui disponibilizar na net seu novo trabalho de estúdio. Pois é: adeus gravadoras, adeus...
O BLOG ZAPPER INDICA
* Blog legal: o Desorientação, que foi indicado pelo chapa Cristiano Viteck e que é escrito pelo jornalista gaúcho Cristiano Bastos. Ótimos textos sobre rock e cultura pop, análises decentes e mais algumas coisinhas que você pode alcançar em http://www.zuboski.blogspot.com/ .Boa leitura!
* Show legal: é o que rola neste sábado, 17, mais conhecido como amanhã, no Centro Cultural São Paulo (rua Vergueiro, 1000, Paraíso, zona sul paulistana), quando irão tocar juntos e a preços camaradas o acreano Los Porongas e o cearense O Quarto das Cinzas, ambos hoje radicados em Samapalândia e dois dos melhores nomes do novo rock brasileiro.
* Disco: "Jukebox", da Cat Power. Não saiu em edição nacional, mas você encontra fácil na net e também em belíssima versão importada em vinil na loja Sensorial Discos, em São Paulo.
* Filme: "Control", óbvio, que chega às telas finalmente na próxima semana.
BALADAS DA SEMANA
E vaaaaaamos a elas, como não? Começando hoje, sextona, quando vai ter Henry Paul Trio no Inferno (rua Augusta, 501, centro de São Paulo), além de Bazar Pamplona e Heitor & Banda Gentileza na Outs (rua Augusta, 486). Vai ter também mais uma noitada anos 80’ no Morrison Bar (rua Inácio Pereira da Rocha, 362, Vila Madalena, zona oeste paulistana), com shows bacanas do Interlude (Cure cover) e Smiths cover, e ainda Cassavettes no Belfiori (rua Brigadeiro Galvão, 870, Barra Funda, zona oeste de Sampa).///Sabadon? Vai ferver com showzaço do Moptop na Outs e também com a festa Spectro, comandada pela querida dj Silmara no Dynamite Pub (rua Cardeal Arcoverde, 1854, Vila Madalena), uma das melhores da capital paulista dedicada aos nos 80’. E maaaais ainda vai ferver a festa Alternative Party, no Skate Rock Bar (rua Capitão Avelino Carneiro, 359, Penha, zona leste de Sampa), pilotada pelo dj Pacianotto e que, nesta edição, terá a honrosa presença de Zap’n’roll nas pick-up’s, uia! Tá bão, né? Então, o negócio é se jogar pra valer!
ENGORDANDO O PACOTE DE PRÊMIOS
Yep! Continuam em sorteio os cds do The Kooks e do Daniel Belleza, além dos kits (dois) contendo: um par de convites vip para assistir a uma sessão do filme "Control" (que estréia na próxima semana), mais cartaz do mesmo e mais uma camiseta preta promocional. Vai nessa? Então vai, que tem mais:
* cinco cópias oficiais do primeiro disco do Vanguart, um dos melhores discos do novo e emergente rock nacional.
E só pra avisar: o e-mail antigo do blog está passando por mudanças técnicas. Então, provisoriamente você deve mandar sua mensagem carinhosa e pidona para hfinatti@gmail.com. E boooooooa sorteeeeee!
E TCHAUZES!!!
Agora chega, né? O blog se vai, deixando beijos doces na Luana, um feliz aniversário pra Adriana Olinto e um abraço apertado em todos os amigos que estão conosco aqui, sempre. Inté!
(enviado e atualizado por Finatti em 16/5/2008, às 18:20hs.)

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