
Mallu Magalhães no Bananada: teatro abarrotado para consagrar a musa teen do indie folk.
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(parte final da cobertura do festival Bananada. Texto e fotos: Adreana Oliveira)
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Sábado, 24 de maio
O sabadão começou com aquela diversidade goiana que o festival oferece. O grupo GLOOM, que para os mais preguiçosos pode ser resumido como uma espécie de filhotes de Los Hermandos com Móveis Coloniais de Acaju, mostrou que tem um futuro promissor pela frente se investir seriamente no trabalho. A proposta deles, que me foi colocada mais tarde pelo produtor, de não ter uma identidade, é algo difícil de se fazer na música. A gente deseja sorte porque talentos ali não faltam.
Um bom blues é sempre bem vindo. Blues de qualidade é difícil de se tocar. Mas a banda goiana ABLUESADOS mostrou que entende do riscado. Sem inventar demais e mantendo-se fiel ao mais tradicional do blues, eles fizeram um show impecável. Foi fácil sair cantarolando "It´my life baby, let me live it like I mean..." Foi a primeira banda da noite ao deixar o palco aos gritos de "mais um, mais um".
Nunca se sabe o que esperar do Pará. Pela primeira vez tocando fora do Estado, o FILHOS DA EMPREGADA causou uma boa impressão em Goiânia. Os caras pareciam bem à vontade e despreocupados no palco. O estilo? Cara, acho que vou demorar um pouco ainda para conseguir explicar mais este rock de Belém... tem uma pegada rocker, mas até surf music a gente encontra no meio do que fazem. Fica aqui o convite para que conheçam.
Quando li o nome ABESTA (SC) entre as atrações do Bananada até pensei que seria mais uma banda de metal extremo. Que nada. É uma dupla de noise...um noise aterrorizante, incômodo, mas do qual você não consegue se desvencilhar fácil. É como se fosse o som da guerra... Por mais que as (altas) freqüências o incomode você tem que ficar para saber o que aquela dupla mascarada vai fazer com aquela cabeça de boneca sob luz vermelha no palco. A música d´Abesta não tem instrumentos tradicionais. Eu não via nada assim desde Os Legais. Conversando com o Zimer, descobri que Abesta vai representar o Brasil no Festival Latino Americano de Noise, em Bogotá, em agosto. A gente ta bem de representante!
BANG BANG BABIES, de Goiânia. Não imaginaria descansar ao som do Bang Bang Babies. Ontem mesmo, durante o treino de Kickboxing enquanto sintonizava o rádio da sala na Venenosa, ouvi uma música deles. Os meninos até compraram paletós novos em um brechó para não fazerem feio no palco. Vi apenas metade do show e já serviu para saber que foi bom.
O som instrumental deste Bananada teve mais um destaque, o CHIMPANZÉ CLUBE TRIO (SP), que já passou duas vezes por Uberlândia, cidade na qual moro, e fui conhecê-los apenas em Goiânia...ou reencontrá-los. Me lembrei do Abimonistas, banda anterior dos caras. Impecáveis na execução de suas músicas, foram muito aplaudidos, com razão.
É estranho falar novo rock de Goiânia. A cada estação ele se renova mais e mais e o BLACK DRAWING CHALKS é um dos grandes destaques desta safra. O teatro estava lotado e os músicos não decepcionaram. As músicas são embasadas no indie rock e no pop inglês, uma ótima mistura.
O nada fácil nome SWEET FUNNY ADAMS já é uma boa credencial para esse quarteto de Recife que começa a despontar na cena indie nacional. No meu bloquinho de anotações acabei de ver que escreve Sweet Funny Animals, acabei misturando os caras com o Super Fury Animals...o SFA acaba que é o mesmo. O som, nem tanto. O Sweet Funny Adams também é adepto da microfonia e também tem uma presença de palco muito boa, mas altera entre dois vocalistas. Em alguns momentos soa como um pouco de Sonic Youth com Teenage Fanclub.

Como antecipei no início deste texto, o CÉREBRO ELETRÔNICO (SP) atrasou um pouquinho o andamento do festival, mas também é muito equipamento, e coisas bem particulares. Como não sou muito entendida do assunto melhor eu ficar quieta antes de falar besteira. Assisti apenas parte da apresentação daquela mistura de MPB, funk, eletrônico.
Aqui na minha região o nome MALLU MAGALHÃES (SP) ainda vem acompanhado de um "quem?", mas pela histeria provocada pela menina em Goiânia pude perceber que é um caminho sem volta. Aos 15 anos ela toca violão, gaita, compões, desenha e é muito fofa. Se conseguir sobreviver no showbiz mantendo essa ternura é lindo para a música brasileira. Essa sim, tem talento suficiente para rodar altos festivais gringos e representar o Brasil, em alto estilo. Antes de subir ao palco conversou com várias pessoas no camarim. Me lembro que quando seu produtor perguntou se estava tudo certo, se ela precisava de algo respondeu apenas um "ah, eu quero fazer xixi". Mallu estava acompanhada também do pai, um dos responsáveis por sua dedicação à música. No palco ela demonstrou coragem e independência ao começar com uma música que compôs "na semana passada". "Boa noite, meu nome é Mallu. Eu queria dizer que aqui é muito legal e que hoje é aniversário da minha mãe e do Bob Dylan...oops, e meu violão caiu". Essas foram suas primeiras palavras. O teatro estava abarrotado de centenas de pessoas loucas para vê-la e ouvi-la. Na platéia, um cartaz "Mallu, desenha eu!" e ela ainda respondeu "estou sem canetinha". Logo, quando tirou a jaqueta e o cachecol, apresentou sua criação na camisete "oh, fui eu que fiz", e mostrou o desenho de algo que parece uma batata de braços abertos com a inscrição "I´m the man". A voz dela encanta e as impostações que faz mudam de uma hora para a outra e apesar dessa maturidade musical ela transmite uma infantilidade, uma juventude tão saudável que não tem como não querer apertar suas bochechas. Após o show, ela respondeu da forma mais simples àquela pergunta: o que você pode dizer desse momento pelo qual está passando? "Ah, eu tô feliz".
Na seqüência, os cariocas DO AMOR levaram ao Martim Cererê um pop indie com alguns efeitos. Só que logo começaram a tocar lambada, ai eu sai.
Outra boa surpresa goiana, o MOTHERFISH segue em linha ascendente e mantendo-se fiel à premissa que têm de não fazerem um show igual ao outro. Músicas como "Criminal", "You Ask Me Why" e "To Hell With The Devil", do disco de estréia "Life Can Be a Pretty Scary Thing", foram muito bem executadas. Túlio ainda deu o seu tradicional "Foda-se a MTV". O baterista Hudson e o baixista Japão, além de Túlio, ganharam a companhia de mais um guitarrista, Babu, que estreou no Bananada.
Em Goiânia não tem como se fugir do esquemão que se forma das bandas engraçadinhas. Dessa vez a representante foi DIEGO DE MORAES E O SINDICATO. Uma mistura de rock, pop e até ska naquela vontade de reviver os Mutantes.
Na primeira vez em que vi um show do VIOLINS os teatros do Martim Cererê ainda tinham cadeiras e a banda ainda se chamava Violins and Old Books. Se não me engano foi no Bananda de 2002. Daquele momento em diante eu sabia que eles estariam para sempre no meu top ten, fiquei apaixonada com aquele EP "Wake up and Dream" (2001) e pela forma como eles se apresentavam. Quando veio o "Aurora Prisma" (2003), primeiro disco e em português, eu não quis ouvir. Eles já estavam bom demais, por que mudar? A resistência durou até a primeira audição do segundo disco, "Grandes Infiéis" em 2005. A partir daí percebi o quanto eles evoluíram musicalmente e não pararam. Tanto que os enredos de "Tribunal Surdo" (2007) e "Redenção dos Corpos" (2008) só comprovam a particularidade dessa banda que não tem comparativos no cenário atual.
O show do Bananada 2008 começou com "Hans" e terminou com "23 Carnavais". O ex-guitarrista Léo Alcanfor (atualmente na Mugo) fez uma pequena participação no show, tornando a atmosfera ainda melhor. Destaque também para os ótimos backings do baixista Thiago Ricco. Sempre simpático, o guitarrista e vocalista Beto Cupertino faz questão de agradecer a quem ficou até as três da manhã para vê-los mais uma vez. Acredito que o que faz do Violins o que a banda é hoje é o descomprometimento com as expectativas alheias.
Hora de dormir até... às 17 horas de amanhã.
Domingo, 25 de maio
Cheguei já no show do BACKBITERS, outra prata da casa que envereda pelo hard rock e classic rock. O vocalista tem um timbre que não combina com sua carinha de menino, forte pra caramba. A banda deve lançar o primeiro disco ainda este ano e suas influências vão de Led e AC/DC a Hellacopters.
O trio FIRE FRIEND (SP) pegou um público ainda pequeno em sua estréia nos palcos goianos. Mostraram músicas como "Anti-Herói e as Feridas" e "Isabel". Encerraram com "Aprendizado", que estará no novo disco que já está em fase de mixagem, segundo me disse após o show o baterista Pablo, que completa a banda com Iury (guitarra/voz) e a baixista Júlia. Som com muito efeito de pedais nas cordas.

O BIG NITRONS (SP) trouxe o clima do rock a billy uh-lah-lah (isso por conta das roupas inspiradas no Havaí que usam no palco). "Rock and roll não é só maldade não, é para se divertir, galera", mandou o vocalista do alto dos seus pouco mais de... 100 quilos de simpatia. O quarteto fez a galera dançar muito e como são de Santos, a cidade do chopp de metro, levaram um container especial para presentear alguém da platéia que se aventurasse a engolir cerca de 10 latas de cerveja no gargalho. O povo afinou! Foram preciso uns três ou quatro caras para esvaziarem o utensílio. Fique atento que logos eles vão lançar um DVD gravado em Curitiba. Ah, e como sobrou um tempinho dos 30 minutos dos sons próprios, eles mandaram ver em "Ace of Spades", do Motorhead.
O cansaço é foda, vai chegando fim de festival começo a trocar as bolas, como chamar a ORQUESTRA ABSTRATA/SEVEN (GO) de Orquestra Imperial (RJ). Dãhnnn! Mas o Eduardo me desculpa! Ele confirmou que em breve o Seven, que dava nome ao grupo até pouco temo atrás, sairá do Orquestra Abstrata. A banda segue a dobradinha rock, jazz, eletrônico e outras influências que ultrapassam o plano musical. O primeiro disco já está em processo de gravação e já tem nome "Seven". Agora eles contam com Eduardo e Aderson (sintetizadores e cordas), Danilo (programações) e Rogério Pafa (bateria e percussão).
O BAD FOLKS, de Curitiba (PR) foi outra grata surpresa do festival. A banda que começou como um projeto para tocar folk escocês abriu seus horizontes e apresenta um rock com aquela pegadinha folk agradável que faz com que a gente queira ouvir por horas e horas a fio. E os caras disponibilizam todo o disco na internet para download grátis. Mas quem quiser comprar, será bem vindo!
Quando sobe no palco em Goiânia o SHAKEMAKERS está mais do que em casa. Seus seguidores fiéis cantam junto, gritam, pedem mais. Com músicas na linha de "Inimigo do Rei" e Rock and Roll é Bom Pra Mim" eles são provocativos e querem mesmo é curtir seu som no último volume. O vocalista Sandoval convida a todos ao MySpace da banda para conferirem os sons deles e também as versões que fizeram para "Hurricane", de Bob Dylan e "The Pictures of Lily" do The Who.
Dudu no baixo, Djalma e Capivara nos vocais e guitarras e Crica na bateria. Este é o AMP, de Recife (PE). O nome pode até remeter a algum projeto eletrônico, mas os caras são é rock and roll na veia. São letras invasivas, guitarras destorcidas e revezamento aos berros. O primeiro disco já está para sair do forno, aguarde e não se arrependerá. Afinal, de carinhas de bonzinho o rock já saturou.
Como não é todo veículo de comunicação divulga um nome como A GRANDE TREPADA, os integrantes da banda resolveram por bem criar um apelido, BIG TREP. Já são, acredite, 20 anos de carreira. Incrível como ainda há o que se descobrir por este Brasilzão. A banda de pscichobilly não estaria completa sem aquele contrabaixo gigante maravilhoso que enche o palco. Dos quatro discos lançados, nenhum deles está em cartaz, mas logo eles lançarão um DVD para coroar esses vinte anos de carreira.
O LENDÁRIO CHUCROBILLYMAN (PR) é a banda de um homem só e levou ao Bananada o seu slogan "Jesus was a one man band too". A galera pirou no seu "Rock Primitivo". Sentado na bateria ele segura a onda no vocal e nas cordas também. Kuti está neste projeto há 3 anos e sabe que sua carreira é do tipo prática e econômica. Afinal, quem o contrata economiza nas passagens. Mas, amante da música que é, tem outro projeto, Kuti e os Penitentes, que toca sons de Tom Waits. Ah sim, ele estava meio doidão na hora da entrevista por isso esse trecho pode parecer meio desconexo.
Qualquer concepção mais diferente, como de M. TAKARA 3 (SP) provoca reações diferentes. Alguns dançam, alguns olham, alguns tentam entender.
MQN em casa. Não é preciso falar muito. Fabrício insano mandando ver nos hits "Let it Rock", "Hard Times", "Eletricity" e também nas suas frases venenosas... "Cada um que veio aqui ontem encheu o Léo Razuk de dinheiro, quem veio aqui hoje é mais roqueiro". A galera invade o palco, o palco invade a pista. É assim que funciona, uma simbiose, todo mundo sai ganhando.

O NECROPSY ROOM é mais um representante do metal goiano. Preparando o primeiro CD, tocou para poucas pessoas, mas nem por isso a empolgação foi pequena. Eles fizeram um show impecável, com aquele visual que banda de metal deve ter e toda aquela coreografia de cabelos ao vento. Primeiro CD previsto para agosto, segundo o vocalista Wesley Amrorim.
A BANDA DA ELINE. E quem não conhece a Eline? A personificação da roqueira à sua disposição, ou não. Desde que o Hang the Superstars se aposentou acho que ela vinha amadurecendo a idéia de fazer o que fez no palco do Bananada 2008. Eu cheguei a contar 25 pessoas no palco. Músicas de bandas como Mechanics, MQN, o próprio Hang foram cantadas por músicos da casa em momentos de arrepiar. É numa hora dessas que a gente entende porque Goiânia desperta tanta inveja no circuito indie. Aquilo não aconteceria em nenhum outro lugar do planeta. Fabrício Nobre (MQN) apresentou o show como o segundo maior espetáculo da Terra, depois do Kiss e ainda brincou: "Quem não é daqui pode ir embora". Márcio Jr, do Mechanics: "Isso aqui é a prova de como um pouquinho de obstinação pode estragar a vida de muita gente". Só brincando mesmo. O número de crianças no Bananada este ano foi grande. Já são filhos dos empresários, músicos e produtores roqueiros que surgiram nesta cena há uns 15 anos. Incontáveis latas de cerveja foram consumidas, jogadas e destruídas durante este show. Quando não havia instrumento suficiente para todo mundo, Guga (o quinto elemento do AMP e baixista do Astronautas) empunhou uma vassoura no palco. Daí em diante o fim não foi mais o fim... era um recomeço. Japão intimou o "Mestre" Gustavo Vasquez a pegar o baixo. "Vem tomar choque também". Ele, assim como o baterista Edimar, que são de casa e estavam na equipe de coordenação dos palcos, puderam tocar um pouco mais. Ah, a Eline...estava bem nos seus backings, bem bêbada! E nada de declaração para a imprensa! Ela foi erguida nos braços do seu povo roqueiro. E ela merece e é minha amiga!
Galera é isso. Sobre as festinhas pós show e as drogas eu não sei de nada. Fora dos shows dormi como uma pedra. Agora, vou fazer meu comercial. Afinal, vou gravar meu programa pra TV a cabo aqui amanhã com olheiras por culpa do Finatti. Então, convido-os a conhecer o Clip da Gente. Podem ver pelo www.vetv.com.br. Tem que clicar no box Canal da Gente, depois Música e depois Clip da Gente. No mais, continuo com a coluna Novo Som no www.correiodeuberlandia.com.br. Mas, infelizmente, o jornalismo musical ainda não paga as minhas contas e vou dormir logo porque amanhã o dia é longo! See ya, Finas, valeu pelo espaço. Leitores do Finas, obrigada por me aturarem...ou não.
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O BLOGÃO ZAPPER INDICA
* Disco: "Artista igual pedreiro", a estréia dos cuiabanos do Macaco Bong e sobre o qual Zap’n’roll fala melhor no comecinho da próxima semana.
* Balada: sabadon friorento em Sampalândia, neeé? Bom pra curtir o show dos Forgotten Boys lá no Belfiori (rua Brigadeiro Galvão, 879, Barra Funda, zona oeste de São Paulo). A banda está pra lançar seu novo disco e por isso mesmo vai tocar várias músicas novas no show, que rola pela madrugada. Você vai? O blogueiro zapper vai, com certeza!
* Mais agito na rua Augusta: yep, o baixo Augusta, no centrão rocker de Sampa, ficou ainda mais movimentado desde ontem quando se mudou para lá o novo StudioSP, com espaço maior (cabem 500 pessoas no local) e mais chique também, inclusive com cardápio de petiscos finos, uia! Na semana que vem tem show do Vanguart por lá e você já pode conhecer a nova casa na rua Augusta, 591, certis?
MAIS BALADAS!!!
Yeeeeeesssssss! Sábado é noite de ir pra rua, mesmo com o friozão que está fazendo. Então você pode escolher entre assistir ao hardcore veterano e sempre honesto do Garage Fuzz na Outs (rua Augusta, 486) ou ainda assistir os cariocas do Leela na Clash Club (rua Barra Funda, 969, Barra Funda), em balada que começa cedo, às oito da noite. E depois, ainda, dá pra pegar a festa "Demônias" no Dynamite Pub (rua Cardeal Arcoverde, 1857, Vila Madalena, zona oeste paulistana), que promete tocar o melhor dos 80’ e 90’, com o som pilotado pelos djs Demo e Pardal.///Domigão? O carioca Maldita baixa no Inferno (rua Augusta, 501), pra agitar o povo goth. É isso, se agasalhe bem, ,tome um vinho saboroso (ótimo pra esquentar nesse frio) e se joga!
PREMIAÇÃO VALENDO!
Claaaaaaaro! Continua em sorteio pelo hfinatti@gmail.com, três cópias do primeiro disco do Vanguart, além de uma cópia do novo álbum do mineiro Carolina Diz, e outra do novo do Guillemotz.
Tá bão, né?
FUOMOS!
No começo da semana estamos na área novamente, falando do graaaande Macaco Bong e também de mais um hype farsesco, o tal MGMT, cujo disco inclusive acaba de sair no Brasil. Inté!
(enviado e atualizado por Finatti em 31/5/2008, às 17hs.)

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