--------------------
* PONTO FINAL NO ASSUNTO "CENSURA" NO BLOG – Entonces, conforme falado aqui mesmo, neste post, repercutiu tremendamente o papo/informação de que estas linhas zappers agora em forma de blog, estariam sendo diretamente monitoradas pela direção do portal, visto que Zap’n’roll é, de fato (e sem prepotência nenhuma nesta afirmação), o blog mais lido do site, um dos mais lidos da blogosfera pop brasileira atual e este gonzo maloqui aqui, para o bem e o para o mal (infelizmente), é um dos colunistas e jornalistas mais conhecidos da mídia rock alternativa brasileira, e isso já há um bom par de anos – algo que, na verdade, muitas vezes mais incomoda do que alegra o autor destas linhas online, visto que o nome "Finatti" por vezes se revela um fardo um tanto quanto pesado nas costas de quem o carrega. Enfim, por tudo isso e por não ter medo de abrir a boca, a coisa andou pegando fogo pros lados de Zap’n’roll. O próprio publisher do portal e amigo pessoal deste blogger, André Pomba, deu sua versão dos fatos e o autor deste blog pouco tem a rebater sobre o que ele disse e respeita sua opinião. Sim, estamos na Dynamite há quinze anos (na revista impressa e, depois, no site), porque este é o nosso lado "underground" ou "marginal" (chame como você achar melhor) e amamos este lado, já que o lado jornalístico "mainstream" deste profissional da comunicação é exercido em veículos como a revista Rolling Stone ou no jornal Gazeta Mercantil. Zap’n’roll, aliás, nunca esteve fora da grande mídia. E nem por isso, deixou de prestigiar a Dynamite por saber, sim, que ela também é importante no trabalho deste jornalista e que de fato o site e a coluna (agora blog) zapper promoveram bastante o autor deste espaço na cena musical independente brasileira. De mais a mais, choveram comentários estúpidos e estapafúrdios sobre o texto escrito por Pomba no próprio espaço dos leitores aqui no blog, e também em comunidades do sempre famigerado Orkut. O titular deste blog nem deveria se importar com aberrações deste tipo, disparadas por gente que não sabe o que diz ("ele foi humilhado em público pelo próprio chefe", "deveria ter vergonha na cara e sair do site", "se acha melhor do que todo mundo e é um egocêntrico e metido" etc, etc.) pois ele muito bem quem ele é e como é – e arrogância é algo que NÃO existe na personalidade do autor deste espaço. E também sabe que gente ressentida, recalcada, sem um mínimo de competência profissional e doente de inveja reza dia-e-noite para que Zap’n’roll realmente deixe a Dynamite e rompa uma amizade sólida (com seus altos e baixos, como todas as relações de amizade) de quinze anos com o querido Pomba. A esses invejosos, que pululam por aí no Orkut e até mesmo aqui mesmo no portal, o autor destas linhas só tem a lhes dizer que sua vontade, infelizmente, não será satisfeita ainda por muito tempo, se depender deste jornalista e do que ele, civilizadamente, se comprometeu junto ao Pomba a fazer profissionalmente daqui em diante. Admitimos também que andamos pegando no pé de colegas aqui do portal (Zap’n’roll não tolera ler bobagens, seja onde for, até mesmo em colunas ou blogs escritos por amigos seus, o que deve ser um defeito deste blogueiro) e vamos deixar isso de lado a partir de agora, embora sempre contestando aqui e quando necessário, uma opinião artística contrária a nossa e publicada em espaços vizinhos a este blog. Afinal, o próprio leitor se encarregará de analisar quem escreve asneiras no portal e quem escreve com conhecimento de causa e rigor de informação. Encerrando este assunto em definitivo, pois temos coisas mais importantes para serem comentadas aqui, reproduzimos o comentário postado no Orkut, na comunidade Bizz Livre (esta, moderada por este jornalista e recomendada por ele aos seus diletos leitores), onde um de seus integrantes definiu muito bem a honesta e transparente conduta que permeia a relação profissional e de amizade entre Zap’n’roll e André Pomba: "Só um sociopata não vê que o que existe no relacionamento Finatti-Pomba-Dynamite é franqueza e jogo limpo. Algo que muita gente desconhece...Humilhado? Sei...". É isso aí. Nada mais a acrescentar sobre este assunto.
* E bien, bien, hoje já é quarta-feira e não vamos ficar "queimando" posts novos à toa se não houver nada relevante pra ser comentado. Então, a gente vai fazer o seguinte: se der, até a tarde desta quinta-feira entra mais um adendo aqui com análises rápidas de vaaaaários discos indies que o blog está devendo há algum tempo falar deles. Se não, entra este adendo e mais um monte de novidades explosivas no post master da sexta-feira, aquele que vem com prêmios novinhos e folha pra distribuir pros leitores, mais o roteiro compacto de baladas da semana e mais isso e aquilo. É só ter paciência e aguardar, okays?
* Encontro de gigantes na Outs/SP neste sábado? Mallu Magalhães sendo entrevistada nestas linhas zappers? O blogueiro maloqui aqui novamente sendo entrevistado na MTV? O que achamos da Pitchfork tv online? A armação do século no Planeta Terra 2008? Tudo isso e mais um pouco? Logo mais por aqui, voltaê e confere!
(enviado por Finatti em 16/4/2008, às 4:45hs.)
--------------------

O trio paulistano: disco novo com canções cinzas e urbanas.
--------------------
Tumulto, caos e polêmica.
Entonces: repercutiu tremendamente a abertura do último post deste blog zapper, o que esmiuçou o documentário "Joy Division" e que, logo de saída, alertava nosso dileto leitorado sobre a censura que havia se abatido sobre Zap’n’roll por ela ser, hã, desbocada em excesso em seus comentários aqui – alguns deles, ok, alfinetando nossos próprios colegas de site. Choveram comentários no pé do post, houve gritaria até no Orkut e André Pomba em pessoa, nosso amado publisher (e dileto amigo pessoal do autor deste blog há mais de quinze anos), também se manifestou, dando sua opinião e versão dos fatos. Enfim, não vamos nos estender muito mais sobre esse assunto pois, afinal, há coisas mais interessantes e necessárias para serem comentadas neste espaço rocker virtual. O que estas linhas zappers ainda têm a dizer sobre o tema vai logo aí embaixo, em tópico específico. E depois, fim de papo sobre isso. Afinal, estamos aqui para falar de rock alternativo e cultura pop, não para causar tumulto público (ok, nada como uma polêmica e um tumulto mini de vez em quando, pra animar o ambiente, né não?).
* Ah, só pra constar: o post deste finde está meio assim... devagar. Apesar de a cidade estar animadíssima no circuito indie (com show do New York Dolls ontem e ainda Datsuns hoje e Wayne Hussey amanhã), o blogueiro aqui sofre com resfriado, crise de azia e gastrite (é o que dá ficar enfiando o pé na lama em álcool e outros aditivos depois dos 40...), e por isso vai mais devagar hoje por aqui. Mas prometemos que na próxima semana, o blog volta com assuntos master e gás total novamente.
* Bom, Zap’n’roll vai sim hoje nos Datsuns, no Inferno. E também amanhã no Wayne Hussey, na Clash. Aliás, quem ganhou os ingressos pra ambos os shows na promoção (bacanuda como sempre) do blog, já foi avisado e os nomes estão lá embaixo, no final do post.
* Manchester ataca novamente! A cidade inglesa, que legou ao mundo Joy Division, New Order, Buzzcocks, The Fall, The Smiths e Oasis, entre muitos outros, agora se prepara para exportar mais um grande nome do rock’n’roll. Pelo menos é o que acha o semanário inglês New Musical Express, que estampa na sua capa desta semana o grupo The Courteeners e tasca a indagação: "os novos messias de Manchester?". Será? Depois que ouvir a banda, Zap’n’roll emitirá sua, hã, abalizada opinião aqui.
* Pros interessados, a capa da NME com o Courteeners é essa aí:

* E, sim, "Shine A Light", o documentário dos Stones dirigido por Martin Scorsese é realmente fodástico. Estas linhas zapper assistiram o dito cujo esta semana, ao lado da sempre liiiiindaaaa e fofa Adriana Ribeiro. E ambos saíram impressionados do cinema com a captação de imagens, as tomadas espertíssimas, os planos ágeis e a iluminação e tratamento dado por Scorsese às filmagens. O cara é gênio, claro. E filmando um show das Velhas Pedras Rolantes, não tinha como dar errado. Se você não assistiu ainda, vá logo porque é o tipo de filme que não fica muito tempo em cartaz.
* Socorro I: o "fantástico" RDB volta a Sampalândia dias 10 e 11 de maio, para duas noitadas teen "imperdíveis" na Via Funchal. Mas os ingressos já estão... esgotados, sorry pimpolhos!
* Socorro II: mas se você é da velha guarda do metal e prefere, her, algo mais "sério" e "adulto", tem o Queensryche, dia 16 de maio também em Sampa, no Credicard Hall.
* Alguém viu a fofíssima Fernandinha Takai ontem no Programa do Jô? A vocalista do sempre querido Pato Fú foi divulgar seu disco solo, "Onde brilham os olhos teus", onde ela interpreta canções de... Nara Leão, musa da bossa-nova. Ok, ok, o blog aqui é de rock e cultura pop. Mas Fernandinha é tudibom, lindinha como ela só, dileta amiga do gonzo blogger aqui e o último disco do Pato Fú, lançado em 2007, é sensacional. E de quebra, o Pato Fú ainda vai tocar na Virada Cultural daqui a duas semanas. Mais um ótimo motivo pra prestigiar a Virada.
* É. Até que o Banzé (a banda paulistana, bem entendido) também poderia participar da Virada Cultural, já que o trio lançou há pouco um disco bem legal. Mas já já voltamos e falamos sobre isso por aqui.
--------------------
ROCK URBANO, CINZA, SEM INOCÊNCIA

Um dos grupos mais legais da cena independente paulistana acaba de perder, enfim e totalmente, a sua inocência. O trio Banzé lançou há pouco seu segundo disco, "Antes da Queda" e chega a espantar a evolução e mudança de direcionamento musical mostrados pelo grupo em relação ao disco "De pernas pro ar", sua estréia oficial em disco após ter editado um ep apenas para divulgação junto à mídia. Formado pelo guitarrista e vocalista Thadeu Meneghini, pelo baixista Willy e pelo batera Marcelo Effori, o Banzé se tornou uma das bandas mais queridas da indie scene paulistana graças às suas melodias contangiantes e às referências ao rock garageiro sessentista, que sempre permearam suas músicas. Canções festeiras, pra curtir legal em casa e pular nos shows, e que logo ganharam a simpatia do público alternativo e também de jornalistas rockers como Thales de Menezes (da revista Playboy) e o maloqui zapper aqui, que botou o conjunto pra tocar em muitas festas promovidas pelo blog (então, coluna) em bares como a Outs/SP.
Mas faltava algo ao som do Banzé. Talvez mais consistência nas letras e perder um pouco a "inocência" na hora de compor. Pois ambos os detalhes foram corrigidos e aperfeiçoados no novo trabalho. Em onze músicas e pouco mais de trinta e cinco minutos de duração, ouvem-se riffs bem construídos de guitarra, melodias aceleradas e ganchudas e uma produção (a cargo do experiente Alexandew Fontanetti) que realça os bons vocais de Thadeu e o caráter algo urbano, cinza e "sujo" das faixas. Sim, o grupo soa como se fosse uma polaroid musical das mazelas que permeiam as relações humanas e uma metrópole eivada de caos em todos os sentidos, como é São Paulo. Desta forma, não surpreende que o grupo tenha composto uma música, "Fada Carabina", que narra em forma de crônica os ataques do PCC realizados na capital paulista em 2006 e que paralisaram a quinta maior cidade do mundo. "Onde você estava? Por onde andava na noite passada? Um ônibus foi incendiado. O céu refletiu o vermelho das ruas. Procuram culpados, meu bem. Me diga se a culpa é sua", diz a letra, enquanto a guitarra desliza por uma das melhores levadas melódicas do cd.
A rudeza dos temas e uma certa perda da inocência (sim, o Banzé festeiro meio que deu lugar a um grupo mais, hã, "adulto" e reflexivo, mas nem por isso menos rocker) também é facilmente perceptível na faixa-título e nas ótimas "Boca do Lixo" (composta em parceria com Tatá Aeroplano, do Jumbo Elektro), "Tragam-me a cabeça de Lester Bangs" (esta, vejam só, além de citar o nome do lendário crítico americano em seu título, ainda traz a especialíssima participação de Wayne Kramer, do MC-5, nas guitarras) e "Hirsuto", outro grande momento melódico do álbum com mais uma letra de versos contundentes sublinhando a música ("Trago na alma silente/O peso exato dos sonhos"). Com tudo isso, a música que fecha o disco, "Vai pra rua", composta por Arnaldo Antunes e Paulo Miklos na época do álbum "Cabeça Dinossauro", dos Titãs, foi um belo presente ofertado ao trio por Arnaldo e Miklos. Mas nem faria tanta falta ao novo trabalho do Banzé afinal de contas, porque há canções melhores gritando no cd e de autoria da própria banda.
É isso. Já tem o voto destas linhas blogueiras para figura entre os melhores discos indies brazucas de 2008.
* Mais sobre o Banzé? Vai lá: www.banzerock.com
--------------------
* E MAIS POR AQUI? – Caaaaaaaalmaê que no decorrer deste finde este post vai aumentar substancialmente de tamanho, hihihi (gozado... parece que um querido e vizinho super blog popstar também sempre usa essas "paradinhas estratégicas" quando tem que interromper a postagem, hehe). Por hora, informamos que:
* Hoje, sextona rocker, tem além dos Datsuns no Inferno, Henry Paul Trio na Outs (rua Augusta, 486, centrão de Sampa), Jumbo Elektro no Belfiori (rua Brigadeiro Galvão, 870, Barra Funda, zona oeste paulistana), a deliciosa festa indie MissTake, comandada pela dj Gringa no MiniClub (rua Consolação, 2627, Jardins, zona sul de São Paulo) e o aniversário do agitador cultural e dj Wilson Farina, que vai comemorar discotecando lá no simpático clube Praga (rua Turiassú, 483, Perdizes, zona oeste de Sampa).
* Amanhã, mais conhecido como sábado, rola shows com o Hats e o Comma na Outs, mais Devotos de Nsa. Aparecida no Belfiori (comemorando o aniversário do grande Thunderbird), e super noite anos 80’ no Dynamite Pub (rua Cardeal Arcoverde, 1854, Vila Madalena, zona oeste de São Paulo), quando a sempre ótima dj Silmara irá comemorar o quarto aniversário de sua festa Spectro. Ótima pedida pra esticar a noitada depois do show do velho goth Wayne Hussey na Clash Club (rua Barra Funda, 969, Barra Funda). E será pra onde este gonzo zapper eterno viúvo dos 80’ irá também.
* E quem vai na faixa no Datsuns é Erika Pires e Vinícius Favaretto. Já amanhã, no Wayne Hussey, Luciano Terriaca e Adriano Paccianotto irão curtir felizes uma balada goth oitentista.
* Tá bão? Então é isso: até o final deste finde colaê que o blog ainda vai esquadrinhar alguns discos indies lançados recentemente (estamos devendo essa) e também vamos por um ponto final definitivo sobre o assunto "censura no blog". Por enquanto é isso, o maloqui aqui vai lá se descabelar nos Datsuns e curtir uma nostalgia pós-punk com Wayne Hussey, e depois volta por aqui. Inté!
* Ah, sim: e Recife pega fogo com mais uma edição do Abril Pro Rock. Logo mais cobertura aqui e no portal, pelas mãos do nosso amado "editador" André Pomba, que na verdade é um fofo e que ficou mais velhinho esta semana, hehe. Parabéns dear Pomba: amor e fidelidade eterna destas linhas zapper para a nossa looooongaaaaa amizade!
(enviado por Finatti às 21:05hs.)

RSS





30-10-2009
22-10-2009
16-10-2009
8-10-2009
7-10-2009