
Nda Surf: o cd novo saiu em fevereiro e passou quase batido aqui.
(atenção: post atualizado em 30/4)
* Semana começando quente. Nada Surf novo sendo comentado no blog que sempre está na frente, um resumo do palco indie na Virada Cultural e a aclamação do Vanguart no mesmo, mais novidades do festival Mada e algumas coisinhas mais. Preparado(a)? Vai lendo então, vai...
* Amy Winehouse, a louca genial, já saiu da cana em Londres, onde havia entrado na última sexta-feira. Recebeu uma advertência do delegado responsável pelo Distrito e não responderá a inquérito criminal pela confusão em que ela se envolveu uma madrugada antes, quando chegou a agredir dois sujeitos em um bar no centro da capital inglesa. Mas o pai da garota está querendo interná-la em uma clínica psiquiátrica. Vamos aguardar o desenrolar dos acontecimentos...
* Mas o que é isso minha gente!!! E agora o "fenêmeno" do futebol mundial vai estrelar mais um novo e emocionante episódio de sua gloriosa trajetória como "peladeiro" de luxo: "Ronaldão & Os Travecão", uuuuiiiiaaaaa!!! Pra quem ainda não sabe do que se trata (será possível???), o Youtube faz o serviço, ainda que rapidinho, hihihi:
* E mais sobre o bafon Ronaldo/travecos aqui.
* E não é que o gigante festival Mada (um dos cinco maiores da cena independente brasileira hoje, com média de público de oito mil pessoas por noite), que irá ter sua décima edição entre os dias 14 e 16 de agosto em Natal, quase consegue trazer Breeders e Hellacopters para a festa de dez aninhos? O blog disse quase justamente porque o produtor Jomardo Jomas contou a este blogueiro zapper que as negociações infelizmente não avançaram como ele esperava. Mas, por outro lado, o Mada vem sim quente e fervente para 2008: o festival estabeleceu parceria com uma produtora de shows paulistana e desse acordo devem sair pelo menos três atrações gringas fodaças para animar ainda mais um line up de bandas que já está em fase final de "costura". Não esquecendo que o fenêmeno teen indie folk Mallu Magalhães estará lá, e provavelmente também o CSS, já com seu novo e aguardado disco lançado. Ah sim, Zap’n’roll também vai, claaaaaro, rsrs. Afinal, mestre Jomardo não compactua com o "boicote" que alguns produtores da indie scene nacional estarão querendo impor ao gonzo zapper, em suas andanças pelo Brasil na cobertura de festivais independentes.
* Falando em festivais e "boicotes", neste finde tem Casarão do Rock, em Porto Velho. E PMW em Palmas. Mas o blog fala melhor sobre isso em novo post, lá pra quinta-feira, em pleno feriadon.
* VIRA, VIROU! VANGUART ACLAMADO NO PALCO INDIE – Então: a quarta edição da Virada Cultural foi realmente sensacional. Capital paulista em festa, povaréu animadíssimo circulando pelas ruas e cerca de 4 milhões de pessoas curtindo as atrações. O foco principal do evento se concentrou no centrão véio de Sampa, onde estavam a maioria dos palcos principais e os melhores shows, como os que aconteceram no secular Theatro Municipal (com Luiz Melodia e Sá, Rodrix & Guarabyra, entre outros), na esquina das avenidas São João e Ipiranga (não havia espaço pra mais ninguém quando Zé Ramalho e Mutantes tocaram, no meio da madrugada), na Praça da República (onde teve muito metal e também showzaços do Cachorro Grande e Lobão, no domingo à tarde) e... no palco indie, claaaaro! Zap’n’roll circulou por lá no começo da madrugada de domingo, encontrou uma renca de amigos (como a lindaaaaa Carol Freitas, vocalista do Filomedusa e que literalmente pulou no colo do blogueiro gonzo quando o viu), viu parte do show dos Los Porongas e voltou pela manhã (após discotecar em dois bares rockers da cidade durante a madrugada), quando o dia já clareava e a tempo de ver a apresentação do Filomedusa, do Acre, um dos nomes mais legais e interessantes do novo rock brasileiro. Mas o que todo mundo fala é que quem saiu mesmo aclamado do Pátio do Colégio foi o quinteto Vanguart: o show dos moleques reuniu a maior concentração de público, praticamente lotando o local. Mais: todo mundo cantava as músicas em coro e o folk mezzo pop da banda se estabeleceu de vez como a nova e grande força do emergente rock nacional. O chato é que, terminado o set dos Vangs, houve debandada do público, que bem poderia ter ficado para ver outros nomes também muito respeitados (como o trio Macaco Bong, por exemplo, que concentrou em sua apresentação o maior número de jornalistas musicais e músicos de outras bandas, em toda a longa maratona do palco da Abrafin. Aliás, havia no backstage do palco da Abrafin até gente que, até a semana passada, era doente por Seu Jorge e Teatro Mágico e agora quer, a todo custo, ser aceita e se enturmar na indie scene, tsc, tsc...). Mas enfim, o Vanguart segue com a corda toda: depois do sucesso na Virada, a banda vai se concentrar em finalizar o clip de "Semáforo" e também a compor novas faixas, para um EP que deve ser lançado no segundo semestre, quando o grupo também deverá fazer sua primeira gig na gringa, tocando em um festival na Alemanha (provavelmente em outubro). Chique, não?
* Dia 24 de maio os Vangs tocam na Outs/SP, com discotecagem do maloqui zapper aqui. Uma dobradinha incrível, uia! E que sempre lota a casa da rua Augusta.
* E logo logo os cuiabanos serão objeto de uma grande matéria numa certa revistona aí, de cultura pop e que está badaladíssima. Mais, por enquanto, o blog não pode contar...
* Bueeeeeemba! Saiu disco novo dos velhos grunges do Mudhoney. Daqui a pouco o blog ouve e dá suas impressões aqui.
* Enquanto isso, estas linhas zappers seguem ouvindo o EP do MonoTune e do Theatro De Séraphin. O primeiro é de Sampalândia mesmo e carrega nos violões dolentes, nas melodias tristonhas, na estética algo low fi a força de suas canções, todas muito bonitas. O disquinho saiu já há algum tempo pela Pisces Records (www.piscesrecords.com.br), selo beeeeem alternativo do interior paulista e que sempre está desovando lançamentos indies bacanas – agora mesmo saiu mais um pacote com três títulos, que logo mais serão destrinchados aqui. Já o TS vem da Bahia: trata-se da nova banda do guitarrista Cezar Vieira, que tocou nos anos 90’ no lendário e inesquecível brincando de deus, uma das melhores formações do indie shoegazer brasileiro em todos os tempos. O som do novo grupo não difere muito do que o bd fazia: há guitarras vaporosas, melodias mezzo psicodélicas, bons vocais lassos e letras em português. O blog ainda volta a falar do disco logo mais, aguentaê.
* O Theatro De Séraphin foi lançado pela Big Bross Records, minúsculo alternativo (e ponha alternativo nisso) do popular produtor baiano Big, que mora em Sampalândia e encheu a mochila de Zap’n’roll no backstage do palco indie da Virada Cultural com zilhões de cds, que serão devidamente ouvidos e comentados aqui assim que possível.
* E de fora? Estamos curtindo o novo álbum do já veterano Nada Surf, oras!
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SURFANDO NOVAMENTE
O trio norte-americano Nada Surf já é um veterano da indie scene. Na estrada há década e meia, lançou em fevereiro passado (lá fora) seu novo álbum, "Lucky", que não tem previsão de ser editado no Brasil – aqui, há alguns anos, quando a banda excursionou pelo país (fazendo shows beeem legais em São Paulo, Rio, Belzonte e mais algumas cidades), a gravadora paulistana Inker chegou a lançar os álbuns "Let Go" (2002) e "The Weight Is A Gift" (de 2005). Porém, "High/Low", a estréia do Nada Surf em 1996 e que fez estrondoso sucesso para os padrões da cena indie em função do hit "Popular", também jamais viu a cor de uma edição nacional.
E o Nada Surf de "Lucky" é bastante diferente do power pop mezzo barulhento que se ouve em "High/Low", e que arremesou o grupo aos primeiros lugares das paradas de então, fazendo até com que o NS descolasse um contrato com o selo Elektra, subsidiária da gigante Warner Music. Claro, isso é facilmente explicável: tanto o guitarrista e vocalista Matthew Caws quanto o baixista Daniel Lorca (que fundaram a banda em 1992) não são mais os adolescentes cheios de energia e ainda algo imaturos de quinze anos atrás. Neste aspecto, o novo trabalho exibe aquilo que costumamos chamar de "maturidade" artística de uma banda, quando ela sedimenta seu estilo musical, o que pode agradar a alguns e desapontar outros. No caso do trio de Nova York (que atualmente é completado pelo baterista Ira Elliot), a maturidade trouxe menos power pop e melodias mais suaves, tranquilas. Yep, as guitarras de Caws ainda se fazem presentes, mas há cada vez mais domínio de violões e até pianos e violinos nas faixas do cd.

"Lucky", a capa do novo cd do Nada Surf.
Há músicas muito bonitas espalhadas por todo o disco, que foi gravado em um estúdio em Seattle, há exatamente um ano. Em "Whose Authority", há uso de muitos coros vocais e a canção exibe talvez as guitarras mais intensas de todo o álbum, ao lado de "From Now On". O panorama muda radicalmente na melancólica e bela "Beautiful Beat", com pianos, levada melódica plácida e a constatação de que o NS ainda sabe compor lindas canções. E é esta ambiência sonora que vai predominar no disco daí em diante, como bem demonstram "Here Goes Something" (violões dolentes amalgamados a percussão suave e vocais absolutamente bucólicos, como se você estivesse na varanda de alguma casa de fazenda em noite de céu estrelado, tomando um bom vinho), "Are You Lightning?" e "The Film Did Not Go ‘Round’", que fecha suavemente o cd como se fosse uma espécie de canção de ninar ou a despedida de um grande amor.
Não, não é mais o Nada Surf power pop e que deixava os indie kids alucinados nas pistas de dança. Mas há uma delicadeza, uma sinceridade, um pathos musical que tornam este "Lucky" um disco bacana. E que, sim, permite a este velho jornalista rocker afirmar que o Nada Surf está envelhecendo com dignidade. Ainda bem!
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É TEMPO DE FESTIVAIS NA INDIE SCENE BR
Finde com feriadon à vista. E a cena independente brasileira se agita: a partir desta Sexta-feira a região Norte brasileira pega fogo com as edições 2008 dos festivais Casarão do Rock e PMW.
O primeiro chega à sua nona edição em Porto Velho, capital de Rondônia. E turbinado que foi pelo patrocínio obtido junto à Petrobrás (que neste ano resolveu abrir o cofre e investiu cerca de R$ 2,5 milhões de reais em diversos festivais de música espalhados por todo o país), vai Ter como headliners a baiana Pitty e também os gaúchos do Cachorro Grande, além do hardcore do DeadFish. Não só: a festa será completada pela apresentação de uma renca de grupos legais, como Macaco Bong, MQN, Mezatrio, Ecos Falsos, Daniel Belleza & Os Corações em Fúria, além de muitas bandas locais. A putaria rocker rola de sexta a Domingo próximos e todas as infos sobre o festival podem ser alcançadas em www.festivalcasarao.com.br.
Zap’n’roll, que já rodou milhares de quilômetros pelo Brasil acompanhando de perto nos últimos anos dezenas de festivais indies, desta vez não estará em Porto Velho pois, estranhamente, foi "desconvidada" pela produção do Casarão a estar lá. Normal, sem problema. Mau caratismo e falta de ética existem em qualquer lugar, inclusive entre produtores de festivais musicais. De qualquer forma, colaboradores locais do portal Dynamite deverão estar presentes e enviarão seus relatos de lá, para manter nosso dileto leitorado sempre muito bem informado sobre tudo o que tá pegando na indie scene brazuca.
Não tão famoso quanto o Casarão mas também já bem conhecido é o PMW, que rola também neste final de semana em Palmas, capital do Tocantins. E não se esquecendo de que no final de maio rola mais uma edição do já tradicionalíssimo Bananada em Goiânia, produzido pela turma da Monstro Discos. A programação do dito cujo já está pronta e a qualquer momento ela entra aqui, nestas linhas bloggers rockers.
Maravilha, né? É assim que Zap’n’roll gosta de ver o novo rock brasileiro: cada vez mais vibrante e atuante, uia!
KOOKS PARA AS MASSAS
Um dos novos grupos mais legais do guitar rock britânico, o Kooks, lançou na semana passada seu novo disco, "Konk" – que saiu pela Emi, ou seja, poderia muito bem ser lançado aqui também. Integrado pelo vocalista e guitarrista Luke Pritchard, pelo também guitarrista Hugh Harris, pelo baixista Dan Logan e pelo baterista Paul Garred, o Kooks surgiu em Brighton por volta de 2004. Amantes declarados do rock de garagem dos sixties à la Kinks, e também do punk clássico de Jam e Buzzcocks, os garotos fazem som básico de guitarras aceleradas, pra cantar junto e pular bastante e rápido nos shows ao vivo ou em pistas alternativas.

The Kooks: Kinks+Jam+Buzzcocks= novo hype do rock inglês.
"Konk" é uma pequena maravilha e o clip de "Always Where I Need To Be" já rola a toda na MTV, no Youtube e no MySpace. Há muito de Suede e até de David Bowie (reza a lenda que o batismo do grupo foi inspirado em... "Kooks", faixa do classicaço álbum "Hunky Dori", do Camaleão) no som dos moleques e o primeiro single de trabalho deles, claaaaro, vai ser tocada nas próximas discotecagens zappers pelos inferninhos under de Sampalândia.
Mas se você não quer esperar e ainda não viu "Always Where..." por aí, dá uma olhada aí embaixo, nesta versão ao vivo dela, durante a apresentação da banda em um programa de auditório lá na Velha Ilha:
The Kooks – "Always Where I Need To Be", ao vivo
POUCAS & BOAS
* De vez em quando topamos com surpresas boas e inesperadas. É o caso do grupo Hello, comandado pelo baixista e vocalista Chible Haddad. Quem? Como??? Chible é músico mineiro e reside na cidade de Lavras. E troca umas idéias com este blog há tempos, via Orkut e msn. Conversa vai, conversa vem, Chible enviou uma cópia do disco do Hello que ainda está pra sair, pra apreciação do maloqui zapper aqui. Entonces, trata-se de um pop/rock honesto, sem pretensão a ser genial ou coisa que o valha. Há guitarras fortes logo na primeira faixa, teclados pop e bons vocais de mr. Chible. As letras são um pouco românticas em excesso mas, sem querer puxar o saco do sujeito, possuem versos bens construídos e que deixam rogérios flausinos da vida com vergonha de se acharem "compositores". Só falta agora o Chible lançar o disquinho no capricho mesmo, com capa, encarte, letras e ficha técnica pois não há nenhuma info no cd-r enviado para o blog. Ah, sim: e manter também uma página no MySpace sempre ajuda, não é? Enfim, o blog zapper deseja sorte ao Hello em sua trajetória rumo aos píncaros da glória no pop/rock brazuca, uia!
* E depois do Coachella, que incendiou os States no último finde, agora é a vez do gigante inglês Glastonbury. A escalação completa da edição deste ano do festival acaba de ser divulgada, sendo que ele vai rolar entre os dias 27 e 29 de junho. Há zilhões de grupos fodaços no line up e fica até difícil citar tudo por aqui – basta dar esta palhinha: Kings Of Leon, The Fratellis, Editors, The Gossip, The Feeling, KT Tunstall, Get Cape. Wear Cape. Fly, The Subways, Kate Nash, Panic At The Disco, The Enemy, We Are Scientists, Foals, The Hoosiers, Ben Folds, Vampire Weekend, Joe Lean And The Jing Jang Jong, Hilltop Hoods, Jamie T, The Cribs, Reverend And The Makers, The Kills, MGMT, The Ting Tings, Young Knives, Lightspeed Champion, Make Model, Glasvegas, Patric Watson, Royworld, Pete Doherty, The Raconteurs, Massive Attack, Hot Chip, Elbow, Duffy, The Wombats, Neon Neon, Black Kids, The Golden Silvers, The Travelling Band, Biffy Clyro, The Futureheads, Band Of Horses, Black Lips, The Courteneers/The Black Keys, Vampire Weekend, British Sea Power, Holy Fuck, The Teenagers, Hilltop Hoods, Emmy The Great, Dogtanion, The Verve, Leonard Cohen, Goldfrapp, Very Special Guest TBC, John Mayer, Gilbert O' Sullivan, TBC, Groove Armada, The Zutons, The Pigeon Detectives, Mark Ronson, Scouting For Girls, Jack Penate, Newton Faulkner, Black Mountain, Hoodoo Gurus, The National, Spiritualized, Crystal Castles, Brian Jonestown Massacre,
The Stars, The Courteneers/The Black Keys, Rocket Summer, Friendly Fires, The Whup, Yeasayer etc. Tá bom, né?
* Com tantos festivais pipocando por todos os cantos, seria injusto que a bucólica e pequenina São Thomé Das Letras, no sul do Estado de Minas Gerais (uma cidade hiper aprazível e bucólica e que o gonzo zapper adora frequentar, já há mais de duas décadas), também não tivesse um evento parecido por lá. Pois então: neste finde (também) acontece por lá a primeira edição do Woodsgothic Festival, que pretende reunir em duas noitadas de shows (sexta e sábado) a nata das bandas brasileiras dedicadas a fazer a trilha sonora das trevas. Se você está de bobeira no feriadão e não quer ficar em Sampalândia, taí uma bela dica. Thomé não fica longe da capital paulista (são cerca de quatro horas e meia de viagem de carro, pela rodovia Fernão Dias) e a cidade é realmente paradisíaca. Vale e muito a pena fazer uma visita por lá e passar uns dias tomando banho de cachoeira, se entupindo de vinho barato, pinga com mel e marijuana e também trepando horrores, claaaaro!
* O porco voador que o ex-Pink Floyd e velho hippie Roger Waters utiliza como efeito cênico em seus shows, desapareceu nos céus de Indio, na Califórnia, após a apresentação do músico no mega festival Coachella. A produção do evento está oferecendo US$ 20 mil dólares de recompensa pra quem der informações sobre o paradeiro do "bicho".
* A muvuca envolvendo Ronaldão e os travecos já causa estragos na vida pessoal do jogador: Bia Antony, a xoxotaça que dividia um luxuoso loft com o ex-careca (aliás, não se sabe se Ronaldo fica pior com ou sem cabelo na cabeça, afe) na Barra da Tijuca, fez suas malas e picou a mula. Voltou para a casa dos pais, em Brasília.
* Essa é pros fanáticos por grande cinema e gênios doentes da cabeça da Sétima Arte, como Zap’n’roll também é: David Lynch, o gênio que deu à cinematografia mundial clássicos como "Veludo Azul", "Coração selvagem" e a sensacional e lendária série "Twin Peaks", desembarca no Brasil em agosto. Vem aqui para o lançamento da edição nacional do livro "Em águas profundas – criatividade e meditação", de sua autoria. Lynch é gênio, ponto.
* Fechando a tampa: o saudoso e inesquecível Cazuza faria 50 anos de idade nesta sexta-feira, se estivesse vivo. Zap’n’roll, que viveu intensamente o rock brasileiro dos anos 80’, que foi amigo de Renato Russo e também conheceu Cazuza pessoalmente, sente muitas saudades desta época. Era bacana, muito bacana. Mas a vida segue em frente e o tempo não pára, como o próprio cantor e compositor imortalizou em uma canção sua. Feliz aniversário cara, esteja você onde estiver.
O BLOG ZAPPER INDICA
* Filme: mais um herói dos quadrinhos chega às telas. Desta vez é o Homem de Ferro, que tem mega lançamento nos cinemas do país neste feriadon, com cópias dubladas e legendadas. A questão é: será que é bão? Pelo menos a música tema é – e não poderia ser outra – a clássica "Iron Man", do Black Sabbath.
* Disco: os novos do Nada Surf e também do The Kooks.
* Show bacanudo: hoje, véspera de feriado, a Outs/SP recebe os sempre ótimos Ecos Falsos e também o curitibano Charme Chulo. Programão rocker pra ninguém perder, lá na rua Augusta, 486, centrão de Sampa.
* Exposição: continua em cartaz no Sesc Pompéia, em São Paulo, a mostra "Vida louca, vida intensa – uma viagem pela Contracultura". Com um feriadão aí pela frente, você deveria tirar essa bunda gorda e preguiçosa da cama ou do sofá e ir até lá pra conferir. O Sesc fica na rua Clélia, 93, Pompéia, zona oeste paulistana.
BALADAS DA SEMANA
A elas, povo, que vai ter muito o que badalar em Sampalândia no feriado prolongdo, se você não for cair na estrada. Então a ralação rocker já começa na quinta-feira, feriado em si, quando a muza funkeira carioca Deize Tigrona baixa na festa da loja Peligro, no Milo Garage (rua Minas Gerais, 203, Higienópolis, centro de São Paulo). Também na quinta a Outs vai ferver com shows do Mukeka Di Rato, Bush, Desgraciados e Zefirina Bomba, ô loco!///Sextona vai continuar bacana com show do Ludov no Inferno (rua Augusta, 501, centro de Sampa), além dos Vampiros & Piratas no Belfiori (rua Brigadeiro Galvão, 870, Barra Funda, zona oeste paulistana).///E no sabadon a guerra "rocker" do bem no baixo Augusta vai ser quente, com Faichecleres detonando seu rock garageiro na Outs e o Cidadão Instigado mandando ver em sua colorações experimentais e psicodélicas no Inferno. É isso aê! Se joga porque Zap’n’roll, em si, vai sumir da capital paulista até segunda-feira pelo menos.
QUEM QUER PRÊMIO???
Todo mundo, né? Fazendo assim então: o blog vai ser bonzinho e continua mantendo em sorteio até a semana que vem, através do finatti@dynamite.com.br:
* Um kit com os discos do Mezatrio e do Madame Saaran;
* Uma cópia da trilha sonora do filme "Control";
* Outra do documentário stoniano "Shine A Light";
* E (opa!) uma cópia oficial do novo álbum do REM.
Tá de bom tamanho? Okays, então...
BOM FERIADON!
O blog zapper sai de fininho, vai ali dar uma voltinha pelo interiorzão mineiro (só uns 450 kms. de Sampa) e posta aqui em edição extraordinária (mesmo estando longe), se algo muito urgente justificar a postagem, certis? Tchauzes! O blog se despede assistindo na MTV velhos clips góticos (Siouxsie, Cure) e a deusa PJ Harvey cantando a linda "When Under Ether", do igualmente lindaço álbum "White Chalk", a melhor cia. musical para corações e almas solitárias que se inebriam com a melancolia do álcool e da grande poesia. E apenas isso, e nada mais.
(enviado e atualizado por Finatti em 30/4/2008, às 7:15hs.)


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