Dynamite

E quando março quentíssimo chegar...

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Entonces, como já dizia aquela célebre letra de um clássico da mpb: "são as águas de março, fechando o verão...". E desta vez março de 2010 vai ter, além de muita água e calor, também muuuuuito rock’n’roll. Ficamos assim: diretamente das tour dates da página oficial do Coldplay, na web:

28/02/10: Rio de Janeiro - Brazil
Apoteose Stadium find tickets > > Support: Bat For Lashes

02/03/10: Sao Paulo - Brazil
Morumbi Stadium find tickets > > Support: Bat For Lashes

legal, né? Vai ser a terceira vinda de Chris Martin e cia. ao país. Nas duas anteriores (em 2003 e 2007), as gigs foram fodásticas e Zap’n’roll saiu emocionado de ambas. Fora que a tour atual anda sendo elogiadíssima, pela qualidade musical que a banda vem apresentando ao vivo e também pela estrutura de som, luz e visual dos concertos.

Podem falar o que quiser. Que o Coldplay é pop comercial, que o grupo é ruim e plagia Joe Mallatriani (ahahaha). Foda-se! O sujeito aqui gosta deles pra caralho e já aposta que os dois shows brasileiros serão os primeiros grandes espetáculos rockers gringos de 2010 no país.

E o blog estará lá, claaaaaro, antes de se mandar definitivamente pra Macapá.

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Não esquecendo que antes, em janeiro, tem Metallica em Porto Alegre (dia 28, no estádio São José) e em Sampa (dia 30, também no Morumbi). E depois do Coldplay, março fecha com Franz Ferdinand, óbvio.

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Todo mundo está careca de saber que o autor destas linhas rockers bloggers não suporta Killers. Mas enfim: o show de sábado em Sampalândia está sendo elogiadísimo em tudo quanto é canto, do site da Rolling Stone ao nosso vizinho amigo Popload – que, na outra ponta da história, exibiu uma fotona mostrando a autêntica "lagoa" que se transformou a Chácara do Jockey com a chuvarada que desabou na capital paulista durante todo o sábado. Não à toa, a querida amiga, dj e deusa Bruna Vicious chegou à Outs na madrugada de domingo, pra curtir a discotecagem zapper por lá, e disparou: "Finas, o show foi um tesão. Mas estou de lama dos pés à cabeça". Uia!

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Post curtinho e rapidão, certis? Mas caaaaalmaê que logo menos vão entrar aqui algumas bombas, como o Morrissey ao vivo na Alemanh, o novo disco ao vivo do Nirvana e uns papos sempre sórdidos e lamentáveis que continuam rolando no Orkut. Lembrando que nesta quarta-feira tem showzão dos Porcas Borboletas no Inferno Club em Sampa, junto com a lendária Patiffe Band.

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E na quinta o distinto aqui fica mais velho, afe... versão 4.6. É, todo mundo fica e vai ficar um dia, né?

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Até já novamente, então!

(enviado por Finatti, ao som de Viva la Vida or Death and All His Friends, do Coldplay, às 2:10hs.)

Seis anos de blogagem rocker (e o Them Crooked Vultures, o Weezer and more...) (atualização final: 21/11/09)

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O Them Crooked Vultures arrasando ao vivo: disco de estréia é fodão 

Back in the Saint Paul.

Mas não por muito tempo, talvez. Afinal, como o blogão aqui cansou de enfatizar nas últimas postagens, a vida é realmente feita de escolhas. E, neste sentido, a nova visita de Zap’n’roll a Macapá, a quentíssima capital do Amapá, foi particularmente um divisor de águas. Lá, na semana passada, o blog acompanhou o festival Quebra Mar não apenas para reportá-lo aqui, mas também para o site da graaaaande Rolling Stone Brasil. E lá o autor deste blog se reconciliou com a garota mais incrível do mundo (pelo menos do mundo do sujeito aqui), quando achava que ambos seriam daqui para a frente apenas grandes amigos. Yep, a linda e super ninja Rudja Catrine e quem escreve estas linhas online, decidiram em conjunto que o namoro de ambos vai continuar. E também decidiram em conjunto que, sim, o zapper andarilho vai provavelmente se mudar para o extremo Norte do país até meados de fevereiro de 2010. Assim, o blogger rocker fez sua escolha: vai, aos poucos e nas próximas semanas, deixando Sampalândia de lado (onde nasceu, se criou e viveu até hoje), para ir em busca de novos horizontes, novos desafios e, quem sabe, do amor definitivo de sua já looooonga jornada terrena. E com isso, ele fez sua escolha de vida: ao mesmo tempo em que comemora neste finde seis anos de existência virtual, Zap’n’roll começa talvez a se despedir de seus leitores pois ainda não se sabe se, caso a mudança pra Macapá realmente se concretize, ela será escrita de lá – provavelmente será, mas não com a mesma frequência, já que o escriba aqui deverá trabalhar duro por lá, em uma empresa de comunicação da cidade. Enfim, mudanças, escolhas pessoais e profissionais... como também deixar de escrever na Rolling Stone, por zilhões de motivos (entre eles, a provável mudança para o Amapá), onde este jornalista colaborou durante três anos – e guarda as melhores recordações dali pois sabe que a revista é fodona e que está nas ótimas mãos do Quinho (Ricardo Cruz) e do super monge japa zen (dom Pablito Miyazawa). É isso: aos poucos, a vida rock’n’roll de Sampa vai ficar para trás (mas a paixão pelo rock, pela grande poesia, pelo grande cinema e pela cultura pop em geral, não; esta paixão será eterna) e novos desafios virão pela frente, alimentados que serão pelo amor devotado à querida Rudja. E se tudo isso realmente acontecer, só esperamos suportar o calor que reina em Macapá, rsrs (bom, em Sampalândia, desde que chegamos de viagem, ontem, o calor também não está muito diferente de lá). Lá, na última segunda-feira, os termômetros bateram na casa dos 37 graus. Mas nada de choradeira, crianças: a vida continua pra todo mundo, pra você que lê isso aqui e para quem escreve isso aqui também. Por isso vamos comemorar juntos os seis anos do blogão campeão em cultura pop (que serão comemorados neste sábado, no clube Outs/SP, com discotecagem do blog, óbvio, e você está convidado a aparecer por lá), e também o próprio aniversário do tiozão aqui, que será na verdade no próximo dia 26 de novembro. E vamos comemorar falando sempre da melhor cultura pop e do melhor rock’n’roll do mundo, seja ele daqui ou de fora.

* E não!!! O blog não vai falar nada sobre "Lua Nova", a mega milionária saga vampiresca emo, continuação do maletinha "Crepúsculo", e que estréia nos cinemas do mundo todo (Brasil incluso) nesta sextona (leia-se amanhã). Quer saber mais sobre o filme? Ele está em quatro páginas da medonha Veja desta semana, em outras tantas da Istoé etc. O eterno adolescente zapper viciado em cultura pop prefere ir assistir "500 dias com ela" que ele, por conta da viagem pro Amapá, ainda não conseguiu assistir.

* Mas em Macapá o blog assistiu "Garota Infernal", ao lado da amada girlfriend Rudja. Veredicto destas linhas bloggers: o filme é meia-boca. O roteiro escrito por Diablo Cody é ótimo, os diálogos são espertos e repletos de humor negro e citações à cultura pop, mas a filmagem não sustenta o roteiro. O resultado é que o longa começa capenga e só decola do meio pro fim. E Megan Fox... buenas, ela é lindona de rosto e só – hum, tem uns peitos ok também, mas as pernas são finas e falta bunda nela. Ah, sim: atriz mediana, pode crescer ainda já que tem apenas vinte e três aninhos de idade. Anyway, o melhor do filme é o seu final (se você ainda não o assistiu, vai fundo, porque não vamos contar como é o final dele), ao som de "Violet", o clássico do primeiro disco do Hole. Pois é...

 

Ela é gostosinha e bonitinha. Mas "Garota Infernal" é meia-boca 

* Já a revista People acaba de eleger o pauzudo (como diz o Dani, uma biba fofa e amiga destas linhas virtuais) Johnny Depp como o homem mais sexy do mundo, uia! Ele merece pois está com 46 anos de idade e em plena forma física e artística.

* Voltando ao nosso sagrado rock’n’roll de todo dia: o ano ainda não acabou! Tem Killers (pra quem gosta) neste sábado em Sampa (único show no Brasil). Tem AC/DC semana que vem, também aqui em Sampalândia (e igualmente única gig brasileira dos velhos rockers). Tem ZZ Top em dezembro (pra quem gosta...). aliás, a ST2 acaba de por nas lojas um dvd duplo dos barbudos. E também um dvd bacana do graaaaande Roxy Music, que logo menos comentamos por aqui.

* E tem a lista dos dez melhores discos da última década (iniciada em 2000), na NME desta semana. "Is This It?", dos Strokes, lançado em 2001, na cabeça, com justiça. Outros catorze eleitos pela publicação (de um total de cem) são:

2 - Up The Bracket - The Libertines
3 - XTRMNTR - Primal Scream
4 - Whatever People Say I Am, That's What I'm Not - Arctic Monkeys
5 - Fever To Tell - Yeah Yeah Yeahs
6 - Stories From the City, Stories From the Sea - PJ Harvey
7 - Funeral - Arcade Fire
8 - Turn On The Bright Lights - Interpol
9 - Original Pirate Material - The Streets
10 - In Rainbows - Radiohead
11 - Relationship Of Command - At The Drive In
12 - Sound Of Silver - LCD Soundsystem
13 - Wincing The Night Away - The Shins
14 - Kid A - Radiohead
15 - Songs For The Deaf - Queens Of The Stone Age

 

 

 

Strokes. Libertines e Primal Scream: no topo da lista dos melhores da década, segundo a NME 

* E bamos que tem Them Crooked Vultures, Weezer, Manacá, discotecagens comemorando o niver do blog e do blogueiro etc, etc, etc.

BARULHENTO E NADA "COMERCIAL"

Banda já comentada por tudo quanto é canto na blogosfera pop (e também em sites, revistas e jornais impressos) o Them Crooked Vultures é o super grupo da vez – inclusive falado aqui mesmo, no último post. Formado por Josh Homme, Dave Grohl e John Paul Jones, o trio acabou de lançar seu primeiro disco, homônimo. Disco que já tinha vazado total na web, óbvio. E como bem frisou o chapa Cristiano Viteck, trata-se de uma cacetada espetacular. Não tinha como dar errado: juntar em um mesmo line up o ex-baixista e tecladista do Led Zeppelin, o guitarrista,vocalista e produtor gênio do Queens Of The Stone Age, e o ex-baterista do Nirvana (e atual frontman dos Foo Fighters), só poderia resultar em algo sensacional. E o álbum é bem isso. Nada comercial, nada pop. Muito barulhento e repleto de canções fodonas.

É claro que quem não gosta de QOTSA (será possível existir alguém que não gosta deles?) vai torcer o nariz e dizer que não há diferença entre os dois grupos, já que Homme canta em todas as faixas do TCV (com apoios vocais de Jones e Grohl. Há, sim: as canções aqui são menos aceleradas e mais pesadas que no Queens. E enveredam por acepções algo psicodélicas e bluesísticas, além de centrarem fogo em guitarras barulhentas e seção rítmica feroz. Dá gosto ouvir a abertura com as guitarras sinuosas (atenção para a utilização de slide nelas) e o vocal chapado de Josh em "No One Loves Me & Neither Do I". Assim como pode-se até dançar ao som dos dois primeiros singles do álbum, as pretesamente "radiofônicas" e "comerciais" "Mind Eraser, No Chaser" (que termina surpreendentemente com uma coda de sopros) e "New Fang". Já "Scumbag Blues" começa com uma poderosa condução de baixo e bateria e é a primeira investida do cd em nunaces mais bluesy. Uma investida que toma corpo completo, afinal, em "Interlude With Ludes": são quase oito minutos de riffs distorcidos, como se os compassos de Muddy Waters tivessem sido inoculado por doses cavalares de noise. Já a também longa "Spinning in Daffodils" começa com pianão e depois se transforma em uma metal song com ares de trilha de filme de horror ou ficção científica. E por cima de tudo reina, em inflexão plena, a voz algo "sinistra" de Josh Homme.

 

É um discão, pouco viável em termos, hã, "comerciais", mas que deverá render horrores ao vivo, com a galera ensandecida pulando ao som de músicas que já podem entrar desde já para a galeria do que de melhor o rock planetário produziu este ano. E o blog não está exagerando, pode acreditar nisso.

E O WEEZER NOVO?

 

Buenas, todo mundo já ouviu e também já falou algo sobre "Raditude", o novo álbum do Weezer. E o blogon campeão em cultura pop, na verdade, nunca morreu de amores pelo quarteto americano. Talvez por isso tenha se descuidado em abrir espaço aqui para falar do cd.

Enfim, como nosso dileto leitorado tem sim o direito de saber a opinião do blog a respeito de "Raditude", publicamos aí embaixo uma opinião abalisada sobre o mesmo. O texto é de autoria da ninja em cultura pop, a deusa Rudja Catrine, e já foi publicado no seu blog "Just For The Record".

WEEZER – "RADITUDE"

Por Rudja Catrine, especial para a Zap’n’roll

Por mais que parece uma banda nova de adolescentes, o Weezer já tem 17 anos de estrada. Surgiu em 1992 nos Estados Unidos e em todo esse tempo já construiu uma carreira firme e muito bem sucedida. Com 7 álbuns na bagagem, eles já podem ser considerados uma banda veterana.

É bem verdade que alguns álbuns lançados são um verdadeiro desastre (como o Weezer, Red Album de 2008), mas parece que finalmente eles acertaram na fórmula. Na verdade eles já tinham toda a receita, o que faltava era acertar na dose. Depois de tentar ser mais pop e errar feio, eles voltam com toda aquele espírito alternativo e engraçado de se fazer música. estilo característico do Weezer. E eu to falando do recém lançado álbum dos caras, o Raditude, que saiu no ultimo dia 3.

Apesar de ainda ser pop, e ter uma músicas bem horríveis, é um álbum bom que faz lembrar o velho Weezer. Eles começa mal, admito. com uma música chata e sem graça que parece que foi feita de qualquer jeito só pra preencher o vazio. A (if You’re Wondering If I Want You To) I Want Yo. Mas a segunda, I’m Your Daddy é uma verdadeira música do Weezer, que poderia estar em qualquer maladroit da vida (4º álbum deles). Daí vai bem até a pavorosa 4ª música, que é um R&B sem vergonha, e ruim pra cacete. Desculpa aí, mas eu não gosto mesmo. Além disso não tem nada a ver com a banda. E o nome? Can’t Stop Partying.. Não parece música da Fergie? E advinha quem participa da música? o rapepr Lil Wayne.. aquele rapaz exótico. Na minha opinião, foi um erro.


E aí o álbum muda totalmente de direção e ganha novamente a cara do Weezer.. e melhor que isso, vem com qualidade e com cositas novas e excitantes. Quando ouvida pela primeira vez, a 5ª música, Put Me Back Together , parece mesmo com aquela música da Taylor Swift, que não lembro o nome agora mas que toca direto por aí. O fato é que, a música é boa cara. Pop, grudenta, guitarrinhas gostosas, daquelas tipicamente weezerianos e Rivers Cuomo (o vocal) , da aquele toque sofredor que ninguém resiste. É com certeza um hit certo. Aposto. A partir daí, a coisa flui muito bem e vem os riff básicos, as guitarrinhas básicas e aquelas musiquinhas fofas e meio engraçadinhas que só eles sabem fazer. Tirando a Love Is The Answer, que é meio estranho, começa meio indiana e sei lá, vira um popzinho fresco, música de paz e amor. em até vocais indianos, uma coisa muito bizarra.

Mas eu gostei sim, por que o Red Album foi terrível pra mim e eu cheguei a achar que seria o fim de uma banda que eu tanto gosto. Além do álbum ter 11 faixas, a edição de luxo ainda traz 6 faixas extras, incluindo covers de Poker Face da Lady Gaga e Kids do MGMT, que já bombam na net. O primeiro clip do álbum já ta aí, e é da primeira música, aquela chatinha. Mas mesmo não sendo a melhor do álbum, daqui a pouco vc confere aqui, pq bom ou não, o importante é ver né.

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ATUALIZANDO – ROCK DO BOM ONTEM EM SÃO CAETANO DO SUL

Yep. O blogon volta agora, rapidinho, na calorenta (e um pouco chuvosa) tarde de sábado, meio do feriadão, em Sampa. E ontem, no feriado em si, deu um pulo até o Espaço Cidadão do Mundo (que Zap’n’roll não conhecia), para ver uma trinca de shows fodões. Sempre muito bem acompanhado da fofa Nathália "beudinha" e dos queridos Jorge Anzol e Diego Soares (dos graaaaandes Los Porongas), o blog conferiu o Caldo de Piaba, o Mini Box Lunar e o sempre ótimo ao vivo Porcas Borboletas.

Antes da chegada ao Cidadão do Mundo, houve uma bem-vinda rodada de pizza e Coca-Cola. E depois, os shows: o Caldo é o outro grupo do guitarrista gênio Saulinho do Acre, que toca na espertíssima e ótima Filomedusa (quem a deusa tesão Carol Freitas nos vocais, além do mr. Simpatia no baixo, Daniel Zen, secretário de Cultura do Acre). Saulinho é um fenômeno das seis cordas e o que ele tem de baixinho (yep, o moleque é baxinho mesmo), tem de gigante quando empunha sua guitarra. O Caldo de Piaba tem instrumental poderoso e sanguíneo, swuing nas canções e vai longe.

A Mini Box Lunar fez enfim o show que estava devendo no festival QuebraMar, em Macapá, há duas semanas, onde tocaram de forma "simbólica" apenas quatro músicas, por conta da ausência do baixista Sady, que está se recuperando de um acidente doméstico. Enfim, a MBL, com todo o respeito à capital do Amapá (e pra onde o zapper andarilho estará se mudando em 2010), precisa vir morar urgente em São Paulo. A banda, nas mãos de um bom produtor aqui e com apoio incondicional da mídia (algo que eles já têm), vai causar estragos na nova ordem do novo rock emergente nacional. O show deles no Cidadão do Mundo, apesar do público pequeno, foi mega animado e mostrou um repertório afiado e em ponto de bala (ausência sentida, mais uma vez: a da fantástica "Gregor Samsa", um conto de fadas psicodélico que pode fazer o grupo estourar). Psicodelia e setentismo brazuca em doses cavalares (ótima a versão rocker para "Ando meio desligado", dos Mutantes), uma performance de palco avassaladora das realmente belas vocalistas Heloana e Jenniffer JJ, instrumental que oscila entre camadas e camadas de Mutantes e hippismo (do bem) musical e pronto: a Mini Box está com tudo pra ser a banda da hora. Fica fácil sacar isso quando ouvimos ao vivo músicas como "Soldado colorido" (em que o tecladista Otto, que possui papel preponderante na construção sonora da banda; executou efeitos no Teremin): um jorro de alegria e esporro psicodélico, e o que é melhor: altamente radiofônico.

E por fim, Porcas Borboletas, o super sexteto mineiro de Uberlândia, que está lançando seu novo álbum, "A passeio". Se em disco o experimentalismo musical do grupo às vezes pode soar exageradamente estranho, ao vivo eles crescem horrores (muito pela performance algo teatral dos vocalistas). As letras continuam um dos pontos altos dos PB, com suas sacações de humor negro deslavado e fina ironia.

Perdeu? Com os Porcas, você uma nova e segunda chance: a banda toca na próxima quarta-feira no Inferno Club, em Sampa, ao lado da Patife Band. Já o Mini Box agora se apresenta em Uberlândia no meio da semana e depois cai direto no gigante Goiânia Noise, no próximo finde em Goiânia. Alguém duvida que eles serão a sensação do festival?

ZAP’N’ROLL – SEIS ANOS DE CULTURA POP ONLINE

É, o tempo passa e rápido. Parece que tudo começou ontem, mas lá se vão já seis anos desde que o blog (então uma coluna virtual semanal) começou a fazer barulho no portal Dynamite online, falando de rock alternativo e cultura pop em geral.

Muita coisa aconteceu e foi reportada aqui neste período. Zilhões de discos foram comentados, shows e festivais foram acompanhados de perto, livros e filmes foram resenhados, prêmios bacanudos foram distribuidos aos borbotões, tudo sempre para manter nosso dileto e fiel leitorado sempre mais perto da movimentação e do que rola na cultura pop.

Então não podíamos deixar de comemorar, né? Aí você escolher entre ir no clube Outs (rua Augusta, 486, centro de Sampa) hoje, sábado, à noite, quando o blog vai discotecar e irão rolar shows bacanas do Ketamina e do Gramofocas, ou ir no próximo sábado (28/11) no Vitrola Bar (no Tatuapé, zona leste da capital paulista), quando o blog vai discotecar ao lado dos feras Adriano Pacianotto e Wlad, ou, ainda, se acabar na pista do bombadíssimo projeto Grind, do querido "tio" André Pomba, domingo da semana que vem (29/11) lá na sempre animadíssima e descolada A Loca (que fica na rua Frei Caneca, centrão de Sampalândia).

Aproveite e escolha onde você quer comemorar conosco o niver do blog e do próprio sujeito aqui (que fica mais velho no próximo dia 26 de novembro). Podem ser as últimas comemorações zappers em solo paulistano, já que em 2010 o Amapá nos aguarda.

É TEMPO DE FESTIVAIS – DEMO SUL

Já uma tradição em Londrina, está rolando neste finde na hospitaleira cidade paranaense o festival Demo Sul. Organizado pela produtora Braço Direito e tendo como abrigo o Grêmio recreativo Londrinense, o evento vai reunir boas atrações da indie scene nacional, como Autoramas, Skylab, Wander Wildner, Nevilton, Trilobit e grupos emergentes como o gaúcho Rinoceronte (este, recomendado pela espertíssima blogueira ninja Rudja Catrine).

Se você estiver por Londrina, é a parada certa por lá. E pra se orientar mais sobre o festival, basta ir aqui: www.demosul.com.br

O BLOGÃO ZAPPER INDICA

Disco: "Live At Reading", do Nirvana (que está chegando às lojas) e o novo dos Porcas Borboletas.

Filme: "Abraços partidos", o novo do gênio Almodóvar.

Baladas selecionadas: o feriadon esvazia um pouco Sampalândia, é vero. Mas se você ficou na cidade e está de bobeira, cola na Outs (rua Augusta, 486), que a festona de seis anos do blog vai garantir sua alegria, okays?

E BAMOS EMBORA

Estamos devendo uns prêmios aí e logo menos eles aparecem aqui. Pra quem vai no Killers hoje à noite, boa sorte, hihi. Na terça ou quarta voltamos na área e voltamos fervendo, falando do discão ao vivo do Nirvana em Reading, de um show do deus Morrissey visto na Alemanha pela nossa correspondente e gataça Sabrina Kaltner e, também, das patifarias que continuam rolando na escrotíssima comunidade da revista Bizz no Orkut. Pois é.

Logo menos a gente volta. Semana que vem, certo mano? Abrax!

(finalizado por Finatti em 21/11/09, às 16:45hs.)

Led Foo Age!!! (ou: a maior super banda de rock do mundo, hoje!)

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 O Them Croocked Vultures: a banda do ano?

Entonces, ainda aqui em cima.
Onde? No extremo Norte Brazuca, em Macapá, claaaaaro. E apesar do calor mega que faz aqui, estar no Amapá por esses dias teve suas vantagens. Por exemplo: aqui não teve apagão! Yep, enquanto Sampalândia, Rio e praticamente todo o Sudeste mergulhou num breu sem precedentes anteontem, Zap’n’roll acompanhava tudo daqui pela tv, lá na casa do brother Joyson, que trampa no coletivo Palafita e onde o blogger zapper está muito bem hospedado até seu retorno à Sampa, na próxima segundona. Aliás, o apê do Joyson é tudibom: fica num dos melhores pontos da cidade (a incrível orla do rio Amazonas, e próxima às muralhas do histórico Forte São José de Macapá, uma paisagem idílica e realmente cinematográfica), e breja mega gelada não falta na geladeira. Então, o autor destas linhas rockers só tem a agradecer a ele a atenção e carinho com que está sendo tratado e hospedado. Anyway, o QuebraMar foi ótimo, o Terra e o Maquinaria também, mas já se falou tudo o que deveria ter sido falado sobre todos eles, no? Então, agora, bola pra frente, porque o mondo pop/rock não pára nunca. Ainda mais com o super grupo Them Croocked Vultures lançando enfim seu esperado primeiro disco na próxima terça-feira (na web, óbvio, ele já vazou total). O blog já está “orelhando” o dito cujo e no próximo post, já de volta a Sampa, fala melhor dele, com cervejas, ops, certeza. Enquanto isso:

* A tour sul-americana do Metallica está mesmo confirmadaça pra janeiro. Shows já anunciados no site oficial da banda para Costa Rica, Colômbia, Panamá e Venezuela. A qualquer momento a produtora local T4F anuncia as datas dos shows no Brasil.

* E não é que Peter Gabriel, um dos maiores gênios do rock em todos os tempos, se rendeu ao rock alternativo contemporâneo? Ele gravou um álbum de covers, onde irá dar interpretações muito pessoais a canções do Radiohead, Arcade Fire, Regina Spektor e do Elbow, por exemplo. O disco vai se chamar “Scratch My Back”, será lançado oficialmente em 25 de janeiro e também irá trazer a versão de Gabriel pro clássico “Heroes”, de David Bowie (e que já foi “assassinada” anos atrás pelo grupo Wallflowers). Peter Gabriel sempre foi gênio, desde os tempos do Gênesis. Logo, deve vir coisa boa por aí.

* Coisa boa acontece também nesta sextona (mais conhecida como amanhã), aqui em Macapá, no simpático e aconchegante bar rocker Espaço Aberto. Vai rolar a “ressaca” do festival QuebraMar, com shows dos grupos Roni Moraes, Fax Modem e discotecagem do sujeito aqui, pois não? Se você está em Macapá city, cola lá que a festa vai ser boooooaaaaa...

 

O agito rocker nesta sexta em Macapá. A arte do flyer é da lindaça e goxxxxxtooooosa Jenniffer JJ, vocalista da Mini Box Lunar 

* E bom mesmo deve ser o Them Croocked Vultures, né?

A SUPER BANDA SUPER

 

O álbum de estréia da banda, que sai na próxima semana 

O que esperar de uma banda que reúne gênios de três gerações do rock’n’roll? Tudo, no?
Pois já vazou total na web e chega às lojas do mundo na próxima terça-feira o disco de estréia do Them Croocked Vultures, a banda que traz em seu line up “apenas” Josh Homme (do Queens Of The Stone Age) nos vocais e guitarras, John Paul Jones (Led Zeppelin, alguma dúvida?) no baixo e teclados e Dave Grohl (o homem que um dia foi baterista do Nirvana e hoje canta à frente dos Foo Fighters) na bateria e vocais. Além do disco inteiro disponível na rede, também já há vários vídeos do trio disponíveis no YouTube.
E o que deu pra sacar até o momento é que está saindo já um dos discos de 2009. O blogon sempre atento (mesmo estando em Macapá), já está ouvindo atentamente o discão e comenta beeeeem o dito cujo no próximo post, okays?
Enquanto isso, o lançamento já vai repercutindo como se deve, claro. Capa da NME desta semana, bochicho geral nos quatro cantos do planeta e a certeza de que, quando gênios desse calibre se reúnem, é difícil não sair algo realmente fodástico.
Mas falamos mais sobre isso no próximo post, okays?

 A super banda na capa da NME: não se fala em outra coisa no mondo rocker

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Buenas, calorão aqui e o blogon fanzão de cinema vai agora até o Sesc local conferir a Mostra do Cinema Independente Francês que ta rolando por lá. E espera que o finde rocker seja mega agitado pra quem estiver em Sampa, pois aqui também será.
Na semana que vem retomamos nossas transmissões normais por aqui, certo?
Até!

(enviado por Finatti às 19hs.)

E o rock quebrou o mar em Macapá City...

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Ratos de Porão: incendiando Macapá no encerramento do festival Quebra Mar 

* Zap'n'roll direto da capital do Amapá, looooonge de Sampalândia, hihi.

* Beleusma aí pelo Sudeste? Muito calor? Curtiram Terra e Maquinaria?

* Aqui, queeeeente como sempre. Mas o festival QuebraMar, realizado no último finde na idílica paisagem das muralhas da fortaleza de São José de Macapá, foi fodão também. O texto que você lê logo aí embaixo é sobre como foi a primeira noite do festival, e é assinado pela nossa lindaaaaa e tesuda amiga/colaboradora e eterna paixão zapper, a francesa/macapaense Rudja Catrine. A cobertura completa do evento, em texto assinado pelo sujeito aqui mesmo, já se encontra na seção "Novas", do mega portal da mega revista Rolling Stone, que você pode acessar em www.rollingstone.com.br. Por hoje é isso mas até o final desta semana, o blogão campeão em cultura pop promete novas daqui, okays? Vamos nelson, entonces.

QUEBRA MAR - O ROCK ROLOU EM MACAPÁ!

Por Rudja Catrine e Jenniffer JJ, especial para Zap'n'roll

Uma grande e amarela lua minguante, o rio Amazonas, o vento fresco e a enorme Fortaleza de São José de Macapá como pano de fundo. Eram estes os elementos que formavam a paisagem na qual o primeiro dia da II edição do Festival Quebramar aconteceu.
O festival, ainda em sua primeira edição, foi apontado na revista Bravo! como o quinto mais promissor no país. A evolução em relação ao ano passado é visível: palco e som fodas, mais de seis horas de shows que deixaram o público curioso, animado e satisfeito.
Tudo começou com o rock anos oitenta da Degrau Norte, seguindo com os garotos da Fax Modem que (se) divertiram com seu punk highschool. A Godzilla (na foto acima), além de seu público entusiasta, instigou os participantes de fora do estado que ainda não os tinham ouvido, foi a boa surpresa do dia. A Samsara Maya, como sempre, competente. 
A primeira atração não amapaense da noite foi a paraense Sincera, que tocou o seu hard core indie com ótima performance e uma energia que parecia infinita. Pra mudar um pouco o ar das coisas a Profétika entrou em cena, selvagem e forte, animou até quem já estava cansado da maratona de shows e deu um gás para esperar o que ainda estava por vir.
Uma das mais esperadas da noite foi a paraense Delinqüentes, com mais de 20 anos de estrada e um público já fiel, era de se esperar um show incrível, e foi mesmo. Um show grande, imponente e um dos melhores do festival, sem dúvida. Foi lá das bandas de Roraima que parou em Macapá uma banda que é puro hard rock, estilo popular nas terras tucujús. O Mr, Jungle mandou ver nos solos e deixou todo mundo satisfeito com o show.
Quase no final da noite de show, a galera meio desanimada, eis que surge uma alegria e energia vinda de alguma outra dimensão perdida por aí. A Mini Box Lunar (na foto abaixo) protagonizou o show alegre que fez com que a banda se tornasse uma das mais promissoras do Norte do país. Mesmo sem seu baixista Sady, que sofreu um acidente em umas das mãos, a banda animou e ainda contou com a participação festiva dele no palco como “dançarino”, que foi a gracinha da noite.
Os Facas Voadoras deu um show que deixou um gostinho de quero mais. Habilidosos em seus instrumentos, a presença de palco do power trio  liberou muitos feromônios rock n’ rolls que atingiram todos os gêneros, levantou o público e botaram todos a pular, dançar e cantar.

 

 

 

Três grandes momentos do festival (de cima para baixo): o indie grunge do Godzilla, a psicodelia mágica e "mutante" da Mini Box Lunar, e o hardcore emo (mas bacana) do SPS12. 

QUEBRA MAR - O RESUMO DA ÓPERA
(texto publicado no portal da revista Rolling Stone, e assinado por Zap'n'roll. No próximo post, aquelas famosas "notas de bastidores" sobre o festival, uia!)

É admirável como a nova cena musical independente brasileira estende seus tentáculos por todos os quadrantes do país, mostrando novas caras, bandas, organizando festivais e sempre renovando um circuito que pode ser acusado de tudo, menos de ser dominado pelo marasmo. Por exemplo: a longínqua Macapá, capital do Estado do Amapá, abrigou no último final de semana a segunda edição do festival Quebramar. Organizado pelo coletivo Palafita, o evento abriu espaço para bandas locais e algumas convidadas de outros Estados.

Foram duas noites bastante animadas, tendo como abrigo as muralhas da Fortaleza São José de Macapá, uma construção histórica às margens do rio Amazonas. Um cenário realmente idílico e que abrigou um público razoável na primeira noite, na sexta, 6, e bem mais numeroso na segunda, no sábado, 7, quando o grupo de hardcore paulistano Ratos de Porão encerrou o festival. Mas antes do RDP foi possível constatar que a cena musical macapaense já conta com nomes que não fariam feio em nenhum outro evento semelhante pelo Brasil afora.

É o caso do Samsara Maya, com seu pop rock de guitarras afiadas e canções extremamente melódicas, do Degrau Norte (que paga tributo descarado, mas bem feito, ao Legião Urbana), e do Godzilla, uma das grandes promessas da cidade, com suas canções que não têm pudor em mixar indie rock de guitarras raivosas com ecos dos anos 80. Se faltou algo na primeira noite foi uma apresentação mais longa da banda mais conhecida fora do Estado, a Mini Box Lunar.

Explica-se: o baixista Sady, com o braço enfaixado (por conta de um corte profundo sofrido em um acidente durante um show) não pôde tocar e, por conta disso, a banda fez apenas uma apresentação "simbólica". Mesmo assim, com sua psicodelia que mistura Mutantes a Beatles, a incrível presença de palco das vocalistas Heloana e Jenniffer e canções que parecem contos de fadas para embalar viagens lisérgicas, a Mini Box (eles devem se apresentar em São Paulo na próxima semana) foi o destaque de uma noite que também teve bons momentos com o emocore do paraense Sincera, o rock oitentista do rondoniense Ultimato e a força da porção instrumental do Facas Voadoras, de Campo Grande.

A temperatura e os decibéis subiram consideravelmente no sábado, 7, quando se apresentaram, entre outros, os locais Amaurose (metal
extremo) e SPS12, outra boa revelação com seu hardcore pop à la Fresno. Stereovitrola, veterana na cidade, também mostrou bom show, mas o entusiasmo do público só explodiu mesmo quando João Gordo e seu Ratos de Porão subiram ao palco, à 1h da manhã do domingo, 8. Com o público na mão e vendo todo mundo cantar todas as músicas em coro, não foi difícil para o grupo desfilar seu baú de clássicos alternativos.

Enfim, com organização quase perfeita, um palco de dimensões consideráveis, som potente e calorosa resposta do público presente, o festival Quebramar mostrou saldo altamente positivo. Deve e merece crescer em suas próximas edições. E já está pronto para inserir Macapá no circuito dos grandes eventos musicais alternativos do Brasil.

* Para acessar o texto no próprio portal da RS (com fotos) basta ir até lá: http://www.rollingstone.com.br/secoes/novas/noticias/macapa-indie-quebramar
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Por enquanto é isso. Logo menos tem mais, okays?

(enviado por Finatti às 16:02hs.)

Há vinte anos o rock era assim... (e neste finde, ele irá rolar e pegar fogo em Sampa, em Macapá e no resto do mundo) (versão final em 5/11/09)

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O gênio Kurt Cobain: em pleno 2009, o culto ao Nirvana permanece intacto

Novamente: as loucuras e as escolhas da vida.

Quando o sujeito aqui começa a preparar este post, na véspera de mais uma viagem sua pra um lugar muuuuuito longe de Sampa, lá no extremo norte brasileiro, ele pensa mais uma vez no tema que escreveu aqui mesmo há algumas semanas: as escolhas que por vezes temos que fazer em nossas vidas tumultuadas (a de Zap’n’roll pelo menos é, e bastante, e ele gostaria de verdade que fosse bem menos assim). Escolhas que, em determinados momentos, acabam parecendo uma autêntica loucura. Como esta, por exemplo: você, dileto (a) leitor (a) destas linhas bloggers zappers, com a possibilidade de ir na faixa (com credencial de imprensa) em dois megas festivais na capital paulista no mesmo dia e ambos repletos de grupos gringos do melhor rock alternativo (e que muita gente daria a mãe pra assistir), trocaria tudo isso pra ir parar em Macapá (capital do Amapá), pra acompanhar um modesto festival local de bandas indies? Pois o blogger loker fez esta escolha já há algum tempo, e decidiu que iria perder os festivais aqui em Sampa pra ir pro outro lado do país. Motivos? Bien, viajar sempre é bacana, ainda mais se você não gasta muito – a organização do festival macapaense Quebra Mar está levando o blog pra lá, para que possamos cobrir o dito cujo. E em Macapá, quem acompanha o blogão já está careca de saber, mora a garota mais incrível que o sujeito aqui conheceu em muitos anos, sua amada Rudja Catrine. Então Zap’n’roll está deixando sim de lado o Planeta Terra e o Maquinaria pra mais uma vez ir pra muito longe de Sampalândia, pra cobrir um festival que também promete ser bacana e, talvez, se despedir de um romance que foi breve mas lindo e intenso (mas que, infelizmente, não vai continuar pois nenhuma paixão sobrevive a uma eterna separação física de mais de 5 mil kms de distância), tanto que dele fica uma mega amizade, um super carinho e afeto entre duas pessoas que sabem o significado do que é amor e amizade/companheirismo. Anyway, claaaaaro que neste extato instante, acaba de "cair a ficha" na cabeça do autor destas linhas online: vamos mesmo perder Primal Scream, Iggy Pop, Sonic Youth, Maximo Park, Jane’s Addcition, Faith No More, o escambau? Pois é, vamos... a vida é feita de escolhas, queridos leitores. E enquanto vocês fazem as suas para este finde em Sampalândia (não vai dar mesmo pra ir nos dois festivais, se você está quebrando a cabeça e pensado em algum plano maluco e mirabolante pra conseguir estar em dois lugares diferentes ao mesmo tempo, esqueça), o post começa. E vai ser campeão, falando do Terra e do Maquinaria, do Quebra Mar, do Nirvana, Lemonheads etc, etc, etc.

* Entonces: os Macaquinhos do Ártico estão na capa da NME desta semana ("A vida após Humbug", é a chamada da matéria). Eles merecem e o blogger que não é imune a mudanças de opinião, explica por que: "Humbug" é mesmo o melhor álbum lançado até o momento pelo Arctic Monkeys e, hoje, o autor deste blog se tornou fã do disco. Pode parecer estranho falarmos isso aqui, visto que estas linhas rockers virtuais sempre tiveram antipatia declarada pela banda. Mas nossa opinião sobre eles começou a mudar quando chapamos o côco com o show fodaço deles no Tim Festival de 2007. E, por fim, como já dito aí em cima, o último trabalho de estúdio deles mostra de fato que o quarteto inglês evoluiu pra caralho. Não dá nem pra comparar o AM de hoje com o de quatro anos atrás. Ponto pra eles: "Humbug" pode ser cosiderado como um dos grandes discos de rock de 2009.

 

* E mr. Ian Brown, o homem que um dia dominou o rock planetário cantando à frente dos Stones Roses (e que lançou há pouco um bom disco solo, comentado aqui neste blogão sempre antenadão), andou metendo algumas bifas na orelha da sua esposa, a modelo mexicana Fabiola Quiróz (com quem ele está casado há uma década). A polícia foi chamada e Brown foi em cana, óbvio. E foi solto logo em seguida, após pagar fiança. Que coisa feia Ian, tsc, tsc...

* Já nosso amado Julian Casablancas, após brindar seus fãs com a "obra prima" às avessas que é "Phrazes For The Young" (seu primeiro disco solo e comentado em nosso último post), informa que também vai lançar um singela... canção de Natal. A dita cuja se chama "I Wish It Was Christmas Today" e espera-se que ela, na verdade um cover de um tema natalino conhecidíssimo, seja melhor que o álbum que o moçoilo acaba de lançar.

* Faith No More ataca em terras brasileiras! Que beleza! Enquanto a bande de Mike Patton não chega a Sampa, eles já botaram pra foder na última terça (ou anteontem) lá em Porto Alegre. Dá só uma olhada aí embaixo:

"From Out Of Nowhere" – Faith No More ao vivo anteontem, 3/11/2009, em Poa

* Buenas, que mais? Joe Perry tá bravo com Steven Tyler: diz que o vocalista do Aerosmith só fala com ele e com os outros integrantes da velha lenda do hard rock através do empresário da banda. Perry tem pressa em gravar um novo álbum já que o último inédito do Aero, o "!Just Push Play" sai há oito anos.///Já o governo do Distrito Federal quer dar um fod-se pra sir Paul McCartney, nas comemorações dos cinquenta anos de Brasília. Explica-se: Macca já tem shows agendados no Brasil em abril de 2010 para Sampa e Rio. Ele também iria se apresentar no mega show comemorativo do aniversário da capital do país. Mas como a organização do evento quer exclusividade nas atrações, já avisou que vai tentar contratar Madonna pra festona, no lugar de Paul. Uia!///E em março do ano que vem chega a Sampa a maior exposição já vista aqui com as obras de Andy Warhol, o maior gênio da história da pop art (fora que ele se envolveu com todo mundo que importava no rock’n’roll dos anos 60’, como o Velvet Underground, só pra ficar no exemplo mais clássico e famoso). Essa vai valer à pena – e muito – ir conferir.

* Okays, okays: tem Planeta Terra, Maquinaria, Quebra Mar... mas nada disso teria importância e o rock de hoje não seria o que é, se não tivessem existido Kurt Cobain e o seu Nirvana. Duvida? Leia aí embaixo, então.

NIRVANA E O ROCK DE DUAS DÉCADAS ATRÁS (E QUE NÃO ENVELEHCEU)

O final de 2009 marca mesmo a volta do domínio do inesquecível Nirvana no rock’n’roll planetário. Um livro fodástico (as matérias feitas pelos editores da Rolling Stone americana com o guitarrista, vocalista e compositor do trio, Kurt Cobain) chega agora às livrarias brasileiras. Daqui a duas semanas será a vez de o dvd "Live At Reading" (que registra o histórico show que o trio americano fez no gigantesco e lendário festival inglês, em 1992, e que foi a gig que fez o Nirvana se tornar uma mega banda) também chegar às lojas. E um pouco antes dele, é lançado agora nos EUA (e daqui a pouco, aqui também) a reedição comemorativa dos vinte anos do álbum "Bleach", a estréia do grupo em disco em 1989. Neste caso, o álbum (que já vazou total na web) vem em um cd duplo, sendo que o disco bônus traz um acachapante show realizado pela banda em Portland, Oregon, em 1990.

O trio merece todo esse oba-oba e é desnecessário relembrar aqui toda a sua trajetória, que o coloca como um dos grupos mais importantes de toda a história do rock mundial. Zap’n’roll vai além: o blog defende há séculos que a banda surgida em Seattle (ops, em Aberdeen, embora ela tenha se radicado e se tornado célebre na capital do Estado de Washington), em 1987, é um dos dois últimos grupos de rock que valeram realmente à pena serem ouvidos (o outro, óbvio, é The Smiths). Nascido no efervescente e caudaloso cenário daquilo que ficou conhecido como grunge (um rock desacelerado demais pra ser punk, mas também sofisticado demais pra ser simplesmente metal), com guitarras barulhentas mas extremamente pop, um vocalista e letrista genial (e que sabia como ninguém destilar em suas letras as mazelas emocionais que torturam o ser humano) e um disco descaralhante logo em sua estréia, o Nirvana não tinha como dar errado.

Reza a lenda que "Bleach" custou miseráveis US$ 600 dólares para ser gravado e mixado (você consegue imaginar, hoje, qualquer um desses emos de merda que empesteiam o pop/rock brazuca, gravando um disco porco com... seicentas doletas? Pois então...). Produzido por um futuro gênio dos estúdios, Jack Endino (o mesmo que supervisionou pessoalmente o trabalho de remasterização e reedição do disco), "Bleach" é uma cacetada rock em estado bruto – mas ainda assim pop: que o digam clássicos como "About A Girl"ou "Love Buzz" (com aquela monstruosa abertura de baixo funkeado, por conta de Chris Novoselic, claaaaaro). É a demonstração cabal de que barulho pode ser muito bem mixado com melodias pop e de altíssima qualidade. Na sequência, essa fórmula seria lapidada pelo outro gênio da produção, Butch Vig, no magistral "Nevermind", e deu no que deu: o Nirvana arrancou Michael Jackson e Madonna a pontapés do topo da parada americana (isso no final de 1991/início de 1992), tomou o poder no mainstream musical americano, vendeu milhões de discos e dinamitou a fronteira que separava o rock alternativo do rock mega corporativo. Depois de Kurt Cobain, Chris Novoselic e Dave Grohl, toda banda de rock criada em um porão minúsculo e suarento podia sonhar em chegar lá – se fosse uma banda que valesse à pena, óbvio.

 

O autor destas linhas rockers online conheceu o trio quando "Nevermind" foi lançado no Brasil. Naquela época o sujeito aqui era repórter de música do caderno Show, do extinto jornal Folha Da Tarde (hoje, Agora São Paulo). Recebeu o disco (ainda no bom e velho vinil) da gravadora, em um pacote com mais uns seis lançamentos. Foi ouvir o álbum, chapar o côco e deitar falação em cima dele, em uma resenha de meia página na contra-capa do caderno. Enquanto isso, lá fora, a trinca barulhenta começava a vender horrores. Aqui, o zapper rocker e doidão de plantão, não se cansava de ouvir a bolachona, enquanto tomava doses cavalares de whisky no seu apê da rua Frei Caneca, se preparando sempre pra cair na "naite" infernal e interminável de Sampa. Quando foi anunciado enfim que o grupo iria tocar no festival Hollywood Rock, em janeiro de 1993, o já trintão repórter musical, recém-separado de sua ex-mulher, eternamente mergulhado em brumas de melancolia e invariavelmente chapado de cocaine e álcool, descolou uma credencial e se mandou pro estádio do Morumbi, onde cerca de 70 mil pessoas também estavam presentes para conferir o show de uma banda que estava no auge.

Foi o desastre que todo mundo está careca de saber: já bastante doente (emocionalmete falando) e estrumbado até a medula de calmantes misturados com álcool (para aplacar um pouco a desesperadora crise que seu corpo passava pela ausência de heroína), Kurt Cobain entrou no palco do Morumbi se arrastando. O show foi pavoroso. Mas inesquecível. Pouco mais de um ano depois, milionário, casado com o bocetaço Cortney Love e extremamente viciado em heroína, Kurt deu um tiro na própria boca e pôs fim à sua vida atormentada. E também acabou com o Nirvana.

"Bleach" permanece então como um monumento do rock contemporâneo. O cd extra, que traz a apresentação em Portland, captura um grupo em seus primórdios, com sede de palco e fúria animalesca tocando porradas como "School", "Spank Thru" ou a célebre cover de "Molly’s Lips", dos Vaselines. É um rock primevo e altamente explosivo, como talvez não se faça mais nos dias atuais, onde tudo está servil e domesticado demais por uma cultura pop inútil, lixosa e que só pensa em lucro milionário, fácil e nada subversivo. Como bem observou o sábio Cristiano Viteck: não se fazem mais discos como "Bleach" e nem se vêem mais shows como o que está registrado no cd bônus.

É isso. Kurt Cobain se foi há quinze anos. Mas um disco como este "Bleach" se encarregará de perpetuar sua genialidade para sempre.

O LEMONHEADS VIVE!

 

O dandi Dando: ele continua mandando bem

E dá-lhe revival dos anos 90’. Quem se lembra do velho Lemonheads, do lindaço anjo caído e junky Evan Dando? Pois entonces: o grupo, formado em 1986, nunca pendurou as chuteiras. E lançou lá fora, em junho último, o álbum "Varshons", que agora ganha (incrível!) edição brazuca.

Você pode acreditar no que este blog está dizendo agora: trata-se de um dos grandes discos deste ano. Dando, que gravou o disco sozinho (mas usando o nome da banda que lhe deu fama), enfeixou uma coleção de doze covers fodonas, onde ele ilumina de verdade gemas de Gram Parsons, Leonard Cohen e até o finado mega rei da escrotidão, GG Allin. A instrumentação das faixas oscila do bucolismo folk à psicodelia rocker viajandona, até chegar a esgares de electro (como em "Dirty Robot", onde quem dá o ar da graça nos vocais é aquele tesão louco chamado Kate Moss). E a beleza mega triste de "Hey, That’s No Way To Say Goodbye", de Leonard Cohen, e que Dando canta em dueto com ninguém menos do que a deusa Angelina Jolie, pode arrasar corações partidos. Sensacional.

O Lemonheads chegou a ser gigante nos anos 90’, na época de "It’s A Shame About Ray" (que chegou a vender mais de um milhão de discos apenas nos EUA). Evan Dando pirou, se entupiu de cocaína (há uma história bizarríssima dele em terras brasileiras neste sentindo, mas ela não pode ser contada aqui já que o autor deste blog também participou da dita cuja, hihi), sua voz ficou horrível e a banda afundou. Hoje, quarentão e mais calmo e com os vocais em melhor forma, Dando nos brinda com um disquinho que é um deleite pra quem aprecia ótimas canções. Ele sabe que seu nome e sua banda não significam mais nada para o hype idiota que move a música pop. Mas ele insiste e está feliz no seu cantinho. E nós também, por poder ouvir um disco como esse "Varshons".

 

É TEMPO DE FESTIVAIS – QUEBRA MAR

Yep. A partir de amanhã (sexta-feira) Macapá, a pequena porém simpática e acolhedora (e quentíssima) capital do distante Amapá, abriga a segunda edição do festival Quebra Mar. Organizado pelo Coletivo Palafita, o festival ainda está no começo mas quer virar gente grande logo, dentro da indie scene nacional. Para isso se apóia em uma programação com bons grupos de outros Estados (como o paulistano Ratos De Porão, o sul matogrossense Facas Voadoras, o rondonense Ultimato ou paraense Sincera) e abrindo grande espaço para sua própria cena, que não fica nada a dever para outros centros rockers do país. Nunca é demais lembrar: o blogão andarilho passou um mês na cidade há pouco tempo, e lá ficou chapado com o som de bandas como a Mini Box Lunar, a Godzilla, a Stereovitrola ou a SPS12.

Todas estarão no festival, que será acompanhado de perto por estas linhas bloggers, que está chegando hoje à terra onde a temperatura nunca desce a menos de 30 graus (uia!). E a programação completa dele é essa aí:

06 de novembro (Sexta)

01:20h – Linha Dura (MT)

00:40h – Mini Box Lunar (AP)

00:00h – Mr. Jungle (RR)

23:20h – Ultimato (RO)

22:40h – Profétika (AP)

22:00h – Sincera (PA)

21:20h – Samsara Maya (AP)

20:40h – Godzilla (AP)

20:00h – Fax Modem (AP)

19:20h – Degrau Norte (AP)

07 de novembro (sábado)

00:00h – Ratos de Porão (SP)

23:20h – Sps12 (AP)

22:40h – Facas Voadoras (MS)

22:00h – Delinqüentes (PA)

21:20h – Amaurose (AP)

20:40h – stereovitrola (AP)

20:00h – Roni Moraes (AP)

19:20h – Intruhder (AP)

18:40h – Heloin (AP)

Então, como o sujeito aqui vai ficar mais uns dez dias por lá, aguardem que o próximo post vem direto de Macapá City, já contando como foi o Quebra Mar, okays?

 

O BLOGÃO ZAPPER INDICA

* Disco: "Varshons", o novo dos Lemonheads.

* Blog: a amada deusa francesa/macapaense e amiga master destas linhas zappers, Rudja Catrine, está com outro blog na rede, o "Just For The Record", que pode ser alcançado em http://www.rudja.blogspot.com. Além de gatona, a Rudja manda muuuuuito bem em textos sobre cultura pop em geral (filmes, discos, revistas, opiniões pessoais sobre comportamento humano etc.). O último post dela, inclusive, mostra um trailler do novo filme do gênio Martin Scorsese, algo que nenhum outro mega blog ainda se dignificou a mostrar ou comentar. É por tudo isso que Zap’n’roll sempre diz que a garota leva mesmo jeito pra coisa. E se a paixão de ambos (dela com o escriba aqui) e o seu relacionamento não foram adiante por problemas diversos (entre eles, a enorme distância geográfica que separa os dois), vai ficar sempre um super carinho e uma amizade infinita e indestrutível entre a ninja do Amapá em cultura pop e o jornalista "popstar" paulistano, hihi. É isso aí.

* Baladas, vamos nelson? Vamos sim! Mas correndo pra ir pra Macapá, o blog atrapalhado indica apenas a noitada deste sábado na Outs(rua Augusta, 486, centrão rocker de Sampalândia), quando sobem ao palco os Breezing Lizards, Meaning High, Gatunos e o sensacional Dest_lado, um dos melhores grupos da novíssima safra indie paulistana. Não esquecendo que no próximo dia 21, Zap’n’roll comemora seus seis anos de vida virtual lá mesmo na Outs, e também aproveita pra comemorar o aniversário em si deste amalucado blogueiro. Cola lá nessa noite que a diversão será garantida e por conta da casa aqui, hehe.

QUEM VAI NO TERRA NA FAIXA!!!

Pois é. Foram mais de duzentas mensagens pedindo a mesma coisa e apenas DOIS INGRESSOS para serem sorteados. Muita gente se desesperou e veio pedir a parada na última hora, sendo que ontem a caixa postal do pobre blogger simplesmente explodiu. Mas como infelizmente (e com dor no coração) não dá pra fazer milagres, veja aí embaixo o nome da dupla dinâmica que vai se esbaldar no rock’n’roll de grátis neste sábado, lá no PlayCenter:

* Ardim Jr.

* Fabiana Ares

Tá bom, né? Tá nada: continuam em sorteio pelo hfinatti@gmail.com:

* Duas cópias do segundo álbum do grupo Banzé;

* Cinco cópias do novo disco das Velhas Virgens;

* E um kit com cds e dvds da gravadora ST2.

Sendo que esses mimos aí em cima o blog sorteia assim que voltar de sua nova temporada em Macapá, certis?

E VAMOS NÓS!!! DEIXANDO PRA TRÁS...

 

Primal Scream

 

Jane's Addiction

 

Faith No More

PRA IR ATRÁS DE...

Quebra Mar e de bandas como a Mini Box Lunar (aí embaixo)

 

E se despedir do romance com a sempre amada Rudja (aí embaixo, ao lado do ex-namorado eternamente apaixonado por ela), e rever aquela que agora é – e na verdade foi, desde sempre – uma das amigas mais queridas do autor destas linhas rockers bloggers.

 

É isso, galere. A vida é feita de som, fúria, loucura e escolhas, sempre (façam as suas e nunca deixem de assumi-las). Logo no comecinho da semana, lá do Amapá, tem mais por aqui. Beijo doce nas crianças!

(enviado por Finatti às 7hs.)

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