O Them Crooked Vultures arrasando ao vivo: disco de estréia é fodão
Back in the Saint Paul.
Mas não por muito tempo, talvez. Afinal, como o blogão aqui cansou de enfatizar nas últimas postagens, a vida é realmente feita de escolhas. E, neste sentido, a nova visita de Zap’n’roll a Macapá, a quentíssima capital do Amapá, foi particularmente um divisor de águas. Lá, na semana passada, o blog acompanhou o festival Quebra Mar não apenas para reportá-lo aqui, mas também para o site da graaaaande Rolling Stone Brasil. E lá o autor deste blog se reconciliou com a garota mais incrível do mundo (pelo menos do mundo do sujeito aqui), quando achava que ambos seriam daqui para a frente apenas grandes amigos. Yep, a linda e super ninja Rudja Catrine e quem escreve estas linhas online, decidiram em conjunto que o namoro de ambos vai continuar. E também decidiram em conjunto que, sim, o zapper andarilho vai provavelmente se mudar para o extremo Norte do país até meados de fevereiro de 2010. Assim, o blogger rocker fez sua escolha: vai, aos poucos e nas próximas semanas, deixando Sampalândia de lado (onde nasceu, se criou e viveu até hoje), para ir em busca de novos horizontes, novos desafios e, quem sabe, do amor definitivo de sua já looooonga jornada terrena. E com isso, ele fez sua escolha de vida: ao mesmo tempo em que comemora neste finde seis anos de existência virtual, Zap’n’roll começa talvez a se despedir de seus leitores pois ainda não se sabe se, caso a mudança pra Macapá realmente se concretize, ela será escrita de lá – provavelmente será, mas não com a mesma frequência, já que o escriba aqui deverá trabalhar duro por lá, em uma empresa de comunicação da cidade. Enfim, mudanças, escolhas pessoais e profissionais... como também deixar de escrever na Rolling Stone, por zilhões de motivos (entre eles, a provável mudança para o Amapá), onde este jornalista colaborou durante três anos – e guarda as melhores recordações dali pois sabe que a revista é fodona e que está nas ótimas mãos do Quinho (Ricardo Cruz) e do super monge japa zen (dom Pablito Miyazawa). É isso: aos poucos, a vida rock’n’roll de Sampa vai ficar para trás (mas a paixão pelo rock, pela grande poesia, pelo grande cinema e pela cultura pop em geral, não; esta paixão será eterna) e novos desafios virão pela frente, alimentados que serão pelo amor devotado à querida Rudja. E se tudo isso realmente acontecer, só esperamos suportar o calor que reina em Macapá, rsrs (bom, em Sampalândia, desde que chegamos de viagem, ontem, o calor também não está muito diferente de lá). Lá, na última segunda-feira, os termômetros bateram na casa dos 37 graus. Mas nada de choradeira, crianças: a vida continua pra todo mundo, pra você que lê isso aqui e para quem escreve isso aqui também. Por isso vamos comemorar juntos os seis anos do blogão campeão em cultura pop (que serão comemorados neste sábado, no clube Outs/SP, com discotecagem do blog, óbvio, e você está convidado a aparecer por lá), e também o próprio aniversário do tiozão aqui, que será na verdade no próximo dia 26 de novembro. E vamos comemorar falando sempre da melhor cultura pop e do melhor rock’n’roll do mundo, seja ele daqui ou de fora.
* E não!!! O blog não vai falar nada sobre "Lua Nova", a mega milionária saga vampiresca emo, continuação do maletinha "Crepúsculo", e que estréia nos cinemas do mundo todo (Brasil incluso) nesta sextona (leia-se amanhã). Quer saber mais sobre o filme? Ele está em quatro páginas da medonha Veja desta semana, em outras tantas da Istoé etc. O eterno adolescente zapper viciado em cultura pop prefere ir assistir "500 dias com ela" que ele, por conta da viagem pro Amapá, ainda não conseguiu assistir.
* Mas em Macapá o blog assistiu "Garota Infernal", ao lado da amada girlfriend Rudja. Veredicto destas linhas bloggers: o filme é meia-boca. O roteiro escrito por Diablo Cody é ótimo, os diálogos são espertos e repletos de humor negro e citações à cultura pop, mas a filmagem não sustenta o roteiro. O resultado é que o longa começa capenga e só decola do meio pro fim. E Megan Fox... buenas, ela é lindona de rosto e só – hum, tem uns peitos ok também, mas as pernas são finas e falta bunda nela. Ah, sim: atriz mediana, pode crescer ainda já que tem apenas vinte e três aninhos de idade. Anyway, o melhor do filme é o seu final (se você ainda não o assistiu, vai fundo, porque não vamos contar como é o final dele), ao som de "Violet", o clássico do primeiro disco do Hole. Pois é...
Ela é gostosinha e bonitinha. Mas "Garota Infernal" é meia-boca
* Já a revista People acaba de eleger o pauzudo (como diz o Dani, uma biba fofa e amiga destas linhas virtuais) Johnny Depp como o homem mais sexy do mundo, uia! Ele merece pois está com 46 anos de idade e em plena forma física e artística.
* Voltando ao nosso sagrado rock’n’roll de todo dia: o ano ainda não acabou! Tem Killers (pra quem gosta) neste sábado em Sampa (único show no Brasil). Tem AC/DC semana que vem, também aqui em Sampalândia (e igualmente única gig brasileira dos velhos rockers). Tem ZZ Top em dezembro (pra quem gosta...). aliás, a ST2 acaba de por nas lojas um dvd duplo dos barbudos. E também um dvd bacana do graaaaande Roxy Music, que logo menos comentamos por aqui.
* E tem a lista dos dez melhores discos da última década (iniciada em 2000), na NME desta semana. "Is This It?", dos Strokes, lançado em 2001, na cabeça, com justiça. Outros catorze eleitos pela publicação (de um total de cem) são:
2 - Up The Bracket - The Libertines
3 - XTRMNTR - Primal Scream
4 - Whatever People Say I Am, That's What I'm Not - Arctic Monkeys
5 - Fever To Tell - Yeah Yeah Yeahs
6 - Stories From the City, Stories From the Sea - PJ Harvey
7 - Funeral - Arcade Fire
8 - Turn On The Bright Lights - Interpol
9 - Original Pirate Material - The Streets
10 - In Rainbows - Radiohead
11 - Relationship Of Command - At The Drive In
12 - Sound Of Silver - LCD Soundsystem
13 - Wincing The Night Away - The Shins
14 - Kid A - Radiohead
15 - Songs For The Deaf - Queens Of The Stone Age
Strokes. Libertines e Primal Scream: no topo da lista dos melhores da década, segundo a NME
* E bamos que tem Them Crooked Vultures, Weezer, Manacá, discotecagens comemorando o niver do blog e do blogueiro etc, etc, etc.
BARULHENTO E NADA "COMERCIAL"
Banda já comentada por tudo quanto é canto na blogosfera pop (e também em sites, revistas e jornais impressos) o Them Crooked Vultures é o super grupo da vez – inclusive falado aqui mesmo, no último post. Formado por Josh Homme, Dave Grohl e John Paul Jones, o trio acabou de lançar seu primeiro disco, homônimo. Disco que já tinha vazado total na web, óbvio. E como bem frisou o chapa Cristiano Viteck, trata-se de uma cacetada espetacular. Não tinha como dar errado: juntar em um mesmo line up o ex-baixista e tecladista do Led Zeppelin, o guitarrista,vocalista e produtor gênio do Queens Of The Stone Age, e o ex-baterista do Nirvana (e atual frontman dos Foo Fighters), só poderia resultar em algo sensacional. E o álbum é bem isso. Nada comercial, nada pop. Muito barulhento e repleto de canções fodonas.
É claro que quem não gosta de QOTSA (será possível existir alguém que não gosta deles?) vai torcer o nariz e dizer que não há diferença entre os dois grupos, já que Homme canta em todas as faixas do TCV (com apoios vocais de Jones e Grohl. Há, sim: as canções aqui são menos aceleradas e mais pesadas que no Queens. E enveredam por acepções algo psicodélicas e bluesísticas, além de centrarem fogo em guitarras barulhentas e seção rítmica feroz. Dá gosto ouvir a abertura com as guitarras sinuosas (atenção para a utilização de slide nelas) e o vocal chapado de Josh em "No One Loves Me & Neither Do I". Assim como pode-se até dançar ao som dos dois primeiros singles do álbum, as pretesamente "radiofônicas" e "comerciais" "Mind Eraser, No Chaser" (que termina surpreendentemente com uma coda de sopros) e "New Fang". Já "Scumbag Blues" começa com uma poderosa condução de baixo e bateria e é a primeira investida do cd em nunaces mais bluesy. Uma investida que toma corpo completo, afinal, em "Interlude With Ludes": são quase oito minutos de riffs distorcidos, como se os compassos de Muddy Waters tivessem sido inoculado por doses cavalares de noise. Já a também longa "Spinning in Daffodils" começa com pianão e depois se transforma em uma metal song com ares de trilha de filme de horror ou ficção científica. E por cima de tudo reina, em inflexão plena, a voz algo "sinistra" de Josh Homme.
É um discão, pouco viável em termos, hã, "comerciais", mas que deverá render horrores ao vivo, com a galera ensandecida pulando ao som de músicas que já podem entrar desde já para a galeria do que de melhor o rock planetário produziu este ano. E o blog não está exagerando, pode acreditar nisso.
E O WEEZER NOVO?
Buenas, todo mundo já ouviu e também já falou algo sobre "Raditude", o novo álbum do Weezer. E o blogon campeão em cultura pop, na verdade, nunca morreu de amores pelo quarteto americano. Talvez por isso tenha se descuidado em abrir espaço aqui para falar do cd.
Enfim, como nosso dileto leitorado tem sim o direito de saber a opinião do blog a respeito de "Raditude", publicamos aí embaixo uma opinião abalisada sobre o mesmo. O texto é de autoria da ninja em cultura pop, a deusa Rudja Catrine, e já foi publicado no seu blog "Just For The Record".
WEEZER – "RADITUDE"
Por Rudja Catrine, especial para a Zap’n’roll
Por mais que parece uma banda nova de adolescentes, o Weezer já tem 17 anos de estrada. Surgiu em 1992 nos Estados Unidos e em todo esse tempo já construiu uma carreira firme e muito bem sucedida. Com 7 álbuns na bagagem, eles já podem ser considerados uma banda veterana.
É bem verdade que alguns álbuns lançados são um verdadeiro desastre (como o Weezer, Red Album de 2008), mas parece que finalmente eles acertaram na fórmula. Na verdade eles já tinham toda a receita, o que faltava era acertar na dose. Depois de tentar ser mais pop e errar feio, eles voltam com toda aquele espírito alternativo e engraçado de se fazer música. estilo característico do Weezer. E eu to falando do recém lançado álbum dos caras, o Raditude, que saiu no ultimo dia 3.
Apesar de ainda ser pop, e ter uma músicas bem horríveis, é um álbum bom que faz lembrar o velho Weezer. Eles começa mal, admito. com uma música chata e sem graça que parece que foi feita de qualquer jeito só pra preencher o vazio. A (if You’re Wondering If I Want You To) I Want Yo. Mas a segunda, I’m Your Daddy é uma verdadeira música do Weezer, que poderia estar em qualquer maladroit da vida (4º álbum deles). Daí vai bem até a pavorosa 4ª música, que é um R&B sem vergonha, e ruim pra cacete. Desculpa aí, mas eu não gosto mesmo. Além disso não tem nada a ver com a banda. E o nome? Can’t Stop Partying.. Não parece música da Fergie? E advinha quem participa da música? o rapepr Lil Wayne.. aquele rapaz exótico. Na minha opinião, foi um erro.

E aí o álbum muda totalmente de direção e ganha novamente a cara do Weezer.. e melhor que isso, vem com qualidade e com cositas novas e excitantes. Quando ouvida pela primeira vez, a 5ª música, Put Me Back Together , parece mesmo com aquela música da Taylor Swift, que não lembro o nome agora mas que toca direto por aí. O fato é que, a música é boa cara. Pop, grudenta, guitarrinhas gostosas, daquelas tipicamente weezerianos e Rivers Cuomo (o vocal) , da aquele toque sofredor que ninguém resiste. É com certeza um hit certo. Aposto. A partir daí, a coisa flui muito bem e vem os riff básicos, as guitarrinhas básicas e aquelas musiquinhas fofas e meio engraçadinhas que só eles sabem fazer. Tirando a Love Is The Answer, que é meio estranho, começa meio indiana e sei lá, vira um popzinho fresco, música de paz e amor. em até vocais indianos, uma coisa muito bizarra.
Mas eu gostei sim, por que o Red Album foi terrível pra mim e eu cheguei a achar que seria o fim de uma banda que eu tanto gosto. Além do álbum ter 11 faixas, a edição de luxo ainda traz 6 faixas extras, incluindo covers de Poker Face da Lady Gaga e Kids do MGMT, que já bombam na net. O primeiro clip do álbum já ta aí, e é da primeira música, aquela chatinha. Mas mesmo não sendo a melhor do álbum, daqui a pouco vc confere aqui, pq bom ou não, o importante é ver né.
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ATUALIZANDO – ROCK DO BOM ONTEM EM SÃO CAETANO DO SUL
Yep. O blogon volta agora, rapidinho, na calorenta (e um pouco chuvosa) tarde de sábado, meio do feriadão, em Sampa. E ontem, no feriado em si, deu um pulo até o Espaço Cidadão do Mundo (que Zap’n’roll não conhecia), para ver uma trinca de shows fodões. Sempre muito bem acompanhado da fofa Nathália "beudinha" e dos queridos Jorge Anzol e Diego Soares (dos graaaaandes Los Porongas), o blog conferiu o Caldo de Piaba, o Mini Box Lunar e o sempre ótimo ao vivo Porcas Borboletas.
Antes da chegada ao Cidadão do Mundo, houve uma bem-vinda rodada de pizza e Coca-Cola. E depois, os shows: o Caldo é o outro grupo do guitarrista gênio Saulinho do Acre, que toca na espertíssima e ótima Filomedusa (quem a deusa tesão Carol Freitas nos vocais, além do mr. Simpatia no baixo, Daniel Zen, secretário de Cultura do Acre). Saulinho é um fenômeno das seis cordas e o que ele tem de baixinho (yep, o moleque é baxinho mesmo), tem de gigante quando empunha sua guitarra. O Caldo de Piaba tem instrumental poderoso e sanguíneo, swuing nas canções e vai longe.
A Mini Box Lunar fez enfim o show que estava devendo no festival QuebraMar, em Macapá, há duas semanas, onde tocaram de forma "simbólica" apenas quatro músicas, por conta da ausência do baixista Sady, que está se recuperando de um acidente doméstico. Enfim, a MBL, com todo o respeito à capital do Amapá (e pra onde o zapper andarilho estará se mudando em 2010), precisa vir morar urgente em São Paulo. A banda, nas mãos de um bom produtor aqui e com apoio incondicional da mídia (algo que eles já têm), vai causar estragos na nova ordem do novo rock emergente nacional. O show deles no Cidadão do Mundo, apesar do público pequeno, foi mega animado e mostrou um repertório afiado e em ponto de bala (ausência sentida, mais uma vez: a da fantástica "Gregor Samsa", um conto de fadas psicodélico que pode fazer o grupo estourar). Psicodelia e setentismo brazuca em doses cavalares (ótima a versão rocker para "Ando meio desligado", dos Mutantes), uma performance de palco avassaladora das realmente belas vocalistas Heloana e Jenniffer JJ, instrumental que oscila entre camadas e camadas de Mutantes e hippismo (do bem) musical e pronto: a Mini Box está com tudo pra ser a banda da hora. Fica fácil sacar isso quando ouvimos ao vivo músicas como "Soldado colorido" (em que o tecladista Otto, que possui papel preponderante na construção sonora da banda; executou efeitos no Teremin): um jorro de alegria e esporro psicodélico, e o que é melhor: altamente radiofônico.
E por fim, Porcas Borboletas, o super sexteto mineiro de Uberlândia, que está lançando seu novo álbum, "A passeio". Se em disco o experimentalismo musical do grupo às vezes pode soar exageradamente estranho, ao vivo eles crescem horrores (muito pela performance algo teatral dos vocalistas). As letras continuam um dos pontos altos dos PB, com suas sacações de humor negro deslavado e fina ironia.
Perdeu? Com os Porcas, você uma nova e segunda chance: a banda toca na próxima quarta-feira no Inferno Club, em Sampa, ao lado da Patife Band. Já o Mini Box agora se apresenta em Uberlândia no meio da semana e depois cai direto no gigante Goiânia Noise, no próximo finde em Goiânia. Alguém duvida que eles serão a sensação do festival?
ZAP’N’ROLL – SEIS ANOS DE CULTURA POP ONLINE
É, o tempo passa e rápido. Parece que tudo começou ontem, mas lá se vão já seis anos desde que o blog (então uma coluna virtual semanal) começou a fazer barulho no portal Dynamite online, falando de rock alternativo e cultura pop em geral.
Muita coisa aconteceu e foi reportada aqui neste período. Zilhões de discos foram comentados, shows e festivais foram acompanhados de perto, livros e filmes foram resenhados, prêmios bacanudos foram distribuidos aos borbotões, tudo sempre para manter nosso dileto e fiel leitorado sempre mais perto da movimentação e do que rola na cultura pop.
Então não podíamos deixar de comemorar, né? Aí você escolher entre ir no clube Outs (rua Augusta, 486, centro de Sampa) hoje, sábado, à noite, quando o blog vai discotecar e irão rolar shows bacanas do Ketamina e do Gramofocas, ou ir no próximo sábado (28/11) no Vitrola Bar (no Tatuapé, zona leste da capital paulista), quando o blog vai discotecar ao lado dos feras Adriano Pacianotto e Wlad, ou, ainda, se acabar na pista do bombadíssimo projeto Grind, do querido "tio" André Pomba, domingo da semana que vem (29/11) lá na sempre animadíssima e descolada A Loca (que fica na rua Frei Caneca, centrão de Sampalândia).
Aproveite e escolha onde você quer comemorar conosco o niver do blog e do próprio sujeito aqui (que fica mais velho no próximo dia 26 de novembro). Podem ser as últimas comemorações zappers em solo paulistano, já que em 2010 o Amapá nos aguarda.
É TEMPO DE FESTIVAIS – DEMO SUL
Já uma tradição em Londrina, está rolando neste finde na hospitaleira cidade paranaense o festival Demo Sul. Organizado pela produtora Braço Direito e tendo como abrigo o Grêmio recreativo Londrinense, o evento vai reunir boas atrações da indie scene nacional, como Autoramas, Skylab, Wander Wildner, Nevilton, Trilobit e grupos emergentes como o gaúcho Rinoceronte (este, recomendado pela espertíssima blogueira ninja Rudja Catrine).
Se você estiver por Londrina, é a parada certa por lá. E pra se orientar mais sobre o festival, basta ir aqui: www.demosul.com.br
O BLOGÃO ZAPPER INDICA
Disco: "Live At Reading", do Nirvana (que está chegando às lojas) e o novo dos Porcas Borboletas.
Filme: "Abraços partidos", o novo do gênio Almodóvar.
Baladas selecionadas: o feriadon esvazia um pouco Sampalândia, é vero. Mas se você ficou na cidade e está de bobeira, cola na Outs (rua Augusta, 486), que a festona de seis anos do blog vai garantir sua alegria, okays?
E BAMOS EMBORA
Estamos devendo uns prêmios aí e logo menos eles aparecem aqui. Pra quem vai no Killers hoje à noite, boa sorte, hihi. Na terça ou quarta voltamos na área e voltamos fervendo, falando do discão ao vivo do Nirvana em Reading, de um show do deus Morrissey visto na Alemanha pela nossa correspondente e gataça Sabrina Kaltner e, também, das patifarias que continuam rolando na escrotíssima comunidade da revista Bizz no Orkut. Pois é.
Logo menos a gente volta. Semana que vem, certo mano? Abrax!
(finalizado por Finatti em 21/11/09, às 16:45hs.)
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