Há vinte anos o rock era assim... (e neste finde, ele irá rolar e pegar fogo em Sampa, em Macapá e no resto do mundo) (versão final em 5/11/09)
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O gênio Kurt Cobain: em pleno 2009, o culto ao Nirvana permanece intacto
Novamente: as loucuras e as escolhas da vida.
Quando o sujeito aqui começa a preparar este post, na véspera de mais uma viagem sua pra um lugar muuuuuito longe de Sampa, lá no extremo norte brasileiro, ele pensa mais uma vez no tema que escreveu aqui mesmo há algumas semanas: as escolhas que por vezes temos que fazer em nossas vidas tumultuadas (a de Zap’n’roll pelo menos é, e bastante, e ele gostaria de verdade que fosse bem menos assim). Escolhas que, em determinados momentos, acabam parecendo uma autêntica loucura. Como esta, por exemplo: você, dileto (a) leitor (a) destas linhas bloggers zappers, com a possibilidade de ir na faixa (com credencial de imprensa) em dois megas festivais na capital paulista no mesmo dia e ambos repletos de grupos gringos do melhor rock alternativo (e que muita gente daria a mãe pra assistir), trocaria tudo isso pra ir parar em Macapá (capital do Amapá), pra acompanhar um modesto festival local de bandas indies? Pois o blogger loker fez esta escolha já há algum tempo, e decidiu que iria perder os festivais aqui em Sampa pra ir pro outro lado do país. Motivos? Bien, viajar sempre é bacana, ainda mais se você não gasta muito – a organização do festival macapaense Quebra Mar está levando o blog pra lá, para que possamos cobrir o dito cujo. E em Macapá, quem acompanha o blogão já está careca de saber, mora a garota mais incrível que o sujeito aqui conheceu em muitos anos, sua amada Rudja Catrine. Então Zap’n’roll está deixando sim de lado o Planeta Terra e o Maquinaria pra mais uma vez ir pra muito longe de Sampalândia, pra cobrir um festival que também promete ser bacana e, talvez, se despedir de um romance que foi breve mas lindo e intenso (mas que, infelizmente, não vai continuar pois nenhuma paixão sobrevive a uma eterna separação física de mais de 5 mil kms de distância), tanto que dele fica uma mega amizade, um super carinho e afeto entre duas pessoas que sabem o significado do que é amor e amizade/companheirismo. Anyway, claaaaaro que neste extato instante, acaba de "cair a ficha" na cabeça do autor destas linhas online: vamos mesmo perder Primal Scream, Iggy Pop, Sonic Youth, Maximo Park, Jane’s Addcition, Faith No More, o escambau? Pois é, vamos... a vida é feita de escolhas, queridos leitores. E enquanto vocês fazem as suas para este finde em Sampalândia (não vai dar mesmo pra ir nos dois festivais, se você está quebrando a cabeça e pensado em algum plano maluco e mirabolante pra conseguir estar em dois lugares diferentes ao mesmo tempo, esqueça), o post começa. E vai ser campeão, falando do Terra e do Maquinaria, do Quebra Mar, do Nirvana, Lemonheads etc, etc, etc.
* Entonces: os Macaquinhos do Ártico estão na capa da NME desta semana ("A vida após Humbug", é a chamada da matéria). Eles merecem e o blogger que não é imune a mudanças de opinião, explica por que: "Humbug" é mesmo o melhor álbum lançado até o momento pelo Arctic Monkeys e, hoje, o autor deste blog se tornou fã do disco. Pode parecer estranho falarmos isso aqui, visto que estas linhas rockers virtuais sempre tiveram antipatia declarada pela banda. Mas nossa opinião sobre eles começou a mudar quando chapamos o côco com o show fodaço deles no Tim Festival de 2007. E, por fim, como já dito aí em cima, o último trabalho de estúdio deles mostra de fato que o quarteto inglês evoluiu pra caralho. Não dá nem pra comparar o AM de hoje com o de quatro anos atrás. Ponto pra eles: "Humbug" pode ser cosiderado como um dos grandes discos de rock de 2009.
* E mr. Ian Brown, o homem que um dia dominou o rock planetário cantando à frente dos Stones Roses (e que lançou há pouco um bom disco solo, comentado aqui neste blogão sempre antenadão), andou metendo algumas bifas na orelha da sua esposa, a modelo mexicana Fabiola Quiróz (com quem ele está casado há uma década). A polícia foi chamada e Brown foi em cana, óbvio. E foi solto logo em seguida, após pagar fiança. Que coisa feia Ian, tsc, tsc...
* Já nosso amado Julian Casablancas, após brindar seus fãs com a "obra prima" às avessas que é "Phrazes For The Young" (seu primeiro disco solo e comentado em nosso último post), informa que também vai lançar um singela... canção de Natal. A dita cuja se chama "I Wish It Was Christmas Today" e espera-se que ela, na verdade um cover de um tema natalino conhecidíssimo, seja melhor que o álbum que o moçoilo acaba de lançar.
* Faith No More ataca em terras brasileiras! Que beleza! Enquanto a bande de Mike Patton não chega a Sampa, eles já botaram pra foder na última terça (ou anteontem) lá em Porto Alegre. Dá só uma olhada aí embaixo:
"From Out Of Nowhere" – Faith No More ao vivo anteontem, 3/11/2009, em Poa
* Buenas, que mais? Joe Perry tá bravo com Steven Tyler: diz que o vocalista do Aerosmith só fala com ele e com os outros integrantes da velha lenda do hard rock através do empresário da banda. Perry tem pressa em gravar um novo álbum já que o último inédito do Aero, o "!Just Push Play" sai há oito anos.///Já o governo do Distrito Federal quer dar um fod-se pra sir Paul McCartney, nas comemorações dos cinquenta anos de Brasília. Explica-se: Macca já tem shows agendados no Brasil em abril de 2010 para Sampa e Rio. Ele também iria se apresentar no mega show comemorativo do aniversário da capital do país. Mas como a organização do evento quer exclusividade nas atrações, já avisou que vai tentar contratar Madonna pra festona, no lugar de Paul. Uia!///E em março do ano que vem chega a Sampa a maior exposição já vista aqui com as obras de Andy Warhol, o maior gênio da história da pop art (fora que ele se envolveu com todo mundo que importava no rock’n’roll dos anos 60’, como o Velvet Underground, só pra ficar no exemplo mais clássico e famoso). Essa vai valer à pena – e muito – ir conferir.
* Okays, okays: tem Planeta Terra, Maquinaria, Quebra Mar... mas nada disso teria importância e o rock de hoje não seria o que é, se não tivessem existido Kurt Cobain e o seu Nirvana. Duvida? Leia aí embaixo, então.
NIRVANA E O ROCK DE DUAS DÉCADAS ATRÁS (E QUE NÃO ENVELEHCEU)
O final de 2009 marca mesmo a volta do domínio do inesquecível Nirvana no rock’n’roll planetário. Um livro fodástico (as matérias feitas pelos editores da Rolling Stone americana com o guitarrista, vocalista e compositor do trio, Kurt Cobain) chega agora às livrarias brasileiras. Daqui a duas semanas será a vez de o dvd "Live At Reading" (que registra o histórico show que o trio americano fez no gigantesco e lendário festival inglês, em 1992, e que foi a gig que fez o Nirvana se tornar uma mega banda) também chegar às lojas. E um pouco antes dele, é lançado agora nos EUA (e daqui a pouco, aqui também) a reedição comemorativa dos vinte anos do álbum "Bleach", a estréia do grupo em disco em 1989. Neste caso, o álbum (que já vazou total na web) vem em um cd duplo, sendo que o disco bônus traz um acachapante show realizado pela banda em Portland, Oregon, em 1990.
O trio merece todo esse oba-oba e é desnecessário relembrar aqui toda a sua trajetória, que o coloca como um dos grupos mais importantes de toda a história do rock mundial. Zap’n’roll vai além: o blog defende há séculos que a banda surgida em Seattle (ops, em Aberdeen, embora ela tenha se radicado e se tornado célebre na capital do Estado de Washington), em 1987, é um dos dois últimos grupos de rock que valeram realmente à pena serem ouvidos (o outro, óbvio, é The Smiths). Nascido no efervescente e caudaloso cenário daquilo que ficou conhecido como grunge (um rock desacelerado demais pra ser punk, mas também sofisticado demais pra ser simplesmente metal), com guitarras barulhentas mas extremamente pop, um vocalista e letrista genial (e que sabia como ninguém destilar em suas letras as mazelas emocionais que torturam o ser humano) e um disco descaralhante logo em sua estréia, o Nirvana não tinha como dar errado.
Reza a lenda que "Bleach" custou miseráveis US$ 600 dólares para ser gravado e mixado (você consegue imaginar, hoje, qualquer um desses emos de merda que empesteiam o pop/rock brazuca, gravando um disco porco com... seicentas doletas? Pois então...). Produzido por um futuro gênio dos estúdios, Jack Endino (o mesmo que supervisionou pessoalmente o trabalho de remasterização e reedição do disco), "Bleach" é uma cacetada rock em estado bruto – mas ainda assim pop: que o digam clássicos como "About A Girl"ou "Love Buzz" (com aquela monstruosa abertura de baixo funkeado, por conta de Chris Novoselic, claaaaaro). É a demonstração cabal de que barulho pode ser muito bem mixado com melodias pop e de altíssima qualidade. Na sequência, essa fórmula seria lapidada pelo outro gênio da produção, Butch Vig, no magistral "Nevermind", e deu no que deu: o Nirvana arrancou Michael Jackson e Madonna a pontapés do topo da parada americana (isso no final de 1991/início de 1992), tomou o poder no mainstream musical americano, vendeu milhões de discos e dinamitou a fronteira que separava o rock alternativo do rock mega corporativo. Depois de Kurt Cobain, Chris Novoselic e Dave Grohl, toda banda de rock criada em um porão minúsculo e suarento podia sonhar em chegar lá – se fosse uma banda que valesse à pena, óbvio.
O autor destas linhas rockers online conheceu o trio quando "Nevermind" foi lançado no Brasil. Naquela época o sujeito aqui era repórter de música do caderno Show, do extinto jornal Folha Da Tarde (hoje, Agora São Paulo). Recebeu o disco (ainda no bom e velho vinil) da gravadora, em um pacote com mais uns seis lançamentos. Foi ouvir o álbum, chapar o côco e deitar falação em cima dele, em uma resenha de meia página na contra-capa do caderno. Enquanto isso, lá fora, a trinca barulhenta começava a vender horrores. Aqui, o zapper rocker e doidão de plantão, não se cansava de ouvir a bolachona, enquanto tomava doses cavalares de whisky no seu apê da rua Frei Caneca, se preparando sempre pra cair na "naite" infernal e interminável de Sampa. Quando foi anunciado enfim que o grupo iria tocar no festival Hollywood Rock, em janeiro de 1993, o já trintão repórter musical, recém-separado de sua ex-mulher, eternamente mergulhado em brumas de melancolia e invariavelmente chapado de cocaine e álcool, descolou uma credencial e se mandou pro estádio do Morumbi, onde cerca de 70 mil pessoas também estavam presentes para conferir o show de uma banda que estava no auge.
Foi o desastre que todo mundo está careca de saber: já bastante doente (emocionalmete falando) e estrumbado até a medula de calmantes misturados com álcool (para aplacar um pouco a desesperadora crise que seu corpo passava pela ausência de heroína), Kurt Cobain entrou no palco do Morumbi se arrastando. O show foi pavoroso. Mas inesquecível. Pouco mais de um ano depois, milionário, casado com o bocetaço Cortney Love e extremamente viciado em heroína, Kurt deu um tiro na própria boca e pôs fim à sua vida atormentada. E também acabou com o Nirvana.
"Bleach" permanece então como um monumento do rock contemporâneo. O cd extra, que traz a apresentação em Portland, captura um grupo em seus primórdios, com sede de palco e fúria animalesca tocando porradas como "School", "Spank Thru" ou a célebre cover de "Molly’s Lips", dos Vaselines. É um rock primevo e altamente explosivo, como talvez não se faça mais nos dias atuais, onde tudo está servil e domesticado demais por uma cultura pop inútil, lixosa e que só pensa em lucro milionário, fácil e nada subversivo. Como bem observou o sábio Cristiano Viteck: não se fazem mais discos como "Bleach" e nem se vêem mais shows como o que está registrado no cd bônus.
É isso. Kurt Cobain se foi há quinze anos. Mas um disco como este "Bleach" se encarregará de perpetuar sua genialidade para sempre.
O LEMONHEADS VIVE!
O dandi Dando: ele continua mandando bem
E dá-lhe revival dos anos 90’. Quem se lembra do velho Lemonheads, do lindaço anjo caído e junky Evan Dando? Pois entonces: o grupo, formado em 1986, nunca pendurou as chuteiras. E lançou lá fora, em junho último, o álbum "Varshons", que agora ganha (incrível!) edição brazuca.
Você pode acreditar no que este blog está dizendo agora: trata-se de um dos grandes discos deste ano. Dando, que gravou o disco sozinho (mas usando o nome da banda que lhe deu fama), enfeixou uma coleção de doze covers fodonas, onde ele ilumina de verdade gemas de Gram Parsons, Leonard Cohen e até o finado mega rei da escrotidão, GG Allin. A instrumentação das faixas oscila do bucolismo folk à psicodelia rocker viajandona, até chegar a esgares de electro (como em "Dirty Robot", onde quem dá o ar da graça nos vocais é aquele tesão louco chamado Kate Moss). E a beleza mega triste de "Hey, That’s No Way To Say Goodbye", de Leonard Cohen, e que Dando canta em dueto com ninguém menos do que a deusa Angelina Jolie, pode arrasar corações partidos. Sensacional.
O Lemonheads chegou a ser gigante nos anos 90’, na época de "It’s A Shame About Ray" (que chegou a vender mais de um milhão de discos apenas nos EUA). Evan Dando pirou, se entupiu de cocaína (há uma história bizarríssima dele em terras brasileiras neste sentindo, mas ela não pode ser contada aqui já que o autor deste blog também participou da dita cuja, hihi), sua voz ficou horrível e a banda afundou. Hoje, quarentão e mais calmo e com os vocais em melhor forma, Dando nos brinda com um disquinho que é um deleite pra quem aprecia ótimas canções. Ele sabe que seu nome e sua banda não significam mais nada para o hype idiota que move a música pop. Mas ele insiste e está feliz no seu cantinho. E nós também, por poder ouvir um disco como esse "Varshons".
É TEMPO DE FESTIVAIS – QUEBRA MAR
Yep. A partir de amanhã (sexta-feira) Macapá, a pequena porém simpática e acolhedora (e quentíssima) capital do distante Amapá, abriga a segunda edição do festival Quebra Mar. Organizado pelo Coletivo Palafita, o festival ainda está no começo mas quer virar gente grande logo, dentro da indie scene nacional. Para isso se apóia em uma programação com bons grupos de outros Estados (como o paulistano Ratos De Porão, o sul matogrossense Facas Voadoras, o rondonense Ultimato ou paraense Sincera) e abrindo grande espaço para sua própria cena, que não fica nada a dever para outros centros rockers do país. Nunca é demais lembrar: o blogão andarilho passou um mês na cidade há pouco tempo, e lá ficou chapado com o som de bandas como a Mini Box Lunar, a Godzilla, a Stereovitrola ou a SPS12.
Todas estarão no festival, que será acompanhado de perto por estas linhas bloggers, que está chegando hoje à terra onde a temperatura nunca desce a menos de 30 graus (uia!). E a programação completa dele é essa aí:
06 de novembro (Sexta)
01:20h – Linha Dura (MT)
00:40h – Mini Box Lunar (AP)
00:00h – Mr. Jungle (RR)
23:20h – Ultimato (RO)
22:40h – Profétika (AP)
22:00h – Sincera (PA)
21:20h – Samsara Maya (AP)
20:40h – Godzilla (AP)
20:00h – Fax Modem (AP)
19:20h – Degrau Norte (AP)
07 de novembro (sábado)
00:00h – Ratos de Porão (SP)
23:20h – Sps12 (AP)
22:40h – Facas Voadoras (MS)
22:00h – Delinqüentes (PA)
21:20h – Amaurose (AP)
20:40h – stereovitrola (AP)
20:00h – Roni Moraes (AP)
19:20h – Intruhder (AP)
18:40h – Heloin (AP)
Então, como o sujeito aqui vai ficar mais uns dez dias por lá, aguardem que o próximo post vem direto de Macapá City, já contando como foi o Quebra Mar, okays?
O BLOGÃO ZAPPER INDICA
* Disco: "Varshons", o novo dos Lemonheads.
* Blog: a amada deusa francesa/macapaense e amiga master destas linhas zappers, Rudja Catrine, está com outro blog na rede, o "Just For The Record", que pode ser alcançado em http://www.rudja.blogspot.com. Além de gatona, a Rudja manda muuuuuito bem em textos sobre cultura pop em geral (filmes, discos, revistas, opiniões pessoais sobre comportamento humano etc.). O último post dela, inclusive, mostra um trailler do novo filme do gênio Martin Scorsese, algo que nenhum outro mega blog ainda se dignificou a mostrar ou comentar. É por tudo isso que Zap’n’roll sempre diz que a garota leva mesmo jeito pra coisa. E se a paixão de ambos (dela com o escriba aqui) e o seu relacionamento não foram adiante por problemas diversos (entre eles, a enorme distância geográfica que separa os dois), vai ficar sempre um super carinho e uma amizade infinita e indestrutível entre a ninja do Amapá em cultura pop e o jornalista "popstar" paulistano, hihi. É isso aí.
* Baladas, vamos nelson? Vamos sim! Mas correndo pra ir pra Macapá, o blog atrapalhado indica apenas a noitada deste sábado na Outs(rua Augusta, 486, centrão rocker de Sampalândia), quando sobem ao palco os Breezing Lizards, Meaning High, Gatunos e o sensacional Dest_lado, um dos melhores grupos da novíssima safra indie paulistana. Não esquecendo que no próximo dia 21, Zap’n’roll comemora seus seis anos de vida virtual lá mesmo na Outs, e também aproveita pra comemorar o aniversário em si deste amalucado blogueiro. Cola lá nessa noite que a diversão será garantida e por conta da casa aqui, hehe.
QUEM VAI NO TERRA NA FAIXA!!!
Pois é. Foram mais de duzentas mensagens pedindo a mesma coisa e apenas DOIS INGRESSOS para serem sorteados. Muita gente se desesperou e veio pedir a parada na última hora, sendo que ontem a caixa postal do pobre blogger simplesmente explodiu. Mas como infelizmente (e com dor no coração) não dá pra fazer milagres, veja aí embaixo o nome da dupla dinâmica que vai se esbaldar no rock’n’roll de grátis neste sábado, lá no PlayCenter:
* Ardim Jr.
* Fabiana Ares
Tá bom, né? Tá nada: continuam em sorteio pelo hfinatti@gmail.com:
* Duas cópias do segundo álbum do grupo Banzé;
* Cinco cópias do novo disco das Velhas Virgens;
* E um kit com cds e dvds da gravadora ST2.
Sendo que esses mimos aí em cima o blog sorteia assim que voltar de sua nova temporada em Macapá, certis?
E VAMOS NÓS!!! DEIXANDO PRA TRÁS...
Primal Scream
Jane's Addiction
Faith No More
PRA IR ATRÁS DE...
Quebra Mar e de bandas como a Mini Box Lunar (aí embaixo)
E se despedir do romance com a sempre amada Rudja (aí embaixo, ao lado do ex-namorado eternamente apaixonado por ela), e rever aquela que agora é – e na verdade foi, desde sempre – uma das amigas mais queridas do autor destas linhas rockers bloggers.
É isso, galere. A vida é feita de som, fúria, loucura e escolhas, sempre (façam as suas e nunca deixem de assumi-las). Logo no comecinho da semana, lá do Amapá, tem mais por aqui. Beijo doce nas crianças!
(enviado por Finatti às 7hs.)

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