Apr 25
Mais um caso de capangas acontece no país. Só que agora não é na grande mídia, mas nos bastidores, onde um ex-delegado que sonha ser xerife persegue qualquer coisa que não seja a vendagem de CDs e DVDs a preços extorsivos, culpando uma hipotética "pirataria" pela queda dos dividendos das majors da exploração dos músicos no Brasil.
Antônio Borges Filho é o cidadão da foto, admirador dos heróis do FBI e capanga da indústria fonográfica, que banca uma tal de APCM - Associação Anti-Pirataria de Cinema e Música. Abaixo o "cast" de patrocinadores da sua organização, que conta com "jovens" dedos-duros e guarda a "muamba" apreendida em suas instalações. De lá, sairão pra onde?


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