Dynamite

A sinfonia da política tem estréia marcada

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A sinfonia intervencionista do governo paulista pra cima da Música já tem 4 movimentos:

1) Andante com pressa: destituir a OSCIP que gerenciava a Universidade Livre de Música Tom Jobim, com trombone de vara manejado pelo secretário de cultura João Sayad.

2) Adagio sem banheiro: fritar e demitir o John Neschling, depois do atrito por causa de banheiro, regida pelo maestro substituto, Fernando Henrique Cardoso.

3) Presto ligeiro: tirar da grade de programação da TV Cultura o programa do violonista Fábio Zanon, com o famoso executante de harpa paraguaia Paulo Markun.

4) Adagio sem pressa: trem da alegria com os professores de Educação Artística para dar aula, descumprindo a Lei 11.769, que regulamenta a volta da Música à grade escolar.

Essa lei se originou de 2 projetos de lei (PLS 330/2006 e PLS 343/2006), assinados por vários senadores, dentre eles a inimiga número 1 do governador, Roseana Sarney. O artigo 2, de autoria da senadora, foi vetado, justamente o que determinava o corpo docente para as aulas de música, e agora a Secretaria de Cultura de SP ameaça usar os professores de Educação Artística, e não ampliar o mercado de trabalho para os músicos como foi sugerido pelo próprio governo federal, ao deixar em aberto a discussão dos professores. Só falta chamar a Hebe Camargo pra primeira violinista.

3 respostas para “A sinfonia da política tem estréia marcada”

  1. Dum Disse:
    Cirúrgico. O Estúdio Bruxelas é o do Rainer? Falei com ele quinta feira.
  2. Saulo Wanderley Disse:
    O estúdio é do Theo Godinho, guitarrista, não sei se o Rainer está junto...
  3. Dum Disse:
    Ahh, é que o estúdio do Rainer é na Rua Hawai. Pensei que poderia ser o mesmo.

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