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Entries for month: May 2009

Phil Ramone mata a cobra e mostra o pau na AES

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AES: ON&OFF fura a concorrência

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Como a ON&OFF antecipou na véspera da abertura da AES 2009, a grande surpresa da Quanta e Digidesign para a exposição era mesmo o console Venue SC 48. Aguardem ainda na cobertura do evento mais detalhes sobre o produto, em entrevista com o especialista da Digidesign e ex-new-coladorador da ON&OFF Adinaldo Neves. Leia a cobertuta do encontro da AES na ON&OFF.

AES: Dra. Katya adverte, som alto leva à impotência sexual

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A Audicare vai realizar testes de audição gratuitos para os visitantes na AES, de 26 a 28 de maio nos Halls 2 e 3 do Anhembi. Já é a quarta edição em que a empresa participa do evento, sendo representante exclusiva dos produtos de proteção auditiva para músicos, técnicos de áudio e pacientes de fonoaudiologia. A Dra. Katya Freire, diretora clínica da Audicare, explica:

“O teste é realizado em uma cabine vedada acusticamente, o indivíduo recebe estímulos sonoros em frequências e intensidades diversas, e deve responder ao ouvir cada som. É muito simples e rápido, e as respostas são avaliadas posteriormente por fonoaudiólogas”. Ela orienta que o teste preventivo deve ser feito ao menos uma vez por ano.

O convênio da Audicare com a organização da AES BRASIL integra a campanha “Quem Ama Cuida: Proteja a sua Audição” que a empresa desenvolve há aproximadamente cinco anos, quando iniciou um trabalho de conscientização da necessidade de proteção auditiva para os profissionais da música.

É um programa de conservação auditiva para músicos e técnicos de áudio, que inclui a realização de exames de audiometria e imitanciometria; orientação sobre os cuidados na exposição a sons intensos; indicação e adaptação de protetores auditivos com filtro atenuador e monitores (in ears e orientação quanto ao mapeamento audiológico do músico e técnico de áudio, para que se possa realizar uma melhor mixagem, mais personalizada para o músico.

Segundo a Dra. Katya, “é importante monitorar as alterações para que a perda auditiva não progrida, caso tenha sido provocada por exposição a sons intensos. O uso dos protetores e monitores pessoais auxilia neste cuidado. A boa notícia é que se o indivíduo mesmo com perda auditiva, caso venha a se proteger devidamente, a deficiência causada por níveis de pressão sonora elevados não progride”.

Em edições passadas da AES BRASIL pode-se observar que 35% dos indivíduos atendidos possuíam a queixa de zumbido. Na edição da AES BRASIL de 2007, a idade média das 108 pessoas avaliadas foi de 30 anos.

“Devido a essa média, não encontramos diferenças estatisticamente significantes em relação à perda auditiva, mas 20% desses indivíduos apresentaram perda auditiva nas frequências de 14 K e 16K, o que só é esperado em pessoas acima de 40 anos, explica a especialista. Isso mostra uma forte tendência desses sujeitos terem sua audição muito prejudicada durante suas carreiras. Todos que tinham mais de 11 anos de profissão apresentaram piora dos limiares audiométricos”.

Segundo as estatísticas, quanto ao uso do protetor, 48,1% dizem não usar nada; dos 51, 8% disseram usar algum tipo de proteção; e apenas 26,8% utilizavam protetores com filtro flat, que mantém a qualidade. A especialista adverte que a audição é invisível, e, por esse motivo, poucas pessoas se preocupam em incluir na sua rotina de check-up o exame audiológico. A perda auditiva por níveis de pressão sonora elevados é gradual, e como inicia nas frequências agudas, o indivíduo não percebe que está perdendo a audição.

“No começo pode sentir um zumbido ao sair de um ensaio ou show, e no dia seguinte esse zumbido some. Porém, com o tempo esse zumbido pode se instalar de vez e se tornar permanente, o que é um agente perturbador no dia a dia de qualquer pessoa”, diz. Além da perda auditiva e do zumbido, que são as principais consequências da exposição a sons intensos, existem várias outras, tais como sensação de plenitude auricular, hiperacusia, estresse, recrutamento, vertigem, desequilíbrio e até impotência sexual.

Para os profissionais de áudio e músicos, que precisam proteger a audição mas não podem perder a qualidade do som, existem protetores com filtro flat (filtro linear), que atenuam o som sem interferir em sua qualidade. Eles podem ser personalizados para garantir maior conforto e proteção para o profissional. E no caso dos in ears, o ideal é que possuam isolamento acústico.

“É importante lembrar que esses indivíduos estão sempre expostos a outros fatores contribuintes para a perda auditiva, como por exemplo, o uso indevido de MP3s e I-Pods”, diz a fonoaudióloga. Veja a cobertura completa da AES na ON&OFF.

Feras do áudio à solta no Anhembi

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Rola de 26 a 28 de maio no Anhembi a 13ª. Convenção e Exposição da AES – Audio Engineering Society – que reúne os grandes feras da engenharia de som, técnicos, pesquisadores, consultores, todos trabalhando em palestras e eventos, além da exposição, aberta ao público das 13 às 21 hs dias 26 e 27, e das 13 às 18 hs dia 28.

Para que os leitores de PLAY tenham uma dimensão deste trabalho, vejamos as pequenas histórias de alguns dos grandes caras que estarão presentes:

John Storyk – Arquiteto, professor de acústica nas universidades de Berklee, Denver e NY, nos cursos de Arquitetura e Acústica de Ambientes e assuntos similares. Projeta estúdios e teatros pelo mundo afora, das quais o mais famoso concluiu já em 1969, nada menos do que o Eletric Ladyland Studios, o estúdio de Jimmy Hendrix.

Miguel Ratton – Engenheiro e músico, é pioneiro no uso do protocolo MIDI nas décadas de 80 e 90, além de tecladista e programador de sintetizadores. É autor do Midi Total, primeiro livro brasileiro sobre MIDI. Antes da chegada da Internet ao Brasil, já tinha criado um BBS (Bulletin Board System), uma pequena rede, hoje site de tecnologia musical, o Music Center.

Phil Ramone – Um dos melhores produtores do planeta, 33 indicações e 14 prêmios Grammy, foi pioneiro nas produções de CD, surround e todas as tecnologias de ponta hoje usadas. Produziu Bono, Chicago, Bob Dylan, BB King, Paul McCartney, Sinead O’Connor, Carly Simon, Rod Stewart e Steve Wonder, dentre inúmeros outros.

Ray Rayburn – Chairman do AES Standards Subcommitee on Interconnections, autor da bíblia dos projetos de áudio profissional, o Handbook for Sound Engineers, um especialista em áudio de alta definição baseados em software. Como engenheiro de gravação da RCA, gravou as sinfônicas de Chicago e Filadélfia, além de ninguém menos do que Frank Zappa.

Vavá Furquim – Começou construindo equipamento de áudio e trabalhando como técnico de PA no Rock in Rio I, Free Jazz Festival e para Djavan, Carlinhos Brown, Alceu Valença, Ney Matogrosso, Gilberto Gil, Gal Costa, Caetano Veloso e outros. É sócio e diretor técnico da empresa João Américo Sonorização Ltda.

Wes Dooley – Especialista em microfones de fita (ribbon) há 40 anos, criou os legendários R84, R88 e R92, que revolucionaram as gravações, sendo extremamente fiéis ao reproduzir a atmosfera ao vivo nas gravações. São fãs destes microfones Pete Townshend, Bing Crosby e Eddie Van Halen, dentre muitos outros.

Pro Tools no IATEC

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