Dynamite

Home Studio? Fale com o Sukorski...

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Wilson Sukorski foi pioneiro na didática para Computer Music em Sampa. Seu home studio, sempre situado na parte nobre da casa - a sala - já é conhecido de 9 entre 10 alunos que despontam para a tecnologia musical desde os anos 80, quando MIDI era sinônimo de novidade.

Ele agora parte para ensinar o que fez em casa, abrindo oficinas para a orientação dos pupilos que queiram montar seu próprio estúdio, seja na sala, no quarto ou na garagem, e para as mais diversas finalidades. Mais uma iniciativa do MIS, atento como Wilson aos tempos de óbito das grandes gravadoras e sua máfia.

Sound Forge: Sony começa a abrir o software

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O Sound Forge é um dos softwares de operação mais amigável para os iniciantes em Computer Music, que queiram partir do início: gravando via microfone ou em linha direto no HD. A tomada de som é fundamental para uma boa mixagem, masterização e todas as etapas da produção musical no computador.

A Sony, que há pouco comprou os direitos sobre o software, disponibiliza agora uma versão online para testes, além de consultas diretas com os desenvolvedores do programa, que na sua versão 10 apresenta um amplo leque e recursos e novidades. Registre-se online para testar.

Abaixa o som que entrou o comercial!...

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Você já deve ter pulado do sofá de susto, ao entrarem os comerciais da TV e o volume dar um salto abrupto. É a videosurdez dos técnicos das emissoras da TV aberta ou paga. Eles acham que os telespectadores são audioidiotas, e consideram normal a sua falha ao não equalizar os volumes da transmissão de várias fontes, filmes, comerciais e outras atrações.


O assunto foi discutido na feira de engenharia de TV, rádio e telecomunicações Broadcast & Cable, e no paralelo 11º Congresso de Tecnologia e Televisão SET, quando começou a ser esboçada a Lei do Loudness, que pretende regular os volumes para não agredir o telespectador. Autoridades do tema estiveram debatendo:


Carlos Ronconi e Luis Fausto da Rede Globo, Thomas Lund da TC Electronic (Dinamarca), Michael Prouix da Miranda (Canadá), Tony Zare da Evertz (Canadá) e Mathias Bendull, da Dolby (EUA). A moderação foi de Alexandre Sano, do SBT. Pelo menos uma vez Globo e SBT pararam de brigar para dar atenção ao telespectador.


Eles se basearam em pareceres de entidades como a ITU – International Telecommunication Union e a AES – Audio Engineering Society. No encontro latino-americano desta última entidade o tema foi exatamente Audio para HDTV, quando os presentes puderam ouvir sonorizações em até 22 canais de áudio simultâneos.


Para entender o tamanho da encrenca, o leigo precisa saber – e ouvir – que o velho estéreo já está no bico do corvo há anos. Apenas 2 canais de áudio, o tecnicamente conhecido 2.0, já é uma raridade nas salas dos telespectadores brasileiros, e poucos têm sistemas de home theater com o 5.1, com seis canais de áudio.


Além da limitação do número de canais, as variações de volume esquentam as orelhas de muita gente boa mundo afora. Um canal da Coreia – a QOOK TV – está testando um sistema chamado Linear Acoustic, que gerencia os volumes de transmissão com um monitor chamado LAMBDA, que por sua vez usa o sistema Dolby para corrigir as diferenças de áudio.


O sistema é equipado com controles múltiplos de loudness, mixers e outros periféricos, que detectam automaticamente os sinais da programação de TV, e os enviam para uma saída 5.1, seja a origem um estéreo comum, ou mesmo uma decodificação de até 16 canais de áudio, com direito a encoders Dolby Digital (AC-3) e outras firulas.


Fisicamente, os sinais entram por um conector de 9 pinos serial, ou são extraídos dos 16 canais por uma entrada HD-SDI. O audio e vídeo são analisados e monitorados pelo protocolo ITU BS.1770. Qualquer canal, par de canais ou mixagens são monitorados por poderosos amplificadores, subwoofers, e seguem por saídas balanceadas ou AES.


A NOC – US Network Operations Center disponibiliza em seu site um video com 3 exemplos com aplicação do Dolby E com saídas em 5.1, com áudio e vídeo nos mesmos moldes da TV coreana. Os exemplos mostram como o uso da tecnologia Dolby facilita as implementações para a transmissão de áudio em tempo real.

TV Globo ainda não tem som decente

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A TV Globo ainda não concluiu os estudos para a melhor forma de captação de áudio 5.1, bem como sua transmissão. Em seu blog sobre TV digital são veiculadas algumas informações sobre os estudos que estão sendo realizados pela emissora, que pretende cuidar melhor do áudio para seus telespectadores.


O áudio analógico usado atualmente ainda terá sua decodificação feita pelos STB (conversores), porém com saída estéreo, via conectores RCA. Ou seja, nesta fase de implantação da TV digital, serão usados dois canais, que darão a sensação espacial (surround) de acordo com os recursos da TV do telespectador.


Os conversoses para TV digital que disponibilizam uma saída de áudio de alta definição (HDMI ou cabo óptico), poderão ter uma melhor percepção de um áudio 5.1. Mas para receber áudio 5.1 digital, será necessário um receptor de áudio especial, o que vai encarecer ainda mais a tecnologia.

Curso de áudio para TV e cinema

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O IATEC tem um curso de Áudio para TV e Cinema, para quem quer conhecer os equipamentos, técnicas, padrões e fundamentos de captação e processamento de áudio para televisão e cinema. São necessários conhecimentos básicos de áudio e visa o ingresso no mercado de produção para TV, cinema e mídias áudio-visuais,

O curso apresenta e demonstra o funcionamento e aplicação dos equipamentos comuns e necessários aos sistemas de gravação e processamento para os meios áudio-visuais, com microfones, gravadores digitais, mixers, caixas, amplificadores, consoles de mixagem, multiefeitos, noise gates e compressores.

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