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Pedra, descontruindo para inovar

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             vídeo -Longe do Chão

Desconstruir para recriar funciona muito bem tanto para Lavoisier como para músicos de jazz. A banda Pedra percorre esse caminho. Com sua música densa, cheia de elementos sonoros muito bem colocados e trabalhados, Xando Zupo, guitarras e voz; Rodrigo Hid, voz, guitarras e teclados; Luís Domingues, baixo e voz, e Ivan Scartenzini, bateria, conseguem, tanto no Cd como ao vivo, realizar uma intensa e consciente bruxaria sonora.  Experientes e donos de técnica e alma pouco vista nas bandas "hype" dos modernos, os pedras se reuniram quando, segundo o experiente baixista Domingues, Xando o chamou para o projeto. Ai, naturalmente, vieram o Rodrigo e o Ivan. O primeiro, um músico que re-nova os ares do rock nacional com impecáveis performances de teclados (timbres de hammond, de moog, piano, etc), e ainda canta com uma dicção perfeita. O segundo, um baterista que toca com uma pegada Ginger Baker, "somente". Era finzinho de 2004 quando a formação foi fechada, já autoral, em seu primeiro Cd - Pedra (2006). Agora, acabam de lançar Pedra II, um trabalho onde a qualidade já começa na capa. Uma HQ no melhor estilo Alan Moore, muito bem feita pelo artista Diogo Oliveira.  É o começo de uma história que parece destinada ao sucesso.

O Pedra, apesar de ser uma banda de rock pesado em sua essência, toca música. Ponto.  Jazz, prog, blues, folk, rock e linhas nacionais, tudo muito bem construído dentro de um contexto sem igual na cena brasileira. Falando dessa bruxaria sonora, Xando diz que "quando o Luís entrou - outubro de 2004 - já tinham umas quatro músicas prontas, embriões. O Rodrigo chegou em janeiro de 2005, ouviu e a coisa rolou. Tudo fluiu muito rápido. No começo achava que era um momento, depois pensei que foi sorte, agora não sei o que é. Simplesmente a coisa flui". O fato da banda estar sempre junta, tocando ou ensaiando, para o guitarrista facilita, mesmo porque, todos compõe e tem uma vasta bagagem. Ou seja, as idéias e criações sempre estão aparecendo. Segundo Xando, principalmente nesse segundo disco, o trabalho feito por todos dentro do estúdio ficou mais expressivo, com cada um mostrando e colocando sua contribuição. "A química da banda é muito forte. Todos trazem suas influências mais marcantes e compartilhamos isso de forma produtiva. Cada qual, que tem uma paixão especial por um determinado tipo de música, acaba trazendo isso para o âmago do grupo", ressalta Xando.              

                                                                                      

 foto - Grace Lagôa

No show que vi no Cultural São Paulo, em julho, ficou nítido em alguns momentos, que a banda, usando talvez intuitivamente, e mais ainda instintivamente, a qualidade técnica natural dos seus integrantes, partia em alguns momentos para um jazz. Explico: mais ou menos quando no meio da performance cada um vai pra um lado, na mais pura viagem individual do tesão de tocar o instrumento, solando sem perder a estrutura da canção, para depois retornar ao ponto do início, voltando a segurança do chão. Sobre isso, enquanto conversávamos no estúdio da banda, Xando explicou que vem exatamente da busca por uma sonoridade que seja ampla. "Não somos um grupo especificamente de rock, soamos rock. Fazemos música e isso significa muita informação para ficar em um estilo só. Então aparece o jazz, o funk, o prog, o soul, a mpb. A nossa medida é quando a música fica bonita", enfatiza o guitarrista. O que fica claro, é que a música do Pedra é guiada pelo fogo da arte e da autenticidade. A identidade própria, leia-se personalidade, coisa difícil de atingir em tempos de reprodução de formatos e consumismo imediato, parece natural na banda. Isso fica claro, mais ainda, no show. Coesão e entrosamento no conjunto, e solos competentes, corretos e cirúrgicos. O que a maioria dos grupos busca e alguns conseguem.

Essa gama de influências, os raios de criatividade e a vivência dos músicos, são as bases sólidas e eficientes do ótimo Pedra II, recentemente lançado. O disco - uma coleção de músicas fortes e convincentes - começa com uma inspirada versão de "Filme de Terror", do cultuado e falecido compositor Sérgio Sampaio. "Longe do Chão", a balada love do disco,  dá o tom introspectivo, com uma letra que mergulha nos questionamentos e reflexões humanas. Tem uma tentadora levada de teclado, uma sonoridade de hammond que funciona como uma cama gostosa para um solo poderoso e perfeito de guitarra. Já "Sou Mais Feliz" se apóia em uma letra consistente, que me lembrou um pouco poesia, uma mensagem direta pra alguém, quem sabe? Não dá pra deixar de falar, de novo, como teclados rockers bem tocados caem bem. Qual banda nacional de rock usa? Alguém sabe? "Rock´n´Não" tem um humor ácido, achei a música de uma qualidade musical quase irretocável, com um solo animal de guitarra e uma estocada a la John Lord do Rodrigo. "To Indo a Mil", "Megalópole" e "Letras Miúdas" são fatais, lúcidas e totalmente chapantes. Um violão acústico inicia a que cairia bem no rádio, "Nossos Dias". Uma das qualidades da arte do Pedra são letras bem escritas e pensadas. A parceria com César das Mercês, do Terço, em "Jefferson Messias", além de cair bem, dá credibilidade. "Projeções", pra mim a melhor em meio a excelentes canções, tem uma linha bem progressiva, onde senti ondas de Yes, ecos de Steve Howe e o som do Pedra em sua magnitude. Nela, rolam jazz e improviso, prog e consistência. Uma cítara, tocada por Diogo Oliveira, deixa a canção mais plasmada  e cintilante ainda. Todas as músicas são brilhantemente ancoradas na eficiente cozinha de Ivan e Luís Domingues. Ao vivo, tudo fica muito mais evidente.

                                                                   

Rodrigo Hid sabe que a música, por si só, chama todas as influências que pairam na aura dos músicos. "Não tramamos. Essa música tem que ser meio Chico Buarque, Yes, ou essa vai ser meio aquilo! Simplesmente a química da banda favorece muito a composição e o desempenho. Nós falamos a mesma linguagem, fica fácil, quando um puxa o ritmo os outros já vão atráz", sintetiza o artista. Xando corrobora afirmando que, são coisas assim, os pequenos detalhes, que fazem a banda ser o que é: "Quando fizemos à primeira reunião e batemos o martelo decidimos que vamos fazer a música que quisermos, seja xote, xaxado, hard, heavy, mpb, o que quer que seja. Isso posto, nos dá uma liberdade de criação. Nós podemos soar qualquer coisa". O fato de não ter uma obrigação de tocar hard rock, permite que o grupo possa jazz, ou qualquer estilo. Essa postura, com certeza, abre o leque pra pensar, refletir, se fazer ouvir com atenção. Xando enfatiza que às vezes parece que não são eles que compõem, porque a música vem e se molda naturalmente. "Aquela parte que você diz que lembra Yes, aquilo veio na minha cabeça e entrou na música", lembra o guitarrista.  

                                                                  

 

O fato de possuírem um entrosamento notável, também se deve a fonte e as raízes que os alimentaram, muitos estilos e estéticas diferentes. Diversidade. Alguns detalhes da música do Pedra vem do endereço certo. Xando lembra que, em relação à influência do progressivo, "o Luís e o Rodrigo têm uma experiência absurdamente maior do que eu e o Ivan. Funk e hard rock é uma parte que tenho mais forte em mim, mas o Luís tem uma intensa influência de soul, de Motown dos anos 1950/60 muito acentuada. Então, você junta o Motown dele com a minha black music dos anos 1970, com hard, progressivo e a batera do Mitch Mitchel (Jimi Hendrix) do Ivan, e surge a magia". Rodrigo diz que o lado mpb vem dele, porque ouve mais do que os outros. Com tantas influências, e produzindo uma música que a meu ver não pode ser rotulada, simplesmente, qual seria o público da banda? Xando diz que não sabe, mas quem eles querem atingir não são necessariamente rockers, mas ouvintes policromáticos que também ouvem o Clube da Esquina. "As cabeças abertas são as que mais nos interessam. As que gostam de música mesmo, na faixa dos 30 anos. Isso foi o que pensei no começo, mas quem estamos atingindo não sabemos ao certo". Para uma banda de apenas dois anos, o Pedra já alcançou um nível e tanto. Nos shows circulam desde adolescentes até cinquentões.            

                                                                 

A divulgação está sendo basicamente feita pelo myspace, youtube e pelo site oficial. Xando explica que disponibilizaram o primeiro disco integralmente para dowload em julho de 2007. E, no dia 1 de abril desse ano, lançaram o segundo para dowload gratuito. Desde essa data foram feitos 43 mil dowloads, o que é uma marca extremamente expressiva para uma banda alternativa, e independente, que não tem sua música disponibilizada em sites como, por exemplo, a Trama Virtual. "Se de julho de 2007 até abril atingimos 20 mil dowloads, nos 30 primeiros dias do Pedra II foram 18 mil. Foi um crescimento muito grande proporcionalmente. E esse número vem se mantendo", conta o guitarrista.  Em rádio, está rolando na Brasil 2000 FM e na Last FM. Na verdade, enfatiza Xando, a banda não tem a medida exata da distância que atinge, ainda mais em tempos de Internet e comunicação instantânea. O vídeo de "Longe do Chão" foi baseada na animação Android 207, do artista canadense Paul Whittington, adquirida para o grupo pelo produtor e artista gráfico Celso Barbieri, que mora em Londres há muitos anos. Recebendo e-mails do sul, de Minas, e realizando, em média, três shows por mês, o grupo vai batalhando seu espaço.

Em relação aos Festivais Independentes, que já têm até patrocínio da Petrobrás via Abrafim - Associação Brasileira dos Festivais Independentes - o Pedra espera a merecida oportunidade de ter seu espaço. A parte deles já fizeram. Enviaram material e esperam. A chance de a banda tocar nos palcos dos Festivais é enorme. Porém, o que tenho visto, é uma preocupante repetição nos lineups dos Festivais. Goiânia Noise, Bananada, Mada, Fabrício (boss da Abrafim)...olhem para o Pedra. Sem desmerecer os trabalhos de bandas que se auto rotulam como "indie", que dominam os Festivais e produzem música texturizada, existe sim espaço para grupos mais pesados e progressivos. O conceito daquilo que se julga como "moderno", significa, algumas vezes, para mim, falta de qualidade musical. É óbvio que numa época em que se grava um CD em casa e se divulga pela WEB, tudo pode e todos têm o direito de criar e tocar. Contudo, deve haver espaço para a diversidade. Porque, democracia é bom e todos nós gostamos. O baixista, Luís Domingues, coloca bem que "o conceito do indie não só a questão de ser alternativo, mas virou um estilo musical. E, esse indie, é, nada mais nada menos o pós punk que se perpetua engessado há 30 anos. Não é uma questão de errado ou certo, mas os Festivais estão fechados num estilo". Talvez, por o Pedra ter um conceito musical tão aberto, seja difícil para alguns produtores, e mesmo alguns jornalistas, saber onde encaixar a banda. Antes, o The Who tocava com o Sly &Family Stone e o Hendrix com o Sha Na Na. O que me passa, é que a caretice e a visão distorcida, dominam parte dos produtores dos Festivais. Para o segundo semestre, a banda continua na estrada fazendo shows e já começa a trabalhar nas composições do próximo disco. Parafraseando o que um dia gritou o genial Pete Townshend, Long Live Pedra ´n´Roll!    

                                                                        

                                                    

 

                              http://www.pedraonline.com.br/
                              http://br.youtube.com/user/PPeeddrraa
                              http://www.lastfm.com.br/music/Pedra/Pedra
                              http://www.myspace.com/pedrapedra

                              http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=2516383

23 respostas para “Pedra, descontruindo para inovar ”

  1. cristianajohsson Disse:
    O Pedra é uma excelente banda, vi no espaço x e adorei a qualidade dos caras.
  2. lia Disse:
    Não sei dizer o quanto fiquei emocionada no show da sexta feira passada (18/07/08),foi simplesmente PERFEITO.Isso é rock'n´roll de verdade feito com sentimento,com ousadia e paixão.Eles trouxeram de volta alguns timbres e sonoridades esquecidas em função de pouca informação e formação musical.A excelente mistura de estilos muito bem dosada mostra que se pode produzir um CD sem estar preocupado em fazer parte desse ou daquele estilo,só realmente em fazer boa música.è isso aí .....
    Muito,muito sucesso!!!!!!!!!!!!!!!!!
    Beijos
    Lia
  3. Cris Boka de Morango Disse:
    Um belo dia recebi em meio a tantos outros clips o material do Pedra, e desde então só fiquei satisfeita quando os chamei para tocar no programa, e deste dia em diante eles são obrigatórios na minha discoteca, fiquei simplesmente fissurada pelo som dos caras, daquelas que sempre que pode aparece no show e canta todas as músicas, bem tiete mesmo, mas o melhor mesmo, além do som foi conhecer Xando, Rodrigo,Luiz e Ivan grandes figuras geniais que hoje posso chamá-los de meus amigos.
    Concordo plenamente contigo Dum e levanto a mesma bandeira acho que os festivais indies deveriam sair da mesmice, sem claro desmerecer a qualidade de suas bandas, mas todos clamam por novidades elas estão aí escancaradas na nossa frente, outra coisa que eu quero ressaltar é que a galera do Pedra canta em português e isso pra mim é sensacional, porque valoriza nosso país em meio a tantas bandas que copiam os gringos, deixem disso, nossa língua é uma das mais ricas em vocabulário, explorem essa riqueza!!!Essa diversidade tem que ser divulgada, sem ficar preso a um estilo, enquanto nos enfiam goela abaixo um monte de lixo, existem bandas incríveis a serem descobertas pelas pessoas, portanto abram espaço, ouçam, divulguem o que o mercado não nos mostra, se nós os independentes não o fizermos, quem fará?

    Esses meninos são todos virtuosos no que fazem, porque fazem com verdade, com tesão e amor.
    Dentre muitas músicas do Pedra, como "Vai Escutando", que tem uma pegada baixo sensacional, tem uma em especial que me agrada demais e faço questão de deixá-la aqui registrada ok!!!

    "SANTO OU DEMÔNIO NEM VEM QUE EU JÁ TÔ A PAMPA
    DESSE TEU LAMENTE MADALENA DO ROCK N´ROLL
    POSE DE STAR ESPANTA SUA INCONVENIÊNCIA
    DESFILANDO A FANTASIA QUE TEU EGO ALIMENTOU

    SE LIGA BROTHER, ACRECENTA ALGO AO SEU CORAÇÃO, VAI TIRA A MÁSCARA AGORA...ACORDA OU NÃO..."

    (Madalena do Rock n' Roll - Pedra)

    Pra finalizar uma frase para o Pedra:
    SABE O QUE É ISSO BANDAAAA?

    Parabéns Dum pelo seu extremo bom gosto musical!!!
  4. Silvia Disse:
    Que video maravilhoso do android! É a pura essência da existência humana, um eterno labirinto onde tentamos nos achar e encontrar a paz e o equilíbrio. O solo de guitarra, sensacional, merece um elogio efusivo. Grande banda que não conhecia. Já baixei o CD. Dum, masi uma bola dentro.

    beijo
  5. Andre Disse:
    Acompanho o Pedra desde o começo e o Rodrigo e o Luis do Patrulha do Espaço. Com certeza é uma banda diferente, acima da média e com músicos extraordinários e talentosos. Grande matéria, pedra na cabeça!!
  6. Catarina Disse:
    Com certeza os Festivais precisam abrir suas cabeças para o que se produz de alternativo fora desse pós rock chato e repetitivo. O Pedra foge dos rótulos e das guitarras sem nexo ou alma. Adoro a banda, fui a dois shows e vou correndo fazer o dowload.
  7. Leco Disse:
    O Pedra toca rock infinito. Ainda bem!
  8. lenny Disse:
    Conheci o Pedra através de uma amiga de Sampa. Infelizmente nunca vieram a Curitiba, mas esperamos ansiosos pelo som pesado e versátil deles. Adorei os vídeos e a matéria, bem escrita e com muita informação.
  9. Dum de Lucca Disse:
    Leco, adorei o termo rock infinito, cai muito bem para o Pedra.

    abraço e obrigado
    Dum
  10. Sabrina Duklos Disse:
    Isso é rock and roll e muito mais. Já chega de fakeisses modernas sem qualidade!!!! Piramos aqui no ABC Paulista com o show do Pedra aqui. Foi muito bom e os músicos são bastante técnicos e tem personalidade.
  11. Alan Fontes Disse:
    Bem dito aqui que ares indies talvez possam determinar a repetição das escalações nos festivais. Talvez o que os produtores musicais e alguns jornalistas desconheçam é que existem várias cenas no Brasil. O fato de no meio de tantas bandas novas a maioria tocar de forma mambembe e amadora tem o lado bom e ruim. Um é democratizar, outro é a falta de qualidade e um certo amadorismo. Circulando pelo Outs e outras casas similares pude ouvir coisas boas, mas a maioria ruim, pelo menos para meus ouvidos. Gostei da matéria porque, além de dar espaço à uma banda diferente,criativa e com músicos acima da média, coloca a questão da qualidade de forma bem sutil e correta. Jornalisticamente bem colocado para reflexão o engessamento do pós punk que parece estar paralizado há anos, sem saída, sem novidades. Como músico entendo bem essa repulsa do Pedra pelas texturas, que são marca desse pós punk repetitivo e frio. é meio simples, quem não sabe tocar tenta criar climas pretensamente densos fazendo texturas nas guitarras.
  12. Anabela Disse:
    Sinceramente o Pedra não é minha praia, mas o lance dos Festivais concordo totalmente.
  13. Alice Campos Disse:
    Dum, o bicho tá pegando no blog ao lado...rss. Até você foi citado (bem citado diga-se de passagem) nas críticas que postaram lá. Lê lá, concordo com o Fábio que escreveu que são dois blogs diferentes e provavelmente para públicos quase diferentes. Eu prefiro o seu estilo, mas também gosto do Finatti. Só acho que em quase todo blog ele comete erros de informação o que acho, se não grave, no mínimo descuidado. Go ahead man!!!
  14. Decio Disse:
    É claro que as bandas que fogem do estilo moderno são colocadas um pouco de lado nos Festivais, mas o Matanza já participou de alguns e com destaque. O Pedra não temos dúvidas terá sua vez. De toda galera de Natal!!!
  15. Carla Pinheiro Disse:
    Lendo essa matéria bem escrita e percorrendo o site fiquei imaginando como é democrático e bacana a diversidade. Tem para todos os gostos e estilos, e por ser fã de música de qualidade e avessa a lenga lenga adoro o Pedra e esse blog, onde sempre venho mas nunca tinha deixado um comentário. Vi o Pedra por insistência de um amigo no Centro Cultural e amei muito. Deu pra sentir a grande pegada dos caras e a energia tomando conta do local. Pedra ao vivo é uma experiência intensa que recomendo a quem ainda não viu.
  16. Renato Carneiro Disse:
    É estranho deixar um comentário sobre esta banda, mas deu vontade e pronto. Produzi, gravei e mixei os dois discos deles e fiquei muito feliz com os comentários postados aqui. O Pedra só faz aquilo que gosta e isso é que tem feito a diferença, não estão presos a nenhuma regra , lei ou estilo. Eles tem uma bagagem musical enorme e souberam misturar e aplicar muito bem ! Valeu a todos vcs q deixaram seus recados. Eu sempre disse a eles q uma música só realmente existe a partir do momento q pessoas estão ouvindo e este momento chegou.
    Abratz
  17. Athea Disse:
    Rock an roll na veia é o que é o Pedra. Mas um rock com personalidade e levada própria, uma das mais autênticas do Brasil. Gostei muito das outras matérias do blog também, aqui tem informação bacana e não fofoca e asneiras.

    sucesso
  18. luciana Khalil Disse:
    Cruz credo Dum, tem blog por ai precisando de alho e reza brava, como dizemos aqui em Recife. Mas vamos ao que interessa. Já fiz o dowload do Pedra II e é mesmo um ótimo disco de rock pesado com um "que" a mais. Os detalhes são sutis e aquela cítara em Projeções é muito, mas muito sensual..hehe.

    beijo
  19. Thomas Lagôa Disse:
    Pedra é uma banda que eu acompanho desde o seu começo. Uma palavra pra definí-los? Tenho duas: Competência e qualidade.

    Sou suspeito pra falar mas essa banda é simplesmente fenomenal, a minha preferida.

    O útimo show q vi deles foi maravilhoso, algo que soa agradável aos ouvidos de quem escuta.

    Meu desejo é que essa Pedra permaneça intacta, por muito e muito tempo!!
  20. Xando / Pedra Disse:
    Dum, falo em nome de todos da banda e agradecemos pelas suas palavras e por todos os comentários postados.
    Long Live, everybody !
    Abs
  21. Amadeu Disse:
    Deixo um alô aqui para o pessoal do Pedra. Parabéns pelo discasso e os shows poderosos. Valeu Xando e companhia!
  22. antonio Disse:
    Parece que os outros leitores já escreveram tudinho sobre o Pedra. Mas te parabenizo, Dum, pela sua bela matéria e também coragem em dar uma cutucada, com sutileza, na cegueira de alguns produtores do Brasil, ao invés de ficar puxando o saco deles.

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