Dynamite

VAI PRA CAPA DA PLAYBAN!

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Quem resumiu bem essa história da aluna da Uniban foram meus amigos Ibrahim B. Sill, Vivien Rolando e Alvaro Disimbassahy. Respectivamente, por ordem de entrada em cena:

"Só falta essa aluna estrear uma nova revista chamada Playban e ainda ir pra capa."

"Com essa onda de revival dos anos 80, ela pode até ser vocalista ou dançarina daquela banda brasiliense, se esta quiser voltar, a Escola de Escândalos."

"Com esta, a Uniban revelou-se um estabelecimento de ensino superior no nível da Universal Music, da Unimed Paulistana e do Unibanco."

VIRA, VIRA... BESTIAL MESMO

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Maitê Proença chega aos nem sei quantos anos com um corpinho de 25 e cabeção de também nem sei quantos, a julgar por uma brincadeira meio pesada que fez há uns dois anos com os portugueses, ora pois, e que se mostrou uma bomba de efeito débil mental, mais que retardado, ao cair na rede (a Uebi, claro). Como disseram num trocadilho involuntário digno do Disimbassahy, ela ainda deu uma cuspida no chão em Portugal, e isso foi a gota dágua. E Disimbassahy apareceu voluntariamente com uma paródia voluntária sobre o assunto, em cima de "My Way", sucesso do Frank Sinatra, e para cantar "cum sutaque prutuguês, ora pois, pois":

Xingou

E esculhambou

Os portugueses

Vê se tem graça?

A outra

Ferrou com o hino

Mas pelo menos

Tava bebaça

De estar

Longe dos lusos

A bela atriz

Agora vai ter

Depois

Que o mundo viu

O fora da Maitê

VIRA, VIRA, VIRA... NÃO VIROU

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Ótimo que a cidade de São Paulo está cada vez menos pior, inclusive culturalmente, com as Viradas Culturais. Mas meu amigo Ibrahim B. Sill lembra: "Uma tradição que precisa acabar é a mudança de clima que para ser repentina teria de vir mais devagar, as quatro estações nem do dia, mas da hora, no mau sentido. Isso mesmo, a famosa Virada Tenporal."

CINEMÁ DE LA BOUCHE DES ORDURES

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Até que crítica de jornal serve para alguma coisa. Li o que disseram sobre esse filme novo da Charlotte Gainsbourg, e tenho dúvidas sobre se papai Serge ficaria orgulhoso. Pelo que entendi o filme é uma apelação só: ela perde um filho e se mete eum um tantão de baixarias. Minha amiga Vivien Rolando comentou: "Ouvi falar que o Coronel Parker, empresário do Elvis Presley, queria incluir um daqueles filminhos dele um camelo falante e não deixaram, dizendo que o filme ficaria ainda mais ridículo. O que dizer então deste filme da Charlotte que tem uma raposa falante?" Ibrahim B. Sill, marido de Vivien, complementou: "Uma matéria sobre este filme se chamou 'A Dor da Perda'. Perda de vergonha, é claro..."

VIVEMOS CAÇANDO NOSSOS PAIS

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Sobre o sumiço do compositor e, por assim dizer, cantor Belchior, eu e minha turma ficamos sabendo que ele desapareceu para escapar de pensão cobrada por ex-mulher. Nosso amigo Álvaro Disimbassahy, mestre dos jogos de azar com palavras, cometeu então esta parodiazinha de um dos sucessos do Bienvenido Granda brasileiro, "Medo de Avião":

Foi pra não pagar pensão
Que eu simulei
A minha desaparição
Eu tenho duas filhas
E a mãe delas no meu pé
Que coisa aborrecente
Fui mané
Foi pra não pagar pensão
Que eu simulei
A minha desaparição
Eu acho até gostoso
Que saiu nos jornais
O meu próximo disco
Vai vender bem mais
Foi pra não pagar pensão
Que eu simulei
A minha desaparição
Agora ficou fácil
Todo mundo vê como é
Aquele toque do Made
“Hey, larga o meu pé”
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